Notas iniciais
Olha eu aqui, correndo contra o tempo para postar igual no Missão impossivel!!!

Sabe o que doi? É você ter sua cabeça fervilhando de ideias e não ter tempo para escrever... Consegui com muuiitoo esforço escrever esse capitulo pequenininho, somente para matar as saudades, ele está meio chatinho eu sei, mas é importante para a historia... Gente, não deu tempo para revisar, então desde já peço desculpas pelos erros de portugues.

Ahhh, estou completando três meses hoje! É incrivel como você consegue engordar tanto em tao pouco tempo! Podem me chamar de orca já! Essa semana faço uma ultra para saber o sexo! Se der sorte de saber de primeira, quando eu voltar para postar mais vocês vão saber o que é!

Infelismente não vou poder responder os comentarios hoje, pq está tudo muuiiitooo corrido mesmo!!! Mas semana que vem eu respondo tudo, eu juro! Então desde já agraddeço de coração a todas as minhas fieis leitoras que fazem a minha alegria a cada capitulo postado! E em especial a Ana Carol, a Monica e a Clarinha!!! Que fizeram recomendações lindass, minhas belezucas da titia! Amo vcs! S2!!!

Sem mais, boa leitura!

Uma semana depois.



Ela acorda com o barulho repetitivo do despertador, ultimamente só consegue acordar cedo assim, seus dias têm sido muitos e muito cheios, com a reforma da casa quase no fim, ela passava dia todo praticamente indo e voltando, de Albany até Manhattan.



Mas o pequeno casebre estava ficando lindo. A pintura amarela e branca na fachada da casa, deu a ela um ar bastante familiar, e com a ajuda das varias flores que Kristin levou da mansão, a deixou com um ar carinhoso e maternal da famosa “casa da vovó”.

Faltava apenas o banheiro ser arrumado, os azulejos do cômodo já haviam sido trocados, faltava apenas instalar o conjunto de louça. E o que ela realmente corria atrás era de móveis.

Já tinha conseguido mobiliar a sala e o seu quarto com apenas 900 dólares, tudo conseguindo comprar de bazares feitos no jardim da casa de seus futuros vizinhos. Uma coisa no qual ela se divertiu muito, estava com saudades daquela amizade entre os vizinhos, em poder conversar através da cerca, enquanto cuidava do jardim, em ter toda aquela simplicidade de um bairro comum de cidade.

Por deus, ela já não agüentava mais viver naquela casa, mesmo evitando a todo custo encontrar-se com Patrick por ai, ele fazia questão de estar presente onde ela estivesse, como um chiclete grudado em seu sapato, Patrick não saia de perto dela e de Luka enquanto ela estava na mansão.

Enquanto um queria se manter perto de mais, de Sam, já não tinha mais notícias, desde sua ultima visita, ele nunca ligou, nem deu nenhum sinal de vida, nem mesmo Jessica, que ela achava que iria atormentá-la todos os dias pelo telefone, dava algum sinal de sua existência, era como se eles nunca tivessem existido, como se tudo fosse, um sonho.

Talvez fosse melhor assim, ela pensava, já que ela quer esquecer tudo o que passou com Sam, se ele a atormentasse seria impossível tira-lo da cabeça e principalmente do coração. Ela nunca conseguiria recomeçar tendo qualquer ligação com seu passado, pelo menos assim ela conseguia se concentrar em seu futuro e de Luka, que graças ao outro sujeito que desgraçou a sua vida, ele estava ameaçado.

Não estava se sentindo bem consigo mesmo, sua aparência não estava das melhores, estava cansada, sobrecarregada, angustiada, varias emoções negativas afligiam seu interior, e fazia com que isso passasse para Luka, que ultimamente também não tem estado muito bem, uma noite dessas, ele assustou a Kristin e até à Patrick com uma febre alta, que graças a babá que era formada em enfermagem, ele não foi levado ao um hospital.

Luka sempre teve uma saúde de ferro, nesse tempo nunca ficou doente assim, nem mesmo quando seus dentinhos começaram a nascer. Ele tinha herdado isso do pai, que durante todo esse tempo casados, Kristin nunca o viu pegar nenhum resfriado sequer.

Naquela tarde, ela estava em sua futura casa, acompanhava de perto a reforma, dando até algumas dicas para os engenheiros, se não fosse tão apaixonada pela medicina, ela daria uma ótima arquiteta.

Resolveu sair um pouco pelo jardim, e dar uma olhada em como as flores, e também para tomar um ar fresco, sua cabeça estava uma verdadeira bomba relógio, sentia que a qualquer momento explodiria, ela sentia que segurava-se ao máximo para não estourar, e desfazer a rocha que ela criara como máscara, para então suportar tudo o que estava passando, mas sentia que chegava ao seu limite.

Olhou distraidamente pela paisagem da rua, dando uma olhada nas casas de seus vizinhos, um lugar tão familiar, mas ao mesmo tempo tão desconhecido, que chegava a lhe assustar. Seu olhos pararam quando algo lhe chamou a atenção, ou melhor alguém.

Um rapaz passeava pela calçada, um pouco longe de onde estava, mas vindo em sua direção. Caminhava com um cachorro labrador de cor creme, muito, mas muito lindo, e ela estava se referindo ao rapaz. Mas não foi esse fato que lhe chamou atenção.

Ele de certa forma lhe parecia familiar, algo em seus cabelos loiros lhe chama a atenção, ela tinha a sensação de que o conhecia de algum lugar.

Forçava sua vista para ver melhor seus traços. E cada vez ele ficava mais familiar. Quando ele se aproximou mais ela pode notar o tom azul celeste de seus olhos, tão claros que ela via somente a pupila preta pequena, lhe dando um ar estranhamente felino. Então ele abriu a porta da cerca da casa ao lado da dela. Foi quando ele percebeu sua presença, se sentindo constrangido com o olhar nada discreto dela para com ele, mas depois de uma pequena analisada cima e baixo para Kristin lhe soltou um sorriso, bonito por sinal, não era nenhum príncipe encantado, era de uma beleza comum americana, loiro, alto, olhos azuis e sorriso de comercial de creme dental.

-Kristin? Kristin Kreuk? – a voz grave masculina, mas com leve tom de menino, a fez arregalar os olhos, aquela voz rouca era inconfundível.

-Meu deus! Derick! – ela exclamou, passando por cima da cerca que ia até somente as suas coxas. Ficando mais próximo ao rapaz, olhando desacreditada, cada parte do rosto do homem.—Nossa! Eu nem reconheci você. Você mudou... Tanto.

-Enquanto você não mudou quase nada, continua baixinha e olhuda.

Ela gargalhou humorada com o comentário dele. Mas sorriu mais pela alegria e nostalgia de encontrar seu velho amigo de infância. Foi como se um choque de memória entrasse de uma vez na sua cabeça, as lembranças das brincadeiras, das malandragens que eles aprontavam pela vizinhança.

A ultima lembrança que ela tinha dele foi na adolescência, quando os pais dele se separaram e ele foi morar com a mãe em Miami. Foi uma despedida muito dolorosa. Kristin foi esquecendo sua amizade aos poucos com o passar dos anos, assim como todo o resto que ela deixou para traz quando se casou.

-Faz tanto tempo! Tem o que? Doze anos que não vejo mais você. Você mudou muito! E aquelas espinhas vermelhas que você era cheio? E aqueles óculos enormes que você usava.

-Esqueceu do corpo de largatixa que eu tinha. – mais risadas. – Mas, e ai, está, voltando para casa? Ou resolveu vende-la, ela ficou anos ai abandonada.

-Eu sei, estou voltando. Apenas cuidando de algumas reformas antes de me mudar. E você? Está de volta também ou só visitando seu pai?

-Eh... Meu pai faleceu há uns seis anos.

- Nossa. Eu sinto muito.

-Tudo bem, com todas aquelas, bebidas, cigarros e porcarias que ele consumia, era algo esperado. Herdei essa casa dele e voltei a morar aqui depois da faculdade. E hoje sou eu e o Majestik. – ele brincou, alisando o focinho e a cabeça do cachorro.

-Majestik, você disse que colocaria esse nome no seu primeiro filho.

-E eu coloquei.

-Então... Você mora aqui, sozinho?

-Como eu disse; somente eu e o Majestik. Mas é apenas por enquanto. Pretendo me mudar para Paris no inicio do ano que vem.

-Paris! Uau. Pelo o que eu vi você realizou seu sonho de ser pintor não é? – ela disse, gesticulando para a fachada de sua casa, que era um mix de cores fortes e quentes, uma verdadeira arte abstrata.

-Na verdade ainda não sou um pintor consagrado, mas o que faço me deixa feliz, trabalho com restauração de pinturas e artefatos históricos e recentemente consegui uma bolsa na academia de artes Francesa, meu futuro está por lá.

-Nossa, isso é incrível... Que bom que as coisas deram certo para você Derick.

-Mas e você? O que aconteceu com você nesses anos?

-Bom... – me casei com um idiota, vivi num verdadeiro inferno, acabei arranjando um amante igualmente idiota, e hoje estou me divorciando. Ela sentiu vergonha somente de pensar em sua historia. – Estou me divorciando, e tive um filho.

-Um filho? Espero que o Luka se pareça com você, ele seria muito lindo se parecesse.

-Como sabe que o nome dele é Luka?

-Pelo mesmo motivo que você sabe do Majestik lembra?

-Me lembrei agora.

-Srta Kreuk? – eles ouviram o homem das obras a chamar de sua casa.

-Bom, o dever me chama, quero que essa reforma fique pronta o quanto antes.

-Também espero que fique. – ele comentou, em tom de xaveco, Kristin sorriu em tom de piada, levando na esportiva. Passou pela cerca de volta e entrou juntamente com o mestre de obras. Enquanto o rapaz, continuava a olhar pela porta por onde ela entrava, analisando ela de costas, olhando indiscretamente e maliciosamente para... Bom, dá para imaginar.



-Retira o que eu disse. Você mudou muito Kristin. – ele comentou para si mesmo, enquanto soltava a coleira da guia do cão, o deixando livre no quintal, e entrando em sua casa.

Notas finais
Kristin está fazendo sucesso de mais para o meu gosto, começando a ficar com inveja dela... e vcs? rsrsrsrsrsrrssrrsrs... Bjinho!