As Cronicas Daquele Universo.
3 Azul com vermelho da branco
Ok vou parar de cruzar as linhas do tempo (mesmo o tempo sendo extremamente relativo). Mais não agora, estou tentando um novo método de escrita que vi em uns arquivos então, que se dane sua opinião caro leitor.
Agora estamos no planeta 23102, em uma época tortuosa com muitas guerras. Ainda não descobriram a pólvora nessa época, por isso usam espadas e algumas armas nas guerras. Ao extremo leste do planeta aonde faz frio todo ano e se navegar um pouco mais ao leste, você despenca do mundo (nem todos planetas são redondos amigo). Pais Hona no campo azul, nosso novo amigo Shu esta no meio de seu esquadrão em missão especial para roubar a flor vermelha dos seus inimigos roubaram do campo azul, que pertence a sua província.
Normalmente os esquadrões tem pelo menos um medico, nosso herói é um medico realmente estranho, explico, ele é realente habilidoso com bisturi e ferimentos de batalha, mas, mais que isso, era ótimo lutador e amava briga de espadas. Usava os estilo de duas cimitarras. O problema de ser assim, era que ele não ficava em sua cabana de medico, ficava sempre na frente do campo de batalha, então se alguém se feria, o medico estava em batalha.
Nesse dia como sempre, Shu estava la na frente decepando alguns inimigos, quando avistou um pequeno bosque. Entrou nele para dar a volta no campo de batalha e roubar a flor azul. Corria pela mata desviando com muita velocidade das arvores, com certeza sua melhor virtude é a velocidade de movimentos. Havistou uma montanha e no topo uma cabana não muito grande, era a casa do senhor Otonashi ushi, que significa touro manso, o que é realmente engraçado. Todos o chamam assim, até seus aliados.
Quando começou a subir a montanha uma flecha veio em direção dele, ele deveria ter desviado com sua velocidade de movimento, mais sua percepção era muito ruim, por isso uma estrela ninja salvou a vida dele. Ele se virou na direção onde veio a flecha e atacou seu inimigo, não contei, mais acho que ele percorreu 51,43 metros em 7,67 segundos. A estrela quem havia jogado era uma moça com a mesma roupa azul de seu esquadrão e uma mascara típica de combate. Tinha cabelo cumprido que não significava nada, mas, Shu sabia quem era.
-Como sempre salvando minha pele Kura. – falou Shu com um sorriso, aquela era Kura, sua amiga de infância e mestre em estrelas ninjas.
-Tome mais cuidado, o corno esta la em cima com nossa flor?- perguntou ela com sua voz aguda e inesquecível.
-É provável que sim, só tem uma maneira de descobrir gatinha. – Ela colocou a mascara e os dois subirão a montanha, matando alguns inimigos mais nada preocupante, 30 soldados inimigos bem derrotados. La no auto a paisagem era bonita, campo azul em um lado com a batalha acontecendo, no outro lado campo vermelho com arvores também vermelhas. Entraram por uma janela e avistarão a flor no final de um grande salão. Que estava estranhamente vazio e silencioso.
Caminharam até a flor, quando estavam no meio da sala um homem com uma roupa apertada de um material muito estranho brilhante. Alguém desconhecido, que em sua mão esquerda portava a espada mais estranha já vista. Totalmente branca até a ponta da lamina. Na outra mão portava a pior, ou melhor coisa que se poderia ter, a cabeça do velho corno manso.
Nosso casal encara o homem que tinha cabelos louros espetado com uma cicatriz do meio da testa até a bochecha, e algo nos olhos que não reconheciam, mais que nos sabemos que são óculos de sol.
-Os pombinhos procuram algo?- perguntou com realmente muita malicia.
-Uma flor para uma flor por favor senhor...- falou Shu.
-Me chame de FG, eu sou a autoridade suprema. – oh não, um FG.
-Queremos apenas a flor e tudo fica bem.
-Esta flor aqui?- perguntou ele com a flor em seu lado na mesa.
-Infelizmente não posso entrega-la a vocês, ordens do governo. – falou o FG.
-Eu sei que você gosta de uma briga, então, vou ter que dar um jeito no senhor.
Shu puxa suas duas cimitarras cor de bronze bem polido com um pouco de sangue, correu e em um piscar de olhos as duas espadas se encontram no ar, fazendo uma pequena faísca. Os dois se encararam bem de perto forçando a espada um contra o outro. O FG consegue com sua espada, empurrar o corpo de Shu para traz. Duas estrelas voam em sua direção mais FG bate com facilidade nelas no ar, nosso casal fica assustado.
-Desculpe não falar quem sou, sou tenente 23 e essa é a Branca, uma espada de nível A que acabou de quebrar sua cimitarra. — a cimitarra direita se rompeu ao meio, a lamina caiu e entrou com a ponta no chão de madeira.
-Minha vez.- Em um movimento que devo admitir, mais rápido do que de Shu, FG corta o braço de Kura, que em um grito de desespero cai aos pés de Shu que atacava FG, só que dessa vez, evita a espada, sua cimitarra estava na mão direita, com uma velocidade incrível, Shu passa a espada para a mão direita e a esquerda é cortada. Com sua mão direita armada, Shu consegue cortar a mão esquerda, que portava a espada branca. A espada cai exatamente no coração de Kura que estava logo abaixo. Branca era tão afiada que entra no peito e entra até no chão. FG da uma risadinha e recua em direção a flor, Shu avança em sua direção tarde demais. Uma luz que apareceu de nada levou FG e a flor.
-Kura, venha vou lhe salvar. – quando Shu fala isso tenta retirar a espada do peito de cura que estava ensanguentada. A espada não saia estava presa no chão, Shu tenta com todas forças e agora com lagrimas nos olhos tirar mais não tem maneira.
-Shu...tire minha mascara...- falou Kura com a voz baixa e rouca. Ao tirar a mascara seu rosto estava com lagrimas e um sorriso.
-Aqui é um lugar bonito, para se passar com a família, espero que arranque a cabeça deste merda.- Kura diz isso quando Shu pega em sua mão.
-Como você não chora Shu, vou chorar por você, mais antes, vamos tentar aquela profecia. – Kura falava de uma antiga profecia de seu pais, que se seu ou sua amada estivessem morrendo em seu braço, um beijo daria um presente a quem sobrevivesse.
-nunca acreditei em superstições mais, como sempre acreditei no que sinto por você. – Shu faz seus lábios se encontrarem e quando Kura fecha os olhos, eles não abrem mais.
Shu segura a bainha da espada e puxa ela com cuidado, agora ela tinha outro formato e estava leve e fácil de retirar. Havia se transformado em uma cimitarra branca que agora, portava o nome de Kura, que um dia iria separar a cabeça do corpo do tenente 23 da FG.
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