As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

4 Capítulo 3 – A ajuda do Rei Pedro - Nárnia


Notas iniciais
É chegada a hora de dar adeus a Nárnia, estão preparados?

Acordei no castelo Cair Paravel, eu estava no reino de Nárnia, num mundo diferente do que nasci. Aquele reino era regido por quatro reis, dos quais eu tinha transado com dois. Suzana e Edmundo tinham sido ótimos, mas era chegada a hora de seguir adiante, não podia ficar muito tempo no mesmo mundo se não acabaria me apegando. Isso não podia acontecer. Os cientistas ômegas me alertaram disso, se eu não voltasse para o meu mundo, minha raça morreria, não podia me sentir em casa em Nárnia se não poderia querer ficar.

Suzana era gentil o que me fazia gostar muito dela, Edmundo era marrento, mas dividíamos um segredo que nos aproximava, Lúcia era divertida e enérgica e Pedro era majestoso e brincalhão. Eu precisava ir embora o quanto antes!

Quando desci as escadas ouvi risos e saudações, três gambás passaram por mim aos gritos de animação:

–Ele esta aqui!

–Saúdem Aslam!

Me arrepiei ao ouvir o seu nome, o tal leão estava aqui. Sem perceber comecei a correr, avistei uma multidão de animais e criaturas mágicas, passei por eles, vi os quatro reis e ele. Lá estava ele. O leão era enorme e majestoso, fora isso, parecia um leão normal, mas eu sabia que não era. Quando ele olhou pra mim, caí de joelhos. Que sensação era aquela? Meus olhos lacrimejaram, era como estar diante de um deus, ou de um messias, lembrei-me de um termo usado para designar o salvador em meu mundo: O leão da tribo de Judá.

–Você deve ser o jovem viajante de quem me falaram –Sua voz era quase como música, forte, alta, majestosa.

–Olá senhor leão –Comecei a dizer –Eu sou Dylan, sou...

–Tu és Dylan Stark, viajante dos mundos, salvador da Terra 69 e ruína de muitos seres –Me arrepiei com aquilo, ele estaria vendo o meu futuro? –Gostaria muito de que ficasse conosco, mas seu tempo nessa terra já chegou ao fim, deve seguir em frente.

Tanto Suzana, quanto Edmundo me olharam com receio: Eles queriam que eu ficasse.

–Eu tenho que ir, meu mundo depende de mim.

–Podemos ajuda-lo –Se ofereceu Lúcia.

–Na verdade a única forma de ajuda-lo é copulando com ele –Disse Aslam.

–Ah –Disse apenas Lúcia ficando vermelha.

–Vocês podem me ajudar me mostrando algum lugar sagrado, eu viajo pelos mundos abrindo portas, mas elas só podem ser abertas em lugares especiais.

–O castelo da feiticeira –Disse Pedro –Nós o levaremos até lá.

–Que assim seja –Concluiu Aslam.

Sendo assim lá estava eu, sendo escoltado pelos reis rumo as terras geladas da feiticeira branca, mesmo após sua morte aquelas ainda eram terras perigosas e hostis. Viajamos numa carruagem, Suzana e Edmundo permaneciam calados, acho que estavam se sentindo usados, não queria ir embora com eles me odiando, então me pus a falar:

–Não pedi para realizar esse trabalho, no meu mundo somos todos recatados, ter que sair transando pelos mundos para coletar energia é praticamente um martírio –O clima não melhorou, então me dei conta de que falei “martírio”. Onde eu estava com a cabeça? –Ainda assim acho que posso encontrar pessoas especiais pelo caminho e nunca me esquecerei com aqueles com quem estive, principalmente por que eles ajudarão a salvar o meu mundo.

Os dois olharam para mim sorrindo, provavelmente nunca descobririam que transei com os dois, minhas palavras se adequavam à ambos.

–Chegamos –Anunciou Pedro –Tenham muito cuidado. Sigam-me.

Seguimos a pé durante uns quinze minutos e então vi o enorme castelo de gelo, ao contrário de Cair Paravel, ele não era majestoso, e sim triste, solitário, quase morto.

–Obrigado por tudo –Eu disse. Lúcia foi a primeira a me abraçar, depois veio Edmundo, ele sussurrou um obrigado no meu ouvido. Depois veio Suzana, ela me deu um beijo no rosto que me provocou um arrepio. Pedro se aproximou, o vi abrindo os braços para me abraçar quando fomos interrompidos por um grupo de anões deformados brandindo machadinhas.

–Cuidado! –Gritou Pedro.

Ele me jogou pra trás e desembainhou sua espada atacando o anão mais próximo. Eles eram mais de vinte, pensei que morreríamos, mas eu não sabia o quão incríveis eram os quatro reis. Suzana calmamente pegou seu arco e disparou uma saraivada de flechas velozmente e sempre acertava em cheio. Edmundo sacou sua espada e junto do irmão mais velho nocautearam os pequenos e asquerosos inimigos. Até Lúcia lutava bem, ela usava uma faca, dizem que apenas guerreiros muito corajosos e audaciosos lutavam usando armas de lamina curta, e a pequenina fazia jus à isto.

Fiquei boquiaberto enquanto eles me defendiam, depois de um tempão que me dei conta de que devia ajuda-los. Abri minha mochila e peguei a adaga do cavaleiro de cristal. Nunca tinha lutado antes, mas uma hora tinha que apreender. Um anão se aproximou de mim correndo, brandi a adaga e quando a movimentei me assustei ao vê-la se expandindo e brilhando no que parecia uma espada de diamantes, cortei o anão como se fosse manteiga, pensei no sangue e quase entrei em pânico, mas ao invés de sangrar, o corpo do anão se desmanchou em luz e foi absorvido pela minha espada.

–Maneiro!

A luta acabou rapidamente, consegui matar mais dois anões e fiquei muito orgulhoso de mim mesmo. Nós cinco sorrimos uns para os outros enquanto tomávamos ar. Eu estava perto do Pedro, ele me deu um tapinha no ombro e no momento seguinte o chão cedeu sobre nossos pés e nós dois caímos num túnel.

–Pedro!

–Dylan!

O buraco não era tão fundo, olhei ao redor parecia ser uma caverna de gelo, observei um altar que dava num tipo de espelho gigante.

–Nós estamos bem –Gritou Pedro –Voltem à carruagem e tragam uma corda para nos tirar daqui.

Os três foram correndo, depois que saíram me dei conta de que aquele lugar serviria.

–Acho que posso abrir uma porta usando esse espelho.

–Você não vai ir embora agora, vai?

–Acho que vou esperar os outros voltarem para me despedir novamente.

–Eles vão demorar mais ou menos meia hora –Disse Pedro coçando a cabeça –Bem Dylan, acho que posso te ajudar nesse meio tempo.

–O que?

–Você precisa coletar essa tal magia sexual transando com as pessoas então... Não me leve a mal, não gosto de garotos, mas se for para te ajudar posso... Transar com você.

Fiquei sem saber o que dizer. Pedro nem esperou por minha resposta e já começou a se despir, tirou a armadura e o símbolo do leão que era igual ao de Edmundo, mas quando tirou a camisa percebi que era bem diferente. Pedro era mais alto que eu e seus músculos bem mais definidos que os do irmão. O rei se aproximou de mim.

–E então?

–Eu-é...

Ele foi pra trás de mim e me abraçou, começou a beijar o meu pescoço, me arrepiei todinho, logo senti o volume da sua calça roçando em minha bunda. Ele queria aquilo, e eu precisa. Comecei a mexer meu traseiro e o ouvi gemer. Aquela não seria minha primeira vez com um homem, já tinha transado com Edmundo, poderia muito bem comer o Pedro também, mas quando ele abaixou minhas calças e começou a morder minhas nádegas percebi que ele não estava afim de me dar o cú, e sim, de comer o meu.

Comecei a ficar nervoso. E se doesse muito? O Edmundo tinha gostado, mas será que eu gostaria? Pensei em meu mundo, tinha que fazer aquilo por eles e...

–Oooor! –Ele começou a chupar meu cú, o que me fez gemer alto –Como isso é bom.

Ele abria minhas nádegas com suas mãos fortes e movimentava sua língua, primeiro em círculos contornando minhas pregas e depois metendo no buraco. Vi que ele abaixou suas calças e me virei pra trás, estava curioso para ver como era seu pênis, era grande, mas ainda assim menor do que o meu, só que era mais grosso, ele estava depilado, mas deixava uma linha de pelos como se fosse um moicano. Antes que eu parasse pra pensar no que estava fazendo, já estava segurando seu pau e pondo na boca.

–Ooor! Isso! Me chupa! –Falou gemendo o rei.

Eu estava com vergonha, mas continuei a chupar sentindo o pênis ficar cada vez mais duro na minha boca. Queria que ele me chupasse também, mas não sabia se ele ia querer, então me conformei que daquela vez eu seria o banquete. Fiquei de quatro, Pedro voltou a chupar meu ânus enquanto enfiava dedos, no inicio tenho que confessar que senti algo similar a defecar e me assustei, mas logo a sensação ficou mais leve e sem problemas com possíveis sujeiras. Ele mexia os dedos com força, já tinham três dentro de mim abrindo caminho, senti um calor em meu estomago, um arrepio subindo pelas pernas e sem aviso nenhum o rei tirou os dedos e introduziu a rola.

–Aaaaaar! –Mesmo com todas aquelas preliminares doeu.

–Você esta bem?

–Acho que estou.

–Vou de vagar até que se acostume.

Pedro já tinha transado outras vezes e pelo jeito que sabia tratar um cú, já tinha metido nesse tipo de buraco antes, mas acho que deve ter sido em de mulher, devido ao que ele disse depois:

–Ooor! Que buraco apertadinho, bem que já ouvi dizer que cú de homem é mais gostoso.

Ele foi metendo de vagar, minha dor inicial passou e deu lugar ao prazer, logo estava gemendo sentindo aquela pica dura dentro de mim.

–Oooor! Isso! Ai! Vai! Pode meter do seu jeito.

–Foi você quem pediu.

Gritei novamente com tamanha a força com que Pedro meteu, meu pau latejou e se enrijeceu como se fosse explodir, a metida foi tão forte que pensei que ia gozar. É possível gozar sendo fodido por trás? Ele continuou metendo de modo que o frio das terras geladas da feiticeira começaram a esquentar. Pensei em Suzana, Edmundo e Lúcia voltando e nos pegando no flagra, fiquei vermelho, em meu mundo nunca ouvi falar de homens transando com outros homens, se bem que acho que existem, mas ninguém fala, como já disse varias vezes: Meu mundo é muito reservado.

–Vem por cima.

Pedro se sentou encostado na parede e me convidou a montar sobre se pau, fui sentando de vagar sentindo cada centímetro me invadindo, quando de repente ele me puxa de vez metendo tão fundo que gritei novamente. O rei riu, estava se divertindo com aquilo.

–Sua cara é a melhor –Ele disse.

Nós dois começamos a nos mover, naquela posição parecia que ia mais fundo, o que era bom e ao mesmo tempo desesperador, hora doía, hora era maravilhoso. Transamos olhando um para outro, gemendo com nossos rostos a centímetros de distância, pensei em beija-lo, seus lábios embora não tão carnudos quanto dos seus irmãos, ainda eram muito convidativos, principalmente naquele momento. Entretanto não o fiz, se ele quisesse me beijar já o teria feito.

Fechei os olhos imaginando meu medidor interno e vi o nível de energia sexual aumentando. Eu sou um receptáculo.

–Estou chegando perto, queria muito gozar dentro do seu cuzinho, mas não vai ter como você se limpar aqui.

Pedro me ajudou a me levantar, depois se deitou sobre o chão de pedra batendo punheta.

–Vem gozar comigo.

Me deitei ao seu lado e pela primeira vez ele tocou no meu pênis, começou a me masturbar.

–Eu bato pra você e você bate pra mim.

Ficamos ali um punhetando o outro, a sensação era ótima, a cara de safado dele era muito excitante, ele gemeu, senti seu pau pulsando em minha mão.

–Ooooor –Jatos de esperma voaram e caíram sobre minha mão, mas continuei o masturbando, vendo-o se retorcer, principalmente os dedos de seus pés –Que gozada gostosa, mas acabei nos melando um pouco. Agora é a sua vez.

Fiquei de pé para não me sujar e me masturbei, ele veio pra trás de mim beijando meu pescoço e com suas mãos começou a brincar com meus mamilos, gemi excitado com aquilo, eu nem sabia que podia sentir prazer nos mamilos!

–Vou gozar! Oooor-oor! –Meu jatos de porra foram longe, gozei com meus batimentos acelerados, fiquei ofegante, me virei e pra minha surpresa Pedro me beijou na boca.

–Fiquei todo o sexo pensando se te beijava ou não, mas acho que sexo sem beijar seria muito estranho. Espero que consiga salvar seu mundo Dylan Stark –Sorri feliz.

Nos vestimos e esperamos Suzana, Edmundo e Lúcia retornarem, me despedi novamente de todos.

–Gostei muito de Nárnia e de vocês e o Aslam... Não sei explicar, mas... tipo...

–Nós sabemos –Disse Lúcia sorrindo.

Eu queria ficar. Tinha gostado tanto deles, eles eram mais legais que meus amigos da Terra 69. Me virei e fui até o espelho gigante, peguei a chave mestra das dimensões e encostei na superfície de gelo e na mesma hora surgiu uma porta, olhei uma última vez para Nárnia e atravessei a passagem para um novo mundo.

Do outro lado da porta encontrei uma floresta, estava muito frio e olhe que eu tinha acabado de sair de uma caverna de gelo. As árvores estavam secas e cobertas com uma leve camada de neve. Andei um pouco procurando me situar e avistei um homem, ele estava de costas pra mim, anda cambaleando como um bêbado na direção contraria a minha.

–Olá! Senhor! –Corri em sua direção e encostei em seu ombro, antes dele se virar ouvi um barulho animalesco e me assustei, o homem se virou e vi que a parte da frente do seu corpo era um buraco com sangue coagulado como se ele tivesse sido devorado por um animal selvagem, gritei e caí pra trás, não tinha como ele estar vivo! Ele devia estar morto! Mas ainda assim ele andava.

Ele avançou pra cima de mim com uma mistura de fome e ódio no olhar, consegui me levantar correr, passei desesperado por algumas árvores e meu susto foi ainda maior ao me deparar com uma horda daquelas criaturas, umas duas dezenas de pessoas faltando pedaços, pessoas que deveriam estar mortas, mas não estavam. Quando dei por mim já estava cercado. Será que tinha ido parar num mundo morto? Estava com tanto medo que caí de bunda e ali no chão pateticamente esperando os mortos caminharem até mim. E foi aí que elas apareceram.

Notas finais
o que acharam do desfecho em Nárnia?