Notas iniciais
Será que ficou boa?

- Sebastian, faça alguma coisa! — O tom de Ciel era grave. — Lizzy irá morrer.

- Desculpe mestre, mas não há o que eu possa fazer. É muito arriscado, tanto para ela quanto para o bebê.

- Não posso perder o que mais amo novamente. — Ele escuta Lizzy gritar de dor e um choro vir logo depois. — Nasceu.

- Descupe senhor, mas ainda não pode entrar. — Maylene o barrou.

- Como não? Eu exijo ver minha esposa e meu filho.

- Ainda não terminaram. Tem mais um bebê. — Ela entrou no quarto.

- Mais um? — Ele ficou olhando a porta. Um outro choro o acorda de seus desvaneios.

- Parabéns mestre. — Sebastian coloca a mão em seu ombro. — Por que não descansa um pouco?

- Eu preciso vê-los. — Ele entra no quarto e vê sangue na cama e sua esposa deitada.

- Ciel, me desculpe.

- Pelo o que?

- Eu não consigo. Quem diria que doi tanto.

- O que você quer dizer com isso? — Ela não respondeu. Seu corpo estava mole e sem vida. — Lizzy?

- Mestre... — Sebastian aparece atras dele.

- Eu preciso ficar sozinho.

- Como quizer. Vou ver as crianças.

Depois de algumas horas isolado, Ciel foi para o quarto onde o berço das crianças ficava e encontrou Sebastian cantando para elas.

- O senhor precisa dar um nome a eles, mestre.

- Sim. Estive pensando em alguns nomes. — Ele se aproximou e viu as duas crianças. Cabelos escuros e pequenos olhos azuis escuros. — Menino e menina?

- Sim.

- Eles se chamarão Vicente e Rachel Phantomhive, em memória de meus pais.