Anti-Heróis
40 Pela Adrenalina De Um Segundo
Notas iniciais
Edward Cullen
Fui com Bella até a porta atender a minha mãe e irmã. Sabia que tudo ficaria bem naquela noite porque minha mãe estava mesmo interessada em participar da minha nova vida com a mulher que eu amava. Era bom poder partilhar pelo menos sobre aquilo com elas.
Bella hesitou por um segundo antes de abrir a porta e eu apertei a sua mão na minha, mostrando que estava ali por ela. Quando a porta se abriu e revelou as duas mulheres sorridentes, eu senti Bella relaxar ao meu lado.
— Olá. Sejam bem vindas à nossa casa. — Ela disse e eu a olhei, sem conseguir conter o sorriso. O pronome possessivo com certeza fazia uma grande diferença naquela frase.
Minha mãe se aproximou da mulher e a pegou de surpresa com um abraço. Olhei para Alice e vi minha irmã rir da atitude da nossa mãe.
— Ah, oi. Tudo bem, Esme? — Bella perguntou, devolvendo o abraço desajeitadamente.
— Tudo ótimo, querida. — Ela se afastou e tocou o rosto de Bella. — Obrigada por nos receber.
— É um prazer. — Minha garota sorriu e me olhou quando minha mãe se afastou para me abraçar, seus olhos brilhando.
— Olá, Isabella. — Alice se aproximou e a abraçou rapidamente.
— Pode me chamar de Bella... Se quiser. — Bella sugeriu e minha irmã sorriu.
— Claro. — Ela assentiu e se virou para mim. — Já estava com saudades. — Me abraçou em seguida e eu ri, beijando os seus cabelos.
— Nem parece que briga comigo a cada cinco minutos. — Falei assim que ela se afastou.
— É o que os irmãos fazem. — Alice deu de ombros.
— Podemos ir para a sala de jantar? — Bella perguntou assim que havia fechado a porta de entrada.
— Com certeza. — Esme concordou prontamente e minha garota passou por ela com um enorme sorriso. — Estou faminta e ansiosa para ver o que fizeram.
Peguei as suas bolsas e coloquei no sofá da sala de estar antes de acompanhá-las até a sala de jantar, onde já haviam se ajeitado e Bella as servia.
— Não é, Edward? — Minha mãe perguntou.
Rapidamente peguei uma travessa e ajudei Bella a servi-las.
— Sobre o que estamos falando, mãe?
— Sobre eu gostar de costela assada. — Ela explicou e sorriu quando Bella lhe entregou o prato bem servido. — Obrigada, querida.
— Você com certeza gosta. — Assenti sem nunca deixar de sorrir.
— Edward me deu a dica. — Bella confessou quando colocou o meu prato na mesa e eu fiz o mesmo com o dela. — Queria impressionar.
Eu puxei a cadeira para ela e beijei os seus cabelos quando ela se sentou, indo me sentar de frente para ela.
— Estou bem impressionada. — Minha mãe falou depois da primeira garfada. — Ficou excelente.
— Obrigada. — Bella sorriu e olhou para Alice em expectativa.
— Estou sem palavras. — Minha irmã assentiu.
Bella me olhou e abriu um enorme sorriso, praticamente quicando na cadeira. Eu pisquei para ela, também não podendo conter o meu próprio sorriso. Era bom finalmente ter todas as minhas meninas reunidas e se dando tão bem.
— Não me arrependo, nem por um segundo, de ter elogiado as fotos que saíram dos bastidores de Monstros. — Esme falou, bebericando da sua água com gás.
— Mamãe foi esperta. — Alice a interrompeu e abriu um sorriso travesso. — Ela queria arrancar do Edward de todo o jeito que vocês estavam juntos e foi só falar sobre as suas fotos que ele abriu o bico.
Bella não conteve a risada e eu beberiquei do meu copo, sentindo minhas bochechas corarem.
— Eu conheço os meus filhos, Bella. — Ela continuou a falar depois que engoliu a garfada que havia dado em sua costela. — Eu sabia sobre Emmett ser homossexual, sei sobre as paixões de Edward e Alice.
— O papai sabia sobre o... — Alice perguntou e minha mãe assentiu.
— Nós sempre o aceitamos. — Esme disse e eu senti meus olhos marejados. — Eu sempre soube que Irina não era o grande amor da vida do Edward. Durante esses anos os olhos dele brilhavam apenas quando ele ouvia o seu nome ou a via na televisão, Bella. — Falou, se virando para a minha garota. — Ele nunca deixou de te amar, mesmo com todas as complicações que vocês criaram.
— Eu também nunca deixei de amá-lo. — Confessou e limpou o canto dos olhos com o guardanapo. — E ter a aceitação de vocês significa muito para mim.
— Não teríamos porquê não te aceitar. — Ela continuou e eu vi Bella sorrir timidamente. — O seu passado foi muito duro, Bella. Nunca é fácil tomar as decisões que você tomou. Mas agora, sendo parte da família Cullen, você não terá que passar por nada perto daquilo novamente.
Depois que Bella havia ido embora, eu contei à minha família sobre a sua vida, sobre o que tinha acontecido, todo o seu desabafo. Minha mãe ficou furiosa ao saber a minha reação e o meu pai não se pronunciou, como o babaca que era.
— É muito bom ter uma família. — Bella disse com a voz trêmula e limpou as lágrimas que haviam escorrido por seu rosto.
Minha mãe se levantou imediatamente e foi para o lado da garota para abraçá-la. Bella devolveu o abraço, o rosto descansando na barriga da minha mãe enquanto recebia um beijo nos cabelos castanhos.
— Foto desse momento lindo! — Alice falou segundos antes do seu celular fazer um barulho.
— Alice! — Ralhei.
— O quê? Isso precisava ficar registrado. — Deu de ombros.
Esme riu e se afastou depois de sorrir de maneira doce para Bella.
O resto do jantar se passou com tranquilidade enquanto conversávamos sobre o filme, nossos próximos planos tanto profissionais, quanto pessoais e eu tentava não pensar no caos que estava a minha vida pessoal.
Eu havia começado a fazer terapia uma vez por semana, mas disse à Bella que eram duas vezes apenas para poder ir às consultas médicas com Irina. Era um inferno acompanhá-la, mas eu fazia aquilo pelo meu filho ou filha porque, apesar de não ter certeza ainda se era mesmo o pai, queria estar presente desde o primeiro momento. O meu bebê não tinha culpa de ter pais tão imbecis.
Em um mês seria possível fazer o exame para descobrir se eu era mesmo o pai desta criança e então saberia o que dizer para Bella. Esconder aquilo da mulher que eu amava estava me matando e, se não estivesse recebendo ajuda, com certeza teria cometido alguns erros pelo caminho.
Nós havíamos decidido juntos que a nossa relação seria revelada na estreia do filme. Além de ser uma ótima oportunidade, com certeza seria um alívio para nós não termos mais que esconder isso. O assédio ficaria insuportável, mas nós poderíamos nos isolar em algum lugar da América do Sul.
Por outro lado, Bella estava insegura em contar para Tanya, também temia o que a mulher pudesse fazer. Era uma situação delicada, ainda mais quando se está grávida e tão longe da melhor amiga. E era por isso que Bella continuava prolongando a sua revelação para a amiga.
— E quando é o casamento? — Minha mãe perguntou durante a sobremesa: torta de maçã.
Bella começou a tossir e bebeu um gole da sua água enquanto Alice começava a rir desenfreadamente.
— Mãe...
— O quê? É uma pergunta natural. — Dona Esme deu de ombros e eu revirei os olhos.
— Quando o seu filho se divorciar da atual mulher. — Bella falou e piscou para mim.
Engoli em seco, mordendo o lábio inferior e olhando para a minha mãe, vendo a sua expressão confusa.
— Achei que tinha assinado os papéis.
— Eu tinha, mas ela mudou algumas coisas... — Murmurei.
— Que coisas? — Alice perguntou.
— Coisas. — Sibilei, olhando na sua direção. — O doutor Crowley está analisando o contrato antes que eu volte a assiná-lo.
Minha mãe continuou a me olhar e eu desviei, incapaz de mentir olhando em seus olhos. Sabia que, daquele modo, ela descobriria que havia algo errado na minha história. Mas eu não poderia dizer para nenhuma delas o que havia acontecido, não naquele momento.
— Tudo bem, mas e filhos?
Foi a minha vez de tossir e precisar de um copo de água. Quando ergui os olhos, vi Bella com um sorriso travesso e uma sobrancelhas erguida. Minha irmã ainda estava rindo e minha mãe me olhava em expectativa.
— Mãe, você não será mais convidada para vir aqui. Está nos constrangendo.
— Quem? Eu?! — Perguntou com indignação, uma mão levada ao peito teatralmente.
— Será convidada sim, senhora Cullen. — Bella disse, tocando a mão da minha mãe sobre a mesa e olhando para Alice. — As duas sempre serão bem vindas aqui.
— Obrigada, querida. — Esme sorriu para ela.
Eu era o filho da puta mais feliz desse mundo.
xxx
Nós ainda ficamos algum tempo conversando na sala e então mostramos o resto da mansão para elas. Minha mãe voltou a mencionar um quarto para um futuro filho e Alice se pronunciou dizendo que Bella poderia não querer filhos. Aquilo causou uma comoção em dona Esme e, para acalmá-la, minha garota disse que o futuro era incerto, mas que ainda éramos jovens para sermos pais. Eu concordava com ela, no entanto aquele assunto só me remetia à uma situação da minha vida e eu preferia não prolongar aquilo por muito tempo.
As convidamos para dormir nos quartos de hóspedes por já ser tão tarde, mas elas decidiram ir embora e nos deixar à sós. Minha mãe dissera que um casal jovem precisava da sua privacidade e Bella corou violentamente ao perceber o que ela queria dizer com aquilo. Acompanhamos as duas até o carro depois de agradecimentos e muitos elogios, e então elas se foram.
Quando voltamos para a casa, abracei Bella por trás e passei a beijar atrás da sua orelha e mordiscar a região. Ela reagiu de imediato ao se encolher e virar na minha direção. Nós nos beijamos por um momento, mas logo ela descolou os nossos lábios para dizer algo.
— Não sabia que o seu divórcio estava parado de novo. — Comentou, abrindo a minha camisa e acariciando o meu peito.
Mordi o lábio inferior e acariciei a base da sua coluna.
— É... — Murmurei.
— O que mais ela colocou no contrato? — Perguntou e eu vi curiosidade em seus olhos, mas hesitei. — Tudo bem se não quiser falar.
— Ela quer aumentar a pensão. — Falei rapidamente. — Sabe? A que eu ia pagar por ela ser minha ex-mulher.
— Você ia? — Bella fez uma careta.
— Ia, mas agora estou pensando em tirar. — Expliquei e selei os nossos lábios. — Igual estou pensando em tirar esse vestido. — Emendei, distribuindo beijos pelo seu rosto e vendo a mulher sorrir.
— A cozinha... — Ela resmungou, tentando me afastar.
— Eu arrumo para você amanhã. — Falei, mordiscando o seu lóbulo e sentindo a mulher tremer em meus braços.
Bella ainda resistiu um pouco e me olhou antes de falar:
— OK, mas me prometa que irá arrumar antes de sairmos para as gravações. Eu não quero a Jessica tendo trabalho dobrado quando vier e muito menos que aquela comida estrague.
Abri um sorriso malicioso e a recostei na parede ao lado da escada.
— Eu prometo que irei arrumar assim que transarmos. — Disse e ergui o dedo mindinho na direção dela, vendo a mulher entrelaçar com o seu enquanto ria.
— Isso se eu não acabar com você antes. — Piscou.
— Ah, mas você não me provoca, Isabella Swan... — Rosnei, mordendo o seu lábio inferior.
— Só estou dizendo...
Me abaixei e a peguei, colocando a mulher em minhas costas e ouvindo o seu grito seguido da risada.
— Vamos ver quem vai acabar com quem. — Falei em tom de desafio, dando um tapa na sua bunda e subindo as escadas com ela.
— Me solta, seu neandertal! — Gritou enquanto dava tapas em minhas costas e eu só ria.
Coloquei a mulher no chão assim que chegamos em seu quarto e a vi me olhar com desejo, voltando a tocar o meu peito e então escorregar a minha camisa por meu corpo.
— Você é tão gostoso. — Ela falou e estava pronta para se ajoelhar na minha frente quando eu a segurei, vendo a mulher me olhar confusa.
— Hoje eu vou te chupar primeiro. — Falei e ela mordeu o lábio inferior. — Você vai gozar na minha boca e então eu vou te comer. O que acha disso?
— Uma excelente ideia. — Concordou e se virou de costas para mim, puxando os cabelos para a frente. — Faça as honras.
Eu sabia o que ela queria, por isso alcancei o zíper e passei a abrir a sua roupa, revelando a sua nudez pouco a pouco. Eu dei um beijo na sua nuca nua e passei a tirar o seu vestido, vendo que a mulher usava uma lingerie rosa clara, bem próximo da cor da sua pele. Estava tão sexy.
— Porra, eu já estou duro. — Resmunguei quando ela se virou de frente para mim e soltou os cabelos. — Você é tão linda.
— Eu sei. — Falou e eu ergui uma sobrancelha na sua direção, tocando os seus seios sobre o sutiã, ouvindo a mulher gemer. — E sou só sua.
Foi a minha vez de gemer e agarrá-la pela cintura.
— Isso é música para os meus ouvidos. — Declarei, deitando a mulher na ponta da cama e me debruçando sobre o seu corpo para beijá-la.
Bella me alojou entre suas pernas e nós trocamos um beijo apaixonado enquanto ela insistia com que nossos quadris se chocassem, apertando suas pernas à minha volta. Eu passei a me esfregar nela, ouvindo o seu gemido entre o nosso beijo.
Descolei os nossos lábios e passei a beijar o seu rosto, descendo para o colo dos seus seios. Bella ajudou a tirar o sutiã e o jogou de lado. Não perdi tempo, passei a sugar e lamber o seu mamilo, ouvindo os seus gemidos baixos. Com uma mão, passei a acariciar a sua buceta por cima da calcinha sentindo o quanto ela estava molhada.
— Você é uma safada. — Falei, mordiscando o seu mamilo e indo sugar o outro.
— Eu sou. Sua safada. — Declarou, rebolando em meus dedos. — Quero tanto você dentro de mim.
Sem parar de chupar os seus seios, afastei a sua calcinha para o lado e passei a meter um dedo nela. Bella soltou um gemido surpreso e agarrou os meus cabelos. Sorri e passei a descer os meus lábios, beijando a sua barriga e chegando na sua calcinha.
Tirei os dedos de dentro dela e ouvi o seu resmungo em protesto, mas tratei de tirar a sua calcinha e a deixar de lado. Bella apoiou os seus calcanhares na borda da cama e deixou as pernas bem abertas na minha direção. Eu me ajoelhei diante daquela mulher maravilhosa e a admirei por um momento antes de tocar o seu clítoris, massageando com os dedos enquanto a via se contorcer e gemer.
— A boca. — Pediu entre um gemido e outro.
Não demorei a atender o seu pedido, começando a sugar o seu clítoris e lambendo, ouvindo a mulher corresponder com um longo gemido e agarrando os meus cabelos. Minha língua passava a brincar com a sua entrada e logo voltava a atenção para o seu clítoris, e eu sentia o quanto ela ficava afetada pelo gesto por isso tratei de penetrar um dedo na sua buceta, movimentando com rapidez e sentindo a mulher ficar cada vez mais umedecida.
— Isso é tão bom! — Ela gemeu alto quando eu coloquei mais um dedo e os curvei dentro dela. — Porra, você é tão bom, tão bom.
Não consegui conter o sorriso e continuei a chupá-la, querendo senti-la em minha boca e não demorou para isso acontecer. Bella tremeu e sua buceta apertou os meus dedos antes dela gozar violentamente. Não parei os meus movimentou um segundo sequer a não ser para sentir o seu sabor.
— Não! — Bella me impediu de lamber os meus próprios dedos quando me levantei e esticou a mão. Eu sabia bem o que ela queria.
— Porra, Bella... — Gemi e apoiei uma mão na cama, levando a outra para os seus lábios e vendo a mulher chupar os meus dedos com os olhos presos em mim. — Eu acho que vou gozar nas calças apenas vendo a imagem mais sexy da minha vida.
Bella mordeu a ponta do meu dedo e o soltou, passando a abrir minha calça e pegando em meu pau completamente duro.
— Tudo bem, eu tenho uma ideia. — Falou e eu a olhei enquanto sua mão trabalhava em meu pau. — Eu confio você, sei que você está limpo e também estou. — Fez uma pausa e eu esperei, mas sabendo o que ela diria. — Comecei a tomar anticoncepcional nos últimos anos então estamos livres de bebês. O que acha de nos livrarmos da camisinha?
Pensei por um momento antes de responder:
— Tem certeza? Não me incomodo em usar a camisinha. — Garanti.
Ela riu e tocou o meu rosto com a mão livre.
— Eu sei. Você é... Perfeito. — Mordeu o lábio inferior, sua mão nunca deixando de trabalhar no meu pau. — Mas eu quero dar esse passo importante com você. O que me diz? Como nos velhos tempos.
Gemi baixo, me lembrando da única vez que havíamos transado sem camisinha anos atrás e colei nossas testas.
— Tudo bem. Eu quero. — Assenti e vi seu sorriso aumentar.
Me afastei para tirar a calça e a cueca, vendo a mulher se ajeitar na cama. Engatinhei até ela e voltei a beijá-la, colocando suas pernas à minha volta e roçando a minha glande entre os lábios da sua buceta. Bella descolou os nossos lábios e olhou para a união dos nossos corpos enquanto pouco a pouco eu entrava nela sem nenhuma proteção.
— Pronta? — Perguntei, olhando em seus olhos.
— Para ser fodida por você? Sempre. — Garantiu e eu abri um enorme sorriso.
Passei a me movimentar com rapidez, pegando a garota de surpresa e sentindo as suas unhas entrarem na pele do meu ombro. Gemi em resposta, apoiando a cabeça no vão do seu pescoço enquanto continuava os movimentos fundos e rápidos, ouvindo a mulher gritar o meu nome em prazer.
A cama passou a ranger, mas eu não queria parar, eu estava louco por aquela mulher, por estar fodendo ela daquele jeito, louco por cada centímetro dela, louco enquanto temia perdê-la. Eu não podia perdê-la, eu a amava demais, amava demais a nossa ligação.
— Sim, sim, sim! Me fode assim! — Pedia enquanto eu continuava a meter nela. — Porra! Pode gozar, quero sentir sua porra dentro de mim.
Senti meu pau escorregar com mais facilidade depois da sua buceta me apertar e eu sabia que ela tinha gozado. Então eu soube que poderia gozar e o fiz depois de algumas estocadas, gozando fundo dentro da sua buceta.
— Que delícia. — Falei com as testas coladas. — Tão fodidamente bom!
Bella riu e eu a beijei, sendo retribuído de imediato. Saí de dentro dela e me deitei ao seu lado, olhando para a mulher e vendo o seu enorme sorriso na minha direção.
— Muito bom. — Concordou, ofegante. — Quero mais.
Eu ri e a vi subir em cima de mim, distribuindo beijos por meu peito.
— Insaciável. — Dei um tapa na sua bunda, ouvindo o seu gemido e vendo a garota se sentar em cima de mim.
— Eu vou levar como um elogio.
— Nunca poderia ser algo diferente de um elogio. — Garanti, acariciando os seus seios.
— Ótimo, porque eu andei pesquisando umas posições e tem algumas que eu quero testar. — Relatou e eu não consegui conter a risada.
Não tinha dúvidas do quão sortudo eu era por ter uma mulher daquelas só para mim.
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