Another Day in Paradise
20 A need
Notas iniciais
Casa Assombrada (Mesmo dia – 18:07 da noite)
Obrigada.
Foram estas as últimas palavras da Princesa Fantasma antes que a janelas se espancassem.
Finn expirou aliviado após ver que estavam sozinhos, no fundo ficara com muito medo, mas finalmente estavam em paz. A Princesa Fantasma não devia ser uma garota má, estava apenas perdida no mundo, não havia mais lugar para ela aqui e tentava desesperadamente achar pistas para ir aonde devia ser realmente seu lugar.
O loiro depositou sua cabeça no travesseiro, respirando tranquilamente para se acalmar.
–Ahh... – Ouviu um murmuro do outro.
–Você está bem, Marshall? – Perguntou o pequeno, massageando os cabelos negros do vampiro.
–Aquela maldita fantasma... – Gemeu rouco, ficando de quatro com dificuldade de cima de Finn.
O loiro se assustou com o volume que estava em sua cueca.
–Finn... – Chamou o moreno, seus olhos transpareciam desejo.
–M-Marshall Lee... – Murmurou o pequeno, nervoso e corado.
O moreno se abaixou de vagarosamente, o loiro estava muito assustado e confuso com tudo aquilo, mas mesmo assim abriu um pouco sua boca.
O vampiro sorriu de canto e finalmente invadiu a boca de Finn com sua língua.
–Mnnn! – Finn segurou no corpo do maior, aquele beijo estava sendo animalesco.
O moreno acariciava a língua do pequeno com selvageria, fazendo movimentos sensuais e que faziam o pequeno ficar louco.
–E-Espera... – Disse o loiro, virando o rosto, mas o moreno segurou no queixo do menor e colou seus lábios novamente.
Finn fechava os olhos com força, o pior de tudo era que com apenas aquele beijo seu corpo estava ficando cada vez mais quente, e seu membro começava a ganhar vida, fazendo com que o loiro se contorcesse de prazer.
O vampiro deitou e começou a esfregar seu corpo no de Finn, fazendo com que seus membros se acariciassem.
–Ahh! – Gritou Finn, arqueando o pescoço para trás, em busca de ar.
O moreno aproveitou aquele presente que foi lhe dado e começou a morder e chupar a pele de Finn.
–Owww! – Gemeu o loiro de dor com o chupão que levou de Marshall, aquele foi o mais dolorido que já sentira.
O moreno lambeu da região do pescoço e se encaminhou para trás da orelha do menor, provocando arrepios no loiro, mordendo em seguida seu lóbulo.
–M-Marshall Lee... – Gemeu seu nome.
O moreno retirou sua cueca, mostrando o membro para o Finn, que se assustou.
–Desculpe Finn, não aguento mais. – Disse, flexionado as pernas do pequeno para frente, numa forma de fazê-lo empinar seu traseiro.
–Marshall! Espera! – Gritou o Finn, preocupado, nem havia o preparado direito para tudo aquilo!
–Vocês estão bem?! – Marceline espancou a porta, entrando no local.
Os dois olharam para ela, Finn corou quando viu que Jujuba estava logo atrás, ficando corada com a cena e rapidamente olhou para o lado.
O loiro ficou vermelho que nem tomate, pegando o travesseiro e escondendo seu rosto.
–De novo coisa chata?! – Perguntou Marshall Lee, frustrado.
–Mano! Vocês que transam toda hora! – Gritou Marceline, estava nem um pouco constrangida devido a cena. – Aquele dia na escola vocês realmente me pegaram de surpresa, mas agora já estou me acostumando.
Marshall Lee bufou de raiva, pegando sua cueca e a vestindo. Finn pegou um lençol que estava na cama e cobriu seu corpo com ele.
–Onde está o fantasma? – Perguntou Marceline, com raiva. – Aquela merda vai me pagar por ter me feito levar esse susto!
–O que aconteceu? – Perguntou Finn, agradecendo Marshall Lee que dava sua cueca para ele, que humildemente a pegara do chão para dar ao menor.
–Ela levou a Jujuba logo após de você sair correndo atrás de meu irmão. – A morena disse com raiva. – Ela nos levou até um quarto e...
–Para Marceline! – Gritou Jujuba com vergonha, colocando as mãos na boca da morena.
–Vocês transaram? – Perguntou Marshall, com as sobrancelhas unidas. – Que sortudas.
–Estou vendo que está explodindo. – Disse Marceline, retirando cuidadosamente a mão de sua amada de sua boca. – A fantasma disse para fazermos amor, e ela ficou lançando alguma coisa em mim, me excitando.
–O mesmo. – Disse o moreno. – Mas Finn conseguiu conversar com ela, aí sei lá o que aconteceu que a fantasma saiu correndo para a janela.
–O que você fez? – Perguntou Jujuba curiosa, olhando para Finn vestindo sua camiseta.
–Nada! – Disse o loiro. – Eu apenas abracei o Marshall Lee porque estava preocupado com ele, aí parece que ela se lembrou de algo e saiu pela janela.
–Sinistro. – Murmurou Marceline.
–Bem, vamos logo vocês dois! – Gritou Jujuba, assustada. – Eu quero sair dessa casa o quanto antes!
Após os dois se vestirem, o grupo se encaminhou para fora daquela casa.
–Ainda bem! – Gritou Jujuba ao pisar no gramado do acampamento.
Marceline riu da amiga.
–Aonde vamos? – Perguntou a morena.
–Vamos nos encontrar com os outros! – Respondeu Finn. – Se a gente entrar na floresta e ouvir algumas vozes ou passos, com certeza acharemos alguém.
–Acha melhor contarmos o que houve aqui? – Perguntou a vampira.
–Nem pensar! – Gritou Jujuba e Finn juntos, envergonhados com uma parte da história.
–Aff, como vocês são chatos! – Disse Marceline, rindo em seguida.
Jujuba começou a se defender que seria muito vergonhoso contar algo desse gênero para os outros, Marceline riu e contou que havia outras partes boas como a aventura com fantasmas.
Enquanto elas conversavam entre si, Finn olhou para trás e avistou Marshall Lee mordendo o lábio inferior a poucos metros de Finn.
–Marshall? – Perguntou o loiro.
–Finn, não chegue perto de mim, tá? – Pediu o moreno.
O pequeno se assustou com essas palavras, parando no lugar enquanto as outras andavam.
–O que eu fiz? – Perguntou com medo de que o vampiro estivesse com raiva dele.
De repente, com suas agilidades sobrenaturais, Finn só se viu com as mãos presas para cima de sua cabeça, prensadas contra a árvore. Marshall Lee olhava o pequeno com tanto desejo... E estavam tão próximos...
–Você não sabe o quanto estou doido para me enterrar em você. – Disse o moreno. – Estou tentando me controlar ao máximo, mas enquanto eu não achar um banheiro com chuveiro frio para me esfriar, quero que você fique longe de mim. Você sabe, né? É uma tentação te ter por perto nestas condições...
Finn engoliu a saliva com uma mistura de medo e vergonha.
–Apesar que seria uma pena eu desperdiçar minha vontade no chuveiro, faz tanto tempo que não damos uma “batida”... – Disse o moreno, chegando cada vez mais perto do loiro.
–M-Marshall Lee! – Gritou o loiro, fechando rapidamente os olhos para se preparar para o moreno.
Mas assim que o vampiro quase relava na boca do pequeno, ele recuou.
–Droga! – Disse, soltando o loiro. – Corre para as meninas antes que eu ataque você.
Finn estava assustado devido tudo estar sendo tão de repente, mas não do moreno.
–Marshall... – Chamou o pequeno.
–O que?
–Até que já faz um tempo que não fazemos... – Disse olhando para o chão, contorcendo os dedos na camiseta, corado.
O moreno arregalou os olhos.
–Está me dando um convite? – Perguntou, vendo se havia mesmo compreendido a situação.
O loiro fechou os olhos com força, não tinha como o momento ficar mais vergonhoso.
Marshall Lee sorriu de canto, segurando no queixo de Finn.
–Obrigado. – Disse, abrindo a boca e chegando cada vez mais perto do loiro.
–Ei! Vocês dois! – Gritou a morena. – Achamos o Flambo, ele vai nos mostrar aonde está o pessoal!
–PORRAAAAA MARCELINE!!! – Gritou o moreno furioso, provocando a risada da vampira e de Finn.
Centro do Acampamento (Mesmo dia – 18:37 da noite)
O Príncipe de Fogo contava aos outros que haviam falado entre as várias caixas de som espalhadas pelo acampamento que esta noite todos iriam dormir no centro do acampamento em barracas.
Assim que ele levou todos para o local, Finn ficou boquiaberto: Era um grande campo gramado enorme, havia várias barracas espalhadas, e não era aquelas simples que se montavam com os grandes gravetos das árvores, e sim, aquelas que se enchiam automaticamente, de ótima qualidade e bem confortáveis. No meio de tudo havia uma grande fogueira, onde todos se encontravam sentados ao redor comendo marshmallow e outros aperitivos que estavam sendo distribuídos.
–Comida! – Gritou Finn eufórico, correndo para o local, provocando a risada de seu grupo. Estava morrendo de fome!
–Esse Finn é uma piada! – Gritava Marceline, quando terminava finalmente de rir.
–Bem, vamos também? – Perguntou Jujuba.
–Opa. – Falou o Príncipe de Fogo.
–Ah, valeu Flambo. – Agradeceu Marcy.
–De boa! – Disse, indo para junto da Flama.
–Rapidão, vocês sabem aonde fica um banheiro próximo? – Perguntou Marshall para as garotas, procurando desesperadamente aos arredores, mas não encontrava nada.
–Deve de ter mais para lá. – Apontou para frente a Jujuba.
Quando o vampiro deu seu primeiro passo para finalmente se aliviar, sua irmã o segurou no ombro.
–Marshall, vai mesmo desperdiçar tudo isso? – Perguntou a morena.
O moreno mordeu o lábio inferior.
–Não vou estuprá-lo, Marceline.
A morena revirou os olhos.
–Os meninos são mesmo complicados! – Riu. – Eu escutei o Finn pedindo agora pouco.
Marshall Lee teve que concordar.
–É... Mas...
–Mas nada! – Interrompeu Marceline. – Olha, espera ele comer e quando todos forem dormir você ataca ele.
–Marceline! – Gritou Jujuba, brava. – Não devia se intrometer na vida dos outros desse jeito!
–Não... Ela tá certa. – Falou o moreno, olhando para o loiro comendo carne recém-preparada de Chiclete. – Não posso ter tanto medo também.
–Isso aê! – Falou a irmã, dando um tapa forte no braço do moreno. – Vocês nem são estranhos!
Jujuba riu.
–Vocês são mesmo irmãos!
Quando se aproximava das noves horas da noite. O coordenador no acampamento uivou para todos.
–Está na hora de se acolherem, seus cachorros! – Falou, provocando a risada de todos.
Mas quem estava realmente mais feliz do que ninguém nisso tudo era Marshall Lee. Finalmente!
Finn correu em sua direção.
–Vamos dormir? – Perguntou.
–Claro.
Finn virou a cabeça para o lado como um animalzinho confuso, aquela resposta de Marshall soara estranha.
Assim que todos entraram nas barracas, Marshall Lee pegou a sua com as mãos e levava para um lugar bem distante.
–O que você está fazendo? – Perguntou Finn, seguindo-o entre as árvores.
–Vamos dormir em outro lugar, ali tem muita gente.
Finn raciocinou que Marshall não era do tipo que conseguia dormir ouvindo os outros roncarem.
Inocente.
–Aonde vamos então? – Perguntou animado, andar entre as árvores de noite era realmente emocionante.
–Que tal aqui? – Perguntou o moreno, parando em frente de um grande lago cristalino.
–Uou! – Gritou o loiro animado, era tão linda, parecia o espelho do céu estrelado.
O moreno riu de canto.
–Acho que está perfeito aqui, não?
Assim que colocou a barraca de ar no gramado e puxou uma cordinha, o equipamento encheu sozinho. Marshall Lee por fim abriu o zíper.
–Vamos entrar então? – Convidou.
O loiro rapidamente entrou lá dentro, seria sua primeira vez dormindo em uma barraca moderna daquelas!
–Ahh! – Gritou aconchegadamente no colchão de ar, era tão macio comparado ao chão aonde dormia quando acampava com Jake. Virou-se para sua mochila que carregava em suas costas, pegando seu travesseiro dali de dentro.
O moreno entrou e fechou o zíper.
O loiro olhou curioso para a expressão de Marshall, ele estava tão estranho...
–Finn, que tal a gente continuar de onde paramos hoje à tarde? – Perguntou, engatinhando de vagarosamente em sua direção.
O loiro engoliu a saliva, nervoso.
–Eu...
O moreno parou devido a insegurança do pequeno.
–Se não quiser, beleza.
–Não! É que... – O loiro disse, corando bravamente na hora, olhando para baixo para não manter contato visual. – É que fazer isso com você me deixa tão nervoso...
O coração do moreno, se estivesse vivo, bateria loucamente naquele momento.
Marshall Lee caminhou sorrindo na direção do loiro, ficando de quatro em cima dele.
–Eu também fico. – Admitiu.
–Mentira... – Disse Finn, vendo o moreno chegar cada vez mais próximo de sua boca. – Não parece que você está nervoso agora.
Marshall Lee pegou nas mãos delicadas e frias de nervoso de Finn.
–Acha mesmo que eu não ficaria quando sei que vou fazer isso com a pessoa que eu amo?
O coraçãozinho de Finn pulava tanto em seu peito que o loiro achava que ia explodir.
Assim que o moreno finalmente encostou seus lábios nos de Finn, dando um beijo profundo e amoroso. O loiro segurou em suas roupas firmemente, para ter onde se apoiar.
–Hmm...N-Ngh...
Se separaram por poucos minutos para pegar ar, seus olhos se entreolharam naquele momento, um sorriso involuntário surgiu na boca dos dois. Com essa felicidade, se encaminharam mais uma vez para outro beijo.
O clima começava a mudar, podiam sentir isso. Finn puxava levemente e acariciava os cabelos do moreno, enquanto Marshall Lee já ia impaciente para a camiseta do loiro, retirando-a.
O pequeno apenas assistia o vampiro se dirigir para um de seus mamilos, mas quando o moreno começou a tocá-las, Finn suspirou, arqueando a cabeça para trás.
–M-Marshall... Espera... – Pediu, segurando-se nos ombros de Marshall.
Mas o moreno o ignorou, continuando a chupá-lo com tanta agilidade que começava a surpreender o loiro. Como ele conseguia fazer o pequeno sentir tal prazer apenas fazendo isso?
–Ahh! Marshall... Calma! – Se contorcia o loiro.
O vampiro retirou sua boca dali, indo para o outro mamilo, enquanto o já umedecido, ele apertava e contorcia, fazendo Finn gemer de prazer.
Marshall Lee se ajoelhou entre a cintura do loiro, retirando sua própria camiseta, fazendo Finn corar levemente.
Aquele corpo nunca perderia a graça para ele.
O moreno sorriu de canto ao perceber a reação do loiro.
–Está gostando do que vê?
–Marshall! – Gritou, com vergonha.
De vagarosamente, o vampiro se deitou no corpo do loiro, se esfregando em direção ao rosto de seu pequeno, provocando gemidos abafados de Finn.... Somente a questão de sua pele encostar na do moreno, provocava arrepios.
Marshall se dirigiu novamente à boca de Finn, segurou em seus cabelos para puxar o pequeno mais para si, aprofundando sua língua, fazendo com que o pequeno suspirasse.
O moreno poderia beijá-lo por uma noite inteira que nunca se cansaria, infelizmente, havia necessidades que precisava urgentemente atender.
Provocando susto no menor, Marshall abaixou a calça de Finn junto com a cueca.
–M-Marshall... – Gaguejou o loiro, percebendo a pressa do maior.
Mãos pervertidas começaram a invadir seu falo, fazendo com que o corpo dele estremecesse.
–A-Ahh... – Segurou fortemente no corpo estrutural do maior acima de si.
Ele fazia movimentos de ida e volta, aumentando conforme os gemidos de Finn aumentavam, o moreno amava o jeito com que o loiro se segurava em seu corpo, sentia as unhas delicadas do pequeno arranhando levemente suas costas, suas pernas se contorcendo, seu corpo gritando com o prazer que recebia.
Não aguentou mais, queria que o loiro delirasse.
Segurou fortemente nos tornozelos de Finn e abriu a boca, engolindo totalmente o falo.
–G-Gyahh! – Gritou Finn, segurando fortemente nos ombros do vampiro.
Marshall Lee já começara rápido, sabia que o loiro estava excitado o suficiente para isso. Finn, debaixo de si, levantou seu corpo um pouco para tentar escapar dali, era tanto prazer que duvidava que iria aguentar. Infelizmente, não conseguia nem mexer as pernas, estava totalmente preso, não podia se mover nem sequer um palmo de distância, seu corpo tremia tanto que Finn podia sentir que logo, logo chegaria sua hora.
–M-Mar... shaaall... – Gemeu Finn, lágrimas escorriam em suas bochechas.
O loiro deitou seu corpo, arqueando a cabeça para trás enquanto sons estranhos saiam de sua boca. Desistindo da tentativa inútil de tentar sair dali.
Marshall sentiu o corpo do pequeno arqueando-se para cima, logo, Finn se derramou em sua boca, engolindo-o enquanto via o loiro estremecer com as sensações após o orgasmo.
–Aww... Ahh...
Aqueles olhos lacrimejantes e suas bochechas coradas.... Seu corpo arfante e cansado.... Estava totalmente entregue para si, somente para si...
Marshall Lee se encaminhou novamente para a boca do pequeno, Finn sentiu um gosto salgado em sua boca, seu gosto. Não pode deixar de corar ainda mais com aquilo.
Sentiu-se sendo segurado pela cintura, Marshall Lee sentou-se na cama e o levou consigo, ajoelhando-se entre as pernas do moreno.
Após se separarem para buscar ar, os dois se entreolharam.
–Podemos? – Perguntou Marshall.
Finn confirmou timidamente com a cabeça, vendo Marshall Lee despir-se por completo. Quando retirou sua cueca, levou a cabeça de reflexo para o lado, tinha vergonha de olhar naquilo... Aquilo que lhe provocaria tanto prazer.
O moreno abraçou Finn, lambendo sua pele em uma linha vertical, que terminava atrás de sua orelha. Logo, começou a chupar em somente um canto, concentrando-se todas as suas forças naquele local. O loiro gemia de dor enquanto o moreno fazia seu trabalho, segurando-se nos ombros do maior.
Quando o vampiro se retirou dali, viu uma perfeita marca vermelha. Junto com a outra que fizera na casa mal-assombrada.
–Marshall... Para de fazer isso, pelo menos por agora enquanto estamos no acampamento. – Pediu Finn, com uma voz manhosa.
–Por quê? – Perguntou o moreno, curioso.
–Se você continuar.... Me marcará todo...
Marshall Lee sorriu.
–Você não tem aquele seu “pozinho mágico” que esconde isso?
–Eu esqueci de trazer... – Choramingou o loiro.
O moreno sorriu de canto.
–Sinto muito.
Empurrou-se para a cama, levando o loiro junto de si. Estava mais do que na hora de começarem.
–Porcaria, não trouxe lubrificante... – Arrependeu-se o moreno.
Finn engoliu um seco, ele também esquecera, não havia sequer nenhum hidratante ou óleo em sua bolsa.
Marshall Lee sorriu maliciosamente, para todo problema havia uma solução.
–Temos dois jeitos de resolver isso, ou você me lubrifica ou eu te lubrifico.
–Como é que é...? – Perguntou o loiro, não compreendendo nada.
O moreno revirou os olhos, inocente.
–Você quer me chupar?
–O que?! – Perguntou o loiro, corando bravamente com a pergunta.
Marshall Lee riu.
–Sabia. – Em seguida, sussurrou sexymente. – Fica de quatro para mim?
Finn se arrepiou com esse pedido, com essa voz...
Com muita vergonha, atendeu o pedido do maior, virando-se devagar.
–Ahh... – Gemeu de vergonha, escondendo seu rosto em um travesseiro.
Marshall Lee sorriu bobamente com a reação fofa do loiro, abaixando-se cada vez mais.
–Marshall... O que você vai fazer? – Perguntou Finn, assustado quando sentiu suas mãos em suas nádegas, abrindo-as um pouquinho.
–Algo que você vai gostar muito... – Respondeu maliciosamente.
Em seguida, começou a chupar a abertura do pequeno, fazendo-o gritar.
–Ahhhh...!
Marshall Lee deu uma mordida de leve, continuando em seguida a chupar deliciosamente.
–O que você... Ahhh... Pensa que está fazendo...? – Perguntou o loiro, com a voz chorosa, entre os gemidos.
Finn segurou fortemente no travesseiro quando sentiu a língua do maior entrando.
–G-Gyaah...!
Ele fazia movimentos circulares entre suas paredes por um bom tempo, o pequeno até começou a rebolar, tentando seguir a travessia de Marshall. Seu corpo tremia demais, tentando suportar o peso do prazer sem gritar mais alto, para que os outros não os ouvissem.
O moreno retirou sua língua dali, dando mais um longo chupão, fazendo o pequeno estremecer.
–Uhhh...
Marshall percebeu que o membro do pequeno estava novamente acordado, finalizando com um beijo, estava pronto.
Quando descolou seus lábios dali, o corpo do loiro caiu mole na cama, Finn arfava tanto que parecia que havia acabado de sair de uma das aulas loucas de Flambo do clube de esportes.
O moreno virou o loiro de barriga para cima e se excitou ainda mais com o rosto do pequeno, de tão erótica. Além de toda aquela expressão, Marshall Lee percebeu que o travesseiro estava mordido, Finn provavelmente tentou abafar seus gemidos ali, para provar sua teoria, um fio de saliva escorria no canto de sua boca, que estava entreaberta e arfante.
Era muita tentação para uma só pessoa.
Marshall Lee segurou-se nas pernas de Finn, fazendo com que o loiro arregalasse um pouco os olhos, surpreso. Sabia muito bem o que aquilo significava.
O maior olhou nos olhos do loiro, perguntando se poderia continuar. O loiro confirmou mexendo sua cintura, ele estava louco que o outro o penetrasse.
O vampiro colocou suas pernas em cima de seus ombros, em uma nova posição. Logo, arrumou seu membro e começou a se enterrar de vagarosamente a dentro do pequeno.
–Ahh... Aww... – Gemeu Finn, segurando-se no travesseiro de baixo de sua cabeça.
–Nossa... Você é tão delicioso. – Falou rouco de desejo, dando um selinho em seu pequeno, que ficou corado instantemente.
Era tão apertado e quente, provocando sensações ótimas no maior, e o loiro era tão flexível, pode penetrar-se inteiramente sem que as pernas do outro o atrapalhasse.
Assim, Marshall Lee, recebendo finalmente o que tanto queria, retirou-se por completo de dentro do loiro e voltou com força, acertando-lhe em cheio, provocando um gemido alto do pequeno.
–Ahhh...! Ahhh...
Não demorou muito para que seus corpos entrassem em uma sincronia perfeita, Marshall Lee acertava em cheio todas as vezes em seu “ pontinho mágico”, fazendo Finn ir as loucuras.
–A-Ahh... A-Aww...
O moreno começava a ir cada vez mais rápido conforme os gemidos de Finn se apressavam.
O pequeno estava sentindo tudo naquele momento, seu corpo tremia tanto, Marshall Lee acertava em sua próstata todas as vezes, provocando-lhe arrepios.
–M-Marshall...
–Finn... Ahh... Eu te amo.
O loiro arqueou a cabeça para trás, não estava conseguindo falar de tanto prazer. Sentia que estava chegando...
–Gyahhh! – Gritou alto, derramando-se.
Quando o pequeno atingiu seu ápice, suas paredes se fecharam, fazendo com que o moreno gemesse de reflexo, também atingisse o orgasmo, derramando o líquido dentro do pequeno.
Marshall Lee soltou as pernas de Finn e os dois caíram exaustos no colchão.
–Ahh... Ahh... – Arfava Finn, vendo a pele brilhosa de Marshall Lee que estava deitado de seu lado, devido ao suor.
O corpo do vampiro também estava arfante, ele olhou para seu pequeno, vendo pela sua expressão que queria lhe dizer algo.
–O que foi... Finn?
–Marshall... Eu também te amo.
Se o coração do vampiro funcionasse, podia jurar que bateria loucamente. Finn falava palavras tão bonitinhas e nem sabia disso.
Dizem que um gesto vale mais do que mil palavras, assim que a única resposta do maior foi envolver seus braços no menor, recolhendo-o em um abraço grande e apertado.
O loiro correspondeu ao abraço, relaxando-se em seus braços, sentia-se seguro assim, como se nada mais pudesse o atingir.
Ficaram em silencio por longos minutos, até que seus corpos terminassem de repousar.
–Finn, quer ir para o lago tomar banho?
O loiro riu, olhando seu estado.
–Quero, preciso urgente me limpar.
O moreno riu.
–Vamos lá então, seu fedido.
–Hey! – Gritou Finn, dando um pequeno tapa no braço do maior.
Os dois levantaram-se e pegaram seus pijamas, Marshall Lee foi o primeiro a abrir a porta para sair.
–Ahh, esqueci de avisar.
–O que? – Perguntou Finn, curioso.
–Não prometo nada que você vai sair insano no lago.
–Marshall Lee! – Gritou o loiro, corado.
Assim, caminharam-se para um refrescante banha à luz do luar e das estrelas.
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