Notas iniciais
foi mal, a doida postou o cap na fic errada e pra piorar a net caiu...
obg pra qm comentou...vlw msm....................nada de extraordinario nesse cap, pq afinal eu tinha q começar de algum jeito.........espero q gostem...boa leitura.....

POV Narradora

Em algum lugar do Rio de Janeiro, a jovem Julie e sua família, composta pelo irmão Pedrinho, o pai Raul e a mãe Heloísa arrumavam as malas. Os dias de férias deles coincidiram e eles finalmente iriam viajar todos juntos como há muito tempo não faziam. A vida financeira da família andava bem e eles tinham programado passar praticamente todo o verão em uma espécie de Resort.

Cada membro da família estava em quarto, dobrando pilhas e mais pilhas de roupas. A principio, eles pretendiam levar muitas roupas, já que vão passar tanto tempo longe de casa. Mas logo eles pensaram que poderiam comprar roupas lá.

A mais animada com as férias era Julie, que arrumava suas coisas cantarolando e “dançando” pelo quarto. Ela sonhava com essas férias há muito tempo e a ideia de ir com toda a família a animava ainda mais.

Com todas as malas feitas e depositadas no centro da sala, a família se encontrou na cozinha.

‒ Ah... Eu estou tão empolgada com a viagem. Estou louca pra chegar logo. – Julie disse.

‒ Todos estão assim, filha. – seu pai disse sorrindo largo. Heloisa concordou acenando com a cabeça.

‒ Duvido muito que vocês estejam mais empolgados do que eu. – a menina insistiu.

‒ Somos dois, maninha. – Pedrinho disse.

Heloisa e Raul balançando as cabeças para um lado e para o outro em negação. Eles achavam aquilo tudo muito engraçado.

‒ Bom... Mas vamos deixar a empolgação de lado um pouco e vamos tomar nosso café da manhã. É bom que estejamos de estômago cheio durante a viagem. – disse a mulher.

Todos concordaram, sentaram-se a mesa e tomaram o seu desjejum enquanto conversavam animadamente. De fato, todos estavam animados, pois eram cheios de sorrisos e os assuntos da conversa eram discutidos em meio a risadas e muita alegria. A família estava feliz.

No fim do desjejum, eles ajudaram a arrumar a bagunça da cozinha, limpando a mesa e o chão e lavando a louça. Logo após, o chefe da família ligou chamando um táxi. A família toda levou as malas para fora da casa para esperar. Trancaram a casa e Heloisa fez uma ligação.

:::ligação on:::

C_____: ‒ Alô?

Heloisa: ­‒ Alô Carmem. Sou eu... Heloisa.

Carmem: ‒ Vocês já vão?

Heloisa: ‒ Sim. Nós já vamos. Você poderia vir aqui? Preciso lhe falar uma coisa antes de irmos.

Carmem: ‒ Claro... Eu já chego aí. – o telefone é desligado.

:::ligação off:::

Pouco tempo depois, Carmem aparece.

‒ Minha irmã. Vou sentir saudades de vocês. Um mês longe é muito tempo. – Carmem disse a abraçando.

‒ Sei disso. Mas estávamos esperando por essas férias há tanto tempo... Tínhamos que aproveitar a oportunidade. – Heloisa disse soltando do abraço. – Está mesmo tudo bem pra você ficar vigiando a casa enquanto estamos viajando?

‒ Lógico. Nós já tínhamos combinado antes. Eu venho aqui sempre pra vigiar, cuidar e até limpar, se for preciso. Não tem problema. Podem viajar tranquilos.

Foi só ela dizer essas palavras que o táxi chegou. Eles se despediram e entraram no carro.

[...]

– A gente tem que ir mesmo de ônibus? – Julie perguntou fazendo careta.

– Claro que sim. Você sabe que o Pedrinho tem medo de avião. E o seu pai também não fica atrás. – sua mãe disse.

– Hei. Eu não tenho medo de avião. – Seu Raul disse em um tom zombeteiro.

– Não... Você tem é pavor mesmo. – sua mulher disse sarcasticamente.

Os quatros membros da família riram, enquanto andavam pela rodoviária a caminho do ônibus que já estava estacionado. Colocaram as malas no bagageiro e entraram no ônibus.

– Finalmente. Ah... Estou com uma sensação tão boa em relação a essas férias. – Julie disse se espreguiçando no banco e com um largo sorriso no rosto.

[...]

Longe dali, em Campinas, outra família se arrumava para viajar também. O pai Carlos, a mãe Lúcia e o filho único deles, Daniel. Malas prontas, eles se encontraram na sala.

– Finalmente. Achei que tinham desistido. – o pai disse.

– Nunca. – Daniel disse rindo.

– E eu estava terminando de me arrumar. Você sabe que eu não saio na esquina sem me arrumar, querido. – Lúcia disse.

– E eu não sei. Sou eu que sempre tive que esperar você se arrumar para sairmos. E era ainda pior na época em que éramos namorados e que o Daniel nem sonhava em ser um espermatozóide ainda. – disse Carlos rindo.

– Pai... Para com isso. Que papo “brabo” é esse? “A época em que eu nem pensava ainda em ser um espermatozóide”? – Daniel disse fazendo uma careta.

– HaHaHa... Eu estou brincando, filho. – pausou. – Vamos logo. Estão todos prontos?

Assentiram e levaram as malas para um táxi, que já esperava a família.

– Por que não nos disse que tinha um táxi nos esperando? Se eu soubesse, não teríamos nos demorado tanto. O taxímetro deve estar rodando. – Dona Lúcia disse preocupada.

– Fica tranquila. O taxista é um velho amigo meu. – o marido disse.

A mulher deu de ombro como se dissesse que estava tudo bem e entrou no carro seguido pelo filho. O homem entrou no banco da frente. Seguiram rumo ao aeroporto.

– Querido... O seu irmão não se importou em vigiar a casa para nós?

– Não. Ele e a mulher vão vigiar a casa sem problemas. E, além disso, ele estava me devendo uma por aquela vez que eles foram para a Espanha e nós cuidamos da casa deles.

– É verdade. Tinha até me esquecido disso.

O homem balançou a cabeça em concordância. Minutos depois eles já estavam dentro do aeroporto.

– Fiquem aqui vocês dois enquanto eu faço Check In e todas essas coisas chatas de pré-voo. Eu já volto. – o patriarca da família disse.

– Ainda bem que o seu pai que vai resolver isso. Eu não tenho paciência para isso. – disse Lúcia olhando o marido se distanciar. Olhou para o filho. – E aí Daniel? Está ansioso?

– Muito. Estou bem empolgado. Estou com uma sensação boa de que essas serão as melhores férias da minha vida. – Daniel disse com um sorriso de orelha a orelha.

– Que bom. Espero o mesmo.

Um tempo depois e Carlos voltou com tudo acertado.

– Vocês vão querer algo pra comer? – disse.

– Não precisa. Comemos alguma coisa no avião. – a mulher disse.

– Então vamos logo. – disse e concordaram.

Seguiram para o portão de embarque e entraram no avião.

– A poltrona da janela é minha, hein? – Daniel disse divertido.

– Ok. – seus pais disseram em uníssono.

Sentaram e relaxaram. Não seria uma viagem muito longa.

E assim essas duas famílias viajaram para aproveitar suas férias. Mal sabiam eles, em especial Julie e Daniel, que iriam para o mesmo Resort.

Notas finais
se gostaram e se não gostaram, deixem reviews pf, so assim eu continuou...........ate o proximo