Notas iniciais
MIIINHAAAAS PIPOQUINHAAAAASSS!!! Que saudaaaaaaade de vcs!!! todas vcs!!! Meninas, me desculpem pela demora e pelo meu sumiço!! Mas eu nunca imaginei que ter uma bebê recem nascida e prematura pudesse me dar tato trabalho!! Nesses ultimos meses eu mal tive tempo para ir ao banheiro, e nao teve outra, minha filha adoeceu, e eu tive que largas estudos, trabalho e ficar somente em casa cuidando da minha Sandrinha... Mas, o pior ja passou, ela esta otimaaa linda e divando!! Agora encontrei um tempinho para escrever e postar! e Ca estou eu, e com alguns avisos importantissimos. 1 Venho com capitulos novos e vou avisando, que dei uma adiantada na fic, por exemplo o capitulo que postei hj, iria escrever pelo menos uns tres capitulos antes desse capitulo acontecer, maaas, como estou muuuiiitooo atrazada, dei uma pulada na historia. :) 2 Vou responder aos comentarios a partir deste capitulo, peço logo desculpas por nao responder aos anteriores, mas vou responder a partir daqui, tooodoos eles para assim ganhar mais tempo para escrever não éh? 3 Ja disse que estava com saudades? Poxa, so espero que minhas leitoras ainda estejam comigo e ainda se lembrem da minha historia :´( 4 No mais, a leitura meninas!!

Algumas semanas depois...

–Mas o que ele quer comigo? – exclamou Kristin, visivelmente irritada.

–Ele quer um encontro formal, ele disse que tem uma proposta a fazer.

–Dra. Haner, fale para ele que irei aceitar, vamos combinar um café, nesse sábado as nove, na cafeteria da 5 avenida.

–Ok, estou confirmando, sábado as nove na cafeteria da 5 avenida.

Kristin desligou o celular. Era Karen Haner, sua advogada. Avisando-lhe de um encontro proposto por Patrick.

Desde o dia da audiência de conciliação. O promotor aconselhou que os dois se comunicassem apenas através de seus advogados até o dia da audiência judicial. E o recente pedido de Patrick contrariava o conselho do promotor.

Ela estava em Manhattan fazia dois dias, estava hospedada no apartamento de Sam e Jessica, era mais prático para ela resolver todos seus problemas, do que ficando em sua casa em Albany.

O apartamento de Sam era incrível, muito mais bonito do que o que ele mantinha quando recebeu o dinheiro de Carlie, tal dinheiro que foi motivos de tantas confusões e dramas dos quais ela vive até hoje.

Kristin refletia, da sacada do decimo sétimo andar onde Sam morava, a vista era linda, dava para o mar e consequentemente a estátua da liberdade. As janelas de vidro semi coberta por uma fina cortina branca, combinando com a cor do hobby transparente que cobria a camisola de cetim longa que ela usava, em uma mão uma xícara de café quente, na outra, o celular com o qual acabara de se comunicar com Karen. E dessa forma, ele a encontrou quando desceu a escada do secundo andar.

–Você parece um anjo. – ele sussurrou, de forma que apenas ele mesmo escutou, Kristin nem ao menos notou sua presença.

Ele caminhou silenciosamente até ela, abraçando-a por traz, com um beijo de bom dia em seu rosto Kristin sorriu minimamente para esse gesto.

–Acordou cedo. – ele comentou, sussurrando em seu ouvido.

–Recebi uma ligação, Dra. Haner.

–O que Karen queria?

–Patrick, quer tomar café comigo amanhã.

–Ele o que? Vocês dois não pode se encontrar agora, foram ordens do promotor.

–Eu sei disso, mas Karen disse que eles têm uma proposta para mim, em relação ao Luka, estou desesperada querido, acho que vale a pena ao menos escutá-lo, não?

–Então irei com você. Não confio naquele homem.

–Não, não é uma boa ideia você ir, sabe que Patrick o odeia, e despertar o lado ruim de Patrick é a única coisa que não quero nesse encontro.

–O lado ruim dele está despertado há muito tempo.

–Querido... – ela balbuciou, naquele tom sussurrante que sabia que o desarmava.

Ela virou-se para ele, olhando em seus olhos, em um sorriso de canto enquanto tocava seu rosto com a costa da mão que segurava o celular. Olhando-o de cima, Kristin, uma criaturinha tão pequena, conseguia desarmar um homem do tamanho de Sam, somente com o olhar.

Ela ficou nas pontas dos pés, e ele ajudou curvando sua cabeça para frente deixando que ela o beijasse. Com aquele beijo a discussão que ele criara em sua cabeça se dera por encerrada.

–Esteja com o telefone em mãos, e me ligue se acontecer algo. – ele disse por fim.

–Confie em mim.

Então ele foi em direção a saída, com a maleta de couro preta em sua mão e o jaleco pendurado nela, ah o jaleco, somente a imagem de Sam usando aquele jaleco, já afastava qualquer pensamento ruim em sua mente.

.....................

Eram quase dez horas quando Jessica desceu trazendo Luka no colo, incrível como aquele garoto crescia a cada dia. E ficava cada vez mais inteligente. Ele adorava Sam, o mesmo tinha um jeito mais que especial com criança, ele e Luka eram muito apegados, Kristin não podia desejar algo melhor para seu filho. Não podia ter escolhido um marido melhor.

“Marido” essa palavra ecoava pela cabeça de Kristin. Não Kris, corrija-se, ele ainda não é seu marido, o casamento que tinha tudo para ser perfeito, agora parecia um sonho tão distante com tantos problemas, desde que foi pedida em casamento, Kristin nem ao menos parou por um dia para conversar e planejar como seria e aconteceria os preparativos.

Foi quando Kristin parou para pensa; será que Sam não se sentia estagnado disso? Os sonhos que ele planejou com Kristin ainda não haviam se realizado por pura culpa dos problemas que ela mesma trouxe para a vida de Sam. Ela suspirou, somente agora se tocando do quanto havia sido egoísta em nem ao menos pensar em como Sam se sentira verdadeiramente em relação a toda essa situação.

Kristin sentou-se no sofá, com Luka em seu colo, o pequeno garoto de cabelos pretos, crescidos até seus olhos, que a cada dia que crescia, deixava de se parecer com Kristin e se parecia mais com Patrick. Kristin sorriu ao brincar mentalmente que isso era Deus a desafiando a continuar amando seu filho, mesmo que seu rosto seja da pessoa que ela mais odeia nesse momento.

Sábado.

Estava quase na hora de sair para o local marcado. Kristin terminava de colocar o par de sapatilhas pretas. Sam pegava alguns documentos em sua maleta e os colocava na gaveta.

–Está muito arrumada para esse café não acha?

–Não acho, só acho que o senhor está bancando o ciumento. – Kristin sorriu ao seu comentário. Ela usava uma regata preta simples, um shorts social cor verde oliva e um lenço cinza no pescoço. E os cabelos longos amarrados num rabo de cavalo.

Em um movimento rápido Sam a agarra pela cintura e a puxa para a cama com ele. Kristin cai por cima dele em meio a gritos e risadas.

–Tome cuidado com ele Kristin.

–Ah Sam, Patrick não cometeria loucuras tão próximo à audiência.

–Não confio nele.

–Então confie em mim.

Ela o calou com um beijo. Como sempre fazia, e era certo; toda vez Sam se deixava cair nessa armadilha, aquele gosto de menta e café dos lábios Kristin o deixava louco, sim, ele poderia conviver o resto da vida com isso.

–Então volte para mim, futura Sra. Winchester.

–Eu sempre volto. – ela sussurrou entre seus lábios, antes de lhe dar mais um beijo. Desta vez mais ardente, mais erótico, e somente parou quando notou que algo havia “crescido” no corpo de Sam e se levantou sorridente de cima dele.

Kristin pegou um taxi e foi até o local marcado com seu ex marido problemático.

Chegando lá dez minutos após o horário marcado, Patrick já a aguardava tomando uma xícara de café sentando em uma mesa próxima a parede de vidro da cafeteria.

Ele parecia; desleixado, os cabelos que antes eram metodicamente aparados e penteados, estavam crescidos sobre seus olhos sendo colocados de lado como se fosse uma franja, a barba parecia não ser feita há uns três dias, e o velho óculos ray ban espelhado, davam um ar mais bad boy, juntamente com a jaqueta de couro e as calças jeans escuras que ele usava. Aquilo foi surpreendentemente novo para Kristin, elegância e sofisticação sempre foram as marcas registradas de Patrick, e agora isso? Fazia parte de seu possível transtorno bipolar?

Como sempre, Patrick era uma incógnita para ela, era um ser imprevisível.

Ele pareceu notar sua presença somente quando ela se sentou à sua frente na mesinha redonda. Ele sorriu de canto e tirou seu óculos, revelando seus olhos azuis envolto de uma marca levemente roxa de olheiras.

–Patrick? O que... Aconteceu com você? – ela perguntou, visivelmente curiosa.

–Olá, Kris, bom dia para você. – ele abriu mais seu sorriso, ironizando a falta de educação de Kristin.

Kristin bufou, colocando sua bolsa na cadeira ao lado e endireitando sua postura.

–Então, o que queria tratar comigo?

–Kristin, tudo o que está acontecendo, está me deixando muito mal.

–Nossa? Serio isso? – ela bufou.

–Não consigo dormir há dias, e mal tenho tempo para me cuidar. – ele ignorou seu sarcasmo e continuou. – E até que tudo isso termine, tenho medo do que possa me acontecer, por isso resolvi tratar este acordo.

–E o que seria?

–Eu desisto, de tudo, desisto da guarda do nosso filho, entrego ela inteiramente a você, e procuro participar da vida dele somente quando lhe convier.

–E o que quer em troca? – Kristin teve até medo de perguntar, sabia que ele não pediria algo normal para ela.

–Não se case com ele... – ele disse, num tom suplicante, como se estivesse mais implorando do que exigindo.

–Não pode me pedir isso... – ela iniciou a discussão.

–Não estou pedindo para deixa-lo Kristin, apenas, pense um pouco, reflita se é realmente isso o que quer...

–Tive tempo suficiente para isso Patrick.

–Não, você não teve, Kristin, está tomando uma decisão precipitada em sua vida, eu a conheço melhor do que ele, e eu sei que você não tem completa certeza disso.

–Eu não tenho certeza? – ela ironizou mais uma vez. – E você é quem? A minha consciência?

–Kristin, antes que você fique com raiva e perca a calma. Preciso que faça uma coisa.

–E o que seria?

–A última vez que fez isso, estava alterada e completamente fora de sim, então eu quero faça, calma, e consciente. – ele curvou o tronco para a frente, aproximando-se mais dela. Ficando a um palmo de distância de seu rosto. – Olhe nos meus olhos, e diga que não me ama mais.

(Quem quiser, pode ler ouvindo Imagine Dragons – Damons. Linda essa música)

–Eu não... – Kristin olhou imediatamente em seus olhos, pronta para fazer o que ele pediu, dizer que não o ama, que não sente mais nada, absolutamente nada por aquele homem.

Mas foi como um tiro de tranquilizante, quanto ela encontrou suas orbes azuladas. Tudo ficou mudo, tudo ficou lento, o mundo a sua volta, sua linha de raciocínio, e as palavras simplesmente não saiam mais.

Ela lutava, com todas as forças para dizer a tal frase, mas seus lábios apenas se mexiam, sem nada a proferir, enquanto sua respiração se acelerava, enquanto ela continuava lutando, lutando para conseguir dizer que não o amava mais, tentando mentir para ele e para si mesma.

Idiota! Sua consciência gritava, cada vez que ela descobria, cada vez que ela se lembrava, que por mais que possa enojar-se dele, que por mais possa detestá-lo, em um lugar muito bem escondido dentro de seu peito, ainda existia aquele maldito amor que ela tanto escondia. Aquele a mor que a deixava, burra, vulnerável e inconsequente, aquele amor que a fazia ter esperanças de que Patrick tinha jeito, e que a fazia defende-lo, quando as pessoas duvidavam de seu caráter. E que somente Patrick ainda tinha o poder de despertá-lo, e de enterrá-lo, dentro de seu peito.

Ela mal teve tempo para raciocinar, e quando deu por si, os lábios dele já haviam chegado até o seus, e os olhos dela já estavam fechados, e seus lábios já correspondiam ao beijo dele. Não! Não! Não! Não! Não! Não! Não faça isso! – sua consciência lhe gritava com todas forças.

Resista! Resista! Resista! RESISTA!!



–Não! – ela suplicou, o empurrando pelo ombro com as lágrimas, a voz rouca, tudo ao mesmo tempo. E foi quando percebeu que havia dito alto demais, e a maioria das pessoas do café já olhavam para eles.

Patrick a olhava desesperado, como se estivesse disposto a tudo para faze-la ficar mais um pouco, mas ela já recolhia sua bolsa e se levantou para ir embora o mais rápido possível.

Passou pela porta o mais rápido possível, a tempo de vê-lo deixar algum dinheiro na mesa e se levantar rapidamente.

Ela correu até o meio fio e estendia a mão freneticamente a procura de um taxi. E não conseguia parar de chorar.

–Kristin! – ela ouviu chamar seu nome e seu desespero aumentou, ela não queria que ele a alcançasse, e nenhum maldito taxi parava para ela.

Tarde demais, ela sentiu duas mãos a puxando pela cintura e atirando do meio fio, Patrick a puxou para si e a fez olhar em seus olhos, ele também chorava? Olhando-o de baixo, ele pareceu menor para ela, ou somente estava acostumada com o tamanho grotesco de Sam.

–Kristin por favor, não se case com ele ainda sentindo o que sente por mim, só vai faze-la se arrepender.

–Me casarei com ele por que eu o amo Patrick! Eu o Amo!

–Não! Você está casando com ele para me esquecer! Você acha justo fazer isso com ele? Usá-lo para esquecer alguém?

–Desde quando você se importa com ele Patrick? – ela dizia aos berros, pela raiva que já sentia, e pelo barulho que havia lá fora, estavam à beira da avenida, e os ventos que os carros jogavam quando passavam por eles em alta velocidade bagunçavam tanto os cabelos de Kristin, quanto os de Patrick.

Ela tentava desesperadamente se soltar de deus braços, porem quanto mais força ela fazia, mais ele a prendia contra si.

–Eu não ligo para ele Kristin, mas me importo com você. Está fazendo uma idiotice e não está percebendo.

–Você é que não está percebendo a idiotice que está fazendo Patrick! Me solta!

Os dois se debatiam como loucos na calçada, Patrick a agarrava enquanto ela se debatia para se soltar. Pareciam um casal problemático de adolescentes.

E foi quando ele o fez mais uma vez. A segurando pela nuca, tocou seus lábios em um beijo nada suave, e desesperado. E mais uma vez Kristin se deixou entregar, agarrando os cabelos de sua nuca, o puxando com força, mostrando que odiava... Odiava ainda amá-lo.

E foi nesse mesmo surto de raiva e amargura, que Kristin conseguiu se soltar dele, o empurrando com todas as suas forças, Patrick estava distraído, então foi jogado longe.

E tudo aconteceu em menos de três segundos...



Kristin não tinha percebido que ele estava de costas para a avenida movimentada, e no desespero, o empurrou para o meio dela. Ela o viu dar três passos parar traz tentando se equilibrar para não cair. E depois tudo o que viu foi seu corpo ser jogado pelo menos a uns três metros de distância, quando uma van chocou-se contra ele.

–Meu Deus! Patrick! – Kristin gritou ao sair correndo para onde seu corpo havia caído, assim como milhares de pessoas e os carros que pararam o transito na quinta avenida.

Ao chegar perto dele, ela se desesperou, sabia que não podia mexer em seu corpo, mas chegou o mais perto que pode, ela chorava desesperada. Mas procurou se acalmar para poder examiná-lo, apertou seu pulso com os dois dedos e deu graças a Deus por ele ainda possuir pulsação, colocou o dedo indicador abaixo de seu nariz, e ele ainda respirava;

–Está vivo, ele ainda está vivo... – ela comentou, a voz tremula e chorosa, mas aliviada.

Mas ele estava inconsciente, e sua cabeça não parava de sangrar, mas Kristin procurou não se desesperar com o sangue, afinal ela iria ser medica.

Dez minutos depois, a ambulância chegou, Kristin mesmo havia ligado, para o hospital conveniado as empresas de Patrick, ela saberia que para ele o socorria viria na metade do tempo.

Kristin se levantou, e ainda chorava desesperada, assistindo os enfermeiros lhe dando os primeiros socorros, enfaixando sua cabeça e mobilizando seu pescoço, uma poça imensa de sangue ficou em meio a avenida, Kristin ficou ao seu lado, enquanto ele era colocado na ambulância, e ela entrou junto com ele.

–Meu Deus... – ela sussurrou, já não tinha voz, estava entrando em estado de choque —O que foi que eu fiz?

Notas finais
Ainda tem alguma Tean Patrick por ai? Pq se tiver, vou ser linxadaaa!! E meninas, infelismente preciso avisar, a fic esta entrando em reta final, mais uns dez capitulos, e ela chega ao fim... :´( (um minuto de silencio) E ate a proxima meus anjos. Semana que vem ja tem mais, não percam! EU VOLTEEEEIII!!!