Notas iniciais
Bem, mais um cap para vocês! Boa Leitura ;)

Sala da Diretora (Mesmo dia — 19:34 da noite).

Estavam todos ali reunidos, inclusive Stephanny, que foi apontada pelo Finn como a que planejou tudo. Fora bem difícil levar todos para a diretoria, principalmente Adam, Derek e os outros garotos, que com sua força, foram um verdadeiro desafio para os professores. Mas, todos estavam ali: De um lado da enorme mesa da diretora estava Marshall Lee, Finn e Chiclete, do outro lado, todos os amiguinhos de Adam, inclusive ele, e a bruxa.

De repente, a porta da sala foi aberta.

Finn se lembrava perfeitamente daquele rosto no seu primeiro dia de aula: Aparência elegante devido aos seus cabelos castanhos presos em um coque e seus óculos modernos, sua roupa era elegante, dava um perfeito destaque a sua aparência. Sem falar daquele olhar, aquele jeito superior.

–Fui informada sobre o que aconteceu. – Disse, se sentando em seguida.

Todos ficaram quietos, esperando ela dizer mais palavras.

–Quero ouvir a versão de vocês, por favor, comece primeiro o que acusou.

–Sou eu. – Falou Finn. – Diretora Turner, estou tendo conflitos com a Stephanny, inclusive Chiclete também, por motivos particulares. E hoje eu estava caminhando nos jardins dos fundos da escola e Stephanny apareceu com Adam e os outros, eles iriam fazer algo comigo, porém, Chiclete apareceu para me proteger. A Stephanny se frustrou e ordenou para que os garotos estuprassem ele.

–O que? – Perguntou Marshall, sabendo da história só naquele exato momento.

–É mentira! – Gritou Stephanny.

–Silêncio por favor, Senhorita Mender. – Pediu a Diretora.

–Adam me prendeu na árvore, dizendo que eu seria o próximo, mas Marshall Lee conseguiu me desamarrar e aí vim correndo para pedir ajuda.

–Entendo, então a história continua com Marshall. – Falou a Diretora, olhando para o moreno.

–Infelizmente já tive o mesmo problema anos atrás, então sabia exatamente aonde eles estava...

–Desculpe interromper, mas quer dizer então que não foi a primeira vez, Adam? – Ela olhou furiosa para o rapaz, que engoliu um seco e ficou calado. – Continue.

–Bem, eles estavam no beco do fundo da escola. – Continuou o moreno. – Então eu tive que bater neles para conseguir resgatá-lo, e aí eu consegui salvá-lo.

–O professor comentou mesmo que quando chegou lá todos já estavam no chão. – Comentou a Diretora, olhando para o rosado. – Algo para comentar, Chiclete?

–Não, Diretora. – Pediu, estava sem graça para falar do assunto.

–Compreendo. – Falou, olhando para o outro lado. – Poderiam contar a versão de vocês?

–Stephanny foi falar para a gente que Finn estava irritando ela, e como a gente é muito amiga dela, resolvemos ir bater um pouco nele. – Falou John. – Mas aí ela pediu para que a gente...

–John! – Gritou Adam. – Desculpe, ele estava mentindo.

Finn estreitou os olhos, estava com dúvidas, afinal, John não estava falando o que realmente aconteceu?

–A verdade é que quando chegou Chiclete, eu que quis fazer isso. Assim que fomos para o beco.

–É muita coragem sua admitir, Senhor Adam. – Ela falou, levantando os óculos.

–Hey! – Gritou Finn, irritado. – Stephanny que ordenou que vocês fizessem isso!

–Nada a ver! – Falou Derek. – A gente queria acertar as contas com Chiclete, então fizemos isso.

–Silêncio! – Pediu a Diretora brava. – Sem gritarias!

Todos se calaram, em seguida ela olhou para Finn.

–O que o Senhor tem a dizer?

–Diretora, tenho certeza que Stephanny que ordenou eles.

–É verdade, Diretora. – Falou Chiclete. – Eu ouvi também.

A Senhora Turner estreitou os olhos, olhando para Adam.

–Então, acredito que o que o Senhor John ia falar que era realmente a verdade.

–Por favor Diretora, quem está falando a verdade é a gente! – Falou Adam.

–Senhorita Mender? – A Diretora olhou para a garota, que estava quieta esse tempo todo.

–Sim? – Perguntou ela.

–Isso que o Senhor Finn e Chiclete estão falando é verdade?

–Não, Diretora... – Ela falou, teatrando como uma pobre inocente. – Eu não fiz nada disso.

–Certo. – A Diretora sorriu de canto. – Então o que estava fazendo junto com os rapazes?

A garota engoliu saliva.

–De uma maneira ou outra, você não falou para que o Senhor Adam e os outros não fizessem a tamanha violência, então a Senhorita está errada.

–Mas Diretora Turner... Eu... – Ela tentou se defender, mas a Diretora fez gesto de silêncio.

–Já compreendi perfeitamente o que aconteceu. – Ela falou, olhando nos olhos de todos. – Senhorita Mender, Adam e os outros.

–Sim? – Perguntaram todos.

–Estão definitivamente expulsos da escola.

Todos eles ficaram boquiabertos e com os olhos arregalados, não acreditando no que estava acontecendo. Finn sabia que era feio, mas por dentro estava tão feliz.

–Como assim?! – Perguntou Stephanny, desesperada.

–Exatamente o que você ouviu, Senhorita Mender. – Falou a Diretora. – Não quero encrenqueiros nesta escola, e muito menos os que fazem coisas desse tipo. Você sabe o quanto é grave o que vocês fizeram?

–Mas eu não fiz nada! – Exclamou Stephanny, chorando. Em seguida ela olhou para o moreno. – Não é Marshall?

–O que tem eu nisto? – Perguntou o moreno.

–Marshall... – Ela soluçou. – Você acha mesmo que eu podia fazer uma coisa dessas?

–Eu não vi o que aconteceu. – Revelou o vampiro. – Mas acredito nas palavras desses dois.

Ela olhou surpreendida para o moreno, em seguida foi a vez da Diretora.

–Não existe mais desculpas, Senhorita Mender.

–Diretora, eu exijo que haja uma busca por provas! Não é possível que essa escola simplesmente expulse seus alunos assim!

A Diretora pegou de uma de suas gavetas um pequeno controle remoto, assim que apertou um botão e uma televisão apareceu do teto, ligando.

–Essa televisão vai nos mostrar o que aconteceu exatamente hoje no jardim dos fundos.

–O que? – Perguntou Stephanny.

–Eu tenho câmeras ao redor da escola, sabia? – Ela perguntou, olhando para a garota.

Desta vez a bruxa se desesperou internamente.

Após as configurações, apareceu na tela Finn indo na direção da escola e logo após o aparecimento de Stephanny e sua turma. Todos assistiam atentamente o vídeo, e tudo que Finn havia dito era verdade.

Assim que a Diretora apertou o botão, desligando o aparelho, e a televisão voltou a sumir no teto.

–Alguma reclamação? – Perguntou a Diretora.

A morena respirava várias vezes, havia sido pega em cheio.

–Agora, saiam de minha escola por favor, pois vocês estão oficialmente expulsos. – Revelou a Diretora, tomando uma xicara de café.

Frente da escola (Mesmo dia – 20:24 da noite).

Após os pais dos alunos expulsos chegarem, estes levaram seus filhos embora. Assim que como o Marshall Lee, Finn e Chiclete não tinham ninguém no momento que podia se responsabilizar por eles, o moreno falou para a Diretora que esperariam um ônibus que chegaria daqui a alguns momentos para irem em sua casa e em seguida levar os outros dois em suas devidas casas.

–Tudo bem. – Falou a Diretora. – E desculpe por isso, Finn e Chiclete.

–Não, tudo bem... – Falaram os dois em uníssono.

Assim que depois dos três se despedirem, estes foram calados em direção ao ponto de ônibus.

–Marshall Lee! – Uma voz gritou ao longe.

Os três olharam para trás, Stephanny corria chorando na direção dele.

–Me deixem sozinho com ela. – Falou Marshall.

Chiclete e Finn continuaram caminhando até a direção do ponto, comentando um com o outro sobre o que ela estava querendo.

–Marshall... – Ela chorava, finalmente chegando na sua frente. – Eu nem sei como começar...

–Fala desde o começo. – Pediu ele.

–Olha... Eu... – Ela hesitava, mas achava que não tinha momento melhor do que naquela hora. – Eu gosto de você!

O moreno se surpreendeu diante de tal revelação.

–Faz muito tempo... – Ela chorava. – Você nem sabe o quanto, eu sempre olhei para você, Marshall. Mas aí de repente você começou a namorar, e fiquei tão frustrada, mas tão frustrada...

–Espera. – Interrompeu o moreno. – O que você fez?

–O que? – Ela perguntou confusa.

–Você ficou frustrada, eu até imagino que Adam e seus amigos podiam ter tido a ideia naquele dia, pois viviam perseguindo ele. Mas agora que estou pensando... Você não tem algo a ver também?

–Não! – Ela gritou, realmente falando sério. – Eu realmente não tive nada a ver com o que aconteceu com ele, se quiser pode perguntar para o próprio.

–Tudo bem. – Falou o moreno. – Continue.

–Falando sério, depois que eu voltei, você estava ainda mais perfeito do que eu me lembrava. Mas além dele não estar mais junto com você, você conseguiu outro e ainda por cima ficou com a Fionna. A única coisa que eu consegui imaginar é que você fosse bi... Então... Eu não teria chances também?

O moreno continuava olhando para ela, prestando atenção em cada palavra.

–Tentei pedir para o Finn se ele deixaria a gente ficar junto, mas ele não deixou! Aí veio aquela dor de cabeça outra vez...

–O conflito que ele está falando então é esse?

Ela olhou surpreendida para ele, mas depois se rendeu.

–Sim.

–Tentou intimidar ele com os garotos, mas como Chiclete que estava te incomodando a muito mais tempo, você resolveu pedir para que estuprassem ele.

Ela olhou para baixo, mas de repente, levantou a cabeça, desesperada.

–Mas tudo que eu fiz foi por amor, Marshall! – Ela gritou. – Eu te amo! Eu queria que você compreendesse as minhas atitudes!

–Como que dá pra compreender um negócio desses? – Ele perguntou. – Você prejudicou os outros para seu próprio benefício.

–Mas... Mas...

–Stephanny, eu não gosto de você da mesma maneira. – Revelou. – E depois de ver esse seu outro lado... Eu não quero alguém assim em minha vida.

–Marshall Lee... – Seus olhos lacrimejaram. – Não faz isso comigo...

–Tem muitos garotos por aí, você vai arranjar um, não se preocupe. – Ele comentou.

–Mas tem que ser você! – Ela gritou. – Meu coração pertence a você!

–Stephanny, nunca vou gostar de você. – Ela falou. – Eu sou homossexual.

Ela ficou boquiaberta.

–O que...?

–Exatamente o que você ouviu, não tenho interesse nenhum em garotas.

–Mas não pode ser! E a Fionna?!

O moreno respirou fundo.

–Aquilo foi um erro meu, estava com problemas na época. – O moreno revelou. – Mas olha, eu quero te contar que estou realmente muito apaixonado por outra pessoa.

–Quem? – Perguntou a morena.

–Você sabe por quem. – Falou o moreno.

Stephanny abaixou a cabeça.

–Marshall... Quero só contar mais uma última coisa para você.

–O que?

–Meus pais vão se mudar devido aos meus erros, sem falar que meu pai arranjou um bom emprego na França.

–França?! – Perguntou o moreno, espantado.

–Sim, então isso aqui é um adeus. – Ela falou, chorando ainda mais.

O moreno respirou fundo.

–Boa sorte, Stephanny. Você tem muita coisa pela frente, vai conseguir tudo o que você quer.

A morena olhou para os olhos dele.

–Obrigada, desejo o mesmo para você.

Marshall Lee sorriu de canto.

–Seja você mesma, não faça essas coisas por um homem, não gostamos. – Disse se virando, indo embora.

A morena ficou ali, observando o rapaz que tanto gostava indo embora pra sempre de sua vida.

Casa de Marshall Lee (Mesmo dia – 21:02 da noite)

O caminho feito pelo ônibus foi silencioso, afinal, todos estavam abalados com o que acontecera. Para não dizer que não falaram nada, Marshall Lee contou o que aconteceu com Stephanny, que os outros dois estavam curiosos sobre o assunto.

Assim que desceram no ponto e chegaram na casa do moreno, Marshall Lee perguntou:

–Vocês querem comer algo?

–Não, obrigado. – Disse o loiro.

–O que?! – Exclamou os dois.

–O que? – Perguntou Finn. – Não estou com fome.

–Quem é você e o que fez com o Finn? – Perguntou Marshall Lee, provocando risada de Chiclete.

Ouvir a risada do rosado para o moreno foi algo que o fez ficar aliviado, pelo menos ele não estava tão pra baixo naquele momento.

Assim que como ninguém estava com fome, o moreno pegou seu carro e o ligou.

–Vou primeiro na casa do Finn, é mais perto. – Comentou o moreno.

Finn ficou no banco da frente e o Chiclete atrás. Durante o caminho, aquele silêncio tomou rumo novamente dos três.

–Vamos falar de algo, por favor? – Perguntou o moreno, já irritado com aquilo.

Mas os outros dois continuaram quietos, principalmente Chiclete, que estava bastante pensativo.

–Olha, ouvi falar que vai ter excursão. – Comentou Marshall Lee.

–O que? – Perguntou Finn, surpreso.

–Serião, estou ouvindo rumores por aí, acho que durante essa semana vão falar para aonde vai ser.

–Que legal! – Exclamou o loiro, sorrindo. – Para aonde será que vai ser?!

–Ouvi falar que vai ser um acampamento.

–Uou! Melhor ainda! – Gritou Finn. – Aventuras!

O moreno riu.

–Gosta de uma boa aventura, hein?

–É uma pena que Jake não pode ir, mas eu e meu irmão já passamos por cada uma! – Ria o loiro, relembrando.

O moreno sorriu de canto, estacionando o carro na rua.

–Chegamos. – Comentou.

–Valeu Marshall Lee. – Falou o loiro, que em seguida virou para trás. – Até mais Chiclete!

–Até Finn. – Sorriu.

–Ei! – Gritou o moreno antes que o loiro saísse.

–O que? – Perguntou Finn.

O moreno depositou um beijo na bochecha do loiro, fazendo o outro corar bravamente.

–Até mais. – Sorriu de canto o moreno.

–Até...Mais... – Falou com vergonha, indo para sua casa.

O rosado ficou um pouco incomodado com a cena, mas rapidamente virou seu rosto para o lado para tentar ignora-la, observando o loiro caminhando em direção de sua casa. Então era ali que ele morava?

Infelizmente era um pouco longe de sua casa, mas tudo bem, dava para os dois se encontrarem ainda.

Ele olhou para frente e viu que o moreno o olhava pelo retrovisor.

–O que? – Perguntou o rosado.

–Estou só esperando o senhor vir aqui para frente, o próximo é você.

–Mas eu estou bem aqui atrás. – Falou Chiclete, não queria ficar tão perto assim do moreno.

–Vai logo. – Murmurou o vampiro.

Chiclete expirou fundo, saindo do carro e sentando na frente.

–Feliz?! – Perguntou.

O moreno sorriu de canto, voltando o carro na estrada.

–Muito.

Chiclete encostou sua cabeça na poltrona, a verdade era que estava com muita dor de cabeça, aquele soco que Derek deu nele foi realmente muito forte. Tentava disfarçar esse caso o máximo que conseguia, o próprio Finn não havia reparado.

–Por que você está tão quieto? – Perguntou o moreno.

Infelizmente... Marshall era bem detalhista.

–Por nada. – Murmurou, olhando os carros passarem a sua volta.

–Chiclete, você está bem? – Insistiu.

Respirou fundo, irritado.

–Poderia me deixar quieto no meu canto, por favor?

De repente viu que o vampiro estacionou o carro na beirada da estrada, ao tirar as mãos do volante, olhou para ele.

–O que? – Perguntou o rosado.

–Se você não estiver passando bem eu te levo para um hospital. – Falou preocupado.

Chiclete ficou surpreso diante destas palavras, fazendo com que sua irritação sumisse em segundos.

Expirou, desabafando.

–Só estou com dor de cabeça, não é nada demais.

–Tá muito forte? – Perguntou.

–Não Marshall Lee, já disse que não é nada demais.

O moreno começou a chegar perto dele, estava na intenção de massagear um pouco os lados de sua testa para tentar aliviar o rosado. Mas Chiclete rapidamente pegou seus pulsos antes que tocasse sua pele.

–O que você está fazendo? – Perguntou Chiclete.

O moreno se surpreendeu, percebendo que estavam próximos demais. Não demorou muito para que o rosado visse o mesmo, corando levemente e levando a cabeça para o lado.

–Podia me dar licença, por favor? – Perguntou, mordendo o lábio inferior de tanto nervoso.

Marshall Lee se afastou, ligando novamente o carro.

–Você aguenta até chegar em casa? – Perguntou, ignorando o que aconteceu.

–Sim... – Falou o rosado, encostando sua cabeça na poltrona novamente, feliz pelo moreno ter mudado o rumo das coisas.

OoO

Não demorou muito para que chegassem à portaria do condomínio, o guarda se direcionou ao carro estranho, Chiclete imediatamente mostrou seu rosto.

–Boa noite, Charles. – Sorriu.

–Oh! Senhor Chiclete. – Falou surpreso.

–Meu amigo está me dando carona, será que podia entrar com o carro?

–Claro que sim, e conheço o seu amigo, Senhor Marshall se não me engano?

–Exato, cara. – Sorriu de canto, fazendo com que o guarda retribuísse o sorriso.

Chiclete corou quando o guarda fora abrir o portão, esquecera completamente que Marshall Lee já viera no condomínio várias vezes, sem precisar usar a entrada secreta.

Assim que o portão se abriu, Marshall Lee entrou e estacionou em frente de sua enorme mansão, Chiclete saiu do automóvel, se dirigindo até a casa.

–Obrigado, Marshall Lee. – Disse. – Tchau.

–Espera! – Gritou o moreno, saindo do carro também, fazendo com que o rosado parasse. – Você está mesmo bem? Não precisa de ajuda?

–Quantas vezes preciso te dizer que não é nada? – Perguntou o rosado, irritado.

Se virou novamente em direção à porta, mas logo sentiu seus ombros sendo agarrados por uma mão, virando novamente seu corpo.

Sentiu um beijo em sua bochecha.

–Até mais, Chiclete. – Falou o moreno, sorrindo diante da reação do rosado.

Chiclete estava corado, mas mordia o lábio e guiou a cabeça para o lado para tentar disfarçar o caso.

–Até mais, Marshall Lee... – Falou.

Quando ouviu o carro partindo que resolveu olhar em sua direção, sumindo cada vez mais na escuridão da noite.

Notas finais
É isso, até mais!