Apenas Uma Vadia II - Hiato.
1 I was here.
Notas iniciais
è serio suas lindas eu NUNCA pensei chegar á 8 recomendações e as 600 reviews, poderia ser melhor se as fantasmas aparecessem mais eu espero que nessa temporada elas apareçam *---*. Ai, ai eu tou com um friu na barriga eu não sei se vocês vão gostar... mais tomara que sim *-*
Então... Esta na terceira pessoa e eu espero que gostem de ler á sim. Ai, esse friu de uma merda... Ta, eu vou parar mais antes eu tenho que dizer que eu estava morrendo de saudades de todas vocês e que nem era para mim postar agora, porquê como podem perceber á capa não esta pronta, mais é que eu estou com muitas saudades então... Leiam e leiam notas finais *-*
I want to leave my footprints on the sands of time. Know there was something that and something that I left behind. (...)
–
Sexta – feira, dia 24.
Era um dia comum na cidade de Atlanta, as ruas já começavam a se agitar como já era de costume. Eram apenas sete horas e praticamente todos daquele bairro já se encontrava acordado. O sol já raiva, como já era de se esperar, e centenas de garotas e garotos se encontravam na praia tentando curtir ás férias de maneiras mais prazerosa que pudesse se encontrar. Todos gostavam de férias, menos uma... Não, que ela não gostasse de férias e sim que não gostaria da sua ate por que iria reviver seu passado, seus antigos colegas, sua mãe – de criação – e um amor no qual foi sua maior decepção e mesmo com tanto tempo ela ainda não conseguia pensar no mesmo sem sentir raiva, ódio e nojo. Ela sabia muito bem que o significado disso era outro, e exatamente por esse motivo sentia raiva apenas em pensar que ainda gostava de alguém como ele... Alguém simplesmente imprestável como ele. Mais como se diz agente não manda em nossos corações e se ela pudesse fazer isso nem pensaria duas vezes ate por que á resposta se encontrava na ponta da sua língua, é... Ela faria questão de esquecer o mesmo de uma vez. O motivo de tanta raiva? Era simples. Ele havia brincando com ela de todas as maneiras, dizia que a – amava mais no fundo nem se quer gostava da mesma e chegou a pedi – lá em casamento apenas por que o – lembrava de um amor passado. Sim, isso foi triste ate por que ela estava completamente apaixonada por ele e ainda era mais triste por que ela havia pensado que ele havia mudado ,que não era mais o mesmo que havia matado seu pai, mais não... Ela se enganou e sofreu em nome do amor.
Cincos anos haviam se passado, e agora Britney era uma promotora de justiça, o que era engraçado para mesma ate por que ela pensava que não havia estudo nem mesmo para limpar os chãos das escolas e quanto mais para ser uma promotora de justiça, porem ela havia se enganado e com três anos ela conseguiu ser uma das maiores promotoras de Atlanta. Antes que você me pergunte como ela havia ido para Atlanta e por que eu explico, depois de tudo que havia passado naquele dia – o pior dia da sua vida – ela achava que não havia mais motivos para sorrir e o que mais ela queria era morrer achando que aquela era á melhor solução para tudo e Deodora – sua mãe de criação — ao saber disso lhe propôs que ela fizesse uma viajem e lhe deu um dinheiro e com esse dinheiro ela foi para a cidade na onde seu pai havia nascido, Atlanta. No começo foi difícil mais com o tempo ela conseguiu finalmente parar com esses tipos de pensamentos e resolveu fazer algo para ‘distanciar’ esse tipo de pensamento então veio à decisão de fazer um curso, o que seria ate bom afinal de contas ela conseguiria dinheiro e manteria esses pensamentos afastados e foi exatamente esse curso que fez sua vida ficar de ponto para cabeça. E foi exatamente assim que ela conseguiu morar em uma grande casa e á mais bonita de seu bairro, conseguiu um carro esportivo e varias outras coisas. Essas coisas não eram nadas quando se comparava com a saudade que sentia de sua mãe, que era imensa, e nada, nem ninguém conseguia desfaze – lá nem mesmos os telefonemas que dava sempre que conseguia e foi exatamente pensando assim que ela resolveu rever novamente sua cidade e sua mãe. È claro que no começo ela achou melhor deixar tudo isso quieto ate por que o que ela menos queria era encontrar com ele porem á saudade era bem maior.
(...)
– Vai ficar tudo bem, mesmo? – Aline á encarou com seus grandes olhos verdes, suspirando aflita.
– Espero que sim. – deu de ombros. – tem que ficar bem. – suspirou pensativa.
Aline — era uma das poucas amizades que fizera em Atlanta — na verdade ela era sua melhor amiga e era á única que sabia exatamente de tudo. Ela confiava nela demais, não que ela não confiasse não outras mais não se sentia a vontade para voltar ao passado e explicar toda sua historia e mesmo que se sentisse á vontade não contaria, não queria sofrer ainda mais em lembrar seu passado.
– tudo bem, mais qualquer coisa eu estou aqui. – informou, sorrindo.
– Eu sei. – sorriu. – mais agora vamos ate o aeroporto por que se não eu perco o vôo e a Deodora me mata. – Gargalhou a fim de tirar a tensão de ambos.
– vamos. – concordou sorrindo.
Quarenta minutos se passaram e ela já se encontrava no avião. Porem se sentia estranha, se sentia bem mais que nervosa, seu coração se apertava, sua mãos suavam e suas pernas ficará bambas de acordo com seus pensamentos. O que ela pensará? Nele, como já era de se esperar. Ela não conseguia tira – ló de sua cabeça, aquilo era involuntário. Ela não queria vê – lô mesmo depois de tanto tempo afinal de contas vai se saber como ele esta nos dias de hoje, será que ele casou? Esta namorando? Esqueceu dela? Ela queria as respostas por mais triste que elas poderiam ser, ela queria, ela dependia daquilo. Suspirou baixo, as respostas só seriam encontradas quando á mesma chegasse e aquilo era o que lhe dava mais medo.
(...)
Tocou o chão e uma escala de medo começou a surgir, ela queria ficar no avião e voltar para onde ela classificava como sua nova vida, porém sabia que se voltasse iria deixar Deodora triste e também não queria mais deixar sua cabeça com duvidas, queria logo as resposta e assim seria mais fácil por mais que doesse. Sai do avião, com suas malas e saiu do local de embarque. E ela iria a pé, ate por que sabia que se chamasse um táxi ou algo parecido iria acabar de entregar á casa do, mas temido ladrão de todos os tempos para policia e por mais que ele merecesse, ela não faria isso, não era dessas.
10 minutos se passaram.
Sua caminhada agora tinha outro destino, ela estava indo para o seu lugar, ou melhor, para o lugar na onde se sentirá melhor e ela nem sabia o porquê ate por que quem havia lhe mostrado esse lugar foi Justin – o garoto que lhe havia feito sofrer – então não fazia sentindo ela se sentir bem lá, mais ela se sentia.
I was here
I lived, I loved
I was here
I did, I've done
Desceu a rampinha e sorriu, assim que viu o local. Ele estava do mesmo jeito de sempre, as gramas verdinhas, as flores completamente coloridas e as borboletas que voam de um lado para o outro. Era simplesmente incrível voltar novamente á esse local ate por que foi o local que ela sentiu bem mais que saudade, ela sentiu falta, como se fosse uma pessoa e para ela era isso que ele era, uma pessoa que lhe fazia sentir — se bem melhor e que lhe confortava nos momentos de medos e difícil, como dá ultima vez que veio para cá.
Everything that I wanted
And it was more than I thought it would be
I will leave my mark so everyone will know
I was here.
Flask Back:
Suas lagrimas caiam e seu coração apertava cada vez mais, aquilo era ruim e sabia que era bem pior. Seu coração estava quebrado e não haveria concertos. Ela sabia que era apenas mais uma mais quis enganar – se á si próprio. Estava na cara que ele havia mentindo e que ele não havia mudado nada, nunca mudou por ninguém então por que agora mudaria? Por causa dela é claro que não. Ele havia á feita de besta, como com todas as garotas e o que mais doía era saber que ele havia apenas se aproximado dela visto que lhe lembrava de uma ex. Ou seja, ele nunca gostou dela e nem do que falava, gostava apenas do que via, — o retrato de sua ex.
–
Para se ver como o tempo muda e também muda as pessoas. Ela não era mais á mesma há que antes chorava pelos cantos e demonstrava exatamente como se sentia,ela havia mudado e o que ela antes mostrava para todos ela fazia questão de mostrar apenas para si mesmo.
(...)
Seu celular tocou interrompendo seu momento, fez careta. Odiava quando esse celular tocava ainda mais quando ela se encontrava fazendo o que lhe fazia mais falta, sonhar no seu local. Pegou o mesmo e sorriu assim que viu quem era no identificador de chamadas, sua mãe,Deodora.
– Ola mami’s. – Gargalhou mentalmente assim que a chamou assim.
– Ola minha Britney. – falou. – você já chegou?
– Eu já, mais vou demorar um pouquinho. Por quê? – arqueou as sobrancelhas.
– nada não e que eu queria saber por que eu vou contar para o Justin em cima da hora. – Seu sorriso se desmanchou assim que ouviu o nome do mesmo. Quem ela queria enganar? Ela estava com medo mais do que qualquer coisa.
– Hãm... Legal. – tentou fingir que não se importava. – então ate mais, minha mãe linda. – Sorriu.
– Ate Britt. – Se despediu e desligou o celular.
E agora que seus sentimentos se explodiam no seu peito.
(...)
Caminhou ate a sua antiga casa, ou melhor, ate á casa na onde morava sem querer. Ela continuava á mesma, grande e bonita. Suas mãos começaram a tremerem e seu coração acelerar, era o medo que já se manifestava. O medo de saber mais uma vez toda á verdade, que lhe havia a – esquecido, que nunca se importou com e ela e mais centenas de coisas. Era agora ou nunca, pensou indo à direção ao portão. E por um segundo chegou a discordar mais uma vez como seu próprio pensamento. Ela queria entrar, mais é a coragem? Pois é... Aquilo estava sendo bem mais difícil que ela pensava. Em um momento ela tomava coragem mais era apenas olhar em direção á porta que sua coragem se transformava em varias duvidas e medos.
Continua?
Notas finais
E bom... è tudo.
Eu mereço reviews? recomendações? Medo, medo.
Beijos suas lindas. @Cerealcompinga
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