Apenas Carnal.
33 Capítulo 33
Notas iniciais
Tudo o que posso falar, é que ele está bem polemico e pegando fooooggoo!!1
As Tean Patrick vão enlouquecer! E as Tean Sam vão ficar com muita raiva da Kristin!
Bom então, boa leitura.
Duas semanas depois... (inicio de dezembro)
Ela estava terminando de fechar o zíper da ultima mala de roupas, terminava de organizar as coisas de seu filho, deixando na casa, apenas uma pequena mala, com poucas mudas de roupas e alguns cosméticos. Deixava o que Luka precisaria para dois dias.
Estava uma verdadeira manteiga derretida naquele dia, em parte era a sua TPM, mas o que era realmente era ter que ficar longe de Luka por esse tempo, que mesmo curto parecia uma eternidade. Ainda por cima em ter que deixá-lo com Patrick. Seu coração doía de preocupação, e bastava um olhar triste do garoto para ela se desmanchar em lágrimas.
Ela partiria no outro dia pela manha, já tinha combinado tudo com o taxi que a levaria. E a primeira coisa que faria ao chegar em casa seria cuidar do quarto de Luka o quanto antes, queria levá-lo para casa no dia seguinte se fosse possível.
Quando terminou de arrumar tudo, resolveu descer para comer alguma coisa, assustou quando olhou no relógio que marcava uma da manhã.
Foi para a sala com um saco de pipoca de microondas, e tomou um susto quando o viu sentado no sofá assistindo TV, usando somente uma cueca samba canção.
-Patrick, me assustou. Acordado há essa hora?
-Me sinto sem sono. E você?
-Estava terminando de arrumar as coisas do Luka.
-Você parte amanhã mesmo então?
-Sim.
O assunto acabou por alguns minutos, ela tratou de devorar a pipoca o quanto antes, para sair dali o mais rápido possível. Fingindo que prestava atenção no que se passava na enorme TV. Quando estava quase no fim da pipoca, ele voltou a falar.
- Desisti do processo. – ele disse de repente, tanto que Kristin não entendeu nada do que ele dizia.
-Que processo?
-Da guarda do Luka. Não vou cobrar meus direitos de pai, sendo que nunca me comportei como um.
Ela literalmente ficou feita estatua, deixando o saco de pipoca cair, interrompendo a mastigação do que estava na sua boca. A única coisa que moveu, Foi à cabeça, para olhar em sua direção.
E desta forma ficou, analisando cada ruga, cada traço de sua expressão, procurando por algum rastro de sarcasmo ou piada existente ali. Mas não encontrou nada, ele realmente parecia estar falando serio, somente depois disso foi que ela engoliu a pipoca em sua boca, para poder falar.
-E... O que te fez mudar?
-Estava conversando com meu pai essa semana, ele me aconselhou muito, achei melhor deixar a decisão poder ver meu filho em suas mãos.
Ela piscou duas vezes antes de abrir um sorriso repentino. A respiração passou por suas narinas, processando o alivio que deixou seu corpo tremulo. Teve vontade de chorar na frente dele, somente ali ela pode perceber o peso que ele tinha tirado de suas costas. Ela estava disposta a lutar ate onde conseguisse pelo seu filho, mas sabia que seria uma causa perdida, com todo o dinheiro e influencia que Patrick tinha, ela não teria a menor chance de ganhar qualquer causa contra ele. E ficou tão feliz por ele ter lhe dito àquelas palavras que entendeu como um favor que ele lhe fazia.
E com esse peso aliviado de seus ombros, com essa alegria inesperada que não a deixou respirar direito, quanto menos pensar. Foi que ela se levantou de onde estava, indo até ele, e lhe depositando um abraço apertado de gratidão.
Não entendia muito bem por que fizera aquilo, e ele muito menos, foi tão pego de surpresa que não teve nem mesmo reação para retribuir o abraço, ficando com seus braços estáticos apoiados no sofá.
-Obrigada. – ela disse olhando em seus olhos.
-De nada. – ele disse, com aquele olhar que um dia ela amou de forma absurda, aquela sinceridade estampada, e aquela cumplicidade com a qual ele sempre a olhou, era como se por um segundo,pudesse ver um requisco daquele Patrick meigo e romântico que ela sempre amou, naquele olhar.
Ele deu um meio sorriso para ela, desviando o olhar, se levantando do sofá e tomando direção ao andar de cima. E ela estava tão maravilhada com a noticia, que não se moveu de onde estava, olhando ele caminhando em direção ao seu quarto até ele sumir de sua vista.
Caminhou até seu quarto como se tivesse pisando nas nuvens, agora ela não teria mais nenhum peso que a impossibilitasse de seguir em frente, agora ela podia se mudar com seu filho e viver sua vida com ele sem medo de perdê-lo, a alegria era tanta, que foi descrita em uma lágrima solitária que caiu de seus olhos quando ela entrou no quarto de hospedes.
Estava até cantarolando quando saiu do banho, vestindo sua camisola de seda favorita. Jogou-se na cama, sorrindo como uma criança.
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Estava tão ansiosa por partir no dia seguinte que mal conseguia pregar os olhos. No relógio já marcavam quase três da manhã e a única coisa que ela fazia era virar de um lado para o outro na cama.
Estava quase conseguindo ficar com sono, quando ouviu uma batida na porta. Levantou rapidamente, da ultima vez que alguém bateu a sua porta a essa hora, era a babá para avisar que Luka estava doente.
Quando abriu a porta, surpreendeu-se ao ver que era Patrick, os cabelos despenteados como estivesse acabado de acordar.
-Oi. – ele disse, timidamente.
-Patrick? Algo errado com o Luka? – ela perguntou de imediato.
-Não, está tudo bem com o Luka.
-Então, o que é?
-Queria conversar com você.
-Há essa hora?
-Desculpe se te acordei, mas amanhã você já não vai estar mais aqui, então...
A expressão dele estava tão enigmática que chegou a dar medo nela, ele tinha mudado de opinião quanto ao Luka? Ela tremeu somente ao pensar. Acendeu a luz e abriu mais a porta para ele entrar.
-O que quer falar comigo Patrick? – perguntou, fazendo questão de ser ríspida.
Ela viu uma única lágrima escorrer por seus olhos, Como uma reação automática. Tomando sua cabeça em uma confusão sem fim. Franziu o cenho ao senti-lo se aproximar dela.
-Seria capaz de qualquer coisa pra fazer você ficar... – ele disse em um sussurro carregado de dor, e a cada palavra ele se aproximava mais.
-Patrick? O que está dizendo? – ela perguntou franzindo ainda mais o cenho.
-Mas até mesmo eu sei quando perdi. – ele continuou, ignorando suas palavras.
Ele andava passo por passo até ela, de forma lenta e hesitante, ele chegou tão perto que ela teve que recuar um passo.
-Eu amo você Kristin... Tanto. – uma outra lágrima única caiu de seu outro olho, o deixando duas linhas cristalinas desenhadas por iguais. – Ainda não posso me acostumar em não ter você por perto. Eu sinto... Dor. – ele comentou como se fosse algo novo dentro de si.
-Patrick, acabou tudo, você precisa aceitar... Não existe mais... Nós... Somos somente eu e somente você agora.
-Eu sei que acabou... Mas... – ele soltou uma respiração longa, como se estivesse prendendo todo aquele tempo. – Sei que não tenho esse direito. Mas queria pedir uma coisa para você.
-O que é?
Ele se aproximou em mais um passo largo, não dando chances para ela se afastar, tomando sua cintura com as duas mãos. Curvando a cabeça para ficar o mais próximo dela o possível. milímetros, era a distancia de seus rostos.
-Eu queria ter você comigo.
-Não Patrick.
-Por favor, Kristin, só quero me despedir de você... Eu preciso disso. – ele se calou quando sua respiração ficou rápida de mais, engoliu em seco, como se engolisse o choro. – Fica comigo essa noite... Só por essa noite?
Ele recebeu o silencio dela como resposta, e isso foi o suficiente para ele. Que tomou seus lábios de forma tão gentil, que suas bocas quase não se tocavam.
Aos poucos, como se fosse em câmera lenta, ele foi aprofundando o beijo, e ela, correspondia. Não sabia onde sua cabeça estava naquele momento, não a encontrava em lugar algum, sua consciência travava uma guerra contra seu corpo, foi como se estivesse saído de dentro de si naquele momento.
Mas que droga ela estava fazendo? Droga Kristin, cadê sua alto estima nessas horas? Onde está a mascara fria de rocha que tinha colocado em sua face? Onde estava seu alto controle que parecia não funcionar naquele momento? Esse é o homem que desgraçou a sua vida, foi por causa dele que você já tentou dar fim na sua vida! Foi por causa dele que você está nesse oceano obscuro e perdida dentro de si mesma em suas confusões.
Um choque de realidade a fez ter forças para empurrá-lo, recuando dois passo para longe dele, muda como se tivessem cortado sua língua. A única coisa que tinha coragem de fazer ali era apenas olhá-lo desacreditada em si mesma.
Então seria assim para sempre? Não importa o quanto ela o odeie, não importa o quanto quer ficar longe dele, mas ela sempre sumcubia de sua vontade própria quando ele a tocava daquela forma, era como se todo o ódio lhe escapasse enquanto tocava seus lábios, era como se vivesse a fantasia de ter o amor da sua vida de volta em seus braços, de ter aquele menino aventureiro mais uma vez, de sentir-se amada por ele como sempre foi.
Então no final de tudo, não era o amor próprio que ela queria, ela sempre quis o amor dele, ela não suportou o fato de ser desprezadas pela pessoa que mais amava, e no fundo, tudo o que sempre queria era que ele a aceitasse e a amasse como se fosse à primeira vez. E quando sentia qualquer requisco desse amor quando ele a tocava, ela se entregava, era isso que a deixava tão propicia a ele, tão fraca aos seus desejos que se sentia humilhada por sua propia força de vontade.
-Desculpe. Não a importunarei mais. – a voz rouca dele a tirou de seus pensamentos conturbados. E ela voltou seus olhos para ele, e todas as suas duvidas caíram por terra, aquele olhar tão avivado para com ela, era o mesmo olhar de dois anos atrás, o mesmo olhar de seis anos atrás, estavam novamente ali como se tivessem do nada, sido ressuscitado.
Ele começou a andar em direção a porta, passando o exterior da mão por seus dois olhos, enxugando as lágrimas que tinham caído. Evitando olhar para ela, como se desabasse se olhasse.
Então ela reagiu de uma forma que o pegou completamente despreparado, o tomando de surpresa tanto quanto ela se tomou de surpresa por está fazendo aquilo.
O segurou pelo pulso. O impedindo de sair.
E como se suas mentes tivessem conectadas, ele reagiu imediato ao seu ato, girando em sua direção e a tomando nos braços. Os lábios procurando um pelo outro como se procura o ar para respirar, e quando se encontraram, tudo o que pode resultar foi um beijo voraz e carregado de desejo. Ele tomava seus lábios para si, como se fosse à primeira vez, explorava cada pedacinho de sua boca, como se quisesse guardá-los como lembrança.
Ela não estava pensando em nada naquele momento, e nem queria pensar, queria decair aos desejos de sua carne, queria ser fraca ali naquele momento, queria se entregar a ele de todas as formas possíveis, estava com saudades das noites tão quentes que viravam fantasias em sua mente ao invés de lembranças, estava com saudades da forma como ele a enlouquecia, e queria que ele fizesse isso naquela noite. Suas mãos passeavam entre sua nuca e seus ombros enrijecidos, enquanto as deles percorriam indecisas entre suas costas, sua cintura e seu bumbum.
Ele beijou de forma um tanto violenta seu pescoço, fazendo-a ficar presa na dobra entre seu pescoço e seu ombro, inalando aquele velho perfume que ele usava, e que lhe causava arrepios sempre que sentia.
Sentiu sendo empurrada para trás, e achou que ele a levava para acama, mas surpreendeu quando sentiu suas costas baterem na parede, e sentindo-se sendo imprensada por ele, subiu sua perna direita, enlaçando sua cintura, querendo ter seu corpo mais colado no dele, como se isso fosse possível. Ele correspondeu segurando sua perna em seu quadril, prensando o corpo dela ainda mais, de forma que ela sentiu o resultado de toda essa situação colando em sua intimidade.
Somente com aquela cueca ela podia senti-lo como se estivesse nu, e tinha se esquecido do quanto seu marido era bem dotado, causando um arrepio por sua espinha, sentindo-se molhada entre as pernas.
Seus lábios ainda se encontravam de forma desesperada e violenta, davam pequenas pausas para tomarem um pouco de fôlego, mas eram bem pequenas mesmo, mal dava para respirar duas vezes.
As mãos firmes em suas coxas começaram a deslizar minuciosamente até sua intimidade, e ele separou seus lábios do dela, levemente surpreso por ela não estar usando calcinha. Seus dedos habilidosos a acariciavam de forma lenta e torturante, fazendo ela curvar a cabeça para traz em um gemido atordoado. Ao mesmo tempo em que puxava os cabelos dele levemente para traz.
Atacou seu pescoço que ficou completamente a mostra, oferecido para ele como se oferece a um vampiro, enquanto sentia seus dedos ficarem encharcados, conforme passeavam por sua intimidade.
Naquele momento, nem ele, e nem ela se agüentavam mais. Sem nenhuma cerimônia ou sem pedir nenhuma permissão, ele abaixou a ponta de sua cueca, enquanto ela o enlaçava com a outra perna, em um gesto sincronizado e automático.
A olhou nos olhos, o olhar tão carinhoso contrastando com o sorriso torto malicioso que a deixava louca de prazer, e desta forma ela sentiu ser invadida por aquele membro maestroso.
Ele começou estocando rapidamente, e aquilo a teria machucado, se não tivesse tão excitada e extasiada, sentia seu corpo pulando a cada investida dele, teve que se segurar firme para não cair, e os lábios entreabertos não conseguiam parar de gemer.
-Geme para mim Kristin... – ele sussurrou em seu ouvido, a fazendo soltar um gemido mais alto, aquele jeito safado que ele sempre teve estava conseguindo o que ela queria, a estava enlouquecendo.
Ele aumentou ainda mais o ritmo das investidas, penetrando-a de forma bruta. E quanto mais bruto ele era, mais ela gemia, mais ela sentia prazer, mais ela delirava, apertava com força os músculos de seus braços, as unhas deixando marcas ali.
Seus gemidos eram mais altos, que quase eram gritos, ela sentia seu ápice se aproximar. E ele sabia disso; beijou seu pescoço de forma que ela sentisse sua respiração ofegante e quente em sua pele, ele sabia que isso a fazia delirar.
-Queria ouvir você sussurrar... Meu nome... – ele pedia, com a respiração descompaçada. Enquanto ela apoiava a cabeça em seu ombro, segurando com força seu cabelo.
Ela continuou gemendo rigorosamente, mas abafando seus gemidos em sua pele, e aquela sensação tomava seu corpo cada vez mais forte.
-Patrick... – ela sussurrou, de olhos fechados, quando seu corpo era tomado por espasmos e sua intimidade se contraia em torno do membro dele, que a penetrava ainda mais forte. Fazendo com o orgasmo a tomasse de forma violenta.
Ela curvava a cabeça para traz, era como se o ápice não acabasse nunca, e ela não queria que acabasse, seu corpo tremia e se não fosse ele a segurando com firmeza, ela já estaria no chão.
Então o orgasmo passou, fazendo com que sua respiração ofegante pudesse se controlar, mas ele não deu tempo para isso, a colocou no chão, e a virou de costas penetrando-a novamente, tudo em quase um único movimento.
E desta vez ele era quem gemia e ofegava, ela podia sentir o ar quente de sua respiração descompaçada roçando sua nuca, a voz rouca dos gemidos suaves chegarem ao seu ouvido.
Ele puxou de leve seus cabelos, a trazendo para perto de seu rosto, fazendo com que suas costas ficassem arqueadas, as mãos dela apoiadas na parede, e assim tomou seus lábios mais uma vez. Um beijo longo, suave, profundo, e devastador.
E depois disso, ele enterrou seu rosto na curva de seu pescoço. A segurando pela cintura, e assim ficaram até que o ápice dele chegou, e a essa altura ela já estava prestes a ter um segundo orgasmo, e então eles chegaram ao clímax, juntos, ele abafando os gemidos em seu pescoço, e ela permitindo-se gritar, com os olhos perdidos, encarando o teto.
Ficaram parados, estáticos nessa posição por minutos, até que a respiração dele se normalizou, então ele saiu de dentro dela, a virando novamente de frente para si, olhando em seus olhos com ternura, tirando uma mecha do cabelo que estava grudada no suor de seu rosto. E então ele tomou seus lábios novamente. Um beijo terno, calmo, sereno. Como se apenas com aquele beijo, ele quisesse mostrar todos os seus sentimentos para com ela.
Quando ela se deu por si, sentia suas costas encostarem-se ao colchão da cama, ele estava por cima dela, e continuou com o beijo calmo, até que se virou, saindo de cima, e deitando-se ao seu lado.
Se encontraram em um momento um tanto constrangedor. Deitados de lado, um de frente para o outro, os olhares silenciosos trocavam conversas secretas, revelavam coisas escondidas por todo esse tempo. Ele fez o primeiro movimento, tocando seu rosto com a palma da mão. Focando sua visão em cada detalhe de seu rosto, como que para memorizá-la com perfeição.
-Isso... – ela começou a falar, num tom sussurrante. – Não muda nada Patrick...
-SShhhh. – ele colocou um dedo no meio de seus lábios, franzindo o cenho numa expressão de tirteza. – Vamos ser nós dois... Somente por agora... Depois... Eu deixo você em paz.
-Por que você faz isso? – ela perguntou num tom sussurrante.
-Desculpe, mas não posso evitar... – ela podia sentir o hálito quente de seu sussurro acariciando seu rosto. – Você me deixa assim... Atordoado.
Como se isso fosse o suficiente, ela se calou, permitindo-o deslizar seus dedos por seu rosto. Desfrutando daqueles olhos azuis, tão amorosos para consigo.
-Eu te amo Kristin. – ele sussurrou. O olhar melancólico fitanto suas orbes verdes.
-Sinto muito que tenha acabado assim Patrick. – ela respondeu.
-Preciso de ajuda. – ele comentou de repente. – Estou perdido Kristin.
E dessa vez, ela esticou o braço, tocando seu rosto pálido.
-Pode contar comigo para o que precisar.
Ele lhe sorriu esperançoso, sentindo-se consolado. Fechou seus olhos, e deixou-se cair no sono, mesmo contra sua vontade, pois sabia que quando acordasse, ela não estaria mais ao seu lado.
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