Aprendendo A Amar
13 Capitulo 13
Notas iniciais
Aiolia acordou com os gritos dentro do castelo, não conseguia identificar o que eles diziam mais teve certeza que algo ruim estava acontecendo “céus, será que não teremos paz.” pensou já de pé e com a espada em punho, seja o que for estava preparado para duelar até a morte, saiu do quarto e encontrou guardas em todos os lados do castelo, mas nenhum sinal do irmão, foi até o quarto do mesmo, porém a cama estava bagunçada, contudo nenhum sinal do outro, uma agonia lhe passou pelo peito, não podia cogitar na hipótese de algo ruim ter acontecido ao seu irmão, tinha que continuar a procurar.
Depois de revirar quase todo o castelo, resolveu que estava na hora de subir, já que nenhum dos guardas lhe dava informações sobre o paradeiro do mais velho, era como se Aiolos tivesse sumido, ou melhor evaporado no ar, pelo menos assim achou.
Ao chegar a torre onde Marin estivera presa notou um ser grudado à parede desacordado, na hora conseguiu identificar que não era a ruiva já que a pessoa era alta e forte demais para ser uma mulher, receoso foi andando devagar até finalmente chegar perto o suficiente para reconhecer o irmão que estava acorrentado na parede e tinha um elmo na cabeça que o impedia de ver e talvez até de respirar.
– Se eu fosse você seria rápido, pois quanto mais tempo você demorar pior fica. – Uma voz saiu das sombras atrás do castanho.
– Quem está ai? – Perguntou sem reconhecer a voz.
– Ora Olia, pensei que tivesse significado alguma coisa pra você. – Marin saiu da sombra sorridente, usava um vestido negro e um capuz que lhe cobria os cabelos ruivos, quem olhasse não reconheceria a moça, ela havia pintado o rosto para se disfarçar melhor. – Então vai ficar me olhando ou ajudar seu irmão? – A garota abanou a cabeça apontando Aiolos que se remexeu com um espasmo de dor. – Deve ta apertando.
– O que é isso? O que você fez com ele? – Como que em um ataque de fúria o castanho imprensou a ruiva contra a parede, quase a enforcando.
– Nã..não..tem...tem...po...pra..isso. – Falou fazendo esforço por causa da falta de ar. – Se...me...mat..ar..ele...mor..re. – Aiolia vacilou e com medo de ser verdade soltou a mulher que sorriu passando a mão pela garganta que estava agora vermelha e muito dolorida. – Você só tem uma chance de soltá-lo e precisa ser firme. – Aiolia mesmo contrariado prestou atenção na ruiva. – Apenas essa espada pode libertar seu irmão, mas você deve golpear com força o elmo que está sobre a cabeça dele, se por algum motivo relutar ele irá morrer com a cabeça esmagada. – Informou se retirando do lugar.
– Onde pensa que vai? – O castanho seguiu a ruiva que pretendia fugir do cativeiro no qual era mantida. – Por que deveria confiar em você?
– Você não tem escolha, ou seu irmão morre por falta de atitude sua, ou você o liberta. – Sorriu de forma devassa. – Mas se vier atrás de mim ele não ira esperar você voltar.
– E se ele morrer de qualquer jeito.
– Consequencia.
Aiolia retornou para dentro do salão não tinha tempo pra brigar com Marin, assim que conseguisse libertar o irmão iria atrás da ruiva e ensinaria a ela uma boa lição e grávida ou não mataria aquela cobra, ela apenas atrapalhava sua vida, iria dar um jeito de se livrar dela ah se ia.
O castanho pegou a espada de cristal que estava de um lado da torre onde a ruiva lhe tinha apontado e correu para perto do irmão, segurou a base da espada com as duas mãos de forma firme, Aiolos estava ajoelhado e a cabeça pendia pesada para frente, Aiolia pediu aos deuses que tudo acabasse bem, ele levantou a espada bem alto e de uma vez golpeou o elmo.
Não soube dizer em que momento fechou os olhos, entretanto quando os abriu novamente seu irmão continuava com o elmo na cabeça e parecia agora inerte e sem vida, já que seu peito não subia e nem descia com a respiração e isso lhe deu uma dor no peito, tinha falhado e agora perdia o irmão, correu para junto do mesmo e abraçou a cabeça do mais velho apoiando-a em seu peito, e finalmente chorou, chorou toda a dor que sentia desde que fora obrigado a casar, chorou pela morte do pai que mesmo não amando ainda sim tinha carinho e respeito, chorou pela perda de Mu alguém o qual aprenderá a mar e admirar e agora chorava a perda de seu irmão o único que sempre esteve ao seu lado o único que sempre lhe apoiou em todos os momentos, não importando as circunstancia, a tristeza parecia infinita a dor em seu peito era tamanha que parecia que algo o esmagava dentro de si, a garganta seca, parecia entalada com algo que não descia e nem subia, queria poder morrer e se juntar ao irmão.
Sem perceber uma lagrima solitária escorreu por seu rosto e caiu por sobre o elmo onde antes havia golpeado e de repente um barulho de algo partindo foi ouvido e o elmo caiu aberto no chão revelando um Aiolos com o rosto vermelho que puxava o ar com toda a força de seu corpo, como se tivesse corrido uma maratona, Aiolia ao ver o irmão puxar o ar com força não pode deixar de sorrir feliz e ao mesmo tempo se preocupar com a condição do outro.
– Aiolos. – Aiolia ainda feliz abraçou o irmão com força.
– Olia mesmo vivo ainda me sinto debilitado. – Suspirou ao ser solto pelo aperto de urso que o irmão lhe dera.
Aiolia pegou a espada e com apenas dois golpes liberou os braços do irmão da corrente que o prendia a parede, mas ainda mantendo as algemas, pois teriam que procurar a chave, mas por hora não tinha tempo queria apenas se certificar que o irmão estava bem e com alguma dificuldade, por Aiolos ser maior e mais forte que ele, carregou o irmão até o seu quarto, onde pediu para o médico curandeiro do reino ir até o local o mais depressa que pudesse.
– O que aconteceu, como você foi parar lá? – Aiolia parecia inquieto e curioso por saber como o irmão tinha ficado em tal situação, e ignorando o curandeiro que havia pedido que Aiolos descansasse sem fazer muito esforço, o castanho mais novo mantinha-se em pé em frente ao irmão exigindo explicações.
– Amanhã podemos conversar melhor, hoje estou muito debilitado. – Aiolos informou ao irmão que não gostou da resposta.
– Falar não irá te matar. – Soltou.
Aiolos apenas suspirou e resolveu por fim falar de uma vez quem sabe assim toda aquela irritação e preocupação em excessos passassem. – Bem eu fazia a ultima ronda do dia quando encontrei um dos guardas indo ao seu quarto, ele dizia que Marin estava aos gritos de dor na torre e informava que sangrava e dizia aos quatro cantos que o filho estava em perigo. – Começou a relatar. – Então resolvi ir até lá, pois se fosse verdade ela iria precisar de cuidados médicos e a nossa duvida estaria confirmada.
– Não passou na sua cabeça que podia ser uma armadilha ou que poderia me chamar pra lhe acompanhar porque mesmo que fosse verdade era meu filho. – Aiolia interrompeu o relato do irmão com raiva por ter sido deixado de lado.
– Eu queria te proteger e não te preocupar. – Aiolos defendeu-se das ameaças do irmão.
– E quem protegeu você.
– Bem eu não imaginaria que era mentira, ninguém brinca com filhos Aiolia.
– Ninguém com coração.
– Entende, vai querer ouvir o resto ou vai continuar me torturando? – O mais velho perguntou já com a cara fechada, normalmente quem passava sermões e dava lições de segurança, cuidados era ele e ficar no outro lado era algo ruim, ao ver Aiolia calasse percebeu que podia continuar. – Quando cheguei na torre estava tudo escuro e a porta estava aberta, pelo que entendi o guarda deixou assim pois ele acreditava que Marin debilitada como estava não iria conseguir fugir.
– Idiota, incompetente, merece uma boa punição por isso.
– Chega Aiolia, eu errei porque acreditei nela, aqui quem merece algo é Marin. – Aiolos bradou com irmão. – Pois bem, ao chegar na torre estava tudo escuro e não encontrei a vadia em lugar algum, quando estava indo embora ela apareceu do nada e me golpeou na cabeça, perdi os sentidos e quando acordei estava preso daquele jeito.
– Os guardas fizeram um alarde, foi só assim que acordei.
– Pelo que entendi ela os avisou que eu tinha sumido, por isso gritavam. – Comentou vendo o irmão o olhar sem entender.
– Por que ela faria isso? – Perguntou o mais novo confuso.
– Não sei, aquela ali é um mistério. Como você me salvou.
– Ela deu a dica, na verdade ela me disse tudo o que eu tinha que fazer e depois fugiu.
– Se ela me queria morto porque te ensinou como me libertar? – Aiolos sentia a cabeça doer devida a falta de coerência da atitude da ruiva.
– Não sei, mas irei descobrir quando encontrá-la, eu mesmo vou matá-la, grávida ou não. – Aiolia parecia decidido ao que estava disposto a fazer.
– Mantenha a calma. – Aiolos pediu antes de cair em sono profundo. Aiolia por fim percebeu o cansaço do irmão e resolveu ficar por ali com ele, precisava cuidar do maior então deitou-se ao seu lado para dormir.
Mu acordou meio atordoado, mesmo tendo passado alguns dias longe de Aiolia não conseguia tirar o castanho da cabeça, seus pais haviam adorado o seu retorno, mas mesmo tendo seu casamento anulado, ele ainda permanecia casado diante de todos, afinal nada fora anunciado aos súditos, e para não fazer alarde Mu preferiu deixar assim e pediu que sua ida até fosse tida como umas férias onde poderia visitar os pais.
– Filho, estou tão feliz de ver você acordar aqui novamente. – A mãe do rapaz falará entrando no quarto branco e nada parecido com o que possuía no castelo de Aiolia, onde o quarto era de um vermelho vivo, ali era algo mais puro, mais claro. – Queria que fosse pra sempre.
– Mãe, eu preciso voltar. – Mu anunciará triste, mesmo não querendo e sabendo que o castanho não sentia sua falta, não queria voltar, mas sabia que o dever que tinha com o seu povo e o do marido lhe obrigavam a voltar. – Se eu pudesse ficar.
– Você pode meu amor. Eu falarei com seu pai. – A mulher saiu do quarto decidida. Mu sorriu diante da determinação da mãe, mas seu sorriso sumiu assim que viu o primo entrar no quarto.
– Oi. – Cumprimentou o menor.
– Não precisa se fazer de forte na minha frente. – O mais velho sorriu vendo o outro balançar a cabeça triste.
– Não vou mais chorar por ele, se não veio atrás de mim é porque não me quer realmente.
– O que vai fazer?
– Manter o casamento apenas por segurança, mas não irei deixar ele se aproximar ou sequer me tocar novamente.
– Será que você consegue? – Shura parecia preocupado, mesmo o primo sendo decidido sabia que por amor ele cederia as caricias e juras do outro, ele sempre cederia o primo não passava de um bobo apaixonado.
– Tenho que tentar. – Finalizou o assunto, levantou-se e seguiu para o quarto onde iria fazer sua higiene matinal como sempre;
Assim que chegou ao salão para comer Mu teve todos os olhares voltados para si, sentou-se forma calma mesmo estando nervoso, sabia que aquilo não era boa coisa.
– Então Mu quando pretende retorna para seu marido? – Sua tia perguntou de forma direta. – Não pode deixar ele solto, pois sendo um bom partido e lindo do jeito que é, deve ter muitas moças loucas para serem sua segunda esposa e mãe dos seus filhos.
– Zara. – Kath repreendeu a irmã. – Mu não deve se preocupar com isso se quiser ficar tem o direito de ficar o quanto quiser.
– Zara tem razão Kath, quando pretende voltar meu filho.
– Hoje. – Uma voz respondeu da entrada do salão e Mu conhecia aquela voz forte e imponente, tanto que só de ouvi-la sentiu um arrepio na espinha, mas ao virar para olhar de vez o dono dela seu coração disparou e tremeu da cabeça aos pés. Aiolia parecia mais lindo que nunca com os cabelos despenteados sobre os olhos azuis que pareciam ainda mais vivos, e a roupa que demarcava cada músculo que possuía. – Vim buscar meu esposo, se me permitem.
– Claro ele é seu você tem todo o direito de levá-lo. – Zara sorriu para o cunhado feliz.
– Mas já? Ele poderia ficar aqui está noite pelo menos? – Kath pediu manhosa. – Sou a mãe e sinto tanta falta dele. – Concluiu sentimental.
– Kath. – Zara e Shion repreenderam a mulher.
– Tudo bem, podemos sim ficar, Aiolos quer falar com o vocês. – Aiolia sorriu ao ser abraçado pela mulher que levantou apenas para agradecê-lo.
– Aiolos? – Shura pareceu nervoso ao ouvir o nome do rei o que não passou despercebido por sua mãe que não conteve o sorriso misterioso que lhe surgiu aos lábios.
– Bom dia, desculpem virmos sem avisar, mas meu irmão sentia tanta falta de Mu, que só não veio mais cedo, pois tive que segurá-lo em casa para resolver alguns problemas e também lhe falei que era bom deixar Mu descansar um pouco com os pais.
– Mas quando se ama é normal querer está sempre junto Olos. – Aiolia afirmou ao irmão, olhando nos olhos de Mu que sentiu o corpo vibrar ao ouvir as palavras do castanho. – Por fim estamos aqui.
– Bem devemos deixar os dois a sós, eles tem muito o que conversar. – Shion ordenou saindo do salão e deixando apenas o casal.
– O que faz aqui? – Mu questionou depois de todos terem ido.
– O que você ouviu, vim lhe buscar. – Reafirmou o castanho.
– O que foi Marin não está bonita agora que esta gorda? – Perguntou debochado o lilás.
– Ela não estava grávida.
– Eu avisei.
– Eu sei e sinto muito não ter ouvido você. – Aiolia andou até a mesa sentando-se ao lado do castanho, mas de frente para o mesmo. – Mu o que eu disse é verdade, eu te amo, e preciso de você iria adorar que voltasse comigo. Se quiser é claro.
– Não sei se devo, você é muito inconstante e só veio porque aquela vadia não está grávida.
– Não é verdade eu quis vir desde o inicio, mas Aiolos queria que eu esperasse até ter certeza sobre o filho. – Mu queria acreditar no castanho, pois ele lhe parecia tão sincero, mas tinha medo de se enganar. – Nos passamos por um mal bocado esses dias e eu percebi que não quero te perder e nem te trocar por mulher nenhuma ou filho, se você não pode me dar um herdeiro então não terei um, não quero uma segunda esposa, só quero você, eu juro.
– O que aconteceu para você está assim?
– Quase perdi Aiolos, Marin tentou matá-lo e eu enlouqueci, percebi que só sou forte por você e por ele e que sem vocês eu não sou nada, me perdoa por ser um idiota e volta pra mim.
– Onde está Marin?
– Ela fugiu.
– Vocês correm perigo.
– Você também, seu reino é pequeno, quero estar sempre com você pra lhe proteger não posso te deixar só enquanto essa louca estiver a solta, eu sei do que ela é capaz e o que ela faria caso te visse só. – Aiolia parecia desesperado e segurava o rosto do lilás com as duas mãos, aproximou seu rosto do dele e encostou as testas.
– Ela não é louca.
– Não posso te perder. – Aiolia ditou e desarmou Mu completamente ao deixar lagrimas escorrerem do seu rosto e sem pensar o lilás puxou o castanho para mais perto de si e o beijou, primeiro de forma calma e lenta, como se para lhe deixar tranqüilo e depois aprofundou um pouco mais colocando desespero, urgência, saudade e todo o desejo que vinha lhe atormentando há alguns dias, como amava aquele garoto, ele o deixava louco.
– Também não quero te perder. – Aiolia sorriu ao ouvir a frase do amado, tudo ia se ajeitar com o tempo tinha certeza disso, mas só queria que Marin o esquecesse, mas isso era pedir demais então era melhor está preparado. – O que Aiolos quer com meu pai?
– Pedir proteção do exercito dele, quer montar nossa base aqui, trazer soldados e fazer a nossa mudança pra cá por algum tempo.
– Porque? As coisas estão tão ruim assim? Se estiverem meu pai não vai permitir que eu volte. – Mu estava preocupado, se estava do jeito que Aiolia descrevia temia pelo amado e pelo irmão do mesmo que sempre lhe fora muito bom e amável.
– Mu estamos quase em guerra e não sabemos o que estamos enfrentando além da Marin, e ela por si só já é perigosa, pois conhece todas as entradas e saídas do castelo, além de ter acesso as passagens secretas e túneis que levam diretamente aos nossos quartos, locais onde estamos mais desprotegidos que nunca. – Mu entendeu que só ela já era perigo demais, pois se ela quisesse podia levar um assassino para dentro do castelo sem que fosse notado e matar os irmãos na surdina sem deixar rastros. – Precisamos de ajuda.
– Vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para interceder por vocês, espero que meu pai entenda que se negar ajuda a vocês estará negando ajuda a mim também, pois agora sou seu, sua família e você é a minha. – Sorriu e teve os lábios tomados por um Aiolia sedento de desejo.
– Não sabe a falta que sentir desses lábios deliciosos, do seu corpo, estou estourando por dentro, preciso te ter.
– Você me terá, aqui e agora. – Mu disse, levando Aiolia ao delírio.
Mu retirou sua túnica revelando sua nudez ao marido que só de olhar a pele branca, suave e linda do menino ficou duro e sem demoras tirou a roupa também, os dois beijavam-se e tocavam os corpos um do outro como se fosse a primeira vez, Aiolia foi beijando o corpo do amado que estava deitado na mesa e chegou ao falo do pequeno onde deu primeira mente um beijo e logo passou a chupar com força e vontade arrancando gemidos alucinados do lilás que parecia ir nas nuvens.
– AAAAHHHHH, Olia eu vou gozar assim. – O castanho ao ouvir isso parou o que fazia deixando o menor irritadi. – Porque parou?
– Quero que você goze comigo dentro de ti. – O mais velho falou e já estava para penetrar o lilás quando foi impedido pelo mesmo. – O que foi?
– Minha vez. – E sem mais ficou por cima do castanho e desceu os beijos por seu corpo chegando ao falo do mesmo, onde olhou com certa admiração e finalmente pôs na boca, meio sem jeito chupou, mas a cada chupada que fazia começava a pegar o jeito, até que por fim chupava de um jeito que os gemidos roucos de Aiolia ecoavam fortes pela sala.
Aiolia tirou a boca do menor do seu falo e puxou ele para sentar em seu colo, encaixou-se nele devagar e viu o mesmo fazer uma leve expressão de prazer, beijou os lábios do menor e mordeu o queixo do mesmo, mexendo-se devagar e logo a dor sumiu dando lugar ao prazer completo. Os dois gemia de forma ritmada a cada estocada funda e forte que o castanho dava e após alguns minutos assim eles finalmente gozaram juntos.
– Eu te amo. – Aiolia sussurrou no ouvido lilás.
– Também te amo. – Devolveu o menor levantando-se e puxando o maior. – Vamos para o meu quarto. – Sorriu tímido fazendo o outro sorri sacana e se arrumar pronto para subir com o seu amado.
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