As Cronicas Daquele Universo.
5 Cabeçada que quebra asas na terra.
Notas iniciais
Esse talvez sege o conto que mais gosto de relatar, sinto algo tão familiar nele, me identifico com o começo de uma bela amizade. Depois da equipe HoZef saírem para procurar sua nave, estava tudo tranquilo, derrotando alguns PFG no caminho que não foram problema. Chegando a uma sala da nave que tinha um vidro que dava para uma espécie de estacionamento no meio do espaço sideral e com naves de diversos tipos e tamanho.
O problema que a nave que estavam também estava estacionada, por isso era meio perigoso ficar muito tempo ali.
-Tudo bem, esta vendo aquela grande nave com uma super turbina Ji87?. – Zef perguntou e Ho olho para ela animado, seria ótimo viajar naquela nave.
- Pois bem, aquela não é a nossa nave, a nossa é aquela verde no lado dela. – era uma nave com o mesmo formato do símbolo das costas do uniforme, parecia que Zef adorava impor uma boa imagem para ele e seus amigos. A nave era menos que a metade daquela gigante do lado, tinha aparência triangular e se coubesse 7 tripulantes, era muito.
- o plano é o seguinte, agente quebra esse vidro, cada um com uma arma de ar vai atirando para traz até chegar na nave, temos 40 segundos até morrermos sem oxigênio.
-Que ótimo plano esse, quanto tempo demoraremos para abrir a nave?- perguntou Ho.
-Eu tenho a chave, é só eu apertar que ela faz bipe-bip.
-Claro, se ela faz bipe bip ta tudo bem.- falou irônico Ho, mais Zef não entendeu a ironia.
-então esta combinado. – Zef pega uma arma de ar que estava na parede e atira uma para Ho. Da alguns tiros com sua M16, suga o máximo de ar e pula no espaço. Ho arregala os olhos com aquela loucura, ais agora não tinha escolha. Sugou ar também e pulou junto. Estava tudo sobre controle tirando a cena ridícula que era dois caras atirando para o nada ganhando impulso até chegar numa nave, mais tudo bem. Quando estavam quase chegando, a nave onde eles estavam liga as luzes laterais, e nisso a nave do lado da deles, aquela mega potente, também acende. Eles estavam quase na nave quando Ho tenta falar algo para Zef, mas, como todos sabem, o som não se propaga no espaço. Zef entendeu, ele quis dizer: — FUDEEEEEEUUUU.
Zef apertou um botãozinho na chave que havia em seu bolso, que fez a nave piscar duas vezes as luzes e abrir. Acho que fez o bipe bip quando ele apertou. Havia na nave um pequeno espaço para o controle, Ho com um largo sorriso sentou na cadeira central que iria mover a nave.
-Qual o destino?- perguntou ao Zef.
-Nem eu sei, mais essas duas naves tamanho baleia não vão ser amigáveis.
-Salto super sônico?
-Gire a nave para o sentido contrario, quando eu disser, de o salto para apenas um quilometro a frente.
Ao dizer isso Ho com estranha habilidade nos controles gira a nave e deixa ela parada no lugar quando escutam alguém chamando no radio.
-Nave de modelo desconhecido, é uma ordem você desligarem e se renderem ou abriremos fogo. – falou uma voz meio robótica que vinha da nave maior. Zef aperta o botão do microfone e grita.
-Só vão nos parar quando nos explodirem seus porcos.
Ao dizer isso a conexão com a outra nave foi cortada e os canhões laterais das duas naves começaram a brilhar e ficar mais intenso, como algo carregando poder.
-espere ainda um pouco Ho, confie em mim. – quando as naves estavam já brilhantes e prontas para nos explodirem.
-AGORA. – e com um impulso instantâneo, que só era possível em naves de baixo porte, a nave salta um quilometro a frente. Ao olharem para traz veem duas naves sendo atingidas por elas mesmas.
-Que babacas, nunca pensei que funcionaria. – falou depois de rir muito, risada que não durou muito. No momento seguinte 4 naves em formato de foguete sairão da estação e vieram atirando em nossa direção. Ho acelerou e tentando desviar para o lado disse:
-Para onde vamos agora? E é bom ser rápido.
-Aqui no radar, o único planeta perto é um ponto azul a 789 anos luz daqui, terra. Preparar super pulo para terra.
Ho digita as coordenadas e aperta o botão do super pulo imediatamente. Ele conseguia dirigir pois algumas vezes, os navios (não se engane, eram naves com formato de navio) onde trabalhava, precisavam de motorista, assim Ho aprendeu muita coisa. A nave desta vez não foi instantânea pois era longa a distancia. Os inimigos já estavam na cola quando Zef pega os controles de armas. Uma troca de tiro no ar até um dos inimigos acertar a asa esquerda e seu motor, deixando-os impossibilitados de voar. Agora era uma navezinha parada no meio do nada esperando o super salto que poderia vir a qualquer momento.
-E agora Zef?
-Reze garoto, reze para todas constelações do cosmo.
Não foi algo animante de se ouvir aquela hora, Ho só conseguia pensar em um desenho animado de sua infância e disse para sigo mesmo “Pégaso me de sua força”. Nesse momento uma luz no botão vermelho gigante piscou, como Ho estava segurando com as duas mãos o manche e precisava ser muito rápido, seus reflexos de Ghlort fizeram dar uma cabeçada no botão, estupidez que funcionou, o motor traseiro impulsionou o super salto. No lado de cora só se via as luzes das estrelas e planetas passando rapidamente por eles, em alguns minutos chegaram na atmosfera da terra, viram que a gravidade fazia a nave cair rapidamente e Zef apertou o botão do paraquedas.
Felizmente estavam caindo em uma zona de deserto e com sorte, não seriam vistos nem machucariam ninguém. Pousaram até que leve perto de uma montanha, quando Ho, que foi o primeiro a sair, só avistou um homem em cima da montanha em seu cavalo mirando uma arma bem antiga para eles, e esse homem era Clint, obviamente.
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