Notas iniciais
Gente perdao pela demora, mas estive ocupado com algumas coisas, mas agora está ai o novo cap, novinho em folha..

A cada dia que passava mais Mu se afastava de Aiolia, estava irritado demais com o outro pelo fato de ter notado que mesmo com Marin sendo claramente uma criminosa e a principal culpada de sua quase morte o castanho ainda conseguia defendê-la, o lilás notava que toda a tarde o castanho sumia e sabia muito bem onde o outro ia, ver a ruiva, apesar de Aiolia insistir que sua preocupação fosse apenas com o suposto filho, isso não mudava o fato que desde o ocorrido naquele dia, o outro passará a não procurá-lo mais, era como se estivesse o desprezando e isso o menor não podia agüentar.

Shura sentia pena da situação do primo, tinha notado que mesmo negando a torto e a direito o menor havia aprendido a gostar e talvez amar o outro, e que sentia sua falta, mas o pior mesmo era que podia notar que o primo sentia-se trocado por aquela vadia, ah como queria poder acabar com ela com as próprias mãos.

– Você precisa fazer algo? – Shura reclamava irritado com Aiolos. – Ele não está cumprindo o papel dele e protegendo meu primo, ele passa o dia com aquela cobra, e ignora Mu.

– O que quer que eu faça, o impeça de vê-la. – Aiolos também se sentia incomodado com as visitas do irmão à ruiva, mas entendia o motivo, ou pelo menos tentava entender. – Lembre-se que é o filho dele.

– Filho? Que filho? Aquela ali não ta carregando filho nenhum e mesmo que estivesse a criança já estaria morta com tanto veneno. – Shura andava de um lado para outro bagunçando o cabelo que parecia mais desarrumado que de costume.

– São especulações. Ela pode sim vir a está..

– Você acredita nela? – Shura parecia chocado com o que acabara de escutar. – Não acredito que depois de tudo ainda acredita nela.

– Não disse isso Shura pelo amor. – Aiolos estava cansado dessa discussão de uns tempos pra cá a única coisa que fazia com o moreno era discutir, sentia falta dele como amigo, de poder lhe segredar algo, sentia falta da presença quieta do moreno, mas agora ele apenas o irritava. – Mas não posso deixar que minha raiva me cegue.

– Você é igual ao seu irmão, usa as pessoas e depois descarta. – Shura estava com ódio, pela primeira vez sentia-se traído pelo castanho mais velho. – Meu primo foi apenas um jeito que vocês deram de conseguir mais poder pro reino de vocês, aposto que aquelazinha está mancomunada com você desde o inicio, aposto que armaram tudo pra tirar Mu do caminho, mas como falharam estão aguardando uma nova oportunidade.

– Não admito que faça acusações deste tipo ao meu respeito. – Aiolos finalmente levantou da cadeira onde esteve sentado olhando o moreno se descabelar. – Quem pensa que sou?

– Seu pai. – Respondeu o moreno com asco. – Ele sempre fez tudo para manter o reino dele, até obrigar seu irmão a casar ele fez.

– Meu pai não foi um homem muito bom, eu sei, mas fez tudo pelo reino, eu não sou como ele, eu procuro fazer o correto pelas pessoas e não pelo poder, você me ofende com as acusações.

– Hum! Eu lhe ofendo com minhas acusações, e sua dúvida perante minha palavra de que ela não está grávida é o que?

– Não é a mesma coisa.

– Quer saber quero apenas que você anule o casamento do meu primo para que possamos partir daqui o mais rápido possível, nenhum de nós liga pro que vai acontecer a seguir, só queremos ir.

– É o que você quer? Ver-se livre?

– Eu sou livre, quero apenas meu primo livre do seu irmão que está o maltratando do jeito que está.

– Pois bem, irei falar com Aiolia.

Shura acenou positivamente e se retirou do salão, estava cabisbaixo não queria ter discutido com Aiolos sabia que o castanho não tinha culpa de nada, mas a forma como ele preferia esperar enquanto o irmão dele maltratava Mu daquele jeito o deixava irritado, fora que o castanho preferia acreditar na palavra de uma assassina do que na sua, ta certo não era médico e apenas de olhar não poderia dizer se ela estava ou não grávida, mas o fato de Aiolos ter cedido tão facilmente ao que a ruiva falou o derrotou.

O moreno sem muito que fazer e irado do jeito que estava resolveu ir até a torre onde a ruiva estava mantida presa e não ficou surpreso quando encontrou Aiolia lá dentro conversando com a ruiva, a mulher ao ver a expressão fechada do moreno sorriu vitoriosa, afinal sabia que aquilo tinha sido algo bom pra ela.

– Deveria está com seu esposo creio eu, não? – Shura perguntou assustando Aiolia que estava de costa para a porta sentado em uma cadeira alisando a barriga de Marin.

– O que faz aqui? – Aiolia perguntou levantando e se postando entre Marin e Shura, como que para proteger a outra.

– HAHA, vejo que já tomou um lado, que bom será menos difícil então. – Sorriu enviesado. – Seu irmão está na sala de trono e o aguardar, mas antes de ir falar com ele, avise a Mu para ir fazendo as malas, pretendo ir embora ainda hoje.

– O que? Você vai embora? O que Mu tem haver com isso? – Aiolia parecia meio incerto diante da informação do outro.

– Vou levar Mu para o nosso reino, mais detalhes fale com seu irmão. – Shura sorriu cínico vendo o castanho ficar nervoso.

– Não aceito, Mu não vai embora, eu sou marido dele, e o proíbo de ir...

– Você não está em condições alguma de mandar em nada garoto, você abandonou seu esposo pra ficar aqui com essa assassina, mentirosa, perdeu seu direito sobre ele. Agora vai, que preciso falar com essa aí. – Shura andou mais pra perto dos dois e foi barrado novamente por Aiolia.

– Não vou permitir que faça mal ao meu filho.

– Não vou fazer mal à filho nenhum até porque não existe nenhum, agora vai, antes que eu o derrube aqui mesmo. – Shura puxou a espada que estava pendurada em sua calça.

– Olia pode ir, eu me encarrego dele e qualquer coisa grito, têm guardas por aqui. – Marin afirmou convicta, fazendo o castanho assentir e sair do aposento mais ainda contrariado em deixar o lugar mesmo. – O que quer? – Perguntou grossa assim que o castanho saiu.

– Olha só seu estado debilitado não é tão grave assim. – Ironizou o moreno.

– Não me venha com piadinhas, nós dois sabemos que não estou grávida coisa nenhuma, diga logo o que quer.

– Deveria ter cuidado ao confessar essas coisas assim.

– Cuidado por quê? Eles não acreditam em você. – Cutucou a ruiva. – Aiolos que sempre esteve ao seu lado, agora duvida da sua afirmação, e Aiolia nunca gostou de você então mesmo que diga algo ele não irá acreditar.

– Hum hum! Meus parabéns, mas o que vai fazer quando a barriga não crescer? – Sorriu o moreno.

– Tenho tempo quanto a isso, afinal Aiolia passa mais tempo comigo do que com seu priminho, e soube também que nem mais dormido juntos os dois tem, então é questão de tempo até eu conseguir o que quero. Sabe eu ganhei Shura.

– Que ótimo, então fique feliz, pois como você ouviu irei levar Mu embora.

– Já não era sem tempo.

– Mas espero que você o deixe em paz.

– Sem problemas, basta ele sumir da minha vida.

– Mas me conte qual seu plano após nos tirar daqui?

– Não vejo mal algum em falar, já que venci você. – Riu a ruiva. – Bem primeiro tenho que fazer Aiolia se deitar comigo novamente, o que não vai ser difícil, sem o seu priminho aqui, ele se sentirá só e eu estarei aqui para lhe ajudar, em seguida tenho que provocar uma briga entre os irmãos, algo que afaste Aiolia de Aiolos, e que eu possa controlar Aiolia, sendo assim Aiolos não terá como opinar em nossa vida.

– Já sei, em seguida vai se livrar de Aiolos para que seu amado assuma o trono.

– Esperto você.

– Não acha que está querendo demais?

– Apenas o que me pertence, vingança nunca é demais.

– Vingança?

– Ah sim você não sabe. Meu pai era um nobre, ele era dono de uma grande porção de terras, mas tinha apenas um vicio que era fazer apostas de lutas, e o maldito apostou toda a nossa fortuna em meu irmão dizendo que ele seria capaz de vencer Aiolos, e realmente ele seria capaz, afinal Sourento era um grande guerreiro e alguns anos mais velho que Aiolos, mas meu pai não contava que o rei fosse trapacear.

– Como assim?

– O todo poderoso Arami temendo a vergonha na sua família, treinou Aiolos para que o menor pudesse lutar no escuro, e escolheu o bosque sombrio, onde a visão é quase nula, e além de quase não se ver nada ali as arvores ainda atrapalham o caminho, meu irmão ficou perdido no caminho e ninguém sabe o que aconteceu ali dentro, só acharam o corpo dele depois de alguns meses, decapitado. Aiolos era quase uma criança jamais teria conseguido fazer aquilo com meu irmão, então fica a suspeita que o rei trapaceou, mas ninguém nunca levantou a suspeita contra o rei, e ele nos tirou tudo, meu pais enlouqueceu e se matou, minha mãe não agüentou ter perdido o filho e o marido e simplesmente me abandonou sumindo no mundo, eu virei escrava, foi assim que conheci Aiolia, apesar de ter me apaixonado por ele, eu odeio a família dele acima de tudo e nunca vou perdoar o que o pai dele fez com meu irmão, sendo assim irei destruir a família dele, como ele fez com a minha um por um. Pena que ele não vai poder ver isso. – A ruiva chorava, mas ria de alegria ao contar o que faria com a família deles.

– Você vai matar Aiolia?

– Talvez, mas primeiro quero ele louco, por isso quero tirar tudo dele.

– Aiolia era uma criança e Aiolos também, não teve culpa.

– Todos tiveram sua parcela de culpa. Agora vá embora.

– Não vou permitir que faça isso.

– E vai fazer o que, ninguém acredita em você lembra.

– Talvez, mas agora que sei tudo isso, eu não permitirei que destrua pessoas inocentes.

– Se eu fosse você se preocupava apenas com você e seu primo, em manter vocês dois vivos, pois saiba que não estou sozinho aqui, cuidado em quem confia Shura, cuidado com os criados, com as amas e principalmente damas de companhia, mulheres são mais vingativas que os homens, e somos piores que eles quando queremos matar, somos silenciosas, indolor e sem vestígio, como bons venenos. HAHAHAHAHAHAHAHA. – A ruiva parecia insana, mas o moreno notou um tranço de verdade em seus olhos, além é claro da loucura e percebeu que aquilo era uma indireta para ficar de olho em Mu, tinha que sair o mais rápido possível daquele lugar, deixar Mu a salvo e só então voltar para ajudar os irmãos.

Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

– Você não pode fazer isso Aiolos, ele é meu, você não tem esse direito. – Aiolia estava inconformado com a decisão do irmão de anular o casamento e permitir que Mu fosse embora.

– Aiolia é o melhor para os dois, você não sabe como se sente em relação a ele, e o pior tem feito o garoto sofrer, você tem o ignorado, deixado de cumprir sua função com ele, você praticamente o abandonou nas ultimas semanas. – Aiolos declarou a verdade, fazendo Aiolia sentir-se um verme por perceber que realmente negligenciara atenção ao seu marido, mas isso não era motivo para Aiolos anular o casamento. – Foi bem ele que fez a sua cabeça não foi.

Aiolia saiu do salão em passos rápidos e Aiolos soube que deveria ir atrás do irmão, pois a forma como ele estava incontrolável só podia significar uma coisa, problemas.

– Aiolia. – Chamava o mais velho em vão.

Enquanto o castanho mais novo quase corria pelos aposentos da mansão decidido, não iria permitir que aquele idiota levasse seu esposo embora, sabia que tinha deixado ele um pouco de lado, mas ele não tinha nada haver com isso, ninguém tinha, nem mesmo Aiolos, seu irmão o estava traindo de uma forma quase que proposital ao seu ver.

Aiolia finalmente chegou ao aposento onde Mu tinha dormido nas ultimas semanas e viu o moreno chegar um tanto afoito pelo outro corredor logo depois, Aiolia parou em frente a porta e olhou provocante para o moreno, como se o desafiasse a tentar entrar ou até mesmo tocar em Mu sem a sua permissão. Aiolos sentiu o clima tenso entre os dois apenas pelo olhar um do outro.

– O que veio fazer aqui, seqüestrá-lo? – Ironizou o castanho menor.

– Não interessa e pelo visto já está sabendo de tudo. – Constatou olhando para Aiolos que parecia um tanto relutante em se meter.

– Escute aqui, você não tem o direito de se meter entre Mu e eu, estamos casados aceite.

– Aceitar o que o fato de você está ignorando meu irmão e transando com aquela vadia, que pode nem estar grávida de verdade.

– Você está transando com ela? – Aiolos finalmente falou abismado com a informação.

– É claro que não.

– Hoje encontrei seu irmão na torre apenas de calça e ruiva estava apenas de roupas intimas, o que você acha que isso significa.

– Estava quente lá dentro e eu apenas alisava sua barriga.

– Aiolia. – O mais velho repreendeu o irmão pela atitude impensada. – Aiolia se você estiver transando com ela e ela não estiver grávida, você estará dando a chance dela engravidar será que não entende.

– Quem não entende é você, EU NÃO ESTOU TRANSANDO COM ELA. – O castanho parecia inconformado com o fato do irmão não acreditar no que dizia. – Por que você prefere acreditar nele do que em mim.

– Fatos Aiolia, você tem ido visitá-la todo o dia, isso deixa sua palavra em duvida, você tem abandonado seu marido...

– Não precisa repetir tudo isso, já sei, e pretendo corrigir o erro.

– De novo? – Mu abriu a porta e perguntou, atraindo atenção de todos, o lilás estivera o tempo inteiro trancado no quarto ouvindo a discussão que se estendia e se acalorava a cada segundo em frente ao seu quarto. – Quantas vezes mais pretende me fazer sofrer e depois se desculpar para me fazer sofrer novamente? – Um tinha os olhos meio molhados, era notório que estivera chorando.

– Mu eu..

– Você tem me deixado de lado para ir vê-la todo o dia, mesmo depois de ter dito que estava apenas preocupado com seu filho.

– Mas é verdade.

– Então por que tem ido vê-la todo o dia? Por que tem me trocado por ela? Você nem sabe se ela realmente está grávida. – Mu parecia decidido e não chorava, tinha derramado todas as lagrimas que possuía durante semanas, em parte se culpando por não ter dado o que Aiolia merecia, e outras vezes odiando o castanho por tê-lo metido em um casamento sem futuro.

– Eu sempre quis ser pai, eu...

– Eu sempre quis uma família, desde novo quando soube que me casaria com você, apesar de ter tentado negar e não ter aceitado bem no inicio, tentei aprender tudo o que fosse possível para lhe agradar, me transformaram em um andrógino com feições femininas demais, tudo por você, eu aceitei tudo, porque achei que mesmo sendo uma obrigação, mesmo você falando algumas coisas, a forma como você me tocava depois significava algo, podíamos dar certo, mas não você sempre me viu como uma obrigação.

– Isso não é verdade.

– Não, então por que me abandonou Aiolia? – Shura e Aiolos estavam comovidos com a dor do lilás, sabiam que era difícil para qualquer homem ter que se tornar uma mulher para o marido, ainda mais quando era um casamento arranjado, ou melhor, encomendado antes mesmo do seu nascimento, Mu realmente estava sofrendo e Aiolia não tinha o direito de negar o que ele pedia.

– Você tem razão eu tenho sido egoísta e só pensado em mim, mas saber que você sempre perdoar minhas bobagens, fez eu cometer mais ainda. – Aiolia abaixou a cabeça, cansado e desarmado diante do rosto de dor que o lilás possuía naquele momento, o rosto do abandono, do sofrimento, da rejeição, e era apenas culpa dele mesmo. – Eu queria ter uma ultima chance, mas não sei se serei capaz de não te fazer sofrer novamente, queria poder dizer que sim, mas não sei. Então é melhor.. – Aiolia respirou fundo antes de continuar. – Eu liberar você desse sofrimento, pode ir embora, o casamento está anulado fique feliz.

– Não posso ficar feliz, pois eu aprendi a te amar Aiolia, e nunca ficarei feliz longe de você, mas preciso aprender, preciso aprender a amar outra pessoa, pois enquanto você não souber me amar, não posso te dar outra chance.

– Eu estou aprendendo a amar, você tem me ensinado aos poucos, mas talvez não seja suficiente ainda o que eu aprendi.

– Seria se você demonstrasse. – Mu finalizou o assunto entrando novamente no quarto.

Shura passou por Aiolia, percebendo pela primeira vez que o garoto realmente gostava do seu primo. – Eu vou cuidar dele, até você estar pronto para ir buscá-lo novamente, mas enquanto isso dê um tempo. – Shura tocou levemente o ombro do menor que ficou um tanto quanto agradecido pelas palavras do moreno, que logo adentrou o quarto do primo

– Eu sinto muito maninho. – Aiolos abraçou o irmão que parecia uma criança desamparada.

– A culpa é minha, eu estraguei tudo, vou perdê-lo. – Aiolia sentia-se derrotado.

– Não vai não, lute por ele e mostre de verdade seu amor, vai ver como tudo vai se ajeitar.

Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

As semanas passaram sem que Aiolia fosse visitar Marin novamente e isso deixava a ruiva inquieta, afinal não podia aparecer daqui há alguns meses sem barriga na frente de uma corte, seria condenada a morte por tentativa de assassinato e perderia sua única chance de vingança precisava urgentemente pensar num plano B.

– Vejo que está inquieta. – Aiolos sorriu ao adentrar o local e ver a ruiva andando de um lado para outro.

– Quem não estaria, estou presa aqui há um mês e alguns dias, estou entediada, preciso sair. – Informou impaciente, não entendo porque fora Aiolos a ir visitá-la e não Aiolia. – Cadê seu irmão, achei que estaria mais preocupado com o filho.

– Está com outras obrigações agora.

– Pensei que ficaria mais livre depois de ter se livrado daquele branquelo sem graça. – Riu azeda.

– Bem está enganada, pois ele está tentando justamente reconquistar o branquelo sem graça, e por isso ele não irá vir te visitar até o dia do julgamento. – Aiolos notou a mascara de frieza e deboche cair quando deu a noticia, e sorriu por dentro.

– Como? Ele não pode, deveria estar aqui comigo, a mãe do filho dele, deveria arrumar um jeito de me tirar daqui e não atrás daquele ratinho anêmico.

– Bem nem tudo é como queremos. – Aiolos terminou a breve visita e se retirou, não sem antes ouvir a ruiva praguejar em todas as línguas que conhecia atirar a cadeira na qual estivera sentado contra a parede.

– Nem longe aquele idiota me deixa em paz, tenho que fazer algo rápido e depois penso em como me livrar dele, vou fazer todos sofrerem com a minha vingança e vou começar com você Aiolia, tirarei tudo seu, primeiro seu ratinho anêmico, depois seu irmãozinho e finalmente a sua vida, quero ver você implorar pra morrer, quem mandou me abandonar.