Notas iniciais
Eita que teve gente que quase infartou no capitulo anterior heim? KKKKKKK

Mas uma coisa digo, se antes teve gente que ficou com raiva do Sam, hoje vai ter gente que vai ter peninha dele :'(

O link da pagina do facebook, já tem varias fotos para vcs darem uma olhada depois. Visitem lá:

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–Sam. – ela o chamou.


–Hum? – ele murmurou ainda de olhos fechados.


–Acho que estou me apaixonando por você.


Isso o fez abrir os olhos, abrir ate não conseguir mais. A encarava espantado de olhos arregalados, enquanto ela mordia a língua em total arrependimento em ter dito aquilo. Estragou tudo.


–Kristin... – ele tentava encontrar alguma palavra para dizer, mas estava perdido.


–Desculpe. – suas bochechas foram ganhando o tom rosado. – Me desculpa, saiu sem querer. Eu não deveria ter feito isso.


Ela desvencilhou de seus braços e levantou da cama. Procurando sua calcinha. A encontrou perto do guarda-roupas e a vestiu ali mesmo.


–Vamos esquecer isso ta. – ela disse e mal conseguia olhar para ele, tamanho era seu constrangimento.


Colocou seu vestido de volta e andou em direção a maçaneta da porta, mas seu braço foi segurado e a impediu de continuar.


–Não vai embora. – ele pediu de forma tão amável, como se dissesse uma suplica. —fica mais um pouco comigo.


–Sam, eu não acho uma boa...


–Desculpe ter reagido dessa forma, bom, você me pegou de surpresa. Mas, está tudo bem.


–Esqueça o que eu disse. Eu... Me precipitei. – mentira.


–Tudo bem, assunto encerrado certo?


–Não falamos mais nisso! – ele deu aquele seu sorriso desarmante para Kristin que se derreteu em seus braços. – Agora, tira esse vestido e deita comigo? O quarto está tão frio.


Pedindo com aquela cara de coitado, como Kristin iria dizer não? Foi o que fez, Sam a ajudou a tirar novamente o vestido, deitando na cama, e trazendo ela para seu peito. Passou os braços pelo seu corpo, afagando seus cabelos.

Estava assustado com as palavras de Kristin. Não queria que ela se apaixonasse por ele, isso tornaria as coisas ainda mais difíceis. Não podia negar que um sentimento crescia dentro do seu peito, mas reprimia isso o máximo que podia. Mas as vezes era impossível não se deixar levar pelo sorriso de covinhas que ela tem, por aqueles olhos tão verdes e tão infantis.

Kristin era de uma beleza tão angelical e delicada, que Sam se sentia na obrigação de protegê-la e cuidar dela. Era um instinto natural dele, desde que se viu na obrigação de cuidar de Jessica, ele tinha criado essa personalidade sensível e gentil.


–É um quarto bonito Sam. – Kristin o tirou de seus pensamentos.


–Faço o que posso para deixa-lo parecido comigo. Mas se não fosse Jessica ele viveria bagunçado. Não tenho muito tempo para arrumá-lo.


–Aliás, seu apartamento é muito bonito. Devo confessar que é mais do que esperava.


–Como lhe disse Kristin, meu trabalho me proporciona algumas regalias. Mas é algo temporário, já estou muito tempo nessa vida, assim que conseguir uma carreira como Psicólogo, eu paro o que estou fazendo.


–Deve ser estranho, se ver na obrigação de... Dar prazer a alguém que você não gosta. – Kristin se constrangeu, estavam entrando em um assunto muito delicado.


–Vai, além disso. No começo eu achava legal, ter varias mulheres gritando meu nome, aumentava meu ego. Mas elas sempre iam embora no outro dia. Com o tempo você se sente cansado disso. Sente falta de alguém ao seu lado na cama quando você acorda, de ter algo mais serio com alguém, mas meu trabalho sempre me atrapalhou nisso. Tenho quase trinta anos, e nunca tive uma namorada.


–Você nunca teve escolha?


–Não necessariamente, eu poderia estar em qualquer emprego, mas isso, era a única coisa que me daria o dinheiro que precisava, dinheiro suficiente para Jessica e eu. Nunca quis que Jessica sentisse alguma diferença na qualidade de vida depois que saímos de casa.


–Jessica... Como ela reage sobre isso? Ela... Sabe?


–Sim, ela tem consciência do que faço Kris. Mas a minha irmã é bastante mente aberta, ela não tem preconceitos com nada, é um espirito livre. Ela leva esse assunto de forma mais natural do que eu mesmo penso. Isso me ajuda um bocado.


–Vocês dois são tão diferentes. – ela levantou a cabeça para olhar em seu rosto.


–Não somos diferentes Kristin, talvez você que esteja acostumada a lidar cm um só tipo de pessoa. Me responda, antes de você se casar, como você era? Com que tipos de pessoas você andava, onde trabalhava.


–Quer que eu te conte minha historia?


–Sim, quero ouvir mais de você.


–Então me fala um pouco mais sobre você.


–Sobre mim?


–Sim, você sabe tanto sobre minha vida Sam, e eu nem sei seu sobrenome.


–E o que quer saber?


–Tudo o que poder me contar.


Ele deu uma risada divertida, mas evitou o olhar dela.


–Bom, meu completo é Samuel Jared Winchester. Tenho 28 anos. Nasci em novembro e fui criado aqui. Sempre quis ser Psicólogo por que eu gosto de entender o que as pessoas pensam. Tenho uma irmã mais nova, e essa parte você já sabe. Minha cor favorita é o verde, minha banda favorita é os Scorpions. Gosto bastante de rock pesado, adoro carros antigos, e... deixe-me ver...


–O que uma garota tem que ser para te conquistar? – ela perguntou, sorrindo travessa.


–E uma entrevista agora?


–Sim!


–Bom, fisicamente, gosto de morenas, mas isso é o que menos importa para mim, mas sim o que elas são por dentro, gosto de mulheres bem humoradas, por que eu sou assim, e antes de tê-la como namorada, eu queria tê-la como amiga, uma pessoa com quem me sentisse intimo, com quem pudesse me abrir, conversar sobre coisas amenas. Essas coisas. Agora é a sua vez.


–Meu nome completo é Kristin Laura Kreuk Sullivan, tenho 26 anos, nasci em Albany, e moro aqui em Manhattan há dez anos. Meu pai faleceu quando eu era criança, e minha mãe se foi há três, sou filha única, então a única família que tenho é que fiz depois que me casei. Eu trabalhava no restaurante



Ele entrou no banheiro do quarto, Kristin ouviu o chuveiro ligado, sentiu tentada em entrar no banho com ele, mas achou melhor não.

Olhou-se melhor depois de recomposta, e pela primeira vez gostava do que via no espelho, sentia-se mais bonita, estava aprendendo a gostar do corpo de violão que tinha, aquele vestido a ajudava em suas curvas, e pela primeira vez em dois anos, estava se sentindo jovem e linda.

Depois de vinte minutos Sam saiu do banho enrolado naquela toalha, Kristin se lembrou da vez em que o viu desta forma, em um quarto de motel. E como na primeira vez, ficou acompanhando as gotas de agua que escorriam de seu cabelo e passeavam pelo seu corpo perfeitamente desenhado. Quando ela voltou a olhar seu rosto, viu que ele a olhava de forma maliciosa e mordia seu lábio inferior.

–Parece que aprecia o que vê.

–E você é humilde não?

–Quer comer alguma coisa?

–Acabei de tomar café.

–Pois eu quero, vamos.

Sam trocou de roupas, usando uma bermuda e uma camisa simples preta. Depois saíram para a cozinha. Kristin se sentou no balcão e o observou a atacar as coisas na geladeira, estava preocupada se Jessica a visse ali, o que ela poderia pensar, era apenas uma menina, temia o que ela poderia dizer se a visse naquela casa.

Depois do assalto a geladeira, Sam se dirigiu até a porta ao lado do seu quarto e chamou pelo nome de Jessica, Kristin congelou onde estava. Engoliu seco quando a menina saiu do quarto e olhou diretamente para ela.

–Kristin, então era você, trouxe o Luka? – Kris desfaleceu, Sam tinha razão Jessica levava as coisas mais naturais do que ele mesmo. Sorriu gentilmente.

–Não Jessica, Luka ficou em casa dessa vez. Ele adorou o medalhão que você deu para ele, fica brincando com ele toda hora.

–Que bom que ele gostou! E Kristin, eu até ia me desculpar pela nossa saída ontem, mas acho que você e Sam já estão entendidos, então para mim está tudo bem.

Jessica deu uma rizada travessa, deixando Kristin corada.

–Jessy, foi muito bom ver você de novo mas...

–Você já vai embora? – ela perguntou, um olhar meio decepcionado.

–Eu tenho que ir, mas volto, não se preocupe.

–Promete? – desta vez Sam perguntou.



Ele chegou seu rosto para mais perto dela, curvando a cabeça para baixo, para olhar em seu rosto, Kristin automaticamente envolveu seu rosto com a mão, o polegar acariciava a maçã do rosto de menino que ele tinha. Os cabelos caiam em seu rosto.



Sam a acompanhou com os olhos até o momento que o elevador fechou, depois disso ficando ali, com os seus pensamentos, imóvel, com o braço apoiado na parede ao lado da porta.

Jessica saiu de fininho do quarto, dando antes uma espiada para ver se não atrapalharia em alguma coisa, era constrangedor quando isso acontecia.


–Sammy? – ela o chamou, achando estranho esse ato do irmão.

Então Sam se virou para ela, e a espantou completamente com o estado em que estava. Seu rosto estava abatido, como se estivesse doente, e duas linhas de lagrimas se faziam em cada um de seus olhos.

–Sam? O que aconteceu?

Ela disse indo até ele, o puxou pela mão, o fazendo sentar no sofá. Sentou ao seu lado e o observou, ele estava perdido em seus pensamentos, olhava para o nada. Como se sua mente não estivesse aqui.

–Ela ofendeu você? – Jessica perguntou, Sam somente balançou a cabeça negativamente.

–Ela disse que está apaixonada por mim. – ele falava, seu olhar ainda encarando o nada.

–Mas, não é a primeira vez que isso acontece, tantas mulheres já te falaram isso. Por que ficou assim?

–Por que é a primeira vez que sinto o mesmo. – seu tom saiu quase um sussurro.

Isso deixou Jessica sem palavras. Ela sabia sobre a situação de Sam e Kristin. E conhecia bem o irmão que tinha, sabia que aquilo lhe magoava mais do que deixava transmitir. Sabia que Kristin era apenas um trabalho, e sabia o quanto aquela situação era perigosa para os dois.

–Por que não conta para ela Sammy?

–Isso colocaria tudo a perder.

–Isso não é justo Sam, você sempre está fazendo de tudo pelas pessoas, por mim, por todo mundo que te rodeia. Mas eu nunca via você fazendo algo por você mesmo. Nunca te vi Escolhendo algo que te faça feliz e não que faça outra pessoa feliz. Pelo menos uma vez Sammy, pense mais em você.

Ele olhou carinhosamente para Jessica, passando a mão pelas suas costas, encostou-se no sofá, colocando-a em seu peito. Uma lembrança não abandonava sua mente, uma maldita lembrança.

Flashback On

Sam estava no consultório da doutora Johnson, eles eram amigos digamos assim. Se conheceram na faculdade, nas aulas de algumas matérias que a Psicologia e Medicina tinham em comum. Carlie como nunca deixava um homem bonito passar desapercebido, tratou de fazer amizade com Sam. Tentando algo mais é claro, porem quando soube de seu trabalho, descartou essa possibilidade das mãos.



–Se você a conhecesse, teria uma ideia bem diferente sobre isso Sam.

–Por que eu Carlie? Por que não chamou outra pessoa para isso?

–Chamei você por causa dos seus talentos Senhor Winchester, suas qualidades como psicólogos serão mais do que uteis no que eu quero que faça. Vamos Sam? Apenas um mês, será o suficiente para ajuda-la.

–Desculpe Carlie, esse tipo de brincadeira não é comigo.

Sam jogou o papel do contrato que segurava nas mãos na mesa de Carlie, levantou e se dirigiu até a porta.

–Cinquenta mil dólares Sam! – Carlie falou, fazendo Sam parar onde estava. – Metade agora e metade no final do mês. Isso vai garantir a faculdade da sua irmã. Não acha?

Sammy paralisou com a mão na maçaneta da porta, olhando para Carlie, sendo torturado pelos milhões de pensamentos que se passavam ao mesmo tempo. Mas o principal deles era Jessica. Pensava no conforto que esse dinheiro poderia oferecer para ela. Poderiam mudar para um apartamento melhor, ela poderia ter o quarto só para ela que sempre sonhou.

Sentindo nojo de si mesmo, ele hesitou, e voltando a sentar na cadeira onde estava.

Notas finais
Desculpem os erros de protuguês pessoal, é que tenho corrido contra o tempo para postar todos os dias, e está dando tempo para Revisar.

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