Apenas Uma Vadia II - Hiato.
2 No Air.
Notas iniciais
1 - Me amem ou me odeio.
2 - não ha dois termos.
3 - capitulo curto.
4 - por causa dos reviews.
5 - Eu amei o diario de uma paixão, acabei de ler ele :)
6 - reviews ♥
7 - recomendações *-*
8 - entenderão?
9 - ou não?
10 - tudo bem, nem eu sei o que eu estou falando.
[ Gritos diantes pequeno capitulo.
11 - amei escrever ele e especialmente achei o melhor capitulo.
12 - E eu amo Beyonce.
13 - Só que não amo mais do que á Britney -.-
14 - Agora eu acabei de comer pizza.
15 - e tomar refrigerente.
16 - eu postarei 'As Long As You Love Me' KKKKKK
But how do you expect me, to live alone with just me? Cause my world revolves around you It's so hard for me to breathe...
–
Continuou á fitando com um ar frio ate sentir algo cair perto de sua nuca, olhou para cima e percebeu que o sol já não estava mais lá apenas as grandes nuvens que agora derrubavam águas, iria chover isso era bem mais que oficial. Suspirou sem graça ao notar que não havia mais o que fazer, teria duas opções entrar e encarar o passado ou ficar e pegar um resfriado e por mais estranho que poderá lhe parecer ela acabou escolhendo a primeira opção. Ela queria encarar á verdade e o passado frente á frente por pior que poderia lhe parecer. Entrou rapidamente na casa e pode notar que não haverá ninguém quer dizer pelo menos na sala.
Tudo bem não esta tão ruim assim, pensou, pelo menos agora. Suspirou e pode sentir inúmeros calafrios ao ouvir vozes, eram vozes familiares e isso de certa maneira á assustava. As vozes continuaram á se aproximar assim como a batida do seu coração que baterá a cada segundo. E quando menos esperou pode notar que era uma das poucas pessoas que haverá lhe ajudado no passado, um grande amigo, Chaz. Por um momento quis correr e abraça – lo enquanto o mesmo a – fitava sorridente mais não fez isso, pois uma presença não lhe agradou, era Alana.
– Britney, eu não acredito que é você. – Chaz quebrou o silencio, sorrindo e a – abraçando. – eu estava morrendo de saudades. – murmurou sorridente.
– eu também... Estava morrendo de saudades. – Sorriu. – e ai como vão as coisas?
– e as coisas mudaram muito. – sorriu.
– é cinco anos é muita coisa. – concordou rindo. – e a Deodora aonde esta?
– esta no mercado ela me disse que você viria mais pensei que era mais uma coisa do fruto da sua imaginação. – ambos riram do comentário. – E você vai ficar aqui muito tempo?
– não muito. – mordeu o lábio inferior.
Ambos ficaram conversando sobre á vida, o passado e o presente. Realmente as coisas não era mais á mesma de antes, ela haverá mudado muito, tanto para melhor quanto para pior já que ela acabará de descobrir que Deodora e Chaz estavam namorando. No começo foi ruim, porem com o tempo quem sabe ela conseguisse superar á idéia ate por que Alana haverá mudado muito desde seu jeito ate sua maneira de olhar, conversar e de encarar o mundo. Ela haverá ate pedido desculpas para Britney e parecia ser bem sinceras.
– eu acho melhor te acompanhar ate seu quarto. – Se ofereceu Alana em um tom amigável.
– não precisa. Eu sei o caminho.
– tudo bem. – deu de ombros. – mais qualquer coisa é só chamar.
Aquilo de certa maneira era estranho ate por que ela nunca haverá pensando em um dia poder ouvir algo assim de Alana ainda mais vê – lá sorrir docemente e chamar Chaz por apelidos carinhos, aquilo era estranho mais ao mesmo tempo era bom saber que finalmente Chaz haverá esquecido do amor que sentia pela mesma.
Subiu as escadas rapidamente e pode sentir um arrepio sobre sua pele. E se ele estivesse lá? , pensou com um ar de medo, ele pode estar lá mais mesmo assim eu serei forte e subirei cada degrau sem medo ou pelo menos tentando esconde – ló. Suspirou aflita assim que concluiu seu pensamento de maneira que a deixará ainda, mas com o medo. Ela não entenderá ate por que ela queria ser forte e daria tudo para ser forte, mais não conseguia ate havia feito uma promessa no passado no qual não iria mais sofrer em nome do amor, porem não conseguira concluir por estar presa em um amor do passado. É... A vida deveria ser mais justa, quem sabe assim nesse momento ela estaria sorrindo e não com medo de reencontrar com seu passado.
– Tudo bem, você consegue. – tentou — se encorajar fechando os olhos e pensando positivo e assim fez ate chegar à cima. – é... Ele não esta aqui. – Suspirou aliviada.
As portas não eram mais as mesmas, nem os sofás, nem mesmo os quartos, porem algo lhe chamou atenção assim que entrou em seu quarto, ele era o único no qual não haverá mudado em nada. Não, que aquilo fosse ruim muito pelo ao contrario era muito bom, mais ela não entendia o porquê e de certa maneira era engraçado por que ela achava que era o quarto no qual ele haveria mudado mais, porem se enganou. Sentou – se na cama e fechou os olhos, o que fez poder sentir o passado. Aquilo era bom, mais ao mesmo tempo ruim por que lhe afetará já que seu passado não fora tão bom assim muito por ao contrario foi horrível e desastroso. Ela havia sido vendida por sua mãe e vendida para pior pessoa do mundo, Justin Bieber – um dos criminosos mais temidos do mundo. Sua mãe era uma perfeita vadia e parecia gostar de ver á mesma mal ate por que ela nunca gostará da mesma e mesmo assim quis ficar com sua guarda invés de dar para seu pai que foi á melhor coisa que acontecerá em sua vida. Ele era legal, carinhoso e em troca disso ela foi se apaixonar pela pessoa que fez questão de mata – ló. Sim, ele mesmo, o Justin Bieber. Suspirou aflita, sua vida nunca foi um conto de fadas.
– Como assim? – Ouvi uma voz e abriu os olhos rapidamente com medo.
Ela não estava enganada, aquela era sua voz, ela sabia disso e poderia reconhece – lá mesmo com mil metros de distancia. Sua voz era rouca mais algumas vezes era doce, serena ao ponto de iludir qualquer pessoa com uma simples palavra. Sentiu leves arrepios e uma vontade enorme de correr ou de se esconder, porem sabia que aquilo era besteira, pois cedo ou tarde iriam se encontrar. Porem não se encontrava preparada mais do que isso importava agora? Ela já não tinha mais como correr. A porta foi aberta lentamente e seu coração acelerou assim que o – fitou e o mesmo fez o mesmo sem acreditar no que estava vendo.
– Bri – Britney? – Arqueou as sobrancelhas quebrando o pouco silencio que ambos haviam ficado.
Já sentiu que precisava falar mais não havia voz? Já se sentiu uma perfeita idiota em apenas olhar para onde não deveria? Se já, sabe muito bem do que ela estava falando. Seus olhos cruzaram com os seus e ela podia sentir seu coração ‘sambar’ fazendo um grande barulho enquanto o mesmo apenas a – fitava com um ar de desentendido. Engoliu o seco diante aquela situação e quis acreditar que aquilo era um sonho mesmo sabendo que não era, era apenas a realidade.
Ela odiava admitir mais o tempo lhe haverá feito bem. Ele estava bem mais bonito que antes. “Se isso é possível.” – pensou completando seu pensamento e se assustou mais uma vez. Como ela poderá pensar aquilo quando se tratava de quem haverá matado seu pai? Pois é... ela se sentia uma vadia diante tal situação.
– eu não acredito. – finalmente alguém resolveu quebrar o silencio, era ele com sua voz aguda e bonita. Era o que ela mais considerava encantador no mesmo, ele poderia cantar e encantar qualquer um com sua voz. Porem sem duvidas iludir era o que ele mais fazia.
– Não acredita no quê?– arqueou as sobrancelhas. — Que finalmente você voltou. – sorriu. – você não sabe o quanto eu estou feliz.
Como pode ser tão falso, pensou para si mesmo mordeu o lábio inferior, ele realmente acha que eu vou cair novamente nesse papinho. Negou com a cabeça dando um leve sorriso. Ele era totalmente falso em seu ponto de visto e sempre seria. Então por que deveria ser simpática? Apenas por que ela ainda gostava dele? Não, aquilo não era motivo. Pelo menos não para ela.
– Só lamento por que eu não voltei por sua causa e eu não vou ficar aqui muito tempo ate por que eu tenho uma vida lá em Atlanta.
– Uma vida? – murmurou sem acreditar. – isso quer dizer filhos e um marido? – suspirou pensativo.
Ela já saberá que não devera mentir á não ser quanto você necessário e nesse momento lhe pareceu um momento necessário e mentir dessa forma lhe poderá trazer coisas boas como o fato dele não se aproximar mais dela. Por mais cafajeste que poderia lhe parecer ela sabia que ele respeitaria seu espaço.
– é isso mesmo. – sorriu, mentindo. – algumas vezes eu só tenho que agradecer por você ter feito aquilo comigo por que se não fosse aquilo eu não teria essa vida.
Suspirou sem acreditar. – Que legal. Só espero que ele te trate como você merece.
– ele trata sim, bem melhor.
– Então isso é bom... Só não gostaria que ele te tratasse como eu te tratei um dia por que realmente você merece ser tratada como uma princesa e eu aprendi isso dá pior maneira. – Suspirou baixinho.
– Só lamento. – deu de ombros como se importava mais ambos sabia que ela se importa em ouvir aquilo. – ele é um cavaleiro comigo e com as crianças. – riu.
Nem ela sabia por que queria insistir em tal assunto, na verdade ela sabia e sabia muito bem. Quem sabe ela quisesse vê – ló com ciúmes ou irritado – um dos maiores sintomas do amor -. Ela queria poder sentir se o mesmo ainda estava apaixonado por ela, ou melhor, se havia apaixonado por ela. Ele suspirou mais uma vez porem dessa vez sua voz ficou mais baixa fazendo o mesmo olhar em direção ao chão. Ele estava triste qualquer um podia notar isso só que o que á mesma queria saber era se aquela tristeza era de verdade ou apenas fingimento.
– Fico feliz por você. Fico feliz por ele poder dar o que eu não dei — o amor verdadeiro.
Por um momento sentiu – se mal ao ouvir tais palavras. “O amor verdadeiro.” O que realmente era um amor verdadeiro? Ela não sabia e nem queria saber. Afinal de contas para conhecer o amor tende sofrer mais e mais e ela não queria mais isso. Porem essas perguntas continuava a – ficar em sua cabeça. Será que aquilo era o que ela havia sentindo por ele? Não, tudo bem que poderá ser forte mais não tão forte ao ser comparado ao amor verdadeiro.
– é... Ele me deu o que você não pode dar. – Suspirou fitando o chão em seguida sorrindo sem graça. é, a mentira lhe deixava sem graça. – ele realmente é um ótimo promotor de justiça.
Ele riu.
– Você esta casado com um promotor de justiça? – ergueu as sobrancelhas, confuso.
– Qual é o problema? Eu sou uma promotora de justiça. – sorriu dando de ombros e o mesmo a – encarava com um olhar assustado. – mais fica tranqüilo que eu não vou te entregar.
Suspirou aliviado.
– mais eu deveria. – concluiu olhando para o mesmo que desviou o olhar. – mais fica aliviado que eu estou fazendo isso pela Deodora.
Ambos ficamos calados por determinado tempo. Nada se ouvia apenas suspiros e os sonos do ar condicionado — que parecia gelar cada vez mais. Não que eles não tivessem assunto por que aquilo era o que mais tinham e sim por que ambos flutuaram pelo passado. Era como se bastasse apenas á presença dos dois para que tudo voltasse a ser como antes. Era o passado. O passado não resolvido entre eles.
– eu acho melhor você sair. – ela finalmente falou algo diante ao silencio.
– mais, mais por quê?
Ele sabia, ele sabia exatamente mais só queria ouvir da sua própria voz que ainda sentia falta do mesmo e que ele ainda á fazia suspirar do mesmo jeito que antes.
– Por que não é da sua conta.
Ok, essa havia doido. Porem foi o suficiente para concluir sua resposta, ou melhor, confirma-lá. Ela ainda sentia algo por ele e deu para perceber pela forma brutal que haverá agito diante á situação de silencio e clima entre os dois. Ela ainda o – amava. O mesmo foi ate á porta acompanha – dó pela mesma com um grande sorriso no rosto. Ele não se importava pelo fato dela estar casada afinal de contas ela ainda o – amava e dava para perceber pelo jeito que ela olhará para o mesmo e pela sua maneira fria de responde – ló.
– eu já vou mais eu quero que saiba que... – foi interrompido pela porta que foi fechada rapidamente fortemente. Sorriu. Ele não poderia se encontrar mais feliz.
[...]
O que ela havia feito? Nem ela mesma havia resposta. Ela havia conseguido ser forte e fria porem não ao bastante para que o mesmo ‘acreditasse’ que ela não gostava mais dele. Havia ate mentindo sobre tal família mais também não haverá sido suficiente. Suspirou baixinho. é...aquilo seria mais difícil do que esperava e o pior e que ela sabia que um mês seria o suficiente para que ele tivesse á mesma novamente.
Você é uma besta mesmo, murmurou á si mesmo olhando para si mesmo no espelho.
[...]
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