As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
21 Capítulo 20 –Viagem no Tempo –Terra 69
Notas iniciais
Voltar para o meu mundo foi meio desconcertante, passei tanto tempo fora, mudei tanto meu jeito de ser que estava com um pouco de medo de rever o pessoal. No entanto isso não seria feito, não podia rever minha família, não podia ser visto, se os cientistas ômegas descobrissem que eu tinha retornado sem cumprir minha missão, acabariam comigo. Ao atravessarmos a porta criada com vodca no mundo dos sonhos, chegamos ao quarto de Nico, meu amigo asiático. Seu quarto praticamente gritava: “Virgem! Virgem! Virgem!”, pôsteres de series nas estrelas, brinquedos de lego nas prateleiras, tabuleiros de RPG, o que me surpreendeu foi um pôster de uma mulher pelada.
–Isso não estava aqui da última vez –Eu disse.
–Foi uma tentativa –Disse Nico sentando-se na cama –Com a perda do desejo sexual acontecendo, valia a pena tentar de tudo para atrasa-la.
–Você se lembra de tudo de seu sonho? –Violet perguntou.
–Sim. Agora esperem um pouco, tenho que me limpar, acordei gozado –Nico foi até o banheiro e quando voltou já estava limpo e vestido –E então me coloquem a par dos acontecimentos.
–Você vai nos ajudar? –Perguntei.
–Amigos são pra essas coisas, e além do mais você faz um ótimo boquete –Ele brincou. Contamos que foi Violet e seu irmão Klaus quem construíram as duas chaves mestras e que o garoto perseguido por um inimigo chamado Conde Olaf 23, veio parar aqui na Terra 69. Como a chave ainda estava aqui, quer dizer que nenhum dos dois nunca saiu daqui –Então essa garota tem cérebro? –Foi seu primeiro comentário.
–Mais do que você imagina, senhor punheteiro.
–Deixa eu ver se entendi, vocês pretendem voltar no tempo, na época em que descobriram a chave mestra das dimensões?
–Exatamente.
–Então precisamos ir ao museu –Sugeriu Nico –Lá encontraremos vários artefatos daquela época que vão ajudar a abrir um portal.
Sendo assim, eu e Violet fomos nos limpar, pois estávamos sujos de esperma dos sonhos, depois com o Nico seguimos rumo ao museu. Ainda era madrugada o que facilitou não sermos percebidos.
–Como vamos entrar no museu? –Perguntei.
–Pode deixar comigo, posso abrir qualquer fechadura –Contou Violet.
–Além de sem senso de humor, a garota é assaltante de banco –Implicou Nico, provavelmente por que a Violet não quis chupar o pau dele no mundo dos sonhos.
–Dylan seu mundo parece muito com a Terra 23, onde minha irmã Sunny e a pequena Beatrice estão –Ela ignorou o Nico completamente o que o deixou puto.
–Quer saber um pouco sobre o meu mundo? Bem, a Terra 69 é um planeta relativamente pequeno, temos três continentes, o Americano, o Asiático e o Europeu. Nós estamos no Americano, cada continente tem dez países, mas nosso mundo inteiro fala o mesmo idioma. Nós estamos na cidade Principio, é a capital do mundo, todos os grandes líderes ficam aqui boa parte do tempo. Os cientistas ômegas estão no segundo maior cargo, abaixo apenas do presidente.
–Estou curiosa sobre como começou essa tal perda do desejo sexual, se trata de algum tipo de doença?
–Ninguém sabe ao certo como começou, os jovens gostam de culpar os pais por serem tão conservadores, que suas proibições foram aos poucos restringindo seus hormônios. Mas os cientistas ômegas fizeram suas pesquisas e descobriram que se tratava de algum tipo de vírus sintético.
–Sintético? –Perguntou Violet surpresa.
–Quer dizer que alguém o criou –Explicou Nico.
–Eu sei o que quer dizer sintético, só fiquei surpresa de saber que alguém criou um vírus para acabar com o mundo, afinal se vocês não poderem mais se reproduzir, vão entrar em extinção. E por que só você não foi afetado Dylan?
–A melhor explicação é que minhas células tem algum tipo de mutação que faz de mim imune, alguns meses atrás só faltei ficar sem sangue de tanto que os cientistas ômegas pegaram tentando sintetizar uma cura, mas não conseguiram.
–Então criaram uma magia que fez o Dylan ser capaz de coletar energia sexual de outros mundos, eles planejam criar um tipo de bomba de hormônios para espalhar pelo mundo todo e assim salvar toda Terra 69 –Completou Nico.
–Chegamos –Eu anunciei parando em frente à um enorme prédio de arquitetura antiga, altas e grossas pilastras sustentavam o teto. As portas eram de vidro a prova de balas. Violet se abaixou e analisou a fechadura.
–Sério? Uma porta com vidro a prova de balas, mas uma fechadura tão rudimentar que até uma criança conseguiria arrombar.
–Cof! Cof! Criminosa –Nico tossiu implicando com ela.
Violet pegou sua fita de cabelo e os amarrou de modo que deixou seu campo de visão livre dos fios de cabelo. Ela se virou pra mim e pra Nico nos observando centímetro por centímetro, até ter uma ideia.
–Nico me dá seu cinto.
–Eu sabia que você uma hora ou outra ia querer tirar minhas calças.
–Não estou afim de ver seu pau mole.
–Essa magoou.
–Me dá logo!
Nico lhe entregou o cinto, Violet pegou o ferrinho da fivela e começou a cutucar a fechadura e logo ouvimos um clique, a porta estava aberta.
–Brincadeira de criança –Ela disse jogando o cinto de volta pro Nico.
Aquela garota era fantástica! Quem pensaria em arrombar uma porta com um cinto? Entramos e seguimos sem acender as luzes, Nico tinha trazido lanternas que nos ajudaram muito.
–Quem é o gênio agora?
–Você precisa de atenção para compensar alguma coisa?
–Faça mais uma piada com ereção e não respondo por mim!
–Ei! Aquilo! –Violet ignorou a ameaça de Nico e correu em direção a um artefato da exposição de dois mil anos. Protegido numa caixa de vidro estava um par de óculos.
–Essa é a peça chamada de “falha na linha do tempo” –Explicou Nico –Esse óculos é datado de uma época onde ainda não tinham inventado os óculos, tipo séculos antes.
–Eles são do Klaus! Eu tenho certeza!
–Então achamos nosso portal –Eu disse me preparando pra pegar a chave.
–Não, deixa que eu faço –Disse Violet pegando a sua.
–Viajar no tempo vai ser muito emocionante! –Exclamou Nico.
–Você vem com a gente?
–Mas é claro que sim! Vai ser muito excitante!
–Excitante? Tem certeza? –Debochou Violet.
–Ela fez de novo!
–Parem de briga! Violet abra o portal –Intervi antes que eles saíssem no tapa.
Violet encostou a chave no Vidro e nada aconteceu.
–Droga! Precisamos encostar nos óculos! Como vamos fazer isso sem soar o alarme? –Perguntei.
–Tive uma ideia, primeiro abro um portal no vidro –Ela disse se concentrando no cubo e uma luz azul surgiu, ela enfiou seu braço que apareceu do outro lado só que do lado de dentro –E assim posso tocar no óculos e abrir o portal que realmente queremos.
–Eu amo essa garota –Eu disse sem pensar e ela sorriu. Uma luz muito maior nos envolveu, era um portal e assim viajamos no tempo.
Estávamos no mesmo lugar, só que dois mil anos antes, onde antes, digo depois, seria um museu, agora, digo antes era algum tipo de bar. Cara, narrar viagem no tempo é difícil. Olhamos em nossa volta, parecia ser uma cidadezinha saída de filmes do velho oeste, chão de terra, casas de madeira, cavalos amarrados. Mais ao longe se via alguma vegetação que se expandia numa floresta.
–Climas conflitantes –Disse Violet –Acho que estamos num período onde as regiões estão, digo estavam, passando por uma transformação.
–Vamos entrar nesse bar e conseguir informações –Sugeri.
Quando entramos ficamos boquiabertos com a festa que esta ocorrendo. Garçonetes seminuas serviam homens barbados e gorduchos, uma banda ou algo assim tocavam estranhos instrumentos musicais, algumas pessoas transavam na frente de todos sem o menor pudor. Uma garçonete estava de pernas abertas sobre a mesa sendo fodida por um barrigudo de cara vermelha, muito bêbado, os outros na mesa gritavam e riam alto. No canto esquerdo um garoto magricela pagava um boquete para um homem forte e bem vestido.
–Uau! –Exclamou Nico –Não consigo acreditar que a Terra 69 já foi divertida!
–Que roupas esquisitas –Disse uma garota morena levando uma bandeja com canecas de madeira, era uma das garçonetes, seus olhos eram azuis piscina e praticamente brilhavam por trás de um par de óculos.
–Onde arranjou esses óculos?! –Perguntou Violet praticamente aos berros.
–Meu namorado me deu.
–Seu namorado? –Violet respirou fundo, meio esperançosa, meio receosa –Seu namorado por acaso se chama Klaus?
–Se chama sim, como você sabe? Não me diga que é alguma ex ridícula!
–Não, eu sou irmã dele.
–Você é a Violet ou a Sunny?
–Violet –Ela respondeu com os olhos lacrimejando –Onde ele esta?
–Não muito longe, eu levo vocês lá depois do meu expediente.
–A propósito –Interrompeu Nico –Eu sou o Nico e este é meu amigo Dylan, qual é o seu nome?
–Joana Black.
–Não brinca!
–Por que eu brincaria sobre meu nome?
–Não, nada.
–Vou arrumar uma mesa pra vocês, me sigam.
Nico me lançou um olhar surpreso e devolvi um de volta, Violet nos olhou tentando entender. Joana Black nos levou até uma mesa vazia e saiu.
–O que foi? –Quis saber Violet.
–Joana Black é conhecida em todos os livros de história da Terra 69 –Respondi –Ela foi a primeira mulher a se tornar cavaleiro, liderou exércitos, foi a primeira sacerdotisa da Chave Mestra das Dimensões e no fim foi morta queimada numa fogueira por seus inimigos.
–É melhor deixar essa parte de sua morte em segredo –Sugeriu Violet.
–Temos que deixar tudo em segredo –Corrigiu Nico –Não podemos mudar a linha do tempo. Mas não consigo acreditar que a grande Joana Black já foi uma garçonete!
–Aaaar! –Nós três levamos um susto quando um garoto magricela foi jogado nu em nossa mesa, o homem forte e bem vestido enfiou em seu cú e o fodeu nos encarando.
–Olá forasteiros, o que fazem por essas terras? –Ele tinha um sotaque estranho. Olhei para seu pau grosso que invadia o garoto que gemia de olhos fechados.
–Viemos visitar meu irmão –Violet respondeu.
–Querida, mulheres devem se por em seu lugar, então calada –Ele se voltou pra mim e pro Nico –Homens que devem sempre responder à outros homens, seres inferiores não devem nem levantar o olhar para um cavaleiro.
–Seres inferiores? –Violet fez sinal de se levantar, mas Nico segurou seu ombro e cochichou:
–Não seja tola, estamos em outra época, aqui as mulheres ainda não conquistaram seus direitos, então interprete uma mulher submissa e fique quieta.
–O senhor é cavaleiro? –Perguntei a ele, tirando sua atenção da Violet.
–Foi o que eu disse, eu sou o matador de dragões, Don Quixote!
Após dizer seu nome, tirou seu pau do cu do garoto, cara que pau grande! Virou o garoto de costas e enfiou novamente, segurou seus quadris e meteu com muita força, o passivo apertou os cantos da mesa gemendo e gritando.
–Oooooor! –Don Quixote gemeu grosso gozando no cu do garoto. Ele saiu de dentro dele, sentou-se numa cadeira e puxou o magricela pra baixo da mesa, onde o coitado ficou chupando seu pau –Assim, limpe minha rola depois pode ir. Adoro o atendimento daqui.
Don Quixote outro nome famoso de nossa história, conhecido como o matador de dragões, foi ele quem tornou Joana Black uma cavaleira. Só que ao ver como ele é machista e trata as mulheres como seres inferiores não consigo imaginar como ele respeitaria tanto a garçonete para lhe dar um título tão importante.
–Então o que fazem por essas terras, forasteiros?
–Viemos visitar o irmão da Violet –Respondi, ele nem olhou pra ela, a ignorando completamente –Eu sou Dylan Stark e este é Nico Sun.
–Nomes fortes! Bem, eu vim até essas terras para matar um dragão –Meu queixo caiu, os dragões haviam sido extintos, era criaturas formidáveis segundo os livros, ter a chance de ver um de verdade era excitante!
–Que legal! –Exclamamos eu e Nico ao mesmo tempo.
–Legal? Estou falando de dragões, criaturas que voam e cospem fogo –Nosso sorriso não desapareceu –Os jovens de hoje são muito esquisitos. Então, esse dragão é diferente dos que matei até agora e preciso de ajuda, estou disposto a dar o título de cavaleiro para qualquer um que me ajude a mata-lo.
Não podíamos nos meter naquilo, tinha que dar um jeito de dispensar o Don Quixote foi então que uma garçonete loira com os peitos de fora veio nos servir uma bebida.
–Por conta da Joana Black.
Don Quixote fez uma careta pros peitos expostos da garota, foi então que vi que seu desprezo por mulheres eram bem maiores do que pensei. Sorri e apalpei o peito da moça, Violet soltou uma exclamação chocada com minha falta de pudor, sério que ela ainda se surpreendia?
–Moça, você tem lindos seios.
–Obrigada, não costumo ser elogiada, normalmente me jogam na mesa e me fodem sem nem trocar palavras.
–Quer dizer que nem chegam a fazer isso? –Me levantei e a puxei lhe beijando a boca, ela olhou pra mim surpresa. Me abaixei e comecei a chupar seus mamilos, ela gemeu deixando a bandeja cair o que chamou muita atenção. A loira gemia de mais, acho que não estava acostumada com alguém que lhe desse prazer, pelo que vi os homens ali só queriam saber de gozar sem se preocupar em agradar o outro.
Deitei a loira sobre a mesa, vi a cara de desgosto de Don Quixote e sorri, puxei as vestes dela, a deixando nua, vi marcas roxas de dedos em suas nádegas e seios, coitada, vou compensar todo o sexo brutal anterior lhe dando um realmente prazeroso. Beijei seu pescoço lhe provocando arrepios, desci beijando seu corpo, chupei seu mamilo esquerdo enquanto brincava com o outro mexendo com as pontas dos dedos. Muitos pararam para nos assistir, intrigados com aquela forma de transar.
Desci beijando sua barriga cheguei em sua virilha depilada, estava com cheiro de cerveja, algum cliente bêbedo deve ter fodido ela a pouco tempo, como sou imune a doenças a chupei sem medo.
–Aaaaar! –Ela apertou os cabelos e mordeu o lábio inferior, chupei sua vagina, mordi o interior de suas cochas, beijei seu clitóris e lambi aquela buceta com vontade.
–Como eu queria poder ter uma ereção agora –Disse Nico.
–Que nojo! –Exclamou Don Quixote –Acho que vou indo, se encontrarem alguém afim de se tornar cavaleiro digam pra me procurar.
Don Quixote se levantou, puxou o garoto magricela de debaixo da mesa, o beijou na testa, lhe entregou uma moeda de prata, o que o fez sorrir muito animado, o cavaleiro lhe fez um cafune e saiu do bar. Talvez ele não fosse tão desprezível assim. Meu plano dera certo, mas já que eu tinha começado, por que não terminar?
Baixei minhas calças colocando meu pau pra fora, a loira fechou os olhos esperando que eu enfiasse de uma vez só, mas ao invés disso, rocei a glande nos contornos de sua vagina, a senti tremer, sem enfiar me deitei sobre seu corpo, voltando a beijar seus seios, enquanto roçava minha rola em seu órgão que estava ficando cada vez mais molhado. Ela ofegava e olhava pra mim sem acreditar na minha doçura. A deixei tão excitada que foi ela que acabou pedindo:
–Enfia por favor! Aaaar!
Enfiei a cabeça e fui introduzindo aos poucos aproveitando a entrada de cada centímetro, ao completar a entrada comecei a me mover, entrando e saindo devagar e aos poucos fui aumentando a velocidade. Esta muito gostoso! A loira gemia e se contorcia, seus mamilos estavam duros, ela estava verdadeiramente excitada e não transando só por obrigação.
–Aaaaar! Mete assim! Vai!
Os homens estavam observando como alunos curiosos, acho que nenhuma mulher com quem transaram agiram daquela forma. A loira estava louca de prazer! A puxei pra cima beijando sua boca e metendo ao mesmo tempo, ambos estávamos ofegantes. Acariciei seu corpo provocando arrepios, apertei sua pele de forma excitante, sem precisar machuca-la, ela mordeu meu ombro e apertou meus braços.
–Estou gozando! –Ela gritou e gemeu tão alto que era impossível ignorar. Ela se deitou sobre a mesa apertando os próprios seios, revirando os olhos gemeu gozando na minha rola. Saí de dentro dela e comecei a me masturbar, ela respirava acabada deitada na mesa e sorria –Isso foi incrível.
–Vou gozar! –Anunciei e ela se ergueu rapidamente e abocanhou meu pau sugando minha porra –Ooooor-ooor-aaaar!
Quando terminei houve vivas e aplausos no bar. Alguns homens vieram me pedir dicas, outras garçonetes e alguns caras vieram se colocar a disposição se eu quisesse outra pessoa pra transar. Meu medidor estava em 78%. Depois de ganhar mais bebidas grátis, fomos chamados por Joana Black.
–Meu turno já acabou vamos indo –Ela se virou pra mim –Parabéns você foi um sucesso, engraçado que você transa que nem o Klaus.
–Que nem o Klaus?! –Perguntou Violet chocada com a mais não virgindade do seu irmão mais novo –Ele tem 15 anos!
–Isso mesmo, 15 anos e um pau delicioso –Brincou Joana Black que seguiu em frente nos levando rumo a floresta –Minha casa fica na floresta e é lá que o Klaus esta.
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