Apenas mais uma de amor

7 Capitulo 7 - Apenas amor


— Estou morrendo de saudades de vocês, — disse ao Carlinhos no telefone — sejam obedientes, e ajude a cuidar de sua irmãzinha!

— Sim mamãe, eu estou sendo muito obediente, a Lizette que fica dando trabalho, também, ela é pequena e não entende.

— Eu entendo sim seu bobo! — ouvi Lizette dizer brava.

— Viu só mamãe!?

— Tudo bem Carlinhos, — sorri, eles sempre brigavam mas não ficavam longe um do outro — não briguem, e obedeçam aos adultos.

— Tá bem mamãe, eu te amo muito e estou com saudades de você e do papai.

— Também estamos Carlinhos, eu vou desligar agora e amanhã ligo no mesmo horário pra falar com vocês.

— Tudo bem mãezinha, um beijo beeem grande pra você.

— Outro pra você Carlinhos, eu amo vocês.

Desliguei o telefone e assim que me levantei vi Carlos Daniel me olhando, ele estava parado com as mãos no bolso e um sorriso no rosto.

— Lizette me pediu um monte de coisas, — sorri me aproximando dele — fantasias, bonecas...

— Ela adora fantasias. — ele me abraçou pela cintura.

— E fica muito fofa com elas.

— Sim, — ele acariciou minha bochecha e me olhou profundamente — as crianças tem muita sorte em ter você como mãe delas.

— Eu que tenho sorte, — disse entrelaçando meu braço em seu pescoço — por elas me amarem como mãe, pela sua família ter me aceitado, por ter você...

— Não poderia ser diferente meu amor, — ele me puxou pela cintura aproximando nossos corpos — você é maravilhosa.

— Você que é maravilhoso, — disse acariciando seus cabelos — atencioso, me completa em todos os sentidos...

— Em todos é? — perguntou com um ar malicioso.

— É sim. — disse colando ainda mais meu corpo ao dele e puxando levemente seus cabelos.

— E o que acha de entrarmos embaixo daquele chuveiro e tomarmos um banho bem quente? — ele disse beijando meus lábios.

— Só banho é? — perguntei colocando minha mão dentro de sua camisa e alisando seu peito másculo.

— Nunca será apenas um banho, — ele beijou minha orelha me deixando completamente arrepiada — estou louco para fazer amor com você a noite toda...

— Eu percebi. — disse em um sussurro, sentindo sua ereção em meu ventre.

— Meu amor.... — ele disse tirando sua camisa e a jogando em cima do sofá, abriu minha blusa, desabotoando os botões um a um, sua mão percorreu minha pele, acariciou meus seios por cima do sutiã e me beijou ardentemente.

Sem deixar de me beijar me pegou em seu colo e com passos largos nos levou até o banheiro, me colocou de pé e rapidamente se livrou do restante de suas roupas, com força me puxou para seu corpo e gemi ao sentir seu corpo tão quente.

Suas mãos abriram o zíper de minha calça e com um movimento a abaixou levando junto minha calcinha.

— Eu quero tanto sentir você ao meu redor... — disse beijando meu pescoço, dando leves mordidas em meu ombro.

— Eu também quero! — suspirei quando sua mão agarrou meu seio e o massageou.

Com calma ele nos guiou para o box e ligou o chuveiro, a água quente caiu sobre nós, e trocamos um beijo cheio de desejo, sentia seu sexo duro contra minha pele, queria muito o tocar, sentir ele em minha mão, Carlos Daniel beijou meu pescoço, minha clavícula, sugando minha pele molhada, e sem conseguir me conter levei uma mão até seu membro rígido, senti meu rosto quente quando ele parou suas carícias e me olhou profundamente, o olhar escuro, um suspiro forte saiu de seus lábios.

— Paulina... Quer me enlouquecer? — perguntou beijando fortemente minha boca.

Movi minha mão em seu sexo, estava tão duro, grande, um arrepio percorreu meu corpo, ele cabia mesmo todo dentro de mim?

Carlos Daniel fechou os olhos e apertou meu seio, o abracei com a outra mão e deslizei minhas unhas levemente em suas costas.

— Preciso estar dentro de você, — disse ofegante — ou vou enlouquecer... Me deixa louco Paulina.

— Quero muito ter você den.. — disse entre um gemido quando ele sugou meu seio e contornou sua língua quente em meu mamilo.

Com um movimento ele me ergueu em seus braços, entrelacei minhas pernas em volta de sua cintura, seu sexo tocou o meu, gemi em seu ouvido, o queria logo em mim.

— Te amo amor meu. — ele disse voltando a beijar meus lábios, meus braços me mantinha presa a ele.

— Carlos Daniel... — gemi quando ele contraiu o quadril e nos uniu, o agarrei com força.

— Sempre tão pronta pra me receber, — ele disse segurando minha cintura — tão desejosa...

— Ah meu amor... — gemi enquanto sentia ele deslizar em minha intimidade.

Ele iniciou movimentos lentos, saindo e entrando de dentro de mim, me deixando rendida em seus braços.

— Nossa meu amor, tão gostosa! — ele disse baixinho em meu ouvido enquanto mantinha suas investidas.

Ele era tão forte, me segurava em seus braços enquanto chegava cada vez mais fundo com suas estocadas. Sentia meu corpo inteiro tremer com aquele prazer que só ele saberia me dar.

— Te amo Carlos Daniel... te amo...- disse ofegante quando ele aumentou seus movimentos, eu o agarrava cada vez mais forte, beijava seus ombros, puxava levemente seus cabelos, buscava seus lábios.

— Minha linda... — ele segurou com força minha cintura e buscou meus lábios.

Sentia meu corpo se contrair ao seu redor, meus lábios tremiam de prazer, minhas pernas o apertava mais contra mim, gemi alto seu nome quando atingi o topo daquele precipício sendo seguida por ele que derramou seu líquido quente dentro de mim, fechei meus olhos com força e mordi meus lábios inchados.

— Maravilhosa... — ele disse ofegante apoiando uma mão na parede.

Ficamos alguns segundos ali tentando acalmar nossas respirações, e com calma ele me ergueu um pouco separando nossas intimidades, prendi a respiração quando o senti sair de mim.

Ele me puxou para seu peito, seu coração acelerado, ficamos alguns minutos ali embaixo da água quente abraçados.

— Nossa! — ele disse ainda ofegante — Você é viciante meu amor.

— Eu digo o mesmo de você. — disse beijando seus ombros.

— Agora, — ele disse com um sorriso desligando o chuveiro e pegando duas toalhas — vamos continuar o que começamos no quarto.

— O que começamos? — perguntei com os olhos ligeiramente arregalados enquanto sorria gostando da idéia, ainda sentia os efeitos daquele prazer em meu corpo, e queria sentir muito mais.

— Sim, — ele enrolou a toalha em sua cintura e me envolveu com a outra — eu disse que quero fazer amor com você a noite toda.

— É uma proposta tentadora senhor Bracho. — sorri beijando seus lábios rapidamente e fui em direção ao quarto, não demorou muito e ele me seguiu.

Caminhei até a enorme cama, e de costas para ele deixei a toalha cair em meu pés, ouvi seus passos se aproximando e meu corpo inteiro se arrepiou quando ele me abraçou por trás e senti sua ereção tocar minhas nádegas.

— Olha como me deixa Paulina, — ele sussurrou em meu ouvido — não consigo controlar...

— Eu estou bem... — gemi quando ele deslizou sua mão por meu corpo e apertou meu seio — aqui.

— Te amo tanto, — ele disse me virando segurando minha cintura e olhando-me profundamente — jamais me senti assim.

— Meu amor... — o beijei enquanto ele me deitava na cama ficando sobre mim.

Com calma ele me deitou entre os travesseiros e ergueu seu corpo para me olhar, minha respiração acelerada, nossos corpos ainda molhados, o desejo nos embriagando. Sorri pra ele e trocamos um beijo lento e profundo.

— Quero te dar muito prazer essa noite senhora Bracho. — ele sussurrou em meu ouvido e sua mão acariciou minha coxa deixando-me suspirando.

— Eu quero muito, — disse beijando seu rosto — quero te amar...

— Ah Lina! — ele gemeu quando beijei sua garganta, gostei do apelido carinhoso que ele me chamou.

— Lina!? — disse distribuindo beijos em seu ombro.

— Sim, — ele sorriu — minha Lina.

Carlos Daniel segurou meu rosto entre as mãos e me beijou, um beijo tão intenso quanto o amor que sentíamos, suas mãos deslizavam pelo corpo, acariciavam meus seios, meu ventre. Com calma ele encerrou o beijo, me deixando com os lábios inchados e ofegante, ele me olhou profundamente e começou a distribuir beijos em meu rosto, descendo por meu pescoço, sugando minha pele, logo sua boca apossou de meus seios, lambendo e chupando um enquanto massageava o outro, arquei minhas costas respirando profundamente, minhas mãos subiram até seus cabelos e meus dedos se perdiam em meio a eles, os puxando levemente quando suas carícias ficavam mais intensas. Ele continuou até me fazer chegar aos céus gemendo seu nome e me contorcendo em baixo dele.

— Carlos Daniel! — disse ofegante com os olhos arregalados e o rosto corado enquanto ele me olhava deslumbrado.

— Tão linda meu amor. — ele sorriu acariciando meu rosto.

— Eu... não fazia que idéia que era possível...

— Não sabia que podia chegar ao ápice do prazer assim!? — perguntou ainda sorrindo e beijou minha testa.

— É... — ainda ofegante sorri — é tão maravilhoso!

— Vai gostar ainda mais do que vou fazer agora.- ele me olhou com malícia e me beijou com desejo.

Suas carícias voltou a incendiar meu corpo, seus lábios voltaram a descer por meu corpo, sugou mais uma vez meus seios, beijou meu ventre sensível, deslizou a língua por minha pele, e estremeci quando senti sua boca beijar minha coxa e percebi o que ele pretendia fazer, todo meu corpo ficou tenso.

— Você confia em mim? — ele perguntou alisando minha coxa, de olhos fechados apenas acenei que sim com a cabeça.

— Então relaxe meu amor, — ele disse beijando meu ventre — eu vou cuidar de você.

Respirei fundo e voltei a aproveitar suas carícias tão quentes, meu coração batia acelerado, minhas mãos seguravam os lençóis da cama, e mordi os lábios com força quando sua boca pressionou minha intimidade.

Não consegui fazer nada além de agarrar com força os lençóis enquanto ele beijava meu sexo, sugando, deslizando sua língua quente, acariciando aquele pedacinho de carne que me fazia arquear as costas e gemer seu nome. Ele continuou ali com a cabeça entre minhas coxas, e sem me avisar penetrou um dedo em minha intimidade, levei minha mão até sua cabeça, sentindo sua barba pinicar minha pele enquanto sua língua me enlouquecia e seu dedo mantinha um ritmo compassado com sua boca. Logo outro orgasmo me atingiu, me fazendo arquear o corpo e cair rendida naquela cama, ele segurou minhas coxas impedindo que eu as fechasse enquanto distribuía beijos por minha feminilidade.

— Deliciosa meu amor. — disse se deitando ao meu lado, eu continuava com os olhos fechados enquanto tentava regularizar minha respiração.

— Nossa Carlos Daniel... — disse ofegante abrindo os olhos e o encontrando me olhando fixamente.

— Agora vem a melhor parte. — ele sorriu com aquele olhar malicioso e cheio de desejo.

— Carlos Daniel... — disse corada — não sei se consigo...

— Você não quer mais!? — perguntou beijando meus lábios.

— Quero... — disse colando minha testa na sua — é só que... quero que seja tão bom pra você quanto é pra mim...

— Já está sendo maravilhoso pra mim. — ele pegou minha mão e a levou até seu sexo, estava ainda mais excitado, movi minha mão e ele gemeu.

Com calma ele me beijou me abraçando e nos virando na cama, me deixando por cima, com um movimento se sentou na cama me deixando sentada em colo, sentindo sua ereção quente tocar meu ventre, o olhei um pouco assustada, ainda não tínhamos feito amor daquele jeito.

— Calma meu amor, — ele disse se apoiando na cabeceira da cama me mantendo em seu colo — você vai gostar.

— Eu te amo Carlos Daniel. — disse o abraçando enquanto o beijava — Quero você dentro de mim.

— Meu amor. — ele sorriu e segurando firmemente minha cintura me ergueu um pouco para encaixar seu membro em minha intimidade, e com calma me fez descer sobre ele, revirei os olhos quando ele se encaixou todo dentro de mim, sentindo-o fundo.

— Oh Carlos Daniel! — gemi segurando seus ombros, ele me olhou e me beijou lentamente.

— Você é tão macia meu amor, — ele beijou meus seios — tão quente... Me embriago em seu corpo...

Segurando minha cintura de ambos os lados ele moveu meu corpo, subindo e descendo, me mostrando como fazer, estremecia em seu corpo o sentindo se fundir a mim, logo tomei o controle e segurando seus ombros me movia em seu colo, devagar e profundo, ele tinha total acesso aos meus seios e sua boca os exploravam com carinho, ficamos assim por algum tempo, nos amando lentamente, e quando senti que me aproximava do fim, Carlos Daniel segurou com força meus quadris e me ajudou acelerando os movimentos, gemia seu nome enquanto ele me dizia que me amava, e logo aquela explosão nos tomou, alcançando nossa libertação ao mesmo tempo, forte, intenso, cheio de cores e sensações. Cai rendida em seus braços, a respiração acelerada e o coração disparado.

— Nossa meu amor! — ele suspirou fortemente enquanto me abraçava — Foi maravilhoso... E muito gostoso... Delicioso...

— Carlos... — disse ofegante — eu... te amo tanto.

— Também te amo demais meu amor. ele sussurrou em meu ouvido.

— Foi muito bom, — disse deitando minha cabeça na curva de seu ombro — eu jamais imaginei ser possível sentir tudo isso.

— Fazer amor com você é indescritível Lina. — ele acariciou meus cabelos e senti meu corpo relaxar sobre o seu, eu estava exausta.

Com muita calma e carinho ele me ergueu de seu colo separando nossas intimidades, estremeci quando ele saiu de mim, e me abraçando ele me deitou na cama se deitando ao meu lado me puxando para seu peito, suas mãos voltaram a acariciar meus cabelos.

— Se não estivesse tão cansada não iríamos dormir agora, — ele disse sorrindo — você é viciante senhora Bracho.

— Senhor Bracho... — disse bocejando me aninhando em seu peito fechando os olhos — você me fez chegar aos céus 4 vezes, eu estou exausta, mas só preciso de alguns minutos... Eu quero mais...

— Eu sei meu amor, — ele sorriu me aconchegando em seu corpo — descanse minha vida, eu estou aqui pra cuidar de você, e vou estar aqui sempre pra você.

— Te amo Carlos Daniel.

— Te amo minha Lina. — ouvi ele dizer antes de ser levada pelo sono.