As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
14 Capítulo 13 – Confissões – Once Upon a Time
Notas iniciais
Acordei e senti o cheiro de ovos mexidos, me levantei só de cueca e fui até a cozinha onde encontrei Henry servindo o café da manhã.
–Bom dia –Eu disse.
–Bom dia –Ele respondeu se virando –Por que não veste uma roupa?
–Desde que cheguei à Storybroke já perdi dois conjuntos de roupas, tenho que economizar as que me restam.
–Que seja!
Nos sentamos à mesa e tomamos café conversando sobre como imobilizar a Violet e roubar sua chave.
–Eu ainda queria que ela consertasse a minha, pois quando acabarmos com essa maldição ela vai querer encontrar o irmão dela e eu tenho que cumprir minha missão e salvar meu mundo.
–Transando por ai com todo mundo, nossa que heroico –Disse ele debochando.
–Estou sim sendo um herói! Tudo que faço é pra salvar o meu mundo! Ou você acha que gosto de transar com piratas e lobisomens?
–Na verdade acho sim.
–O que?
–Mesmo sabendo que transar ia complicar nossa operação camaleão você transou com meus avôs e com a Violet.
–Operação camaleão?
–É como chamo nossa missão de salvar Storybroke.
–Nome legal.
–Eu sei –Nós rimos.
–Desculpe não pensar nas consequências dos meus atos, mas ainda assim, não gosto de transar com todo mundo, faço isso pelo bem do meu mundo.
–Sei.
–A é? E você que ficou brigando comigo pra não transar com a Violet, mas ficou de pau duro nos assistindo. Só não participou por que estava amarrado.
–Eu não... Arrrg! Você é sempre assim?
–Assim como?
–Sem pudores!
–Só quando preciso salvar meu mundo e...
–Salvar o mundo o que, você gosta é da safadeza, admita!
O Henry estava realmente me deixando bravo! Eu não gosto de safadeza! Por exemplo: Não gosto de transar com homens, mas se eles me aparecem, tenho que fazê-lo pelo bem do meu mundo! Lembrei do primeiro menino que comi, lembrei de quando enfiei minha rola no cú do rei Edmundo de Nárnia, a lembrança de seu gemido fez meu pau subir. Pura obrigação! Lembrei do rei Pedro me penetrando...
–Tudo que faço é pelo bem do... –Eu transando com os gêmeos Zack e Cody –Não gosto de meninos eu... –O tesão do Capitão Gancho brincando com meu cú enfiando um pênis de metal –Eu não... –David me comendo –Caralho! Eu admito! Acho que gosto de homens e mulheres! –Gritei.
Henry gargalhou.
–Desculpe, seu desespero foi engraçado.
–E você?
–Eu o que?
–Nem vem com essa, você sabe do que estou falando!
–Não estou entendendo –Ele estava tentando se esquivar do assunto, mas me levantei de pau duro e seus olhos seguiram minha ereção enquanto caminhei até ficar de frente pra ele com sua cabeça na altura de minha cintura.
–Vai mesmo mentir dizendo que não gosta disso? –Perguntei apertando minha rola. Henry caiu pra trás da cadeira, se levantou e se afastou.
–Não, eu não. Devíamos focar em nossa missão.
–Eu estou focando em minha missão –Andei em sua direção –minha missão é coletar energia sexual e sim, gosto muito disso! –Henry foi se afastando até ficar encurralado na parede –Eu gosto de comer cú e buceta, de beijar homens e mulheres, de foder com meninos e meninas e eu confesso que quero ficar com você aqui e agora!
–Ma-ma-ma-mas –Henry gaguejava sem conseguir falar e eu em minha ousadia me inclinei e o beijei na boca.
–Diga –Cochichei com meus lábios ainda tocando os dele.
–E-eu espera, eu não, eu –O abracei e chupei seu pescoço, ele tentou me empurrar, mas nem colocou força, aquilo era um teatrinho, pois eu sei o que ele queria.
–Diga! –Mandei sussurrando em seu ouvido –Você me fez admitir isso, agora é a sua vez!
–Eu não sei, é errado, é...
O beijei na boca e ele não lutou, o beijo foi forte e quente, mordi seu lábio e depois fazendo gracinha beijei a ponta de seu nariz.
–Errado é não fazer o que gosta, então pare de mentir pra você mesmo e admita.
–Eu... Gosto... De meninos.
E não foram mais preciso palavras.
Praticamente arranquei suas roupas peça por peça e intercalando com beijões, puxei sua camisa, o beijei, desafivelei seu cinto e baixei suas calças, nos beijamos nos atracando só de cueca e nos deitamos sobre o piso de madeira.
Beijei seu pescoço e desci até seus mamilos, os lambi com a língua ereta, enquanto deslizei minha mão por sua barriga e apalpei seu pênis por cima da cueca. Henry gemeu e apertou meus cabelos. Caprichei na chupada no mamilo e o garoto se contraiu me abraçando. Beijei sua barriga e fui descendo até a virilha, mordi de leve seu órgão por cima da cueca e resolvi livra-lo logo dessa última peça de roupa.
Seu pênis era mediano, sua virilha não possuía pelos, embora Henry já fosse alto e tivesse espinhas, a puberdade parecia tardar a lhe dar pelos, mas admito que sua pele lisinha me excitou. O prepúcio cobria metade da cabeça da rola, mas em minha primeira chupada o puxou pra trás expondo completamente a glande.
–Oh meu Deus! Arrrr! Arrrr! –Henry gemeu loucamente.
Chupei sua rola o masturbando, eu gostava daquilo! Era isso! Não fazia aquilo só por obrigação, não era só pelo meu mundo, era pelo meu prazer também! As pernas dele estavam arrepiadas, mordi o interior de suas cochas e ele se contorcia. Olhei para meu próprio pau que latejava, minha cueca estava toda babada. Eu queria comer o cú de Henry!
O virei de costas e vi sua bunda branca e lisinha, abri suas nádegas expondo seu buraco rosinha. Me abaixei beijei aquele orifício, minha língua dançava nas pregas daquele cú, Henry gemia e se retorcia envolto no prazer do meu beijo grego. Quando senti que já estava bem molhado enfiei um dedo que deslizou facilmente pra dentro.
–Aii como isso é bom!
–Como se sente sendo você mesmo?
–Me sinto ótimo! Já tive muita vontade de fazer isso com o Peter Pan, mas ainda bem que não o fiz, pois depois descobri que ele era meu bisavô.
Oi? O quê? Desisti de entender a árvore genealógica de Strorybroke!
Enfiei um segundo dedo e um terceiro, sentindo o cú do garoto piscando. Senti que ele já estava aberto o suficiente e resolvi penetra-lo.
–Espera! Ponha na minha boca primeiro.
Sorri, tirei minha cueca e fiquei de pé. Henry veio de joelhos e chupou minha pica. Ele chupava de olhos fechados deliciando-se com aquilo, meu pau era uns quatro centímetros maior que o dele e mais grosso. Ele parou de chupar, me masturbou e olhou pros meus olhos.
–Me come.
Mais uma vez ele se deitou de costas e fui pra cima dele, abri suas nádegas, encostei minha rola bem encima daquele cuzinho rosado e fui enfiando devagar.
–Ai-ai devagar, ai! Tá doendo! Ai! Já foi todo? Ai!
–Só foi a cabeça.
–Oh! Tá. Vai devagar.
Empurrei até a metade, estava apertado.
–Relaxe, se ficar tão nervoso vai doer mesmo –Ele balançou a cabeça em confirmação e relaxou, senti seu buraco se alargar e enfiei mais um pouco metendo devagar, ele fez careta e apertou os dedos, fui empurrando e me mexendo com cuidado até completar a entrada e assim meter de verdade.
–Oooor! Ai! Pode ir!
–Que cú apertadinho! Tão gostoso!
–Aaarr!
–Isso! Geme pra mim safado!
Puxei seu cabelo e o enrabei no modo turbo! Ele gritou de prazer! Os poros de suas nádegas estavam arrepiados, sua respiração estava ofegante, seu gemido era um convite para meter mais e mais.
–Orr! Aii!
–Não se contenha! Pode gemer a vontade! Grite!
–Aiiiiii! Oooor! Empurra com força! Assim! Deus como isso é bom! Aaaaar! Dylan aaaar Fala o meu nome fala!
–Henry do cú apertadinho! Hoje vou te arrombar!
O puxei o deixando de quatro metendo tão forte que o tirava do chão. Senti que estava seco, tirei meu pau e já ia molha-lo com minha saliva, mas Henry se virou rapidamente e o chupou.
–Ooor! Você gosta mesmo de uma rola safado! Vem por cima de mim.
–Vamos pra poltrona.
Fomos pra sala e me sentei na poltrona, Henry veio por cima tentando encaixar seu buraco na minha piroca, na sexta tentativa senti entrando nele. Seu gemido foi alto.
–Agora você controla, vamos pula na minha rola. Rebola no meu pau!
Henry se moveu com cuidado sentindo um pouco de dor, mas logo estava pulando com força, seu pau roçava em minha barriga e a lambuzava de pré gozo, suas nádegas batiam com força em minhas pernas. O Puxei num beijo gostoso. Estávamos suados e ofegantes, entretanto queríamos ir cada vez mais rápido, cada vez mais forte. Nos mexemos juntos aumentando a fricção de nossos órgãos.
–Ai meu cú! Que tesão!
O garoto revirava os olhos, fazia careta, puxava os próprios cabelos, para uma primeira transa ele estava se saindo muito bem!
–Pra quem não conseguia nem falar: “transar” você esta falando muita putaria.
–Cala boca e enfia esse cacete com força!
Me levantei o segurando com força sem desencachar meu pênis, o joguei na poltrona e abri suas pernas o comendo de frente de modo que ele pudesse se masturbar.
–Aaaaaarrr!
–Bate punheta que eu quero ver safado!
Ele se masturbava com desespero como se fosse o fim do mundo. Senti o calor subindo, meu orgasmo chegando.
–Acho que já vou –Avisei.
–Espera um pouco também estou chegando!
–Ooooooor! –Gozei enchendo aquele buraco de porra.
–Não para de meter! Não para! Oooooooorrrr!!!
Henry gozou em jatos que atingiram seu próprio rosto, caiu porra até dentro de sua boca, mas ele não parava de gemer. O grito foi diminuindo aos poucos. Tirei minha rola lambuzada de porra daquele cú e vi o esperma escorrendo. Sem forças me sentei ao seu lado. Ficamos em silêncio respirando com dificuldade, olhei pra ele e rimos.
–Isso foi incrível!
–Agora vamos tomar um banho e bolarmos um plano.
Tomamos banho juntos e foi muito divertido, esfregamos as costas do outro, esfreguei sua cabeça, nos beijamos embaixo do chuveiro. Nos secamos e acabamos tomando café uma segunda vez.
–Nunca imaginei que sexo desse tanta fome –Surpreendeu-se Henry.
–Pior que é mesmo. Mas mudando de assunto acho que sei um jeito fácil de encontrar a Violet.
–Como?
–Agora que ela quer me matar, é só atraí-la, vamos até o último lugar que a vimos, sua casa, simplesmente a chamarei, quando ela vir me atacar atraio ela para uma esquina e você bate na cabeça dela com uma frigideira.
–Esse foi o pior plano que já ouvi.
–Vai por mim, vai dar certo. Quando eu estiver com a chave grito para aquele maníaco do Wicanno aparecer e fim, quebramos a maldição.
–Mas se...
–Sem más energias, nada de pensamento negativo, vai por mim vai dar certo!
Pegamos uma frigideira, ligamos a caminhonete e fomos para cidade, como sou safado e vida loka ainda bati uma punheta pro Henry enquanto ele dirigia, quando ele estava perto de gozar abocanhei seu pau e suguei toda a porra, cuspi pela janela e lavei a boca com água mineral.
–Você é tão safado Dylan.
–É o meu charme.
Chegamos na casa de Henry, ele se posicionou ao lado de onde ficava a porta da frente.
–Quando a gente morrer por causa desse plano ridículo não diga que não avisei.
–Cala a boca e assista –Juntei todo meu folego e gritei –Violet sua inventora de meia tigela eu estou aqui! Aparece pra chupar meu pau!
–Marujo você é tão vulgar –A voz do Capitão Gancho vindo detrás de mim não foi um bom sinal.
Me virei e vi meu plano sair de mal à pior. Lá estava Branca de Neve apontando seu arco e flecha, Príncipe Encantado apontando sua pistola, o Capitão Gancho com sua espada, uma lobisomem rosnando e liderando o grupo uma inventora balançando uma chave na mão.
–Acho que dessa vez você não escapa –Disse Violet.
–O que é isso? Uma reunião dos meus ex peguetes.
Mesmo eu fazendo piada sabia que minha situação não estava boa, minha morte era certa.
–Henry você tem que fugir daqui, acho que vou morrer.
–Pode ter certeza –Disse Branca disparando seu arco.
–Dylan! –Gritou Henry.
Vi a flecha a poucos centímetros do meu peito e então ela desapareceu numa fumaça roxa.
–Dylan não vai morrer aqui.
–Não antes de transar com a gente.
As duas surgiram numa nuvem de fumaça roxa para me salvar.
–Mães? –Perguntou Henry.
Me protegendo estavam a xerife loira e uma mulher de cabelos negros.
–Eu sou Emma Swan.
–E eu Regina Mills.
–Vocês não podem nos impedir de mata-lo! –Gritou Branca.
–Calada pote de Nutella –Regina ergueu a mão lançando um tipo de raio roxo que jogou Mary Margareth longe –Dylan Stark esta sobre nossa proteção.
Regina vestia um elegante terno feminino, seus movimentos eram sutis, seus lábios eram bonitos e tinha uma cicatriz que dava a maior vontade de beijar. Emma usava uma jaqueta de couro e tinha um ar meio selvagem.
–Vou mata-lo nem que tenha que passar por cima de vocês duas –Disse Violet disparando um jato de ar com sua arma.
Emma deu passou à frente e moveu os braços pra cima fazendo surgir uma tipo de redoma de luz branca nos protegendo.
–Henry, suas mães são incríveis! –Exclamei.
–Temos que sair daqui!
–Relaxa, elas estão do nosso lado.
–Você não intende, elas são muito poderosas, podem matar os outros antes de quebrarmos a maldição.
Como se fosse para provar a afirmação de Henry, Emma disparou um impulso de luz que atingiu Violet em cheio a jogando longe, mas felizmente ela caiu sobre algo fofo: Branca de Neve.
–Garotas vocês podem tentar não mata-los?
Ruby avançou correndo em forma de lobo, Emma disparou impulsos, mas a criatura desviou e saltou em nossa direção. Regina moveu os braços transformando-a de volta a sua forma humana. A garçonete caiu nua em nossos pés. Ela uivou mesmo assim e Emma lhe deu um chute na cara a nocauteando.
–Só as mulheres que tem coragem por aqui? –Debochou Regina encarando Killian e David.
O outro xerife começou a disparar esvaziando sua arma contra nós, Emma novamente ergueu uma redoma, as balas ao atingir o escudo pareciam pedras jogadas num rio o fazendo ondular. Capitão Gancho correu em nossa direção, Regina lançou uma bola de fogo, ele desviou e fez um movimento certeiro que acertaria a mãe adotiva de Henry. Num rápido movimento a puxei pra trás fazendo o pirata errar.
–Nossa você tem braços fortes –Ela me cantou esfregando o quadril em minha virilha.
–Agora não é hora pra isso!
–Então vamos fazer que seja.
Regina balançou as mãos jogando meus cinco perseguidores no ar.
–A chave! –Exclamou Henry correndo até o gramado –Eu peguei!
–Ótimo –Exclamei –Eu falei que meu plano daria certo, saiu tudo como eu planejei –Henry me lançou um olhadela.
–Agora você vem com a gente –Disse Regina.
–Espera eu...
Ela moveu os braços e sumi com minhas duas salvadoras numa nuvem de fumaça deixando Henry e a chave para trás.
Reaparecemos num cemitério de frente a uma cripta.
–Eu só transo com vocês se...
–Calado! Você não manda na gente –Ameaçou Emma.
–Tá legal, mas que lugar é esse?
–É o meu cofre –Explicou Regina abrindo a porta.
Ao entrar vimos um enorme caixão de pedra.
–Vocês querem transar aqui?
–Na verdade no andar de baixo –Respondeu Regina balançando a mão fazendo o caixão se mover revelando uma escadaria –Você primeiro queridinho.
Sem poder enfrentar as duas as obedeci. E lá vou eu, me meter em mais uma confusão, mas acho que ia gostar por que elas eram muito sexys.
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