As Desventuras Sexuais de Dylan Stark

22 Capítulo 21 – Cavaleiros –Terra 69


Notas iniciais
Estamos aqui com mais um capítulo! Obrigado a todos que me deram forças quando esta história foi excluída e novamente postada ♥

Voltar ao meu mundo foi meio desconcertante, pois parecia que eu tinha perdido a sintonia com aquele lugar. Junto de Violet e Nico viajamos para o passado afim de encontrar Klaus. Uma vez lá, conhecemos duas figuras históricas: Don Quixote, o matador de dragões, e Joana Black, cavaleira, sacerdotisa, famosa por vários feitos, só que no presente momento era apenas uma garçonete, entretanto dizia ser namorada do Klaus e que moravam numa enorme floresta para qual fomos guiados.

As árvores eram simplesmente gigantescas, aquela floresta possuía plantas e animais que nunca vi antes, provavelmente deveriam ter sido extintas no futuro. Caminhamos por uma trilha até avistarmos uma casa no alto de uma árvore.

–É ali –Afirmou Joana Black.

–Meu Deus –Disse Violet baixinho apertando o peito. Segurei sua mão e cochichei em seu ouvido.

–Calma, vai ficar tudo bem, você vai reencontra-lo agora.

Ela sorriu pra mim e continuamos a andar até encontrar uma escada. Joana Black foi a primeira a subir, quando todos chegamos no alto da árvore, ela entrou na casa de madeira.

–Klaus? –Chamou, mas não obteve resposta –Ele deve ter saído, podem entrar, tenho certeza de que o Klaus não irá demorar.

Nos acomodamos na sala e observamos ao redor, não havia muito o que se ver, uma mesa e cadeiras de madeira, um enorme tapete no chão, o que mais chamava a atenção era um escudo chamuscado e uma espada penduradas na parede.

–Essa espada? –Comecei a formular a pergunta e Joana Black já foi logo respondendo.

–Era do meu pai, ele era um cavaleiro matador de dragões.

–Achei que os cavaleiros fossem podres de rico –Comentou Nico.

–E são mesmo, mas meu pai acabou sendo expulso da ordem, por se recusar a matar um certo dragão. Então acabamos nos mudando pra cá, o dinheiro acabou e tive que começar a trabalhar. Meu pai se arrependeu de sua fraqueza e resolveu ir atrás do dragão, crendo que se o matasse, seria aceito novamente como cavaleiro, mas ao invés disso encontrou sua ruína –Ela fez uma pausa como se tomasse coragem pra dizer as próximas palavras –O dragão o matou.

–Sinto muito –Dissemos eu e Violet ao mesmo tempo.

–Você esta em casa Joana? –Disse uma voz entrando de costas, abrindo a porta com o traseiro, trazia nas mãos várias toras de lenha, ao se virar e nos ver ficou surpreso, mas foi quando bateu os olhos em Violet que ficou completamente chocado deixou a lenha cair –Violet!

–Klaus!

Os irmãos correram e se abraçaram. Klaus era do mesmo tamanho de Violet, usava roupas comuns daquela época, tinha cabelos lisos escuros, um rosto tão sem espinhas que chegava a ser invejável, e usava um par de óculos. Olhei para Joana Black que tinha acabado de tirar os seus.

–Pensei que você usava os óculos dele.

–E uso, esses são como ele diz, os de descanso, gosto de usar quando me afasto dele.

–Finalmente te encontrei! –Exclamou Violet aos prantos.

–Onde estão a Sunny e a pequena Beatrice?

–As deixei na Terra 23, a Sunny esta participando daquele programa de TV de culinária. Achei mais seguro as deixar lá e procurar por você sozinha.

Depois das apresentações, todos nos sentamos à mesa contando nossas aventuras, expliquei sobre minha missão, Joana Black ficou fascinada ao saber que eu e Nico erámos do futuro. Klaus contou o que lhe tinha acontecido.

–Na Terra 23 o Conde Olaf tentou roubar minha chave, lutei com ele, mas acidentalmente abrimos um portal e viemos parar nesse mundo, mais precisamente no alto daquela montanha –Ele apontou pela janela e avistamos ao longe a dita montanha –Continuamos a brigar, quando ouvimos um rugido assustador. Fomos atacados por um dragão. Eu estava com a chave, precisava abrir um portal para fugir dali, mas nem o Conde Olaf, nem o dragão me deram tal chance. As coisas se sucederam de forma tão desastrosa que perdi a chave mestra das dimensões.

–O Conde Olaf a pegou? –Perguntou Violet.

–Pior. O dragão a comeu.

Ficamos em silêncio por um tempo, até que eu caí na risada. Aquilo era muito azar! Por isso que nem ele, nem o Conde Olaf conseguiram sair da Terra 69, como fariam para reaver a chave?

–Não me digam que esperaram até o dragão cagar pra encontrar a chave?

–Na verdade mexi em mais fezes de lagarto do que desejaria, mas a chave nunca saiu, deve ter ficado presa dentro do dragão.

–É azar de mais.

–E onde esta o Conde Olaf? –Quis saber Violet.

–Quando percebeu que nunca conseguiria a chave, ele resolveu ficar nesse mundo mesmo e partiu para o norte.

–Provavelmente deve ter chegado à Roma, a cidade vermelha –Disse Joana Black –A casa dos cavaleiros. Enquanto o Klaus vagou pela floresta até que eu o encontrei.

–E aqui estamos nós –Ele disse sorrindo –Quando vamos pra casa? –Perguntou a Violet. Joana Black não conseguiu disfarçar o descontentamento.

–Podemos ir quando você quiser.

Antes que Klaus falasse qualquer coisa, alguém bateu na porta e Joana se levantou preocupada.

–Ninguém nunca vem aqui, tem medo dos perigos da floresta –Voltaram a bater novamente e ela foi atender, quando abriu a porta um homem de armadura já foi logo entrando.

–Que demora para abrir! –Disse o visitante enraivecido.

–Don Quixote? –Perguntei.

–Dylan Stark e Nico Sun? –Ele perguntou ignorando a Violet.

–Por que veio à minha casa? –Perguntou Joana.

–Não falo com empregadas, onde esta o dono desse lugar? Onde esta o aposentado cavaleiro de Cristal?

Cavaleiro de Cristal? Olhei novamente para a parede onde estavam o escudo e a espada, abaixo deles havia uma mesinha, sobre ela estava um tecido de seda preto, por sua vez sobre o tecido estava a Adaga do Cavaleiro de Cristal, a mesma adaga que estava na minha mochila naquele momento, ela estava idêntica mesmo passando dois mil anos, não tinha se degradado em nada. Sorri com aquela coincidência.

–Vamos garota, chame já o ex cavaleiro, diga-lhe que tenho uma proposta irrecusável.

–Sinto muito, mas meu pai morreu há anos.

–Droga! Esperava contar com a ajuda dele para matar de uma vez por todas o dragão-bruxa.

Um tempo depois estávamos todos sentados à mesa novamente, com Don Quixote sendo mal educado com as mulheres e gentil com os homens. Nessa conversa descobrimos que o dragão que ele viera matar, o dragão que matara o Cavaleiro de Cristal e o dragão que comeu a chave do Klaus, eram o mesmo animal, o lendário dragão-bruxa.

–Você quer matar o dragão que me tirou meu pai? –Perguntou Joana com lágrimas nos olhos, Klaus segurava a mão dela.

–Exatamente. Seu pai foi um grande homem, no entanto não conseguiu vencer o dragão-bruxa, aquela criatura desprezível tem a habilidade de assumir a forma humana, ele seduziu seu pai a ponto de fazê-lo desistir de ser cavaleiro. Quando o novo rei soube o paradeiro do dragão-bruxa, dessa vez me escolheu para mata-lo, já que não sou enganado pelos encantos das mulheres.

De repente além das lágrimas, mas uma coisa surgiu nos olhos de Joana Black, ela se levantou e foi até a parede pegar o escudo e a espada de seu pai.

–Don Quixote eu irei com você, irei ajuda-lo a acabar com o dragão-bruxa.

A determinação brilhava em seus olhos, suspeito que foi ali que nasceu a grande Joana Black, foi naquele momento que ela decidiu se vingar.

–Não seja ridícula –Foi a resposta do cavaleiro.

–Eu posso ajudar! Afinal sou uma mulher e não serei seduzida pelo dragão.

–É muito perigoso Joana! –Disse Klaus.

–Não importa! Você vai embora e voltarei a ficar sozinha, não quero mais isso! Me recuso a viver nessa solidão pra sempre! Matarei aquele dragão e me tornarei uma cavaleira!

–Uma cavaleira? –Don Quixote caiu na risada debochando da moça –Uma mulher nunca será uma cavaleira, é preciso cunhões pra isso.

Não conseguia imaginar o Don Quixote aceitando-a a se juntar a sua caçada, ele era muito machista.

–Você disse que precisa de ajuda –Disse Nico, achei que ele iria tentar convencê-lo a aceita-la, bem, foi o que ele fez, mas não esperava que o faria com aquela proposta –Se você aceitar a Joana Black, nós vamos também, seremos quatro homens e duas mulheres, será bem mais fácil de lhe dar com o tal dragão-bruxa.

O que? O que o Nico tinha na cabeça? Se oferecer, e nos oferecer, como ajudantes na caçada de um monstro!

–Se for para ter a ajuda de homens valiosos, aceito a presença de duas empregadas.

–Ora seu... –Violet estava chegando no seu limite com aquele homem.

–Como vamos matar a fera? –Perguntou Nico.

–Primeiramente usaremos isso –Don Quixote tirou uma esfera de cristal de sua mochila –Esta esfera tem a capacidade de sugar magia, a usaremos para drenar os poderes do dragão-bruxa, depois posso lutar contra ele normalmente, o fazendo perecer sobre minha espada como muitos outros fizeram.

–Não seria mais fácil mata-lo quando estiver na forma humana? –Sugeri, pois pra mim, tirar a habilidade de virar humano não ajudar em nada.

–A magia do dragão-bruxa não se resume a virar mulher, na forma humana ele pode andar sobre as águas, ceifar a vida com um beijo, se assim desejar, paralisar homens apenas com um olhar, entre outras habilidades. A esfera ainda sugará a capacidade de cuspir fogo.

–Tá legal, melhor tirar a magia dele antes –Concluí.

Resolvidos, todos descansaríamos aquela noite e pela manhã partiríamos para montanha. Don Quixote ficou com o quarto do Cavaleiro de Cristal, enquanto nós cinco nos apertamos no quarto da Joana.

–Odeio aquele homem! –Exclamou Violet.

–Na verdade eu até gosto dele –Confessou Joana –Prefiro ele à homens querendo me tocar contra minha vontade.

–Pelo jeito dele, deve odiar bucetas –Falei normalmente e vi Klaus enrubescer com minha falta de pudor. O irmão da Violet era bem bonitinho, de repente senti um fogo e tive uma ideia: Já que estava ali, por que não coletar mais energia? Meu medidor esta em 78%, já que o Don Quixote não gostava de mulheres, eu o seduziria facilmente –Vou pegar um ar.

–Não é seguro andar pela floresta à noite –Avisou Joana.

–Então eu vou... É...

–Deixem ele ir, ele esta indo tentar transar com o Don Quixote –Disse Violet num misto de raiva e repugnância. Klaus me olhou boquiaberto.

–O que?

–Tá legal, fui descoberto. Até mais –Disse saindo do quarto e fechando a porta.

Parei na porta do quarto do falecido pai de Joana e bati.

–Se for uma das garotas, pode dar meia volta daí mesmo.

–Don Quixote –Abri a porta –Sou eu, posso entrar?

–Dylan, oh claro que pode.

O quarto era lindo, tinha um guarda-roupa antigo, uma cama de casal feita de um material que não consegui identificar, nas paredes tinham três cabeças empalhadas de dragão.

–Uau! –Exclamei surpreso.

–Esses são, foram, os dragões do apocalipse, a lenda dizia que os três queimariam o mundo, mas o Cavaleiro de Cristal os matou. É o maior feito já realizado por um cavaleiro, chega a ser ridículo acreditar que o homem que derrotou essas três bestas sozinho, foi derrotado por um dragão muito inferior.

Don Quixote estava sem sua armadura, usava um tipo de camisola masculina, se é que isso existe, o tecido cobria o peito e ia até as coxas, mas era muito curto de modo que deixavam as pernas cabeludas a mostra.

–O Cavaleiro de Cristal foi derrotado pelos encantos de uma mulher –Eu disse o outro rosnou.

–Ridículo! Essa já foi a causa da morte de muitos cavaleiros.

–É por isso que você só se encanta por homens? –Perguntei olhando em seus olhos.

–Na verdade não, não tenho um motivo, só nasci sem gostar das mulheres, sempre gostei dos homens.

–Interessante. O outro quarto esta muito cheio e aqui tem uma cama de casal, se importa se eu dormir com você?

Don Quixote me olhou em silêncio como se tentasse adivinhar minhas intenções e gostou do que viu.

–Claro garoto.

–Mas vou logo dizendo que gosto de dormir pelado.

–Não tenho nada contra isso.

–Preferiria saber que você tem algo a favor.

Don Quixote sorriu e sentou-se na cama. De costas tirei minhas camisa e minhas calças, quando fui tirar minha cueca fiz toda uma inclinação sensual.

–Que bunda bonita você tem –Comentou o cavaleiro.

–Acho que vamos ter uma noite bem interessante –Me virei com o pau apontando pra cima de tão duro.

A ereção do Don Quixote era evidente, principalmente por ele estar usando aquela camisola fina, me abaixei perto de suas pernas e não foram mais necessárias palavras de sedução. Levantei a camisola e deslumbrei o pênis do cavaleiro, era mais grosso do que me lembrava, veias evidentes davam uma aparência robusta aquele órgão. Ele puxou a camisola tirando-a e ficando completamente nu, seu corpo era musculoso e repleto de cicatrizes.

Olhei além dele e vi as cabeças dos três dragões do apocalipse nos encarando, aquilo era assustadoramente sexy. Comecei a chupar aquela rola tão grossa que forçava minha boca abrir ao máximo, eu conseguiria engolir o pênis quase todo, mas era tão grosso que estava doendo, então caprichei lambendo a glande.

–Ooor chupa a cabeça dessa rola, safado!

Eu chupava e o masturbava, Don Quixote segurou minha cabeça e a forçou pra baixo me obrigando a engolir mais. Para não rasgar minha boca, desisti daquele boquete e subi para beija-lo, nossas línguas se enroscaram, ele me puxou e logo estávamos deitados na cama. Nossos corpos roçando, passei uma perna em volta dele, sua mão enorme e forte apertou minhas nádegas, seus beijos desceram de minha boca para meu pescoço, gemi sentindo um arrepio me percorrer. Seu pênis roçava no meu, eram quase do mesmo tamanho, só que o dele era absurdamente grosso.

Don Quixote desceu beijando meu corpo até chegar no meu pau e o chupou, ele engoliu tudo de uma vez numa demonstração de garganta profunda, apertei os lençóis e gemendo olhei pra cima me contorcendo com aquele boquete, ele chupava engolindo tudo, depois saia de uma vez e voltava passando a língua na glande, me masturbava, descia numa lambida até chegar em minhas bolas. Sua língua foi descendo e minhas pernas subindo de modo que agora ele chupava meu ânus.

–Ooooor! –Gemi que nem uma puta.

Sua língua me invadiu lambendo minhas pregas, sua baforada quente me causava arrepios, logo ele enfiou um dedo e foi como apertar um botão, pois minha rola pulsou e soltou um pouco de pré gozo, e assim o cavaleiro foi colocando dedo após dedo até introduzir os cinco, e ficou os movendo empurrando e metendo. Eu gemia feito louco, aquelas preliminares estavam ótimas! Mas era chegada a hora dos finalmentes. Olhei pra rola grossa dele que estava toda lambuzada com seu lubrificante natural, meus gemidos deviam ter o excitado bastante.

–Agora deixe-me provar desse buraco gostoso huuuuuur!

–Aaaaaaar!

A cabeça entrou com certa facilidade, mas conforme o resto do pênis foi entrando senti uma dor e uma agonia que me fez gritar, foi tão alto que só nessa hora parei pra pensar se os outros da casa estavam nos escutando, mas deixei esses pensamentos de lado quando Don Quixote começou a meter. Aquela rola grossa entrava e saia com violência proporcionando um desesperado prazer.

–Vai me rasgar no meio! Aaaaaar! –Agora eu entendi por que o garoto magricela do bar gemia tanto.

Don Quixote sorria orgulhoso de seu órgão, segurou minhas pernas pra cima e continuou metendo. Eu gemia, apertava os lençóis, me contorcia, trincava os dentes.

–Ooor! Aaar! Meu cu! Aaaaar! Don Quixote!

Ele me agarrou e ficou de pé na cama me segurando em seus braços e metendo mais fundo, me segurei nele, gritei, mordi seu ombro forte bem do lado de uma cicatriz de uma enorme mordida, devia ser de um dragão pequeno ou alguma outra fera. Ele parou de meter e beijou docemente minha boca, respirei aliviado, senti seu pênis saindo aos poucos, meu cu foi relaxando, quando faltava sair só a cabeça, o cavaleiro enfiou tudo de uma vez só! Gritei sem som esbugalhando os olhos e dessa vez ele puxou tirando o pênis todo e me soltou na cama.

Caí sobre a cama e fechei os olhos esperando a dor passar, tinha doído, as tinha sido bom. Soltei uma exclamação de susto quando ele puxou meus quadris me deixando de quatro. Respirei fundo me preparando pra...

–Aaaaaaar! –Ele enfiou com tudo e continuou a meter com força.

Fiquei de quatro de frente pra porta, cada estocada no meu cu fazia meu pênis pulsar, senti que estava perto de gozar e pra piorar, ou melhorar, Don Quixote começou a me masturbar, sua mão forte me apertou com força fazendo o movimento pra cima e pra baixo e com o dedão fazia movimentos circulares na cabeça da minha rola.

–Ai! Ai! Assim eu vou go-zaar! Aaarr!

–Goze pra mim rapaz! Goze!

Ele me puxou me deixando de pé, pegou apoio nos meus quadris e meteu com muita rapidez, senti arrepios percorrendo minhas costas e pernas, comecei a me masturbar, ouvi uma ranger na porta, mas nem parei pra pensar nisso.

–Oooooooor! –Don Quixote estava gozando.

–Caralho! Que quente! Aaaar! –Senti o esperma me preencher, ele saiu de dentro de mim e jatos quentes ainda eram expelidos, senti porra caindo sobre minhas costas –Vou gozar! Vou gozar! –Anunciei e Don Quixote correu e se ajoelhou na minha frente colocando a língua pra fora, gemi gozando jatos de porra na cara do cavaleiro, depois ele chupou me pau com vontade sugando as últimas gotas.

Ri sentindo cócegas e olhei pra frente, a porta estava aberta e Nico nos observava com o pau pra fora, ele se masturbava, ou pelo menos tentava, já que seu órgão estava completamente mole. Ele suspirou e saiu triste do quarto. Nesse momento senti meu medidor sexual chegar em 83%. Pobre Nico, tão safado e não pode nem transar e nem se masturbar, eu precisava cumprir minha missão.

Don Quixote me chamou para tomar banho num lago, disse-lhe do aviso de Joana Black sobre a floresta ser perigosa a noite, ele apenas disse que mulheres são frescas e medrosas e assim fomos pro lago. Quando estávamos voltando para casa fomos atacados por um enorme lobo cinzento, mas o cavaleiro o matou facilmente com sua espada. Ele era tão másculo!

Fomos dormir e no dia seguinte arrumamos as mochilas para partir para montanha do dragão-bruxa. Parei perto do Nico.

–Tudo bem com você? –Perguntei.

–Estou, desculpe por espiar vocês, pensei que talvez... Você sabe, talvez meu bigulinho desse sinal de vida.

–Você não vai ficar assim pra sempre Nico, vou cumprir minha missão, eu prometo.

–Ok –Ele concordou tristemente.

Tomamos café da manhã e partimos rumo a montanha, Don Quixote com sua armadura completa, Joana Black com o escudo e armadura do seu pai, sugeri que ela levasse a adaga.

–Isso é muito curto para se usar contra um dragão.

–Então você não sabe da magia da adaga? –Perguntei.

–Magia? Não?

–Acredite em mim, é melhor leva-la.

Sendo assim ela entregou a adaga a Klaus e todos seguimos em frente. Eu estava nervoso e ansioso para ver um dragão de verdade, essa seria uma grande aventura, só espero que não seja a última.

Notas finais
O que acharam do capítulo?