As Desventuras Sexuais de Dylan Stark
12 Capítulo 11 – Ajuda para “descansar” – Once Upon a Time
Notas iniciais
Caminhei de casa em casa por Storybroke até chegar num tipo de apartamento, subi as escadas e bati em cada porta que encontrei, ao bater na última, uma mulher abriu. Ela tinha cabelo curto e o rosto redondo, sua pele era clara, era mais baixa que eu, e mais gorda.
–Olá tudo bem? Gostaria de entrar? –Já foi logo oferecendo.
–Desculpe, na verdade procuro uma amiga.
–Entre, eu e meu marido somos ótimos em encontrar desaparecidos.
Acabei entrando e a mulher mostrou sua hospitalidade me levando à cozinha e me servindo uma torta.
–A propósito, me chamo Mary Margareth, sou a Branca de Neve –Me engasguei, primeiramente eu imaginava a Branca de Neve como uma princesinha, mas depois que o Henry disse que ela era sua avó, imaginei uma idosa, e lá estava uma mulher de pouco mais que trinta anos.
–Eu sou o Dylan Stark.
–Que nome bonito –Disse uma voz atrás de mim, me virei e me deparei com um esbelto homem, cabelos curtos e loiros, olhos claros, corpo definido, era mais alto que eu –Olá sou o David, sou o Príncipe Encantado.
–O-oi –Gaguejei.
–Como a Mary Margareth disse, somos bons em encontrar pessoas, nos fale sobre essa amiga sua.
–Seu nome é Violet, tem cabelo escuro e longo, usa uma fita de cabelo rosa, e da última vez em que a vi, usava um vestido vermelho.
–Eu sou um dos xerifes, a outra é a minha filha, vamos montar um grupo de voluntários e procuraremos a Violet pela floresta, pela cidade, em todos os lugares, garanto que vamos encontra-la.
Eu sabia que seria difícil encontrar voluntários já que a cidade estava praticamente vazia, mas me perdi nas frases do David, mal ouvi uma palavra, só fiquei olhando pra ele suspirando. Sua esposa veio por trás de mim e colocou seus braços em meus ombros.
–Gostaria de mais um pedaço de torta querido.
–Não, obrigado –Ela se abaixou e cheirou meu cangote.
–Normalmente não cobramos por nossos serviços, mas acho que tem um jeitinho de você nos recompensar.
–Qual? –Perguntei. David veio e sentou-se sobre a mesa na minha frente, como se fosse um prato a ser servido.
–Achamos que você tem um cheiro muito bom –Disse ele –Você tem esse brilho natural, que é tão excitante –Ele se inclinou até seu nariz tocar no meu.
–Você pode nos ajudar a “descansar” –Disse Mary e o David riu, parecia uma piada interna dos dois. Como eu estava? Excitado é claro! Sentia a respiração de David no meu rosto e de Mary na minha orelha, ela massageava meus ombros e seu marido pegou minha mão a alisando.
Eu não devia transar com mais ninguém, mas porra! Todo mundo daquela cidade era tão sexy, e não era todo dia que um casal de adultos tentava me seduzir. Então fiz o que qualquer pessoa faria:
–“Descansar” parece algo muito bom de se fazer.
David se inclinou ainda mais e me beijou na boca, ao mesmo tempo, Mary chupou meu pescoço e agarrou meus mamilos por cima da blusa. Ela puxou minha blusa pra cima e a jogou no chão da sala. Novamente o casal veio me beijar e acariciar. Mary Margareth puxou meu cabelo e me beijou com feracidade, David empurrou a mesa e se ajoelhou em frente a cadeira que eu estava sentado, desafivelou meu cinto e desceu minhas calças até meus calcanhares, exibindo minha cueca box e minha evidente ereção.
Ele agarrou meu pau por cima da cueca me masturbando, gemi na boca de sua esposa. Mary desabotoou sua camisa e depois a tirou revelando um sutiã branco que também foi arremessado sem cerimônia. Seus peitos eram enormes e vi que escorria leite de um dos mamilos.
–É que estou amamentando –Disse ela se justificando, devia ser por isso que ela tinha peitos tão grandes.
Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa sobre isso, soltei um alto gemido ao sentir David chupando minha rola. Olhei pra baixo vendo aquele homem forte e bonito ajoelhado com meu pau em sua boca, ele puxou minha cueca e sem interromper o boquete, tirou meus sapatos, minha calça e cueca me deixando completamente nu.
Mary Margareth passou uma perna por cima de mim, de modo que seus peitos envolveram meu rosto, aquela sensação era tão macia, e os bicos durinhos roçando na minha pele era muito excitante. Não sei o que deu em mim, mas comecei a chupar um daqueles mamilos, mas não da forma excitante que já fiz antes, mas como um bebê faria. Senti o gosto ruim do leite materno, entretanto aquilo era muito excitante, ela gemia sentindo seu leite sendo sugado.
Acho que existe tarado pra tudo. E eu estava me revelando adepto das mais variadas maneiras de excitação. Continuei mamando na Branca de Neve sentindo meu pau pulsando na boca do Príncipe Encantado. Nos levantamos e os dois foram tirando suas roupas, deixei meus pudores de lado e me entreguei como um verdadeiro puto. David mal tirou a camisa e eu já estava lambendo seus bíceps, depois a calça jeans foi jogada longe revelando uma cueca comum de algodão quase transparente que me permitia ver o cacete que me aguardava.
Mary deitou de pernas abertas sobre a mesa, fui até ela e caí de boca em sua buceta, o gosto de leite em minha boca se misturou ao líquido vaginal. Aproveitando minha inclinação, David veio lamber o meu cú, ele era muito bom com a língua! Alternou em lambidas, metidas e cuspidas, depois foi introduzindo seus grossos dedos. As preliminares estavam excelentes, mas queria ir logo pro famoso entra e sai.
Me masturbei um pouco, minha mão deslizava facilmente sobre meu pau que estava todo babado com o boquete do príncipe. Esfreguei meu membro ereto na vagina da princesa e enfiei de uma só vez.
–Ooooor! –Gemeu Branca de Neve.
–Pelo jeito você não gosta de pegar leve –Disse David tirando a cueca e expondo aquela pica grande, grossa e toda babada. Ele imitou meu gesto e enfiou de uma só vez.
–Aaaaaaarg! –Gemi sentindo-me sendo invadido.
Assim começou o nosso ménage, Mary Margareth gemia com seus peitões balançando, ela era realmente branca como a neve por todo corpo, não tinha nem se quer manchas escuras nas axilas ou na virilha, a mulher parecia um boneco de neve, só que sexy e... Cara, minha discrição dela esta ficando tosca, ela estava bem gorda por ter parido há pouco tempo, mas algo nela ter estado grávida recentemente a deixava gostosa pra caralho. Eu devo ter problemas mentais.
Enquanto eu caprichava metendo minha rola naquela buceta, David dava a mesma atenção ao meu cú. Ele abria minhas nádegas, tirava o pau quase todo, e investia de uma só vez, me fazendo dar um pulinho pra frente, deste modo penetrando Mary ainda mais fundo, e assim todos gemíamos excitados.
O marido saiu de dentro de mim, subi na mesa, agarrei a esposa de jeito e meti com força, ela gemia tão alto que meus ouvidos doíam, afundei meu rosto naqueles peitões e mandei ver. Estava com tanto tesão que senti meu orgasmo chegando. Parei na mesma hora, não queria que aquilo terminasse ainda.
David sentou no sofá, se masturbando assistindo-me foder sua mulher. Saí de cima dela e fui até ele, fiquei de quatro e agarrei seu pau, era maior do que o do Capitão Gancho! Comecei a chupa-lo, ele deu um gemido tão másculo que até me arrepiei. Sem poder mais esperar sentei naquela rola, sentindo-a me invadindo, me preenchendo até o talo.
–Oooooooor! Caralho! Que dor!
–Mas esta estampado na sua cara que você gosta.
–Na verdade, só faço isso por causa do meu mun-Aaaaaaaaa! –Não terminei minha frase por que ele começou a meter tão forte que eu estava pulando alto, quicando naquela rola. Meu pau balançava batendo na minha barriga e na dele, nos lambuzando.
Abracei o seu corpo me apoiando, gemi em seu ouvido e aquilo parecia fazê-lo meter ainda mais forte. Senti meu medidor de energia sexual aumentando, mas não me atei a valores. Agarrei a cabeça dele e o beijei na boca, um beijão quente e molhado, senti nossas línguas se entrelaçando, mordemos os lábios um do outro e nos encaramos em desejo. Ele se levantou me erguendo nos braços e me jogou no sofá, as estocadas continuavam, assim como meus gritos e gemidos.
–Aiiii, ooooor, delíca, ai porra! Meu cú, come assim! Vai!
Olhei pro lado e vi Mary Margareth tocando uma siririca nos observando. Dessa vez nós três fomos pra sua cama, ela se deitou de lado e David foi pra trás dela e enfiou em seu cú. Os observei transando naquela posição, fui pra baixo para ver de perto a rola do príncipe entrando e saindo no cú da princesa. Bati punheta sentindo aquele prazer voyeur, mas logo me juntei à sacanagem. Fui pra trás do David e rocei meu pau em sua bunda.
–Você quer que eu te coma?
–Não pergunta, só meta!
Mordi seu pescoço e enfiei em seu cú.
–Aaaaaaar –O Gato esbelto gemeu grosso no início, mas terminou num gritinho fininho.
Seu cú era apertado, acho que ou não era acostumado a dar o rabo, ou ainda nunca tinha dado antes. Ficamos naquele trenzinho gostoso, rebolando juntos. Estiquei o braço passando por debaixo do braço do David e agarrei um peito de Mary, apertei tão forte que senti leite escorrendo entre meus dedos. Saí de dentro do príncipe, que girou deixando Mary por cima, ela pensou que eu fosse meter em sua buceta, mas ao invés disso, forcei entrada no seu buraco já preenchido e ela gritou.
–Ai meu cú!!!
David e eu metemos sem dó, senti nossas bolas batendo e parte de nossos pênis se roçando. Branca gritava tanto que seu rosto já estava vermelho, de repente ficou cada vez mais vermelha, até dar um grito esquisito e uma esguichada pela vagina que molhou minha barriga e virilha.
–Yaaaaaaaaaooooorrrrrr! –Ela gozou com a gente fodendo seu cú?!
Saímos de dentro dela e começamos uma brincadeira entre homens. Nos beijamos alisando o corpo um do outro, David comeu meu cú e depois eu o dele, ficamos nesse troca-troca, enquanto chegávamos cada vez mais perto do ápice. Branca saiu do quarto, acho que foi tomar banho. Eu estava sentado de frente na rola do príncipe, me masturbando.
–Vou gozar! –Anunciou ele, aumentando a velocidade. Bati punheta mais rápido afim de acompanha-lo no gram finale –Ooooooor! Porra que cú gostosoooo! –Ele gritou soltando porra quente dentro de mim.
–Já estou indo também! Ooooor! –Gozei vários jatos que caíram sobre o seu peitoral malhado e em seu rosto.
Ficamos alguns segundos parados naquela posição ofegantes. Só então me levantei, senti uma ardência no ânus. Queria ir no banheiro, mas sabia qual seria a próxima atitude do até então gentil casal: Eles iriam tentar me matar. Rapidamente corri pra sala e me vesti, peguei minha bolsa e sem esperar por despedidas corri até a porta da frente, abri a porta e me deparei com um pirata.
–Vai a algum lugar marujo?
–Killian?!
Num rápido movimento ele me golpeou com o gancho, consegui dar um passo pra trás bem a tempo e ele rasgou só minha camisa.
–A gente não poderia resolver isso de um jeito civilizado?
–O que esta havendo aqui? –Perguntou David saindo pelado do seu quarto, Killian olhou pra ele e sorriu.
–Não imaginei que depois daquela noite fosse te ver pelado tão cedo.
–Eu perdi alguma coisa? –Perguntei desconfiando que aqueles dois mantinham um caso.
–Não, mas vai perder –Disse Mary Margareth armada com um arco e flecha.
Me joguei pra trás do balcão e uma flecha passou zumbindo pela minha cabeça. Engatinhei até a máquina de lavar pratos, peguei um monte de porcelana e os arremessei contra Branca, obviamente minha mira não foi boa o suficiente para acerta-la, mas a distraí por tempo suficiente pra correr da sala e subir as escadas. David chegou até suas calças e sacou uma pistola, era só o que me faltava! Ele realizou vários disparos, me joguei no chão do segundo andar, bolei até a janela, e sai por ela.
Ouvi o barulho deles subindo as escadas. Eu por minha vez, corri pelas escadas de incêndio. Uma flecha passou de raspão pelo meu pescoço, fazendo um arranhão. Joguei meu corpo contra a parede desviando dos disparos de balas e da saraivada de flechas.
Só me faltavam descer mais dois lances de escada e poderia fugir, mas o casal não dava trégua. E onde estava o Capitão Gancho? Como se respondesse minha pergunta, ele me puxou com sua única mão pela janela me atirando no chão do primeiro andar. Bolei pelas escadas e parei todo dolorido no térreo.
–Você é meu, marujo.
Me levantei, abri o zíper da bolsa e peguei a adaga do cavaleiro de cristal, a brandi e ela se expandiu numa espada de diamantes.
–Já te disse que não adianta ter uma espada bonita se não sabe usa-la.
Ele avançou para me atacar, investiu, uma, duas, três vezes e eu bloquei todos seus ataques. Arrisquei atacar e ele deu um passou pra trás desviando. Nossas espadas se chocaram mais cinco vezes e ambos recuamos, seu sorrisinho sumiu de seu rosto.
–Você melhorou.
–Tive um bom professor.
Ouvi a buzina de um carro do lado de fora, o barulho também chamou a atenção do pirata. Aproveitei seu momento de distração e corri pra fora do prédio.
–Dylan aqui rápido! –Gritou Violet dirigindo uma picape velha.
–Minha picape! –Ouvi David gritando do alto do prédio.
Sem perder tempo corri e entrei pela porta do passageiro e lá estava Henry. Antes mesmo que eu fechasse a porta, Violet pisou no acelerador e saiu cantando pneu.
–Eu a encontrei –Disse Henry sorrindo.
–Graças a Deus vocês chegaram, pensei que ia morrer e –Pum! Esse foi um momento muito constrangedor em minha vida.
–Você peidou?! –Disse Henry segurando uma risada.
Infelizmente tinha sido pior que uma flatulência. Devido toda aquela correria pra salvar minha vida, eu não tinha colocado o esperma pra fora da minha bunda, e agora estava sentado numa picape com o Henry e a Violet, com meu cú, virilha e pernas, todas sujas de esperma do Príncipe Encantado.
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