As Cronicas Daquele Universo.
4 Capas, sabres e portas.
Notas iniciais
-Então garoto, vamos sair daqui?- perguntou Zef que explodia empolgação naquela cela transparente.
-Preciso salvar meu pai, não tenho tempo para aventuras.
-seu pai é aquela fera sendo levada para a rodinha animal? – nesse momento Ho avista ao longe uma ponte que conectava a grande nave que estavam a uma plataforma. Nesta ponte seu velho estava preso por algumas correntes e escoltado por 5 FG realmente grandes.
-sinto muito amigo, mais seu pai vai ficar bem la, quem não vai ficar é você aqui nessa cela de execução.
-cela de execução? O que eu fiz desta vez? –perguntou Ho tentando se levantar, e percebendo que a gravidade ali naquela cela era de pelo menos 50x a de seu planeta natal, o que deixava muito lento.
-é, você atacou um FG, e em tempos de guerra isso é imperdoável, você será executado em alguns minutos. – Zef também iria ser executado e estava tranquilo com aquilo.
-eu sou apenas um Holargo Potato, o que poderia fazer?
-poderia dirigir, aposto que sabe dirigir alguns barcos não é Ho?
-talvez eu goste um pouco de dirigir naves mais não tenho experiência. – Todos vimos que Ho queria fugir, queria uma aventura, queria dirigir uma nave de verdade.
-um minuto e 20 segundos Ho, é bom pensar rápido se vai salvar nossas vidas.
-Tudo bem tudo bem, qual seu nome? Qual o plano?
Ao perguntar isso, Zef da uma risadinha e com um movimento de mão na garganta, vomita uma peça estranha, uma tiara com um desenho de ampulheta na ponta.
-tempo vai voltar até esse palerma eu encontrar. – ao dizer isto não mudou muita coisa mais, agora não havia ninguém na ponte de execução e não havia tiara alguma.
-o plano é fazermos flexões nessa cabine até esse vidro parecer vidro de verdade.
-porque botariam vidro para prender alguém? O que você fez? – nesse momento Zef começou a fazer flexões que pareciam muito doloridas e falou.
-voltei no tempo, temos 7 minutos que estávamos conversando para acostumar com essa gravidade, é vidro pois não há necessidade de algo mais forte já que ficaríamos aqui apenas 10 minutos e a gravidade é muito alta, todavia, não contaram com minha astucia.
Parecia bom plano, Ho agora esperançoso começa fazer flexões que pesavam muito, como se ele estivesse 50x com seu peso. Depois de 5 minutos eles já faziam tranquilamente as flexões, quando Zef parou de fazer e de novo volta no tempo.
-o tempo pode mudar mais o estado físico da pessoa não, e essa é nossa ultima chance, sairemos daqui em 10 minutos ou morreremos. – tudo aquilo se repetiu e começaram a fazer mais flexões, dessa vez muito mais fáceis só que cansados já.
Se passou os 9 minutos quando Zef levantou, estava com algemas grudadas no chão prendendo suas mãos. Segurou uma corrente com as duas mãos e arrebentou como se fosse de papel, Ho viu aquilo e ficou assustado. Ho imita Zef e da um soco que espedaça todo vidro de sua cela. Zef faz igual e Ho vai em direção a uma porta escrito “saída”.
-acha mesmo que ai é a saída seu imbecil? – falou Zef com já impaciência.
-vou ter que te ensinar tudo... venha por aqui. – Ho viu que ele tinha razão e o seguiu, era bem calmo por isso não se importou com xingamentos. Os dois abriram outra porta aonde tinha algumas caixas em prateleiras.
-Nossas armas estão aqui, pegue a sua e vamos, lembre do casaco da nossa associação.
-Que casaco? – Zef atira para Ho um sobretudo negro com capuz parecido com o seu, só que um pouco mais leve e mais resistente. Também tinha nas costas uma forma geométrica, parecia uma ponta de flecha verde e perto do chão o sobretudo tinha detalhes similares a um fogo verde.
-Temos uniformes? Que coisa brega. – Zef ao ouvir isso fica bem irritado.
-Esses uniformes vão salvar sua vida mais de uma vez, você vai ver.
Zef consegue uma arma parecida com aquela M16, só que sem aquele pente de munição em baixo e azul, extremamente leve. Ele bota também na cintura algumas granadas de luz e uma faca. Ho por sua vez acha um bastão com duas pontas com suportes, como se fosse entrar duas lâmpadas la.
-Sabe usar isto garoto?- perguntou Zef.
-Tem jeito certo para usar?.
-É claro que tem, aperte esse botão no meio dele. – quando Ho apertou, saiu dois enxós de luz com o formato de pontas de flecha, só que bem maiores.
-Um sabre de luz? – perguntou Ho.
-Exatamente criança, agora vamos lá matar alguns FG.
Quando falou isso, Zef da dois tiros em direção a porta, saem de sua arma dois feixes de luz que derretem a tranca e faz a porta abrir, a porta se divide e se abre nos lados. No outro lado haviam 3 FG mirando em nó com suas armas bem maiores que as nossas.
-DIGA OLÁ PARA MEU AMIGUINHO. – ao gritar isso em gargalhando, Zef atira sem tirar o dedo do gatilho nos FG, que responderam com mais fogo. Algumas balas acertavam um aos outros, mais parecia uma gota de agua caindo em uma chapa quente. As balas sumiam, essas roupas eram ante balas.
-A roupa só funciona com balas e se a pessoa estiver parada, ataque eles que eu dou cobertura. – Ho saiu correndo pelo lado da sala sem os FG verem ele, havia um balcão ao lado da porta que Ho subiu, botou uma as mãos em cima da porta com o bastão na boca. Deu um saltinho que fez ele ir em direção ao lado de fora quando estava já na altura dos FG, pulou e cima de um que desmaiou na hora, quando os outros dois se viraram para atirar nele, receberam diversos tiros de Zef.
-Bom trabalho criança mais, ainda temos que pegar nossa nave.
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