Apenas Um Beijo (damon E Você)

14 Capítulo 14 O nosso doce impossível amor


Notas iniciais
É um capitulo curto. Mas eu to aqui pra falar que ñ desisti dessa história pessoal

"Ah! o amor impossível. Você pode tentar fugir dele, mas ele sempre encontra seu destino."



Abri meus olhos sentindo o sol bater nas minhas costas. Hoje fazia calor, pensei me levantando daquela cama tao macia e cheirosa.

E por um momento, me esqueci dos gritos de ontem a noite de Giselle enquanto Damon fazia o que quer que ele estava fazendo com ela, pensei de repente triste colocando meus sapatos nos pés.

Arrumei a cama com maior cuidado, e depois fechei bem a porta antes de sair. Damon ñ conseguiria me por deprimida por causa daquilo. Pensei enquanto baixava as escadas da mansão com um sorriso sem vontade no meu rosto.


Assim que cheguei abaixo, ñ pude evitar de olhar a mesa onde estavam as bebidas e ficar colorada pelo o que aconteceu ontem a noite. Mas logo afastei meu rosto sentindo um cheiro de pão recém forneado que vinha da cozinha.


E minha barriga grunhiu sem que eu pudesse evitar.


Assim que abri a porta da cozinha me arrependi. Porque me encontrei diretamente com o olhar de Damon Salvatore. Ele estava sentado na cadeira com as duas pernas encima da mesa, e me observava detentivamente.


"E Giselle?" Perguntei educadamente me sentando na mesa, pra puxar conversa.


"Me livrei dela." Damon falou ainda me olhando por enquanto bebia da sua xícara de café.

"Bem...já vejo que as mulheres pra você ñ são nada mais nada menos que um brinquedo. " Falei com deboche.

"Depende da mulher." Damon falou me piscando um olho ironicamente.

"Eu acho que a únicas excepções foram Elena e Bonnie..." Falei sem poder evitar. E vi que Damon ficava como uma estatua olhando pra minha cara.

E eu descobri nesse momento que eu queria cutucar a onça com vara curta.

"__________, _____________. Você esta jogando com fogo,e vai se queimar." Damon falou deixando cair um pouco de sangue pelo seu queixo, e depois lambendo com a língua.

Eu me abstive de perguntar se ele realmente amou Elena ou chegou a sentir algo por Bonnie. Mas bem lá no fundo eu quis saber o seu segredo. Eu quis conhecer algo mais do que o superficial e cafajeste Damon Salvatore. Mas isso era impossível...pelo menos pra mim. Pensei enquanto passava manteiga num pãozinho e me servia um vaso cheio de café.

"Sabes algo sobre essa criatura que quer destruir Mystic falls?" Damon perguntou sem deixar de me olhar um momento.

"AH! agora você se importa?" perguntei fazendo cara de estérica.

" Você me deu um aneurisma, tocou nos meus livros, esta comendo meu pão, dormiu no quarto do meu irmão, e ainda quer ser irônica? Bem pequena, você tem sorte que hoje estou de bom humor, senão eu te faria pedacinhos agora." Damon falou me sorrindo, e eu soltei seu pão no ato.

"Bem...como eu já vejo que ñ nos damos bem, acho melhor eu ir embora e mandar pra merda Mystic Falls, o que você acha?" Falei me levantando da mesa e caminhando até a porta.

Mas então, senti que alguém me segurava da cintura e me girava. O único que eu senti foi nossos corpos se tocando com o impacto. Mas Damon ñ se afastou, pelo contrário, ficou mais perto de mim, até que nossos narizes se tocarão.

"Eu salvei sua vida!" Damon falou me olhando nos olhos.

"E eu salvei a sua. Sem contar das dois vezes que você quase me mata. Assim que você me deve uma, e eu ñ te devo nada, absolutamente nada." Falei erguendo meus ombros.

Mas Damon já ñ me olhava aos olhos, senão a meus lábios. E eu vi um pouco assustada que chegava cada centímetro mais perto da minha boca.

"Afasta-te de mim Damon Salvatore." Falei dura, quando quase senti um pouco da sua boca tao perto da minha.

Damon sorriu pelo baixo, mas se afastou como eu pedi. Quando ele já estava a uma distancia segura me girei e falei.

"Já que você esta de tao bom humor, deveria chamar Giselle mais vezes." Falei venenosa.

"Eu ñ tenho vontade de ter ela na minha cama esse mês. Eu tó guardando um espaço pra você." Eu escutei ele falando entre sorrisos, e senti que queria matar-lo. Mas o único que falei foi.

"Quando você deixe de criancice, me busque na sua biblioteca." Falei caminhando tranquilamente. "Lá eu estarei lendo seus livros, e disposta da falar das coisas loucas que eu sonhei, como você pensa." Falei já longe abrindo a porta da biblioteca, e a fechando depois atrás de mim.