Apesar de Tudo

3 Capítulo 3


Notas iniciais
Oii!Depois de quase o dia todo desse site em manuntenção, eu estou de volta *não contavam com a minha astúcia* (kkkk)Capítulo 3 está aqui :DEspero que gostem! Boa leitura!

Eu nunca ia conseguir entender a curiosidade que eu sentia por tudo que vinha de Sungmin. Quando éramos crianças, eu queria estar sempre com ele, para saber de tudo o que acontecia em seu dia. Perdi as contas de quantas vezes eu passava a noite na casa dele e ele na minha. Nós brincávamos de construir cidades inteiras com peças de lego, para então pegarmos um daqueles bonecos e destruir tudo, isso durava a noite inteira. Eu adorava estar perto de Sungmin por que ele entendia o que eu queria dizer, sempre. Muitas vezes eu não precisava nem dizer que queria um prédio bem alto e um aeroporto numa parte da nossa pequena cidade, eu olhava e já estava feito. Eu costumava achar que ele lia minha mente.

Enquanto eu viajava, o sinal havia tocado e eu nem havia percebido.

-Kyuhyun, você está de volta na Terra?! – perguntou Henry, ele parecia estar meio cansado de me chamar.

-Sim, sim estou... – eu falei. –O sinal tocou?

-Claro que já, por que mais a sala estaria vazia? – perguntou Henry e então eu olhei em volta para confirmar.

-Desculpe... – falei levantando. Não precisava arrumar nada por que não tinha feito questão de tirar nada da mochila. –Vamos.

-Claro... – Henry falou saindo da sala.

Encontramos com os três hyungs nos armários e então fomos conversando até a casa de Sungmin. Mais uma vez, minha atenção foi chamada pelas brincadeiras e pelos toques de Eunhae, que era como eu havia decidido chamá-los. Eunhyuk andava com uma mão no ombro de Donghae, até aí eu até achava normal, mas a mão de Donghae que segurava firmemente a camisa do outro quase que possessivamente era totalmente diferente. Eles agiam como amigos e se tocavam como amantes, era assim que eu os via. Senti uma mão parando na frente do meu peito, eu fui contra ela sem perceber e então aquilo me empurrou com força contra a calçada da rua que iríamos atravessar. Percebi que estava distraído de novo, caí de bunda no chão, o que fez Eunhae e Henry rirem.

-Kyuhyun, você está bem? Não viu aquele carro vindo? – perguntou Sungmin. Ah, então havia sido a mão dele de encontro com meu peito me empurrando. Não esperava que ele tivesse tanta força.

-Eu estou bem, Sungmin, não se preocupe. Eu estava distraído. – falei aceitando sua ajuda para levantar.

-Preste mais atenção quando for atravessar a rua! – brigou Sungmin, fazendo um bico fofo. Foi inevitável que eu levasse a mão em sua bochecha e a apertasse.

-Você é tão fofo às vezes, hyung. – eu falei e então nós fomos atravessar a rua.

Chegamos à casa de Sungmin e todos se espalharam. Eunhae sentaram num sofá de dois lugares, Henry sentou no chão e Sungmin foi para a cozinha ver o que podia fazer para comermos. Fui para a cozinha atrás dele, largando minha mochila na sala.

-Esse apartamento é bem grande para quem mora sozinho. – falei.

-Na verdade esse apartamento era dos meus pais, eu acabei herdando ele. – ele falou. –Eu morei aqui até pouco antes de te conhecer, que foi quando mudamos para aquela casa na sua rua.

-Ah sim. Quer que eu te ajude com isso? – perguntei enquanto ele tentava carregar muita coisa para seus braços.

-Tem um refrigerante na geladeira. – ele falou enquanto eu pegava algumas coisas de seus braços. –E algumas latas de cerveja, pode pegá-los pra mim?

-Claro. – falei abrindo a geladeira e nós terminamos de levar as coisas para a sala. Mal chegamos e Eunhyuk e Henry já estavam atacando a comida.

-Hyukkie! Até parece que você anda passando fome em casa! – brigou Donghae.

-Mas eu estou com fome, Hae! – o outro respondeu.

-Deixe-o comer, Donghae, não tem problema. – falou Sungmin se sentando numa poltrona.

-Viu Hae, não tem problema... – Eunhyuk falou mostrando a língua para Donghae. Vi a expressão facial de Donghae mudar um pouco e então ele sorriu.

O resto da tarde passou rápido. Henry teve que ir embora cedo por que não tinha avisado seus pais que ficaria até mais tarde fora, sua mãe já estava brigando com ele no telefone, não queria nem imaginar o que ela falaria para ele pessoalmente. Eunhae foram embora depois de algum tempo. Fiquei com Sungmin para limpar a bagunça que tínhamos feito.

-Obrigado Kyuhyun... – ele falou quando terminamos de lavar as louças. –Por ter ajudado.

-Não foi nada Sungmin. Agora eu vou indo para casa, antes que minha mãe fique preocupada. – falei. –Se ela ficar preocupada é perigoso ela colocar até a polícia atrás de mim...

-Eu te levo em casa. – ele falou indo para a porta.

-Não precisa, Sungmin, eu vou...

-Eu te levo, anda, nós vamos de carro. – ele falou.

-Se tem um carro, por que não vai com ele pra escola? – perguntei.

-Kyuhyun, a escola é só a três quarteirões daqui. – ele riu e então eu peguei minha mochila e nós descemos para a garagem do prédio.

Saí do carro e acenei para Sungmin que saiu com o carro acenando também. Entrei em casa e minha mãe foi logo me perguntar como tinha sido a tarde. O resto do final de semana passou rápido, logo eu estava na escola de novo, quase roendo minhas unhas a espera do intervalo para o almoço. Quando o sinal tocou, fui um dos primeiros a sair da sala. No corredor, vi as pessoas olhando para mim de uma forma estranha. Coitados, eles estavam achando que estavam sendo discretos...

Desde que me aproximei de Sungmin e nós inevitavelmente viramos melhores amigos outra vez, eu sei que as pessoas tem se distanciado de mim cada vez mais. Mas aquilo já estava ficando bizarro. Por que todos estavam me olhando daquela forma e cochichando? Eu queria apenas saber qual era o assunto. Não ia demorar para saber, eu tinha certeza, Henry era um fofoqueiro de primeira. Parecia aquelas velhas que não têm nada pra fazer a não ser ficar na janela vendo o que acontece para contar para os outros. Quando o vi vindo em minha direção na fila do almoço, tinha certeza de que ele me contaria o que estava acontecendo.

-Oi. – eu falei, para começar a conversa.

-Err... Oi. – ele falou, um sorriso incerto dançou em seus lábios antes dele desviar o olhar.

-Henry, o que aconteceu? – perguntei.

-Eu... Acho que eu estou passando mal, vou ao banheiro. Você pode pegar o almoço pra mim?

-Tudo bem... – e eu nem tinha terminado de falar e ele já estava correndo em direção ao banheiro. O que será que tinha acontecido?

Fiquei com essa dúvida até ele voltar do banheiro, uns bons 10 minutos depois. Ele sentou no lugar que eu tinha colocado sua bandeja, ao lado de Donghae, e comeu em silêncio.

-Henry, você está bem? – perguntei. Ele não parecia normal, mas não estava com cara de doente.

-Eu? Estou bem... Bem melhor... – ele falou, se engasgando no meio da fala. Deixei ele achar que estava me enganando por enquanto.

-Vai estrear um filme muito bom na sexta-feira... – falou Donghae. –A gente podia ir ver, o que vocês acham?

-Eu concordo! – Eunhyuk falou imediatamente.

-Eu também! – falou Sungmin animado.

-Tudo bem. – falei. Olhei para Henry e ele parecia longe. –Ei, Henry, você está em que mundo, criatura?

-Eu... Desculpem, eu estava... O que vocês estavam falando? – ele perguntou ainda meio aéreo.

-Ir no cinema sexta-feira... – falou Donghae.

-Tudo bem. – ele falou e voltou a viajar. Esse garoto tinha alguma coisa, eu tinha certeza. A curiosidade me corroia para saber o que era.

O intervalo para o almoço acabou e Henry havia saído da nossa mesa antes do sinal tocar, dizendo que ia ao banheiro outra vez. Quando voltei para a sala, ele já estava ali, sentado e com a cabeça baixa, provavelmente dormindo um de seus sonos pesados. Deixei-o, mas com certeza até o final da aula eu ficaria sabendo do que ele estava me escondendo.

As aulas passaram e nada de Henry se manifestar, ele parecia estar aéreo de propósito, para que eu não chegasse perto dele e perguntasse de uma vez. No intervalo para a última aula, não me segurei e fui até sua mesa. Sentei-me no canto da mesa e ele levou um susto quando me viu.

-O que está acontecendo, Henry. Por que você me evitou desde o intervalo do almoço? Por que está se fazendo de desentendido até agora? Eu sei que você sabe o que as pessoas estavam fofocando, então pode me contar agora! – eu falei, a voz perturbadoramente baixa para que ninguém ouvisse nossa conversa.

-Eu... É verdade, eu sei o que estão dizendo, não queria te contar por que você vai ficar uma fera, não quero que se meta em encrencas, Kyuhyun. – ele falou, tive que conter o impulso para apertar as bochechas de meu dongsaeng, tamanha sua fofura. –Eles... Estão espalhando boatos sobre você... E Sungmin. Estão dizendo coisas absurdas, tipo que já ouviram vocês se pegando no banheiro, e outras coisas. Eu sei que não é verdade, mas achei que você fosse querer bater em todo mundo quando soubesse...

-Quem está espalhando isso? Isso é um absurdo eu e Sungmin nunca fomos nem no banheiro juntos... Acho que só na vez que eu me desculpei com ele e... São eles, não são? Os garotos que andavam com a gente. Eles que estão espalhando isso...?

-Não sei, a escola toda está falando sobre isso. Acho que a sua aproximação com Sungmin foi rápida demais, segundo eles, e então as pessoas começaram a espalhar esses boatos do banheiro e então... – ele falava sem parar. Agora sim ele parecia a velha fofoqueira que era. –Kyuhyun, não ligue para o que estão falando, eles são uns idiotas...

-Tudo bem, Henry, não se preocupe com isso, eu não vou voar no pescoço de ninguém, mesmo por que eles acabariam comigo em menos de meio minuto. Eu tenho noção disso... – ele riu do que eu falei. –Vamos esquecer isso, ok. Só espero que não estejam fazendo nada com Sungmin, sabe-se lá o que esse pessoal vai começar a fazer com esses boatos.

-Kyuhyun, o professor acabou de entrar. – Henry falou. Levantei de sua mesa e fui para a minha. Ainda teríamos a última aula antes de finalmente termos liberdade.

Eu olhava em volta na sala algumas vezes apenas para ver que as pessoas estavam cochichando, provavelmente sobre mim. Pobre Henry, daqui a pouco ele entraria nas fofocas também, as pessoas estariam falando ‘você viu como ele se sentou na mesa de Henry e ficou se insinuando para ele?’ ‘vi, e como eles sempre vão embora juntos...’. Ok, isso é coisa da minha cabeça, mas com certeza as pessoas incluiriam ele se já estavam achando que eu era gay. Pouco me importava o que aquele bando de perdedores achava. Eles nunca conseguiam chegar perto das minhas notas nem eu sendo o vagabundo que era, todos acabariam com empregos mixurucas com salários miseráveis e viveriam mal para o resto da vida. E sim, isso era uma praga. O sinal tocou e eu arrumei minhas coisas e fui para o corredor. Lá, eu procurei Sungmin com os olhos. Quando o encontrei, percebi ele sorrindo pra mim. Fui ao seu encontro e contei a ele o que estavam falando sobre nós. Ele me olhou meio chocado com o que estavam dizendo. Eu tentei acalmá-lo, dizendo a ele as pragas que eu fazia àquelas pessoas mentalmente, mesmo assim ele ainda parecia preocupado quando se despediu de mim e de Henry e foi pelo outro lado da escola.

No outro dia, quando cheguei na escola, as pessoas pareciam falar ainda mais sobre mim. Os burburinhos estavam começando a me irritar, mas não me deixei levar pela raiva. Tudo para não perder a paciência, Kyuhyun. Se eu perdesse a paciência não seria bonito. Eu tenho um alfabeto de palavrões em meu dicionário, nem metade aqueles idiotas conheciam, e eles nunca tinham me visto com raiva. Era melhor assim, as pessoas acharem que eu estava passivamente aceitando todo aquele falatório. Quando encontrei com Sungmin no armário, ele apenas disse um oi meio sem graça e disse que iria para sua sala por que tinha que falar algo com alguém. Estranhei tudo nele, desde a falta do seu sorriso de sempre e a falta de emoção em sua voz enquanto ele falava, mais baixo que o habitual. Era só o que me faltava, Sungmin me evitando. Fui para a sala e encontrei Henry, dormindo pra variar.

-Hey! – falei alto, empurrando os braços dele e assustando-o.

-Ah eu já to acordado, já to... – ele me olhou quase com os olhos fechados, depois ainda cerrou-os mais ainda, de raiva. –Por que veio me acordar!

-Só deu vontade... – eu ri.

-Vai te catar, Kyuhyun... – ele murmurou e voltou a dormir. Fui para a minha mesa e esperei a tortura das aulas que passariam antes de finalmente chegar o intervalo do almoço.

Na hora do almoço, quando cheguei no refeitório, Donghae e Eunhyuk estavam almoçando sozinhos numa mesa. Fui até eles com a minha bandeja já em mãos e sentei-me na mesa.

-Onde está Sungmin? – perguntei.

-Ah, ele disse que tinha que ver alguma coisa na biblioteca e depois vinha comer. – falou Eunhyuk.

-Ah sim. – falei, vendo Henry se aproximando de nós com uma bandeja.

-Oi. – ele falou. –Ué, cadê o Sungmin?

-Na biblioteca. – falou Donghae.

O assunto morreu aí. Eunhae ficaram conversando entre si enquanto eu e Henry comíamos. Tudo o que eu queria era que Sungmin parasse com aquela brincadeira de me evitar.

O resto da semana ele passou me evitando. Toda vez que eu me aproximava, ou ele saía de perto fingindo que não tinha me visto, ou ele dava alguma desculpa para não ficar muito tempo comigo. Eu não estava entendendo, ele estava realmente se preocupando com o que os outros estavam falando? Eu realmente não acreditava nisso, não com o tanto que eu conhecia dele. Na quinta-feira, Donghae veio falar comigo, falando que Sungmin não ia mais ao cinema com a gente.

-Mas ele deu alguma razão pra não ir? – perguntei.

-Não, eu achei que você soubesse de alguma coisa, afinal vocês são melhores amigos... – ele falou.

-Não... Vou até a casa de Sungmin ver o que aconteceu com ele hoje mesmo.

-Tudo bem. – ele falou e então saiu, vendo que Eunhyuk estava saindo do banheiro.

Quando as aulas terminaram, eu me despedi dos três e fui em direção à casa de Sungmin. Ali pelo menos ele não poderia escapar de mim, nós teríamos que conversar. Eu sabia que ele estaria em casa por que naquele dia, ele tinha ido de carro para a escola, e eu vi que ele tinha saído o mais rápido possível para voltar para casa. Andei um pouco rápido demais até a casa dele, o porteiro me reconheceu do dia em que fomos para a casa dele e deixou que eu entrasse sem problemas. Subi pelo elevador até seu andar e bati na porta. Demorou um pouco até ele atender, e dei graças a Deus que ele fosse lerdo o suficiente para não checar quem era. Quando ele abriu a porta, eu entrei imediatamente, sem esperar que ele me convidasse. Ele levou um susto e largou a porta, dando alguns passos para trás. Fechei a porta atrás de mim.

-Ah, é você Kyu. Que susto que você me deu... – ele falou colocando a mão no peito enquanto acalmava a respiração descompassada.

-É, sou eu, o seu melhor amigo que você anda evitando na escola. – falei. Ele me olhou com os olhos tristes.

-Eu... Não andei te evitando, eu só... – ele falava enquanto desviava o olhar para suas mãos que começavam a brincar uma com a outra.

-Sungmin, não venha me dizer que não estava me evitando, você estava sim. Por que estava fazendo isso? Você está com vergonha de mim? Está fazendo isso por causa do que os outros estão falando? Eu realmente não acredito que você esteja... – eu nem estava pensando, apenas despejando tudo o que vinha na minha cabeça.

-Não! Eu estava apenas... Eu achei que assim eles parariam de falar e você pudesse ficar fora disso, sabe. Ser chamado de gay pela escola toda, o tempo todo. Era tudo minha culpa, por você estar mal falado, eu não queria...

-Sungmin, eu estou pouco me importando para o que os outros estão dizendo, sinceramente, e achei que você também não estivesse. Você se afastou de mim assim por que achou que seria melhor pra mim, mas acabou me magoando, ok! – eu falei. Sungmin tinha começado a dar indícios de que iria chorar, eu me senti culpado.

-Eu não queria isso, só queria que você não ficasse mal falado... – ele falou fracamente, levantando o olhar finalmente. –Eu só quero o seu bem, Kyu... – e então eu me aproximei dele e abracei-o. Não agüentaria se ele começasse a chorar ali na minha frente.

-Não se preocupe Sungmin, só... Não se distancie mais de mim, ok? – eu falei e senti sua cabeça balançar numa afirmação contra meu peito. Abracei-o mais forte. –Não agüentaria te perder outra vez... – aquilo tinha escapulido de meus lábios, eu estava pensando e de repente, minha boca falou meus pensamentos sem que eu percebesse. Percebi que Sungmin estava levantando o olhar para mim, ainda estava agarrado a ele, sentindo seus braços ao redor do meu torso se apertarem como se também não quisesse me perder. Vi seus olhos molhados de lágrimas e aproximei meu rosto do dele.

Meus movimentos foram calmos sem que eu os comandasse, os olhos de Sungmin simplesmente me fizeram movimentar-me sem perceber, quando me dei por mim, nossos rostos estavam tão próximos que eu sentia sua respiração pinicar meu rosto. Eu sabia o que viria em seguida, e ele também sabia, e então ele balançou levemente a cabeça, como se dissesse sim ao meu pedido silencioso de fazer uma coisa que não era exatamente certa. Então eu colei nossos lábios, sem receio. Senti seu corpo tremer contra o meu e sua boca abrir, serpenteei minha língua para dentro de sua boca e quando nossas línguas se tocaram, foi como se um choque perpassasse nossos corpos. O beijo demorou algum tempo, eu não queria largar Sungmin nunca mais, mas então nós nos separamos, não por falta de ar, mas por que de alguma forma, algum raciocínio tinha voltado a nós e foi como se fosse um balde de água fria em mim. Eu estava beijando meu melhor amigo.

Notas finais
Entãão, vim postar pra deixar as coisas bem tensas na fic...kkkkkkkkkkkEspero que tenham gostado, desse capítulo eu gostei :D Enfim, vocês sabem o que fazer pra me deixar feliz. Ah, se alguém assim por ventura tiver sem nada pra fazer e quiser me fazer uma capa eu acharia tão lindo *-*