Apenas uma Potterhead

11 First Class Day and another Best Friend - Part I


Notas iniciais
Hey, como vcs estão? Eu vou muito bem, e aqui está um capítulo prontinho. As pessoas na capa do capitulo são respectivamente da esquerda pra direita a Lyra, o Rafael e o Nicolas. No capitulo estarão anexados alguns links com a roupa das meninas, se quiserem ver. Espero que gostem. Boa Leitura.

Capitulo 10 – Primeiro Dia de Aula e um mais um Melhor Amigo – Parte I

POV Lyra

—­Lyra! – gritou uma voz longe de mim. – Fique aí filha! Não saia daí! A ........

—Lyra, acorda! – abro os olhos rapidamente e me sento, respirando fundo. – Tá tudo bem? Você estava resmungando e parecia aflita. Resolvi te acordar logo, daqui a pouco nós vamos pro Salão Principal, vai se arrumar. – aceno positivamente com a cabeça para Evy, me levanto e pego o uniforme no malão, vou até o banheiro e faço minhas higienes matinais. Quando saio do quarto Evy e Ruby estão sentadas na minha cama conversando.

—Amiga. – fala Evy vindo até o meu lado pegando a minha mão e me girando. – Se eu fosse homem eu te pegava.

—Ah, que isso, você também tá linda. – falo abrindo um sorriso. – As duas na verdade.

—Que eu sou bonita eu já sei, mas você não passou nem maquiagem! – exclama Ruby fazendo drama.

—Não gosto, dependendo do jeito deixa as pessoas superficiais. – respondo fazendo uma careta.

—Ok, depois conversamos sobre maquiagem, vamos comer! – fala Evy empolgada indo em direção a porta.

Descemos as escadas chegando até a Sala Comunal, haviam poucas pessoas, mas um certo garoto me chama a atenção.

—Hey, Lyra! – abro um sorriso em direção a Nicolas que levantava de um sofá e vinha na minha direção e das garotas.

—Hey, Nicolas! – o cumprimento com empolgação.

—Nico, você já conhece a Lyra? – pergunta Ruby.

—Vocês já conhecem ele?! – exclamo as olhando, Evy anda até Nicolas e se apoia em um ombro dele.

—É claro, somos um trio desde que entramos em Hogwarts, e agora temos uma nova integrante! – fala ela com um sorriso radiante.

—O papo tá legal, mas vamos comer que eu ‘tô com fome. – Ruby nos puxa em direção a uma nem tão grande escada, nós subimos ela e Ruby bate na parede no mesmo ritmo que Nicolas bateu para entrarmos na Sala Comunal ontem à noite. A parede se abre revelando os barris empilhados, seguimos caminho pelos corredores e vamos em direção ao Salão Principal. O Salão estava cheio quando entramos ele mergulhou em um profundo silêncio, todas as cabeças estavam viradas em nossa direção, mais precisamente na minha. Consegui localizar Rafa e a 3º geração na mesa da Grifinória.

Abri um sorriso irônico e suspirei.

—Se quiserem tirem uma foto que dura mais. – falo calmamente, mas minha voz é escutada por todo mundo, logo todos voltaram a conversar. Revirei os olhos e me sentei na ponta da mesa da Lufa-lufa, Evy, Nicolas e Ruby fizeram o mesmo me olhando como se não acreditassem no que eu havia dito.

—Sério, que você teve coragem de dizer isso, pra todos no Salão Principal? – me pergunta Nicolas.

—Você mesmo ouviu e viu tudo, então...

—Eu não teria coragem de fazer isso. – fala Evy, colocando suco de abóbora em um copo e tomando um gole.

—É só uma questão de tempo comigo, que vocês serão irônicos e sarcásticos em situações como essa e outras, assim como eu. – falei e dei um sorriso sem mostrar os dentes.

Observei melhor a mesa da Grifinória e percebi três pontinhos verdes, infiltrados e conversando com os outros, Roxy, Scorpius e Alvo estavam no meio de Grifinórios como se sempre fizessem isso.

—Eles sempre vão pra lá. – fala Ruby apontando com a cabeça pra eles. – Quando não é assim, os outros vão pra mesa da Sonserina.

—E isso é permitido? – questiono com a sobrancelha levantada.

—Claro, anos atrás não seria, McGonagall iria pedir para eles voltarem para a mesa deles, mas depois as coisas foram mudando um pouco, podemos sentar nas mesas das outras casas se quisermos. – Nicolas me responde dando de ombros no final.

—Com licença, seus horários. – profº Longbottom aparece do nosso lado nos dando o horário.

—Qual o primeiro horário de vocês? – pergunto olhando para o papel em minha mão. – O meu é Transfiguração.

—O meu também. – fala Nicolas.

—O meu é Adivinhação. – fala Ruby fazendo uma careta.

—O meu é Poções. – fala Evy animada.

—Como você pode gostar de Poções? Aquela aula é um saco. – Ruby pergunta resmungando.

—Não, é não. Não entendo porque você não gosta, qual é o problema com Poções? – diz Evy olhando para Ruby com os olhos arregalados.

—Sinceramente, a aula de Poções seria bem melhor se Slughorn não desse aula. – responde Ruby entediada.

—Slughorn? – pergunto com o cenho franzido.

—Nosso professor de poções, Ruby o acha chato por ele ser velho. Não se preocupe, você vai fazer aula de poções não vai? – me responde e depois pergunta Nicolas.

—Sim vou fazer, e por falar nisso.... – começo a falar e percebo o Salão mais vazio do que quando entramos. – acho que estamos atrasados.

—Então vamos! – Nicolas levanta rapidamente e me pega pelo pulso nos levando para fora do Salão Principal.

Fomos correndo pelos corredores e subimos escadas até o primeiro andar, entramos rapidamente em uma porta, essa que nos levou até a sala de Transfiguração, todos os alunos estavam sentados, olhei para a mesa da professora e havia um gato em cima da mesa, nunca vi um gato sentar tão duro.

—Chegamos a tempo, ufa! – fala Nicolas indo se sentar em uma mesa vazia. Pude ver o gato se transformar na Diretora McGonagall com seu rosto severo.

—Na verdade chegaram um pouco atrasados, Sr. White. – ela falou chamando a atenção dele, ele se vira de olhos arregalados.

—Desculpe o atraso professora McGonagall, acabamos perdendo a noção do tempo. – a respondi no lugar de Nicolas. Ela se virou para mim e me encarou.

—Porque será que perderam a noção do tempo? Estavam se pegando? – pergunta alguém no fundo da sala, e agora eu percebo que nossa aula seria com a Sonserina. Eu me virei para responder o idiota que havia falado aquilo, mas fui interrompida.

—Não, não estávamos fazendo isso, mas e você que não pega ninguém Yew? – Nicolas o enfrenta e se olhar matasse esse Yew já estaria bem morto.

—Já chega os dois, menos 10 pontos para Lufa-lufa pelo atraso do Sr. White e da Srt.ª Gryffindor, sentem-se os dois. – ela fala antes de se sentar, vou até o fundo da sala onde havia o único lugar vazio, além do que o Nicolas sentou.

Coloquei minha bolsa com os livros das matérias, os quais eu trouxe metade porque nãos sabia o horário e chutei quais eu precisaria, e me sentei prestando atenção no que McGonagall começava a dizer.

—Como sabem, alcançaram o quinto ano na Academia de Magia e Bruxaria de Hogwarts, e, neste ano, ocorrem os Níveis Ordinários de Magia, mais conhecido como N.O.M.s – ela se levanta da cadeira e começa a andar na frente da sala. — No quinto ano, aprenderão sobre feitiços de desaparecimento. O desaparecimento consiste em fazer algo sumir por completo. Não apenas não é mais visto, como não está mais lá. Como é um passo grande nas suas carreiras como transfiguradores, não conseguirão, neste ano, fazer desaparecer grandes coisas. Poderão conseguir fazer tal coisa com penas, pergaminhos, etc. A fórmula mágica, qual iremos utilizar hoje, é bastante complexa, se chama Evanesco. Se pronuncia ev-an-ES-co. Com ênfase no “ES”.

— O movimento é simples, mas se não for bem executado, poderá levá-los a causar grandes desastres. Sugiro que muitos de vocês não o tentem sozinhos. Ou longe da enfermaria. – ela continuou explicando. — E o movimento é este. — McGonagall agita a varinha para a direita, seguido de um arco bem desenhado no ar, e uma pequena sacolejada para baixo. — Todos compreenderam? Ótimo. Agora, repitam a fórmula, com ênfase no “ES” seguido do movimento, mirados para suas penas, por favor. Repetindo: Nas penas, não nos outros alunos.

Todos começaram a tentar e repetir as instruções da professora, peguei minha varinha e ‘ensaiei’ os movimentos, quando ia pronunciar o feitiço fui interrompida (de novo).

—Olha se não é a novata! – fala animado e com um sorriso maldoso o garoto que havia feito o comentário antes. – Larissa Gryffindor, não é? Engraçado, você não foi pra Grifinória, será que esse sobrenome é de verdade ou é apenas uma farsa?

Alguns alunos que estavam perto começavam a prestar atenção no que estava acontecendo, por sorte McGonagall estava escrevendo algo em um pergaminho e não estava escutando nada.

—Meu sobrenome não é falso, e no dia que você tiver o direito de falar sobre mim ou sobre meu nome, talvez eu pense em me rebaixar a seu nível e falar algumas coisas que você merece ouvir. – respondi agressiva.

—Ah, que corajosa. – ele fala debochando de mim. – Eu tenho certeza que esse sobrenome é só fachada, afinal quando um descendente de uma casa iria para outra completamente diferente da de origem?

—Se dúvida do Gryffindor, então pode ter certeza que o Black é bem real, tanto quanto você. – falei e me virei para frente, olhei rapidamente para a pena na minha mesa e suspirei. – Evanesco!

Olhei maravilhada a pena na mesa começar a desaparecer, e sorri quando ela não estava mais visível, passei a mão pela área onde a pena deveria estar e comemorei mentalmente quando não senti nada. Estava tão concentrada que nem percebi o silêncio na sala e todos os rostos virados para mim (de novo), McGonagall estava com as sobrancelhas levantadas e se levantou da cadeira largando a pena que usava para escrever em seu pergaminho e veio até mim. Ela olhou na mesa e passou a mão, vendo que a pena havia desaparecido completamente, me olhou abrindo um pequeno sorriso quase imperceptível, menos para mim.

—20 pontos para Lufa-lufa, pela perfeita execução da Srt.ª Gryffindor do feitiço Evanesco. – ela falou e olhou em um relógio na parede. – A aula já acabou, estão dispensados, mas quero 40 centímetros de pergaminho sobre os danos que podem ser causados pela má execução desse feitiço. Srtª Gryffindor poderia ficar, gostaria de falar com você.

—Claro. – a respondo guardando meus materiais e ficando em pé na frente de sua mesa. Ela se sentou e me encarou, seus olhos pareciam ver minha alma.

—Você se saiu extremamente bem, para quem não conhecia o mundo bruxo. – ela falou calmamente. – Fui informada do seu conhecimento e do seu amigo sobre nosso mundo, acredito que não precise de muito auxilio, mas há coisas que vocês não devem ter aprendido.

—Não, os livros não mostram tudo, mas algumas outras formas sim, acho que sabemos tudo o que precisamos saber para estudar em Hogwarts. – afirmei a olhando.

—Tudo bem.

—Será que a senhora, não poderia me responder uma pergunta? – a olhei meio envergonhada.

—Depende do que for, talvez possa responde-la. – ela juntou as mãos as apoiando na mesa.

—Toda minha vida eu achei que meu sobrenome era apenas Black Gryffin, e agora quando cheguei em Hogwarts ele é Black Gryffindor, você sabe de alguma coisa sobre isso diretora, porque eu preciso saber, porque me esconderam a verdade durante todos esses anos? – perguntei, eu acho que eu pareci desesperada.

—Infelizmente, não sei nada sobre isso, de todos os anos que eu estive aqui em Hogwarts, nunca vi um ou uma descendente de Godric Gryffindor, pelo menos não direto ou que eu saiba. – ela me olha compreensiva. — A sua família poderia ter se afastado de Hogwarts todos esses anos e viveram em outro lugar, até outras escolas de magia.

—Ok, obrigada, tenho que ir, meu amigo deve estar me esperando. – ela acena com a cabeça e eu me retiro da sala, lá fora vejo Nicolas encostado na parede, quando me vê vem em minha direção.

—O que a Minerva queria? – ele pergunta quando começamos a andar pelo corredor até a próxima aula.

—Conversar sobre o que eu não estudei nos últimos anos. – respondi dando de ombros.

—Olha, a cara do Yew foi impagável, a de todo mundo na verdade, Alvo Potter, Roxy Weasley e Scorpius Malfoy só faltavam começar a babar de tanto que abriram a boca de surpresa. Como conseguiu fazer de primeira? Eu vou demorar no mínimo uma semana para conseguir fazer desaparecer por completo um pena! – exclama e eu começo a rir com ele.

—Eu sei lá como eu consegui, aquele idiota me deixou com raiva e foi por impulso. – falei fazendo movimentos com a mão como se estivesse esganando alguém.

—Tem aula de quê agora? – ele me pergunta colocando o braço ao redor do meu pescoço, pego meu horário e o olho.

—Aula de História da Magia. – falo virando a cabeça para encará-lo, ele também me encara com uma cara de tédio.

—Também, fala sério, depois de Adivinhação essa é a pior matéria de Hogwarts. – ele bufa e olha pra cima. – Vem, se não vamos nos atrasar e eu não quero levar outro susto como eu levei na aula de Transfiguração.

—Você que não pensa direito Nicolas, seria meio óbvio que ela seria animaga e ainda com alguns alunos que com certeza chegam atrasados… — falei não terminando e gargalhando com a ingenuidade dele.

—Tá bom, tá bom, e me chame de Nico, eu prefiro assim. – ele fala sério mas depois me acompanha nas risadas. – Vem a sala é por esse corredor mesmo.

Começamos a andar pelo corredor e falar sobre coisas banais, os alunos que passavam por nós ou nos olhavam como se fossemos loucos ou nos olhavam irritados por estarmos sendo (um pouquinho de mais) escandalosos.

Notas finais
É isso, comentem, favoritem, recomendem, compartilhem com amigos. Bjos da BiahIce.