Notas iniciais
Meninas... Eu sinceramente, realmente e verdadeiramente sinto muito pelo meu sumiço, sinto muito meeesmo. Bom a explicaçao todos ja devem saber, foi tudo culap da minha filha Alexsandra que roubou para ela cada minutinho que tinha do do meu tempo, nunca tive tanto trabalho em toda minha vida... Nossa tanta coisa aconteceu!!! Bom é o seguinte: Vou voltar a escrever a fic, na verdade ja escrevi alguns capitulos e voltarei a postá-los, estou terminando agora mesmo de editar um, e logo logo (ainda hj) o postarei, espero sinceramente que minhas leitoras ainda estejam comigo, mas aquelas que sumiram, eu entendo completamente, eu tbem sou leitora de fics e sei o quao ruim e ficar anos sem ler a historia e com o tempo vou ate me esquecendo dela, deve ter acontecido com varias eu sei... MAAAAASSSS Caras leitoras... Acontece que estou de volta e mais inspirada que nunca, determinada a reconsquistar minhas antigas leitoras e conquistar novas leitoras. terminei minha maldita faculdade, minha filhinha linda comecou a estudar no maternal (chorinho, ela esta crescendo tao rapido). E finalmente voltei a ter mtempo para meu hobbie favorito!!!

Patrick não acordaria por dois dias, e ela sabia que não era permitida a entrada na UTI. Tudo o que lhe restava era ir para casa agora. E esperar por mais notícias.



Luka, a esperava em casa, e ele seria a única pessoa que a reconfortaria no momento.

Charlie lhe deu uma carona ate em casa, e com um abraço bastante apertado, ele se despediu dela, não sem antes fazê-la prometer que ligaria caso acontecer qualquer coisa.

Quando chegou em casa, teve mais um choque ao entrar e escutar os choros de Luka vindo do segundo andar. Correu ate o quarto de Jessica, de onde vinham os barulhos e encontrou uma Jessica desesperada embalando Luka tentando distraí-lo com um brinquedo.

–Kristin que bom que você chegou, ele não para de chorar a horas. – Jessica se queixou, olhando Kristin como se olha um bote salva vidas em meio ao mar.

–O Que aconteceu? – ela perguntou.

–Eu não sei, assim que você e Sam saíram, ele começou a chorar como desesperado.

–Me de ele aqui Jessy. – ela o pegou carinhosamente de seu colo, Luka se agarrando a ela como um macaquinho e posando a cabeça em seu ombro, o choro se acalmando, mas não cessando.

–Kristin, seu rosto está tão inchado, estava chorando? Aconteceu alguma coisa?

–Aconteceu tanta coisa Jessy, você não tem idéia, mas primeiro tenho que acalmar Luka.

Kristin foi para o quarto de Sam, levando Luka consigo o mesmo ainda chorava de soluçar, o menino estava quase sem fôlego e chorava sem forças.

–Querido, por que esta chorando assim?

–P... Pa... Pai... – ele gaguejou em meio aos soluços, a voz rouca pelo choro.

–Seu papai? Esta sentindo falta do seu papai? – já caindo em lagrimas também.

–Que...lo meu pa... pai. – ele soluçou novamente.

–Você quer o Sam? – ela ainda estava com dúvidas.

Ele sacudiu a cabeça exageradamente dizendo não.

–Você quer o... Patrick? – ela mal conseguiu pronunciar as palavras, a voz embargada de choro. – Filho, você pode sentir não é? Você sabe o que ele está machucado?

Agarrou seu pequeno bebê, como se agarra um ursinho, olhando pela janela, os olhos em lagrimas, seu diafragma contraindo-se em espasmos involuntariamente. Como se um consolasse a dor do outro.

Despertou com o barulho da porta sendo fechada, quando ela tinha dormido? Luka dormia serenamente a sua frente os dois adormeceram em uma espécie de conchinha, o rostinho inchado como quem chorara ate cansar e cair no sono.

Ela sabia que era ele, apesar de ter despertado, nem ao menos quis se mexer, não queria realmente falar com ele agora, talvez em momento nenhum, por mais que ela soubesse que tinha verdade em suas palavras, realmente não gostou da forma grossa e fora de hora que ele havia escolhido para discutir a relação.

–Esta acordada? – ela podia sentir o calor de sua mão quase a tocando, podia imaginar ele tentando tocá-la porem hesitante, os dedos paralisando centímetros de seu corpo.

Sentiu o peso dele caindo bruscamente ao seu lado na cama, e velha respiração profunda, assim como ela Sam também estava atordoado, confuso e talvez machucado.

–Você não faz idéia, de como eu tenho medo de te perder mais uma vez... – Ouviu dizer, com a voz mais rouca que o normal, como quem também havia chorado.

“Querido desculpe, eu sou tão idiota” pensou tanto em dizer, que o pensamento quase chegou em sua língua, mas sabia que se deixasse saber que estava acordada teriam uma longa e cansativa conversa, que provavelmente terminaria em mais palavras de dor e lagrimas.

Preferiu fechar os olhos e esperar o sono retornar, amanha, talvez tudo pudesse se esclarecer...

(continua logo mais)