As Cronicas Daquele Universo.

2 Dias de um a la bama perdida.


Alguns lugares têm musicas típicas e algumas pessoas tem musicas típicas, é o caso de nosso amigo Clint. Clint vive no planeta terra que eu acho que vocês conhecem, na época do século XIX (19 seus burro), num estado americano, chamado novo México. Reparou que eu não falei a cidade onde ele mora? Pois bem, ele é um nômade, normalmente anda a pé pelo estado ou quando tem sorte, mata algum pistoleiro a cavalo. Ele rouba o cavalo até a próxima cidade, aonde troca o cavalo por rum, sua bebida favorita. Usava um belo chapéu que o protegia do sol. Usava uma regata pois era extremamente quente e um cachecol feito com algum material muito estranho, como se fosse uma toalha.

O que era bem característico dele era seu bigode bem definido e um pequeno cavanhaque, que o deixava atraente para mulheres (e alguns homens). Em sua cintura, portava um cinto e pendurado nele, duas Colt 45, que como arma, era um bom brinquedo para bêbados. Em suas costas pendurada, sua amada, a “pacificadora”, que nada mais era do que um Winchester 73, que dava conta de inimigos a mais de 150 metros de distancia.

Seus olhos eram extremamente bons e velozes para um terráqueo normal, por isso nesse dia enquanto limpava o cano da pacificadora em baixo de uma arvore seca e solitária no deserto, avistou de longe um cavalo indo a sua direção fugindo de um índio a cavalo também. Percebeu que o cavalo que estava fugindo, era o cavalo mais veloz que tinha visto, com músculos incríveis e precisão nos passos. Estava a uma distancia de 50 metros do índio e se distanciando, mas sempre em sua direção. Clint subiu em um galho seco da arvore com sua pacificadora nas costas. Em cima da arvore, ficou em uma posição confortável e que pudesse pular a qualquer momento. Quando o índio chegou a 100 metros da arvore, com sua precisão e sangue nos olhos, Clint fez o índio voar para traz de seu cavalo com a cabeça em pedaços. O cavalo branco do índio com o susto, empinou para traz e o veloz da frente não parou de correr. Clint botou a arma em suas costas e se pendurou no galho, segurando ele com as mãos a 3 metros de altura do chão e olhando na direção contraria do cavalo.

A rota do cavalo era em baixo deste galho, então, usando o poder da matemática, Clint consegue pular exatamente nas costas deste cavalo, que estava sem freio e não tinha como se segurar. Em um segundo, Clint joga seu cachecol em volta do pescoço do bicho, segurando-o como um freio improvisado. O que não era afetivo em controlar o cavalo, mais dava para se segurar.

Depois de um tempo, o cavalo diminui e passo, pelo cansaço não poderia correr mais. Clint tinha uma corda na cintura também, então conseguiu, com um nó que aprendera, forjou um belo freio e com um esforço, botou no cavalo. Ficou muito melhor para se equilibrar mais o cavalo não obedecia nenhum de seus puxões.

Passaram do deserto e chegaram em uma região de grama e algumas montanhas, era perto de um lago que o cavalo concordou em parar e tomar uma água. Na margem do rio, o cavalo abaixou seu pescoço e começou a beber. Clint também bebeu, mais não agua, e sim rum que havia em seu cantil. Passou-se um minuto quando o cavalo de um pulo para traz, havia se assustado. Clint olha para o chão perto do cavalo e avista uma cobra que parecia não muito amigável e que não estava afim de papo. O cavalo avança com as patas frontais em direção da cobra, para acerta-la, e obviamente, errou, pois cavalos tem péssima mira. Ao errar a cobra vai para traz em posição de ataque e com uma velocidade inacreditável, avança contra a pata do cavalo. Clint com o dobro da velocidade da cobra, saca seu revolver e com um tiro certeiro mata a cobra em pleno ataque.

Clint gira a arma umas 3 vezes em seu dedo e guarda novamente em sua cintura. Havia salvado a vida do cavalo e percebe algo curioso. Como Clint, esse cavalo tinha olhos azuis tão claros que pareciam brancos. Os dois se encararam com olhar amedrontador, e agora, Clint não estava mais segurando pelo freio seu cavalo.

Com um gesto gentil e de reverencia, o cavalo dobra suas patas frontais e abaixa sua cabeça, o que estranhamente queria dizer que Clint havia conseguido uma nova amizade.

Você deve achar que eles descansaram por um tempo, depois caçaram alguma lebre e cozinharam em uma fogueira antes de dormir. Mais essa historia não é tão bonita assim, então, vamos ao que aconteceu de verdade. Depois de alguns minutos descansando, Clint montou em sua nova amiga (sim era uma égua), e diz:

- Seu nome será Pina, pois estava em cima de um pinheiro antes e pina colada é ótimo. – a dizer isto ele ve ao longe uma fumaça, atrás da montanha, curiosamente a fumaça se mexia rapidamente, eram um trem! Clint não perdeu tempo e montou em Pina, que sairão em disparada em direção a montanha.

No pico da montanha que não era muito grande, avistaram um trem muito grande e indo em direção a uma cidade li perto. Pina como era muito veloz, conseguiu correr até o lado do trem, aonde ficaram parelhos. Eles correrão ao lado de um vagão que era aberto e tinha algumas cargas amostra e alguns homens jogando cartas. Como o barulho do trem era alto os homens não ouviram nada. Quando Clint pulou para dentro do vagão, os 4 homens olharam espantados e não tiveram tempo de nada. 6 tiros e 6 acertos, Clint havia matado todos quando começou a revistar os homens, tinham também algumas Colt 45, pois era uma arma popular na época, pegou todas munições que podia, a garrafa de whisky e varias moedas que valiam bastante. Chegou até a janela e viu Pina ainda correndo no lado. Pegou a pacificadora na mão direita e pulou com precisão nas costas de pina, que diminui a velocidade.

No ultimo vagão, que não estava tão longe, aparecerão 2 homens bem armados com algum rifle genérico. Clint atirou na direção deles mais errou o primeiro tiro, com a outra mão, puxou as rédeas de Pina que empinou e girou ficando de cara para o trem, nisso o ultimo vagão se aproximava, e com Pina ainda se equilibrando nas patas traseiras, o ultimo vagão alinhou com eles, os homens tentaram atirar mais Clint foi mais rápido e com um tiro só, que atravessou o pescoço de um e acertou a cabeça do mais baixo, matou os dois. Pina girou para o lado oposto do trem e saiu em disparada.

Chegaram a uma distancia razoável quando pararão para descansar um pouco, a vida não estava fácil pra ninguém. Quando Clint esvaziou seu cantil de rum (não pensem que ele jogou fora), e o encheu com seu whisky. Não coube todo whisky dentro do cantil, por isso teve que tomar meia garrafa lá mesmo para não desperdiçar. Virou toda em um gole, limpou a boca com o braço e olhou para o céu que estranhamente brilhou, parecia um meteoro ou uma estrela cadente, o que nem um dos dois era. Algo com um formato estranho estava pegando fogo e caindo rapidamente em direção a terra, quando estava mais ou menos perto, um pano saiu de traz daquilo e se abriu como um paraquedas. Estava descendo lentamente quando Clint soube o que era, era uma ponta de flecha gigante que caiu atrás do monte que havia bebido agua anteriormente.

Como com curioso, Clint se aproximou e ao chegar no topo do morro, vê uma cena realmente, mais, realmente estranha. Um homem com estatura muito alta cheio de pelos no corpo, com uma capa estranha preta e um nariz que parecia uma batata. Pera, eu conheço aquele cara de algum lugar, HO! O que você esta fazendo na terra seu malandrinho? Ok voltando... Clint pegou uma 45 em uma mão e a pacificadora em outra e apontou para Ho.

- ai forasteiro, o que faz nas minhas terras com uma ponta de flecha gigante?- perguntou Clint com hispideis.

- Na realidade senhor, isto é uma nave espacial, você é o dono deste planeta então? – perguntou o ingênuo Ho.

- Sou sim, também sou o papai Noel e Colombo. – com uma gargalhada de dentro da nave, sai aquele homem que era prisioneiro junto com Ho que diz:

-Ei, compañero, me chamo Zef e esse aqui é meu amigo Ho, viemos em paz- Falou nosso novo amigo Zef, que era meio humano meio Forgeiro, uma espécie que é ótima com montagem de naves e manutenções.

-O que querem aqui no meu estado? – Falou Clint puxando apertando sua pacificadora.

-Estamos fugindo de alguns FG e nossa nave precisa de concertos, então pousamos aqui na terra, você quer ficar doidão? – Clint pensa que eles são doidos, falando termos estranhos.

-Podem me explicar o que é “nave” ou FG? Não entendo nada disso.

-calma, que ano nos estamos?

-79, por quê?- Zef esfrega a mão no queixo e pergunta.

-3079?

-claro que não cabeça de tuna, 1879. – Zef da um sorrisinho malicioso e diz.

-Ok senhor, vou lhe perguntar só mais uma vez. Esta afim de ficar doidão?