Notas iniciais
olá pessoal o/ Como vão? Espero que bem ^^ Estou com um bom humor anormal hoje, talvez seja a falta e sono, ou talvez seja só mais uma das claras evidências de que tenho ficado mais retardada a cada dia... Ou pode ser os dois, nunca se sabe 9.9 Enfim, boa leitura

Antonio foi pego de surpresa. Não imaginara tal comportamento vindo do italiano, mas mesmo assim ficou feliz pelo que acabara de ouvir, uma pequena chave foi aberta dentro de seu coração, e a felicidade o contagiou por completo.

Ele teve certeza naquele momento que não importava o quão fosse difícil, ele não deixaria Lovino... Pois mesmo estando bêbado, seu tom de voz foi tão sincero que não podia haver duvidas quanto a legitimidade de tudo.

Retribuindo todo o carinho de Lovino, Antonio o abraçou ternamente e o beijou com afeto, logo foi prontamente correspondido pelo outro que passou a mão por trás da sua nuca, seu ponto fraco.

O espanhol sentia que não podia se segurar mais, já o fizera por todo aquele dia, e precisava desesperadamente do outro.

Ah... Quantas vezes já não sonhara com isso nas longas madrugadas espanholas... E agora lá estava ele, o tão sonhado italiano... Todo para si.

Quando se soltaram, Antonio não precisou conduzi-lo até a cama, ele mesmo já fizera o percurso por si sem soltar de sua mão, ele também queria...

Lovino retirou sua camiseta um tanto atrapalhadamente, e foi preciso alguma ajuda para que pudesse passar a gola pela cabeça, tão logo isso ocorreu, Antonio também tirou a sua e juntos voltaram a se beijar, deixando que as mãos passeassem pelo peito desnudo um do outro.

Não tinham pressa para nada, os beijos eram lentos e os toques necessitados, sem qualquer outra preocupação a não ser dar e receber prazer. Lovino se mantinha deitado, pois sua cabeça girava cada vez mais por causa do alcool, porem suas mãos naquela posição tinham total domínio das costas alheias, e elas passeavam e arranhavam-na.

O quarto estava quente, o clima estava quente. E o espanhol já sentia que era a hora que elevar ainda mais a temperatura da brincadeira.

Lovino porém, foi um tanto mais esperto, e sem pedir nenhuma permissão, começou a abaixar lentamente o coz da calça do outro, e ao mesmo tempo acariciava sua (volumosa) bunda.

A sensação era prazerosa e excitante para Lovino e assim que o outro percebeu, ele mesmo se levantou da cama (com alguma relutância), virou-se de costas e retirou a peça de forma lenta e sensual, rebolando provocativamente, como se fizesse um strip.

Feito isso, Antonio caminhou lentamente de volta para a cama, os olhos verdes penetrando fundo na alma de Lovino, como um tigre prestes a atacar sua presa, e assim que chegou ao colchão, esticou as mão e agarrou os pés do outro, dando um puxão que o fez gritar de susto.

O grito foi prontamente contido e um tanto lentamente o italiano se levantou pronto para protestar, mas antes que conseguisse formular qualquer frase, Antonio apoiou as mãos no colchão e os deixou face a face, seu olhar penetrando-o fundo

–É a sua vez querido, tire-a para mim... – Disse sussurrante enquanto tocava levemente com os dedos a beira da calça. Lovino enrubescera.

–Seu desejo é uma ordem – Disse por fim, tentando provoca-lo.

O espanhol deu espaço e Lovino se levantou ficando de pé e um tanto cambaleante, Antonio se sentou na cama de cueca com as pernas abertas, sem medo de mostrar o quão excitado estava.

Seguindo o modelo do outro, Lovino também se posicionou de costas e tentou soltar de sua cintura o complicado cinto, ele levou algum tempo nessa tarefa, e entre uma rebolada não proposital e outra, Antonio apreciava a visão, cheio de expectativa.

Assim que soltou o cinto, o italiano o lançou longe fazendo um estralo tremendo ao bate-lo na parede, e com mais facilidade logo depois soltou o botão da calça começando a desce-la.

Mesmo de costas, Antonio via o quanto o outro estava corado, suas orelhas queimavam como fogo, mas ele não parava os movimentos, muito pelo contrário, tentava faze-los cada vez mais sensuais.

Quando a calça finalmente foi para o chão, Lovino virou-se lentamente, sua cueca azul apertava levemente os glúteos, dando a impressão de que eram maiores do que a realidade. Ele também voltou caminhando com lentidão, mas um tanto mais desengonçado que o outro, e por fim, enlaçou os braços em volta do pescoço de Antonio e o beijou novamente, um beijo cheio de paixão.

O espanhol aproveitou a posição e passou as mãos por toda a extensão das coxas e da bunda alheia, ela era macia e branquinha, como bunda de bebê. Não podendo mais esperar, Antonio puxou a cueca de Lovino com tudo para baixo, deixando-a cair no chão e expondo o falo do outro.

O italiano não pareceu se importar com o movimento, para dizer a verdade, até gostou do que foi feito, assim aquela peça incomoda não mais os atrapalharia. Antonio puxou Lovino para o seu colo fazendo com que seu pênis encostasse na sua barriga e a cada minuto, tudo o que o espanhol queria fazer era estar dentro do italiano de uma vez.

Com alguma relutância, Antonio interrompeu o beijo e perguntou sussurrando

–Você tem camisinha e/ou lubrificante?

Lovino entendera a pergunta e sabia que em algum lugar daquele apartamento havia algum pacote de camisinha, mas a questão era, onde? Não conseguia se lembrar...

–Anh... – Ele disse um tanto confuso, e Antonio piscou duas vezes.

–Não consegue se lembrar, certo?

–É... – Respondeu tímido

–Bom, eu acho que eu trouxe.

Antonio deu dois tapinhas na coxa de Lovino e este se jogou na cama com um bufo. O espanhol foi até a sua mala e procurou na parte da frente pra ver se encontrava alguma coisa, pois tinha certeza que colocara algum pacote ali, só por precaução é claro...

Ele procurou na frente, atrás, entre as roupas, e nada! Nenhuma camisinha! Desde a época do colégio ele costumava tê-las por perto, e por que, pela santa glória de misericórdia, com tantos dias pra faltar camisinha, precisava se justo nessa hora!

Ah...Ele queria pular da janela.

–Bom- Virou-se para Lovino – Eu não tenho. – Este olhou de esguelha e levantou a sobrancelha – Vamos ter que fazer de outro jeito.

–Que jeito? – Perguntou

–Você não consegue mesmo pensar em nenhum? – Disse voltando a caminhar na direção do outro, o olhar predatório de volta a ativa

–Não... – Disse Lovino sentindo a cabeça voltar a girar pelo esforço – A gente não pode só fuder de uma vez?

– Meu caro – Disse Antonio voltando a ficar por cima de si – Eu não teria problema nenhuma em fuder o seu lindo bumbunzinho, mas eu tenho certeza de que você sofreria muito e eu não quero te ver chorando... – Fez uma pausa – E acredite, eu também não gostaria de ser fodido assim.

– Então o que sugere?

–Só uma coisinha... Mas eu não vou dizer, vou mostrar...

Antonio se levantou e finalmente retirou a cueca, Lovino continuou parado encarando o outro com a visão desfocada, na sua frente, tudo o que ele via eram três Antonios completamente nus se aproximando de si, na verdade , aquela era uma visão e tanto.

O espanhol por sua vez ao contrário do que Lovino pensava, deu um leve selinho no outro e sorriu amável, depois foi descendo cada vez mais para o sul, passando a mão pelos mamilos, então abdomem, umbigo até que se posicionou entre as coxas do outro, dando pequenos tapinhas na pele macia.

–Você consegue imaginar agora?

Lovino estava excitado e corado novamente, então acenou um positivo com a cabeça.

Antonio agarrou as duas coxas com um tanto de brutalidade e passou a língua lentamente pelo falo alheio.

Lovino soltou um lindo suspiro.

Aproveitando aquela deliciosa reação, o espanhol começou o trabalho, abocanhando de vez o pênis, antes de começar verdadeiramente com os movimentos, ele deu uma ultima olhada para Lovino, apenas para se deliciar com a reação. Ele estava um tanto corado, mas seu olhar era penetrante e encorajador, seu corpo exalava luxúria.

Então, Antonio fechou os olhos e deu a primeira chupada, colocando dentro da boca o maximo que podia. Lovino deu um pequeno gemido de satisfação, e o outro começou a movimentar a cabeça, inicialmente de forma lenta, e depois acelerando os movimentos

Ele percorria com a boca toda a extensão do falo para depois se concentrar na glande, passando lentamente a língua por sua extensão enquanto dava profundos chupões, depois descia novamente para a base e repetia os movimentos.

A cada novo movimento, Lovino se sentia mais deliciado e conforme a velocidade aumentava, o italiano foi aos poucos elevando a altura dos gemidos, estes estimulavam cada vez mais o trabalhado outro.

Dado determinado momento, Antonio não só chupava o pênis de Lovino, como tambem massageava as coxas deste, e ao mesmo tempo em que apertava, arranhava e abusava da pele branca e macia, passou a subir e descer com a cabeça em uma movimentação frenética, tentando fazer com que o italiano chegasse ao ápice.

Lovino gemia alto e se contorcia de prazer, sua mão esquerda pousou sobre a cabeça de Antonio tentando fazer com que este aumentasse a velocidade das chupadas, enquanto que a esquerda se agarrava á cabeceira da cama.

Em poucos minutos depois disso Lovino gozou na boca de Antonio que engoliu tudo sem cerimonia, a seguir se levantou com toda a elegância possível e encarou o parceiro completamente esgotado e vermelho.

Mas não importava qual era o estado do outro, ele podia ter gozado, mas o espanhol continuava duro, e seu pênis latejava de tanta excitação.

–Lovi – Disse ele suplicante se sentando na cama – Chupe o meu tambem...

O italiano tinha alguma experiencia com relações homossexuais, então definitivamente aquela não era a sua primeira vez encarando um pênis, nem seria a primeira fez chupando um, então não ficou encabulado ou receoso, pois sabia exatamente o que fazer.

O espanhol se sentou encostado na cabeceira e Lovino colocou-se entre as pernas dele ainda um tanto zonzo, não sabia se conseguiria fazer com perfeição, mas tentaria, pois queria retribuir pelo que aconteceu antes.

Então aproveitando que Antonio olhava fixamente para si, o italiano abocanhou o pênis e começou os movimentos. Decidiu começar pela glande, lambendo voluptuosamente apenas a ponta para depois passar a lingua lentamente pelo resto.

O espanhol afundou a mão nos cabelos castanhos de Lovino com um estímulo para que aumentasse a velocidade, e foi isso o que ele fez, passando a língua cada vez mais rápido por toda a extensão do membro.

Antonio arfava e dava pequenos gemidos, nunca pensou que o italiano fosse tão bom nisso, na verdade em seus sonhos, sempre imaginara ele sendo um virgem inexperiente, mas agora a realidade se provara cada vez melhor

Não demorou muito para que Antonio chegasse ao ápice gozando na boca do italiano, que prontamente engoliu, limpando o canto do lábio com o polegar.

XXX

Depois de todo o sexo e de um bom banho, estavam ambos deitados na cama bastante próximos. Não tinham se dado ao trabalho de se vestir por completo, apenas a cueca bastava para eles. O cobertor fora puxado e agora eles estavam aquecido e confortáveis

Lovino dormira primeiro, e sua respiração pausada e lenta, fez com que Antonio também relaxasse, dormindo logo em seguida.

Aquele sem dúvida tinha sido um dos melhores dias da sua vida.

Notas finais
Quanto aos reviews, se eu não conseguir responder até o final de semana, não se preocupem pessoal, vou responder o mais brevemente possível Eu amo todos vocês