Notas iniciais
Desculpem a terrivel demora T-T Assim, eu já terminei a minha outra fanfic, assim que terei mais tempo para essa. Infelizmente, nessa semana irei viajar, e no local n tem internet T-T Assim que somente depois do natal, quando eu voltar, postarei outro cap, tá? Boa Leitura!

Shopping (Mesmo dia — 16:36 da tarde)

Marsh Lee trouxe-os em seu carro, claro, fez questão de que Chiclete sentasse no banco do seu lado. Marshall Lee ainda discutia com seu irmão sobre o modo que ele tratava o rosado, entretanto, o maior o pegou em cheio: Se ele namorava Finn, qual era então o problema?

Por isso, infelizmente, ele não conseguia mais ajudar Chiclete o tanto quanto antes, estava totalmente sem saída.

Ao chegar no shopping, Jujuba e Marceline resolveram caminhar entre as lojas, querendo privacidade, deixando os quatro garotos ali.

– Bem, onde vamos então? — Perguntou Marsh, olhando aos arredores.

–Para bem longe de você. — Respondeu Marshall Lee, segurando no braço de Finn e Chiclete, guiando-os junto a si.

Marsh, sorrindo, tirou o braço de Chiclete de sua mão.

– Eu vou passear com ele, e você fica com seu namorado, ok? — Falou para o irmão, sorrindo.

Marshall Lee mordeu o lábio inferior.

– Está bem.

Assim que seguiram os caminhos separados.

Apesar do moreno ter aceito a proposta do mais velho, Finn não conseguia entender o porquê de Marshall andar preocupado entre as lojas.

–Marshall... Está tudo bem?

Ele respirou fundo.

–Não, Finn ...

– O que foi?

–Estou preocupado com eles, Marsh está louco pra fazer alguma coisa com o Chiclete e...

– Marshall, ele sabe se cuidar, não sabe? — Finn parou, olhando nos olhos do moreno enquanto acariciava suas mãos. — Ele vai ficar bem... Além do mais, estamos em público, Marsh não tentaria nada.

Marshall expirou.

–Mesmo que não fosse algo tão grande, ele pode fazer alguma outra coisa, ele é um cara que não desiste tão fácil.

Para o loiro, uma coisa não se encaixava: Chiclete e Marshall não se odiavam antes? Por que tamanha preocupação?

– Marshall, o que houve entre você e o Chiclete?

O moreno engoliu saliva, nervoso. Droga! Ele não conseguia deixar seu ciúme de lado, e isso dava cada vez mais pistas para todo mundo.

–Ele só... Foi um amigo muito importante para mim... Tenho medo do que Marsh possa fazer com ele. -Falou cabisbaixo, o que era totalmente o que o vampiro estava sentindo.

Finn sorriu, o moreno era mesmo uma bela pessoa.

–Marsh não o ama?

–Sim...

–Então, assim como eu, nunca te machucaria Marshall, porque eu o amo.

O vampiro sorriu para o pequeno, depositando um beijo em sua testa.

–Obrigado, Finn.

Não muito longe dali, Chiclete estava sem saída: Sua mão estava sendo segurada pelo Marsh, impedindo-o de escapar. Mas, sinceramente, este não era seu maior problema: Como estavam de mãos dadas, muitas pessoas acabavam olhando para eles, seja olhares de inveja de garotas que gostariam de estar no lugar do rosado desde de irritados dos homofóbicos.

–M-Marsh... Por favor, poderia me soltar?

–Por quê? Pra você escapar?

–Eu prometo que não vou tentar fugir, só me solta, por favor...

A uns minutos atrás Chiclete estava pensando em realmente fugir, mas agora, seu maior problema estava sendo os olhares de todos que caiam sobre eles, afinal, mesmo com seu orgulho, o rosado admitia: Marsh era maravilhoso, não tinha como não chamar atenção.

E essa atenção acabava sem querer caindo nele também. O que incomodava bastante Chiclete.

O rosado se surpreendeu quando Marsh o soltou, sem nem sequer hesitar: Quanta confiança!

Assim que, a respeito disso, Chiclete manteve sua palavra e o seguiu.

Foram parar na praça de alimentação. Marsh se sentou em uma mesa no centro do local, que, para a desgraça de Chiclete, estava cheio de gente ao redor.

–Marsh... O que você vai fazer? — Perguntou, confuso.

–Comer? — Falou, rindo em seguida do duplo sentido que aquilo dava.

–Seu idiota! — Exclamou, corado.

–Brincadeira, lindo. — Disse, caminhando na sua direção, colocando a mão em seu ombro. — Eu vou pedir algo pra comer, estou morrendo de fome.

–Ah sim, tudo bem.

– Você me espera aqui? — Perguntou, fazendo um balance perfeito com seus cabelos perfeitos.

–Claro.

Assim que ele foi comprar algo, e, sinceramente, Chiclete estava surpreendido com aquilo: Ele podia muito bem fugir agora, qualquer um faria isso! Marsh acreditava muito facilmente nas coisas...

Isso prendia o rosado, que se sentia culpado de simplesmente deixá-lo ali.

Assim que se sentou na cadeira, aguardando o moreno enquanto mexia no celular.

Cinema (Mesmo dia — 17:24 da tarde)

Jujuba tomou um gole de refrigerante para tirar o gosto salgado da pipoca de sua boca.

–Que horas mesmo que começa a seção?

Marceline encontrava-se do seu lado se entupindo de pipoca. Sério, enquanto a rosada comprou o seu pacote do menor tamanho que tinha, Marceline comprou o jumbo.

–Cinco e meia. — Disse, pegando o celular de sua bolsa para verificar as horas. — Faltam exatamente seis minutos.

Assim que terminou de responder, pegou mais um punhado de pipoca e começou novamente a comilança.

–Ainda bem que dá pra encher de novo, você viu o cartaz da promoção?

–Sua gulosa! — Gritou Jujuba, rindo.

As duas estavam prestes a assistir um filme que, para desgosto de Jujuba, era de terror. Tipo, elas estavam vendo os cartazes, claro que ela queria assistir a uma comédia romântica, entretanto, Marceline insistia em assistir um filme sobre exorcista. Infelizmente, não tinha muito o que fazer, afinal, da última vez que foram no cinema a rosada que escolheu o filme, e para completar, estava devendo essa para a morena depois do jogo no quarto de hóspedes de Marshall.

Seu telefone tinha tocado, e antes de atender, disse para a vampira escolher um filme que ela assistiria.

Era óbvio que ia ser do exorcista, e Jujuba tinha muito medo disso.

Sabia que era irracional, afinal a ciência não provou nada... Bem, por enquanto.

–Ah! — Exclamou Marceline. — Eu trouxe uns chocolates, salgadinhos e uns calmantes caso a coisa fique um pouco... Excitante demais.

–Por que eu me excitaria com exorcismo?

–Que exorcismo? — Perguntou a morena, confusa.

–Ué, você não escolheu um filme de terror? — Perguntou a rosada mais confusa ainda.

A morena começou a rir.

–Claro que não! Ah, acho que você não prestou atenção quando estava no telefone...

Com estas palavras, Jujuba teve uma leve lembrança da morena perguntando algo pra ela enquanto conversava com a Princesa de Fogo pelo telefone, que dizia o que havia caído na escola.

Claro, para ela, nada era mais importante que a escola, então apenas confirmou com a cabeça o que Marcy dizia.

–Claro que prestei atenção... — Mentiu, sem graça diante essa situação.

–Não, não prestou. — Sorriu a morena.

Jujuba ficou vermelha, queria se esconder em algum lugar de tanta vergonha. Assim que para não manter contato visual, ela abaixou a cabeça.

–Hey. -Chamou Marcy, colocando o braço no ombro da rosada. — Quer saber qual que eu escolhi?

– Pornografia, não é? — Sorriu a rosada, conhecia muito bem sua morena.

– Lésbico. — Completou, fazendo Jujuba abrir um sorriso enorme.

– Como não podia saber? — Sorriu, depositando um beijo em sua boca.

Shopping (Mesmo dia — 16:56 da tarde)

Marsh finalmente voltou da enorme fila, trazendo consigo um lanche de dois andares e um refrigerante pra acompanhar.

–Toma, esse é pra você. — Disse, dando de sua bandeja um pedaço de bolo de morango com glacê, o preferido do rosado.

–O-Obrigado... — Murmurou, pegando o prato e os talheres. — Como sabe que eu gosto disso?

–Sei muitas coisas de você, Chiclete... — Sorriu de canto, fazendo o rosado ficar com um pouco de medo.

Chiclete olhou para o bolo, pegando a colher e retirando um pedaço, experimentando.

–É... Muito bom. Obrigado. — Disse cabisbaixo, com um pouco de vergonha. Marsh havia acertado em cheio no seu sabor predileto.

–Nada, lindo. — Respondeu sorrindo.

Prevaleceu ali um silêncio constrangedor, os dois apenas comiam, de vez em quando olhavam para os lados, mas nada conseguia disfarçar o clima tenso ali.

–Então, vamos falar de alguma coisa ou não? — Perguntou o moreno, haviam gastado tanto tempo em silêncio que já havia acabado seu lanche. Pegando o refrigerante para tomá-lo.

–Do quê? — Perguntou o rosado, olhando para os lados, já havia muito tempo que havia acabado com o bolo.

–Me conta direito aí o que rolou entre você e meu irmão. — Falou direto, uma das características tão marcantes do moreno. Ele simplesmente não conseguia e nem queria enrolar. Uma das coisas que ele mais era é objetivo.

– Não te interessa, Marsh. — Murmurou, encarando depois de muito tempo aqueles belos e penetrantes olhos.

–Claro que sim, tudo que já aconteceu com você me interessa.

–Não te interessa! — Falou bravo. — E não estou nem um pouco a fim de te falar... — Desta vez sua voz saiu terrivelmente magoada, chorosa. Fazendo com que o rosado virasse rapidamente o rosto, com vergonha.

Marsh se sobressaltou internamente, sacou que ele havia se machucado com essa história, e muito.

–Bem, já terminei aqui, quer ir aonde agora? — Perguntou, mudando completamente de assunto.

Chiclete ficou surpreso, normalmente ele ficaria perturbando-o até conseguir a resposta. Por que ele mudou de assunto?

–Podemos ir para a livraria? — Falou, sorrindo. Finalmente um lugar que se sentiria em casa.

Marsh corou levemente com o sorriso radiante do outro, virando o rosto para o lado em quanto coçava a nuca, sem graça.

–Vamos então... — Murmurou, levantando-se.

Com o ato, o celular de Marsh caiu de seu bolso, antes que atingisse o chão, um cara de cabelos castanhos e olhos verdes o segurou, ele era muito bonito também.

–Opa. — Disse sorrindo. — Cuidado, quebrar a tela do celular é realmente uma dor de cabeça. — Riu, pegando o seu próprio, mostrando a tela trincada. — É muito caro para pegar outra.

–Nossa, eu sei. — Respondeu Marsh, se recuperando do susto. — Valeu mesmo, cara.

–De nada. — Chiclete podia jurar que o cara estava dando em cima do moreno.

E isso foi confirmado quando, ao entregar o celular, o de cabelos castanhos tocou um pouco na mão do vampiro, intencionalmente.

–Até mais. — Sorriu, indo embora.

Marsh se dirigiu ao rosado.

–Vamos?

Chiclete segui-o rapidamente, queria sair da vista de todos aqueles olhares. Por que Marsh tinha que ser tão magnifico?

Boliche (Mesmo dia – 17:21 da tarde)

–Strike! – Comemorou Marshall Lee, ao acertar todos os pinos.

Ele fez sua dancinha da vitória, voltando para onde Finn se encontrava: Na mesinha, comendo as porções de batata frita, pizza, hambúrguer e as rodadas de refrigerante.

–Estou ganhando de você. – Provocou o loiro, sentando-se do seu lado, pegando uma batata.

–Sério?! – Gritou o loiro, de boca cheia, olhando para o placar: Era verdade.

Finn engoliu rapidamente a comida, tinha que fazer algo a respeito. Urgente!

Sabe por quê?

Antes de começarem a jogar, os dois combinaram que o vencedor mandaria no perdedor por uma noite. E Finn, que já conhecia muito o moreno, sabia perfeitamente o que iria rolar.

E o loiro não podia deixar.

Sorte sua que era bom em boliche.

Assim que se levantou e escolheu uma bola, mirando na direção dos pinos e a lançando. Por um pino que não fazia strike também.

–Droga! – Xingou o pequeno, não acreditando nisso.

–Hoje a noite é minha! – Comemorou o moreno, pegando a bola para lançar na sua vez.

E por ali o jogo rolava, foi uma batalha muito árdua, os dois admitiam, porque estavam no mesmo nível quando se tratava de boliche. Os dois conheciam técnicas do jogo, e assim, algumas vezes o loiro estava ganhando, depois o moreno, e vice-versa, em um ciclo sem fim.

No final, para a sorte de Finn, ele havia ganhado.

–Há! – Riu. – Ganhei!

–Droga... – Murmurou Marshall, emburrado. Tinha perdido uma noite deliciosa com o pequeno.

–Essa noite eu resolvo o que a gente vai fazer, ok? – Sorriu o loiro.

O moreno concordou.

Com certeza jogariam videogame o resto da noite... Chato.

Estacionamento ( Mesmo dia – 19:35 da noite)

No início, todos combinaram o seguinte: Estar no estacionamento as 19:30 em ponto. Mas é claro, ninguém obedece essa ordem.

Exceto Chiclete, que depois de muito importunar Marsh, o convenceu.

O rosado estava sentado na cadeira do lado do moreno, que se sentava no de motorista. O vampiro estava tão entediado que não parava de trocar as músicas do rádio.

Já Chiclete estava se entretendo com o livro que Marsh comprou para ele. Quando entraram na livraria, foi o primeiro livro que Chiclete pousou os olhos, pois nela continha poemas.

–Uau... – Disse, com os olhinhos brilhando.

Enquanto o vampiro se encaminhou para a seção pornográfica, Chiclete ficou ali, lendo e saboreando o delicioso sabor da poesia. Ele expirava de emoção em alguns, realmente o tocava.

O moreno, percebendo o quanto o rosado gostou do livro, perguntou:

–Vai levar esse?

–Oh não. – Murmurou Chiclete, rapidamente colocando-o de volta à prateleira. – Estou proibido de gastar em livros, a Sra. Menta ficaria furiosa comigo, já que já gastei tanto neles, acredito que tenho quase que uma biblioteca dentro de casa.

O moreno respirou fundo, olhando para os olhos do rosado, decidido.

–Ok, vou comprar pra você.

E assim pegou o livro, se encaminhando para o caixa.

–Nem pensar! – Gritou Chiclete, segurando em seu braço. – Não posso deixar! É realmente caro esse.

–Tudo bem. – Sorriu, aquele sorriso irresistível...e, amoroso? – É como um pedido de desculpas pelo passado, ok?

–Mas eu... – Murmurou, olhando naqueles olhos tão belos e semicerrados.

E assim, Marsh se encaminhou para frente, depositando um pequeno selinho em Chiclete.

–Está tudo bem, eu insisto. – Disse, sem olhar maliciosamente nem nada. Foi um beijo de verdade.

Assim que se encaminhou para o caixa.

Chiclete ficou ali paralisado, assim, não que essa fosse a primeira vez que ele e Marsh se beijaram. O moreno sempre conseguiu isso no passado... Mas, desta vez era diferente... Ele estava diferente.

O rosado colocou a costa da mão em sua boca, corando.

Marsh não era mais um babaca.

Assim que no final da história, Chiclete continuava a suspirar do lado do irmão de Marshall Lee, apaixonado pelos poemas.

–Afe, como esse povo está atrasado. – Murmurou o moreno, sem paciência.

–Só se passou cinco minutos. – Comentou Chiclete, fechando o livro. Não queria terminá-lo tão rapidamente, queria vivenciar cada página.

O moreno então fez com que o banco deitasse, para descansar.

–Hoje foi um bom dia, né? – Comentou Chiclete, tentando puxar assunto.

–Foi. – Murmurou, tirando finalmente a touca preta.

O rosado notou que Marsh havia realmente raspado um lado da cabeça, deixando seu cabelo comprido e perfeito do outro.

–Por que você começou a se vestir assim? Antes você se vestia tão normalmente, sem tatuagens e piercings. – Perguntou o rosado, curioso.

O moreno corou levemente, tanto que nem o outro percebera isso.

–Eu só... Queria ser outra pessoa.

–Como assim? – Perguntou o rosado, deitando seu banco também, virando-se para o lado do moreno. – Você gostava tanto de seu cabelo, até Marshall Lee cortou do mesmo estilo que o seu, ele também gostava.

–Mesmo? – Sorriu. – Eu sempre achei que ele odiasse meu cabelo, sempre criticando ele.

–Ele tinha inveja. Porque você chamava muita a atenção.

–E por que acontecia isso?

O rosado corou, olhando para vidro da frente do carro, observando o sol se pondo.

–Você sabe o motivo.

–Não, não sei. – Falava seriamente, chegando cada vez mais perto do rosado, curioso. – Por que chamo tanto a atenção?

–Marsh... Você é incrivelmente bonito, sabia?

O moreno ficou surpreso, no princípio Chiclete achava que era brincadeira, mas logo, quando aquela expressão no rosto do moreno ainda não havia desaparecido, percebeu que era sério.

–Você não sabia disso? – Perguntou, mais confuso do que o outro.

–É por isso que as pessoas ficavam me encarando? – Perguntou, mordendo o lábio inferior. Ele ficou tão lindo assim.

–Sim.

De repente, Marsh segurou nos braços do rosado, olhando-o com um pouco de desespero.

–Chiclete, eu estou feio assim? Por favor... Me diga que eu estou horrível agora... Que as pessoas me olham agora porque eu estou ridículo.

–Marsh... – Murmurou, surpreso.

–Me fale a verdade, por favor.

O rosado engoliu o seco, mas respirou fundo, não iria mentir.

–Não tem como você ser feio, Marsh... Eu... Eu até acho que você está mais sexy desse jeito.

O moreno soltou o outro, realmente desapontado.

–Droga.

Chiclete achava toda aquela conversa muito confusa.

–Marsh, por que você quer ficar feio?

O moreno olhou nos olhos do rosado, mas não abriu a boca, assim que olhou para outro lado, evitando contato visual.

Quando Chiclete ia perguntar algo para ele, de repente, a porta da parte de trás do carro abriu com um estrondo.

–AH! VOCÊS JÁ ESTÃO AÍ?! – Perguntou/gritou Marceline, caindo deitada no banco traseiro, em cima dela, a Jujuba. As duas estavam elétricas.

Marsh sorriu, arqueando a cabeça para ver as duas, é como se toda a tristeza de agora pouco tivesse desaparecido, mas Chiclete sabia que era atuação. Era também profissional nisso.

–Por que tanto fogo aí, gente?

–Droga, Jujuba! – Marceline abriu a boca, expirando fundo. A garota lambia de vagarosamente a orelha comprida de vampiro da outra, que era um ponto sensível dessa raça, Chiclete sabia muito bem.

–O que houve? – Perguntou Chiclete, assustado com o comportamento das duas.

–A gente foi assistir um filme... – Começou a rosada, respirava ofegante. – Era delicioso... E em vez da droga da Marceline ter comprado acalmante, ela comprou energéticos... Eu estou delirada aqui.

–Já estou sentindo cheiro de sexo. – Falou Marsh, fazendo com que o rosado corasse. O moreno levantou o banco, se preparando para dar a partida no carro. – Cadê a merda do meu irmão e o Finn?

Como um passo de mágica, os dois apareceram saindo do shopping.

–Finalmente ein? – Perguntou Marsh.

–Não enche. – Murmurou Marshall Lee, sentando-se no carro. – Eita, por que as duas estão se pegando aqui?

–Vocês estão bem? – Perguntou Finn, assustado.

–A gente só tem que chegar em casa, rápido. – Sorriu Marsh, ligando e acelerando o carro.

O caminho de volta foi quente, principalmente para as duas, que tentavam de todas as maneiras não transar no carro. Já para os meninos, um pouco estimulante, já que ver as duas se pegando dava neles uma grande vontade de fazer a mesma coisa.

Notas finais
Bom Natal para todos ^^