Apenas Carnal.
29 Capítulo 29
Notas iniciais
PRIMEIRO; meninas, muuuuiiiito obrigada pelo carinho com minha gravidez, recebi comentarios tão fofos me parabenizando, perguntando sobre os nomes... bom, os nomes, se for menina vai ser Maria Claudia, pq esse é o nome da mãe do meu esposo, e se for menino.... bom, quem le a historia já até desconfia né? vai ser Luka! Sempre achei esse nome muito bonito! rsrrs
SEGUNDO; estou postando esse capitulo hoje, pq ele está chegando na faze quue eu levei meses imaginando, e fiquei tão animada e inspirada em escrever que passei uma noite quase toda digitando.... ele é um dos capitulos mais importantes da historia, esse e o proximo. que vou postar so domingo.
TERCEIRO; esse foi o capitulo mais comentado da fanfic!!!!! adoreeiiii, todas tomando a dor da Kristin, e REVOLTADAS com o Patrick!!!!! Adoooorrooo essa atenção toda!
QUARTO; boa leitura a todas!
Então vários estalos e gritos foram ouvidos pela casa.
Ela fechou os olhos quando o sentiu se aproximando. Não tinha coragem o suficiente para encarar aquilo, encolheu-se em posição fetal, e esperou pela dor.
Um estalo; um grito.
Um segundo estalo; mais um grito.
A cada estalo do cinto ouvido, ela gritava automaticamente, tamanha era seu medo naquele momento, mas percebeu que a dor que esperava não veio. Talvez estivesse tão entorpecida que nem conseguia mais sentir, achou melhor assim, pois sofreria menos as conseqüências. Isso a fez abrir os olhos e encarar aquele monstro. E então tomou mais um susto.
Ele estava de joelhos no chão, chorando como uma criança assustada, chicoteando o piso de porcelanato com seu cinto. E repetia isso varias e varias vezes, até que uma hora ele se cansou, estava suado, se arrastou até um canto na parede e sentou ali de costas, abraçando seus joelhos, largando o cinto no chão.
Ela nunca o tinha visto daquele jeito, demonstrando suas mágoas tão escandalosamente. Ele chorava de soluçar.
Aos poucos, bastante hesitante, ela se levantou da cama e caminhou até ele parando alguns centímetros, se abaixando e sentando sobre os joelhos. Não tentou falar ou tocar nele, primeiro por que estava com medo e segundo, esperaria até que ele pudesse ou quisesse falar algo.
O que demorou cerca de meia hora para acontecer, ele levantou a cabeça, virando-a em sua direção, mas os olhos encaravam o chão o tempo todo, como se não tivesse coragem para olhar para ela. Estavam tão vermelhos, assim como o resto de seu rosto, os cabelos emaranhados, estava num estado deplorável.
–Você... – ele começou a falar, a voz rouca, barganhada, quase se confundia em um sussurro. – Vai, pedir o divorcio?
Ela não respondeu, fazendo-o olhar para ela, então apenas acenou com a cabeça.
–Por que... – Kristin pensou em responder por que, mas esperou ele terminar a pergunta. – Todos, sempre me deixam só, no final?
–Por que está dizendo isso? – até tentou ser mais cordial, mas não conseguia, sua pergunta saiu fria.
–Primeiro meus pais, me largaram por anos em um internato, me deixaram sozinho, para que... Eu pudesse ter controle sobre mim mesmo. E agora você, todos desistem de mim.
–Patrick isso não tem nada a ver com seus pais, isso é sobre nós dois.
–Criticas, era somente o que eu ganhava. – ele continuava, como se falasse sozinho, como se ela não estivesse ali. – Eu me esforçava mais do que todos naquela escola, apenas para ser o maldito aluno super dotado para meus pais se vangloriarem pra sociedade. Mas parece que nada era o suficiente, sempre era desafios, e criticas, depois mais desafios e mais e mais criticas. Minha mãe não me educou como filho, eu parecia um soldado nas mãos dela. Nada era bom o suficiente, absolutamente nada!
Ela assustou-se quando ele levou sua voz um tom a mais. Mas continuou ali, pela primeira vez, num total de oito anos em que o conhecia, ele estava de fato, se abrindo com ela, lhe apresentando um sentimento que sempre o deixava misterioso, lhe mostrando o lado sombrio que ela nunca conseguiu desvendar, mostrando a verdadeira dor, e os verdadeiros sentimentos por trás daquela mascara rude e egocêntrica que ele sempre teve.
Patrick tirou os braços dos joelhos, e fez menção de que iria levantar, e assim o fez, levantaram juntos, e foi quando ele realmente a olhou nos olhos. Quase não reconhecendo aquele olhar, que sempre lhe fora tão devotado, tão doce, tão amável e ali, parecia que ela olhava para um desconhecido qualquer. Então era isso? Ele de fato, a perdera para sempre?
Seus dedos, passaram de leve pelo rosto de Kristin, e Foi quando ele viu a marca de sua mão pintada de vermelho em seu rosto tão branco. Ela ainda permanecia muda e estática na sua frente. Ele saiu do quarto às pressas, deixando-a imóvel no lugar, confusa, enlouquecida de vez em tentar entender aquela criatura que ela pensava que conhecia, mas que sempre fora um sujeito cuja compreensão estava acima de sua capacidade.
Ele voltou alguns minutos depois, trazendo uma bolsa de gelo nas mãos, Kristin ainda estava em choque no mesmo lugar, então ele a envolveu com um de seus braços e com o outro ele colocou com delicadeza a bolsa de gelo em seu rosto.
Então ela se desmanchou em seus braços, se dando por vencida, ele finalmente tinha a enlouquecido de vez, fazendo totalmente o contrario que qualquer mulher normal faria, o abraçando forte, posando seu lado bom no peito dele, se derramando em lágrimas, em um furacão de emoções que ela mal podia definir o que sentia exatamente naquele momento.
–Por que faz isso Patrick? – ela perguntava em meio aos soluços. – Por que você ainda me desarma dessa forma? Depois de tudo o que me fez? Como ainda posso sentir amor por uma criatura como você?
–Então me tornei um monstro para você? – ele perguntou monótono.
–A culpa de você ser sozinho não é de ninguém a não ser sua, Patrick, você tem o dom de afastar as pessoas que te amam de verdade, assim como você afastou seu pai de você, você me afastou de você, e você afastou seu filho de você.
–Quando foi que você deixou de me amar?
–No momento em que vi que você nunca me amou como eu pensava Patrick.
–Eu sempre amei você Kristin, desde o momento que te vi pela primeira vez eu amei você.
–É claro que você me ama Patrick! – ela exaltou, alterando um pouco o tom de sua voz e se afastando dele, começando a andar pelo quarto, em passos lentos. – Assim como você ama sua empresa, como você ama seu carro, essa casa... – ela se virou de voltava para ele. – Eu sempre fui uma de suas propriedades, nada além disso. Tanto que no momento que eu fiquei com “defeito” você deixou de gostar de mim. E simplesmente me descartou.
–Não é assim Kristin, você sabe disso.
–E qual outro motivo teria para sua atitude nesses últimos anos?
–Todos sempre exigiram a minha perfeição, todos Kristin! – sua voz estava mais uma vez rouca. – Até você! Sempre tive que ser o melhor em tudo; o melhor filho, o melhor empresário, o melhor marido, o melhor pai... Por que eu também não tenho esse direito? De querer que as pessoas que amo sejam perfeitas para mim? Conheci você perfeita Kristin, conheci você linda, era o que eu sempre quis.
– Nada nem sempre é como a gente quer Patrick. Perfeição não passa de um paradigma e uma ilusão. E você criou uma ilusão sobre mim, e confundiu com amor.
–Nunca vai existir ninguém que vai amar você como eu a amo Kristin. – ele respondeu.
–Espero que esteja certo sobre isso. – ela disse, como um ponto final naquela conversa. E ficou um olhando para o outro sem saber mais o que dizer.
Kristin fez o primeiro movimento, se virou e saiu andando até a porta do quarto.
–Vou dormir no quarto de hospedes. – ela disse colocando a mão na maçaneta da porta, sem olhar para ele. – Amanhã conversaremos sobre isso com mais calma.
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Quando o relógio marcou sete horas da manhã, ela decidiu levantar, tinha passado a noite deitada sem conseguir pregar os olhos, virava de um lado para o outro. Fez toda a sua higiene matinal e colocou uma regata branca e uma calça moletom cinza, e saiu descalça até a biblioteca, onde ela tinha certeza que ele estaria, e esperando por ela.
Bateu na porta, e só entrou quando Patrick autorizou sua entrada, e quando entrou, tomou um leve susto quando viu um homem de preto parado atrás de Patrick em pé na janela, mas presumiu que fosse algum de seus seguranças.
–Bom dia Patrick. – ela o cumprimentou, sentando-se no sofá próximo a mesa.
Ele não respondeu nada. Ela percebeu que ele estava com um envelope amarelo nas mãos, do tamanho de uma folha de papel, reparou também seu estado físico, era a primeira vez que ela o via daquele jeito, tão... Desarrumado. Usava uma camiseta toda branca de mangas compridas e sem nenhum detalhe, parecia que ainda estava de pijama, os cabelos emaranhados como se não tivesse penteado quando acordou os olhos vermelhos tanto por dentro quando em volta de suas pupilas, o rosto inchado e uma aparência abatida, parecia doente.
–Assim que levantei da cama, liguei para meu advogado. – ele começou, estava indo direto ao ponto, ela preferiu que fosse assim. – Dei entrada nos documentos para o divorcio, pedi urgência então eles vão ficar prontos amanhã. – Ela ouvia e assentia a tudo o que ele dizia. – Quero que saiba que vou assumir os direito que o Luka tem como meu filho e vou pagar pensão, ele terá direito a herança e a tudo que lei pede.
–Obrigada Patrick.
–Mas antes de tudo Kristin, preciso que você saiba de uma coisa. – ele disse mudando o tom de voz. Ela sorriu de canto, ele estava bonzinho de mais para o gosto dela.
–E o que é?
–Tome. – ele estendeu o envelope amarelo para ela, que entendeu que o que precisava saber estava lá dentro.
Um frio na barriga e um leve nervosismo lhe caíram quando ela abriu o pacote e viu varias e varias fotos dela e de Sam, a maioria era de seu encontro quando ele decidiram oficialmente ficar juntos, algumas dela buscando ele no hospital e até eles entrando em um motel.
Sentiu-se um tanto constrangida com isso, e ela achando que estava tomando todo o cuidado do mundo, mas Patrick era obcecado quando queria.
–O que quer me mostrar com essas fotos? Não me importo se você sabe de tudo.
–Sim querida, eu sei de tudo, mais até do que você.
–O que quer dizer Patrick?
–Ele não é a pessoa que você pensa Kristin. – ele afirmou .
–Patrick se vai começar a insultar o Sam é melhor...
–Antes que VOCÊ comece a me insultar, deixe-me terminar. – então ele se levantou de seu a cadeira executiva, usava uma calça jeans qualquer e também estava descalço, parecia o Lauliet do Death Note, só faltou as olheiras. – Acho que não conhece o Agente Logan não é?
O cara assustador lhe deu um aceno, então ele era um agente? Um espião? Foi através dele que Patrick descobriu tudo?
–Ele trabalha no FBI, e de vez em quando ele me presta alguns “serviços”, bastantes caros por sinal. – ele disse a ultima parte olhando para o tal Logan como se fosse uma piada interna. – Mas ele me ajudou a descobrir seu amante Kristin, quando descobri que ele era um reles “prostituto”, quis investigar mais, queria saber o que esse cara tinha para conseguir tirar você de mim. E descobri algumas coisas Kristin, que me deixaram muito revoltado.
Ele voltou a olhar para a esposa, ela o escutava sem dizer nada, mas prestava atenção, Patrick aproveitou esse silencio para continuar.
–Você sabia que esse sujeito possuía, certo negócio, com sua querida amiga Carlie Johnson?
–N..Negócio? Do que está falando Patrick.
–PATRICK ESPERO QUE SEJA RELAMENTE MUITO IMPORTANTE VOCÊ TER ME CHAMADO AQUI UMA HORA DESSAS! – eles ouviram de repente uma voz fina e até irritante ecoar pela biblioteca. Pegando Kristin de surpresa. Carlie tinha entrado no local sem se anunciar.
–Srta. Johnson. Chegou bem na hora. – ele disse sorridente. – Sente-se, por favor.
Ela ficou o encarando por alguns segundos, então se dirigiu para o sofá ao lado de Kristin, olhando cúmplice para a miga, perguntando se estava tudo bem em um sussurro. Kristin balançou a cabeça de um lado para o outro, e Carlie sentou ao seu lado, a expressão tensa.
–Como eu estava dizendo, seu relacionamento com esse sujeito é uma farsa Kristin. Ele está mentindo para você, só está com você por dinheiro.
–Não seja ridículo Patrick! Você acha que todo mundo só pensa em dinheiro? Querido nem todos fazem parte do seu mundo ganancioso e hipócrita!
–Eu acho que sim, esse tal de Sam não passa de mais um que faria qualquer coisa por dinheiro não é mesmo, Srta. Jonshon?
–D..Do que está falando Patrick? – ela perguntou, visivelmente nervosa, e o olhar que os dois trocavam dizia tudo, como em uma conversa silenciosa.
–Carlie. – ele se referiu de forma íntima, inconveniente. – É verdade que você pagou a Samuel Winchester, cinqüenta mil dólares para que ele saísse com a minha esposa?
As mãos de Carlie estavam visivelmente tremulas, Kristin ficou boquiaberta com a afronta ridícula do seu futuro ex marido.
–Você ficou louco de vez Patrick. – Kristin se levantou, indignada. – Até onde você quer levar esse joguinho para me destruir, colocar a Carlie nessa historia, que não tem nada haver com isso. Isso é entre mim e você!
–Termine de ver o conteúdo do envelope Kristin, sei que não vai acreditar somente nas minhas palavras.
Kristin o encarou por alguns segundos, depois rispidamente pegou o envelope que estava no sofá, e começou a olhar o conteúdo rapidamente. Sua boca se abrindo gradativamente a cada foto e a cada documento que via. Havia varias e varias fotos de Carlie com Sam, almoçando no pátio da faculdade, deles se encontrando em restaurantes, e entre as fotos, tinha um documento, parecia um contrato.
–Leia isto Kristin, eu li e confesso que foi a coisa mais ridícula que já vi na vida.
Uma lagrima caiu de seus olhos, quando ela viu duas assinaturas no final da folha, uma com o nome de Sam e outra com o nome de Carlie, a assinatura de Sam ela ainda não conhecia bem, mas a de Carlie... Era inconfundível, Kristin até sabia copiar, os riscos acima do nome, que se parecia com um pênis para as mentes mais sujas, era algo que combinava somente com Carlie.
No contrato havia clausulas do tipo “Se a pessoa em questão atribuir uma nota abaixo de dez para o desempenho sexual do contratado, o mesmo terá que devolver 30% do dinheiro pago pela contratante”
–Isso... É ridículo Patrick! – Kristin até chegou a dar risadas daquilo, parecia uma piada. Ela amassou o papel e o jogou no chão e o olhou sarcástica. – Tem mais alguma coisa? Já estou me enchendo das suas historias. É claro que é tudo montagem, não é difícil falsificar assinaturas e fazer montagem de fotos é a coisa mais simples hoje em dia Patrick.
–Kristin... – desta vez Carlie se colocou na conversa. – É tudo verdade.
Kristin a olhou atalhada para Carlie estava no meio de uma palavra e do jeito que foi interrompida foi o jeito que se virou para ela. Seus lábios se abriram em um meio sorriso, na esperança de aquilo fosse mais uma piada de Carlie, mas a mesma chorava e mal conseguia olhar para seu rosto, alternava entre Kristin e o chão.
–Por favor, Carlie, diga que está brincando... – ela sussurrou.
A pergunta a fez chorar ainda mais, os braços cruzados junto ao peito, como uma criança prestes a ser castigada, ela balançou a cabeça, negativamente.
–Mas que droga Carlie! – ela praguejou, um grito abafado pela rouquidão de sua voz, se antes Kristin se segurava ao Maximo para não chorar na frente de Patrick, agora ela esqueceu que ele estava lá, era apenas as duas ali.
–Kristin me desculpe, era para ser apenas uma brincadeira, mas, você se apaixonou pelo Sam e ele por você, tudo saiu controle, eu pensei que ele tivesse contado isso a você.
–Você desembolsou cinqüenta mil dólares, para um homem poder sair comigo? – a expressão que Kristin tinha naquele momento era de cortar o coração, não existia nada pior que o olhar decepcionado de Kristin, nem Patrick se conteve e passou a mão no ombro dela, numa tentativa de confortá-la, mas Kristin a tirou dalí com um tapa.
–Kristin, não era para você saber disso! Era... Para você aproveitar e ver como você ainda pode ser amada e desejada do jeito que você é! Pra você parar de se matar para agradar esse desgraçado e seguir sua vida... Tentar ser feliz e deixar as portas se abrirem para você. Não era para Sam ficar com você, era para ser algo passageiro, sem sentimentos, apenas... Carnal.
–Olha, sinceramente, eu não sei quem é mais doente de vocês dois. Carlie, sempre fui muito esportiva com as suas loucuras, mas isso... Você passou dos limites! – ela deu uma pausa e respirou fundo quando percebeu que falava aos berros. – Sabe... O que me dói mais, não é nem essa brincadeira, foi à falta de sinceridade de vocês dois. Se algum dos dois tivesse me contado isso, eu não estaria tão decepcionada.
–Kristin, esse contrato não existe mais, Sam me devolveu todo o dinheiro para ficar com você, e eu não contei nada por que você estava tão feliz, e eu não queria estragar a sua vida...
–Você já estragou Carlie... – ela disse por fim. Como uma conclusão. – Vocês dois estragaram.
Ela saiu daquele ambiente em passos largos e pesados, a babá vinha com Luka no colo, mas pela primeira vez Kristin ignorou a presença de seu filho, indo direto para seu quarto, pegando sua bolsa e uma sandália qualquer. Nem notou que tinha sido seguida.
–Kristin, espera! Você vai a onde? – Patrick perguntou segurando-a pelos braços.
–Não interessa a você, não se considere mais casado comigo Patrick, o fato de eu saber de tudo não muda nada entre nós. – ela cuspiu entre os dentes as palavras para ele.
Como se as palavras fossem como facas afiadas, ele se deu por vencido e soltou seu braço. Saindo de perto dela a passos firmes.
Desceu as escadas num só lavanco, e somente quando chegou até a garagem foi que Carlie a alcançou.
–Kristin, por favor, não vá fazer nenhuma besteira.
–Não vou me matar se é isso que quer saber Carlie. – ela abriu a porta do carro, jogando sua bolsa no banco do carona. – Mas, ele, me deve uma explicação!
Carlie assistiu Kristin sair dalí cantando pneus, e somente naquele momento, ela percebeu, o quanto ela tinha sido uma verdadeira estúpida e idiota.
Colocou a mão junto ao peito, confortando um aperto que se fez ali. Algo lhe dizia por dentro, que a vida de sua melhor amiga jamais seria a mesma.
Notas finais
Não me matem meninas!!!!!! Lembrem-se que estou grávida!! kkkkkk *____*
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