Anjo Protetor
18 Viagem
Notas iniciais
*POV BELLA*
– Está tão frio, não seria melhor voltarmos pra casa? — Edward me perguntou assim que chegamos ao aeroporto Heathrow. Ele estava empurrando o carrinho com nossas poucas malas.
– Eu acho uma gracinha esse seu medo de voar. — falei me lembrando do dia em que cheguei a Londres.
– Eu não acho nada engraçado Isabella, sabia que o avião pode cair a qualquer momento? Sei lá ser atingido por um raio… — dessa eu tive que rir.
– Edward a gente pode ser atingido por um raio a qualquer momento, estando ou não dentro de um avião, também podemos tropeçar e cair e bater a cabeça…
– Tudo bem eu já entendi, coisas ruins podem acontecer a qualquer momento né?! — ele perguntou com um sorriso, mas eu pude perceber que ele continuava nervoso.
– Eu prometo que vou segurar sua mão por toda a viagem anjinho. — disse dando um beijo em sua bochecha. Infelizmente tinha muita gente aqui e não dava pra nos comportarmos como um casal, pois poderia ter conhecidos por perto.
– Promete princesa? — ele perguntou com seu sorriso torto lindo.
– Prometo. — respondi segurando a mão dele.
Nós esperamos cerca de vinte minutos na sala vip e logo embarcamos no avião com destino a Seattle. Eu estava nervosa por voltar lá depois de tudo, mas Edward me perguntou onde gostaria de passar o a virada de ano e eu me lembrei de que passava a virada de ano em La Push uma reserva indígena na cidade de Forks a pouco mais de três horas de Seattle e ele sugeriu que fossemos pra lá para ficarmos a vontade e curtirmos um tempo juntos sem precisar fingir ou se esconder de ninguém. Eu gostei da ideia, e agora aqui estamos num avião rumo a Seattle. Eu estava ansiosa para reencontrar a Angela, ela faria dezoito anos do dia dois de janeiro e seria muito bom estar aqui para seu aniversário.
– No que esta pensando amor? — Edward me perguntou depois que o avião se estabilizou e ele voltou a respirar.
– Na Ang, estou com saudade, e estou feliz por estar aqui para o aniversário dela. — respondi animada.
– Eu amo te ver alegre assim sabia? — ele disse beijando minha mão. — Não há nada que me deixe mais feliz do que ver um sorriso seu Bella.
– Eu acho que nunca vou me acostumar com isso. — disse olhando em seus olhos.
– Isso o que? — ele perguntou confuso.
– Você. É bom demais para acreditar, como alguém como você pode gostar de mim? Ás vezes é impossível de acreditar. — disse. Era difícil de me convencer que eu não estava sonhando.
– Para de bobagem Bella! Eu é que sou o cara mais sortudo do mundo por ter você. — ele disse roçando seu nariz em meu pescoço. — Você não tem ideia do quanto é importante pra mim. — não pude deixar de sorrir ouvindo essas palavras. Ele soltou nossos cintos e me puxou para seus braços, me aconcheguei em seu peito ouvindo as batidas do seu coração.
Eu acordei ainda nos braços do Edward, com ele me chamando carinhosamente e pedindo que eu colocasse o cinto, pois íamos pousar. Eu me ajeitei no meu lugar e coloquei o cinto.
– Nossa eu não sei de onde tirei tanto sono! — comentei.
– Levando em consideração que a senhorita não dormiu direito ontem a noite… — Edward disse com um sorriso malicioso.
– Sério? Só ontem à noite? Acho que não durmo direito desde o natal. — falei brincando.
– É acho que eu não sou tão velho assim, tenho bastante disposição já que você tá reclamando que eu não te deixo dormir. — ele brincou.
– Bobo! — dei um tapa em seu braço.
– Ai! Doeu. — ele disse esfregando onde eu tinha batido. Mas logo esqueceu a dor e agarrou minha mão com força quando o avião começou a descer. Ele parecia um garotinho assustado. Quando o avião finalmente estava em terra firme, ele soltou minha mão, mas apenas por alguns minutos, pois assim que desembarcamos ele pegou minha mão novamente. Aqui ninguém sabia que ele era meu tutor e podíamos ser um casal normal, sem nos preocupar em quem iria nos ver.
Já era dia trinta e um de dezembro e o aeroporto estava lotado, mas conseguimos alugar um carro. Não paramos em Seattle, Edward dirigiu direto pra La Push onde não hospedamos numa pousada perto da praia. Foi impossível segurar as lembranças que eu tinha desse lugar, meus pais sempre me traziam aqui quando eu era pequena para passar o ano novo, até aproximadamente eu ter uns dez anos, depois disso não viemos mais, meu pai estava sempre de plantão na virada do ano, depois que ele virou delegado ele tinha que se ausentar em algumas datas.
Eu estava exausta da viagem apesar de ter dormido bastante no avião, mas foram quase nove horas de voo e mais três horas e meia de carro, meu corpo estava um pouco dolorido.
– Preciso urgentemente de um banho. — Edward disse me abraçando por trás assim que entramos no quarto simples da pousada. Eu amava o fato do Ed ser tão humilde, ele não era apenas rico, era milionário, eu fiquei um pouco assustada quando percebi isso, ele tinha essa fortuna de família, e somando ao restaurante aumentava ainda mais sua condição, mas ele vivia de forma tão simples, seu apartamento não era tão grande, e ele não ligava para certos tipos de luxo, também não se achava melhor que ninguém, eu o amava ainda mais por isso.
– Vá tomar banho ué! — eu respondi me virando e beijando a ponta de seu nariz.
– Só se você for comigo. — ele disse me abraçando.
– Você não vai me deixar tomar banho. — falei.
– Vou te dar um banho bem gostoso. — ele disse beijando o meu pescoço. Desde o natal era sempre assim, ele não se controlava mais, e isso era bom, muito bom, fazíamos amor toda noite, toda hora e eu me sentia cada vez mais mulher dele. E ele era meio insaciável me atacava toda hora, e eu amei conhecer esse lado dele, o tornava ainda mais perfeito.
– Ed… — gemi ao sentir seus dentes roçarem em minha orelha. Ele se livrou de minhas roupas tão rápido que eu nem percebi, me deixando apenas com minha calcinha rendada verde, ele se afastou assim que tirou minha roupa tirando sua camisa e a calça rapidamente ficando apenas com uma boxer azul marinho. Ele era tão lindo, tão gostoso, não pude evitar olhar para sua ereção bem grande que estava quase pulando da cueca. Ele pegou minha mão me levando para o banheiro, ligou o chuveiro nos livrou das ultimas peças de roupa e entrou em baixo do jato de água me puxando junto. Ele tomou minha boca num beijo urgente enquanto seus braços me prendiam junto ao seu corpo.
Depois de um tempo nos beijando nos separamos em busca de ar. Edward se afastou pegando o sabonete liquido e esfregando nas mãos, ele começou a passar no meu pescoço, ombros, braços, nos meus seios onde se demorou apertando meus mamilos, me fazendo soltar alguns gemidos. Mas ele não parou ai, se abaixou ensaboando minha barriga, pernas, bunda, pés, para depois subir novamente e passar seus dedos pela minha intimidade, o que me fez estremecer e quase perder a força nas pernas. Sua caricia estava deliciosa me levando cada vez mais alto, mas ele parou o que me fez soltar um gemido pela frustração. Ele se levantou rindo e me entregando o sabonete.
– Agora é sua vez princesa. — disse piscando pra mim. Eu pequei o sabonete de sua mão e derramei um pouco na minha, comecei passando em seus ombros, costas e braços. Céus! Como ele é gostoso! Seus músculos bem definidos, seus braços fortes, minhas mãos passaram por seu peitoral e seu abdome sarado, como eu amo esse tanquinho! Abaixei-me ficando de joelhos a sua frende e ensaboei suas pernas com poucos pelos, mas foi difícil ignorar por muito tempo a enorme ereção que estava a centímetros do meu rosto, levei minha mão ao seu membro já muito duro e o ensaboei, fazendo movimentos que eu sabia que ele gostava. — Bella… — ele gemeu. Seu pré-gozo escorria pela cabeça de seu pau, me fazendo ter água na boca, eu não havia feito isso ainda, mas tive vontade desde a primeira vez que o vi nu, só não tive coragem, mas agora aqui tão perto…
Eu o empurrei de volta para o chuveiro onde a água tratou de limpar todo o sabonete de seu corpo, eu continuei ajoelhada a sua frente. Edward me estendeu a mão para que eu levantasse, mas eu segurei sua mão o puxando pra frente, seu membro glorioso bem próximo da minha boca. Eu levantei o rosto e o olhei nos olhos, seu olhar era selvagem. Ele sabia o que eu queria fazer, sua mão segurou meu cabelo e trouxe meu rosto um pouco mais pra frente num pedido mudo para que eu prosseguisse. Sem em nenhum momento desviar meus olhos dos seus eu o segurei com as duas mãos, passando a língua pela sua cabeça sentindo o gosto levemente salgado do seu pré-gozo. Ele soltou um urro e puxou um pouco o meu cabelo, mas não doeu e só me excitou mais. Lambi toda sua extensão o fazendo tremer, para depois colocar o que coube na minha boca tomando cuidado para não machuca-lo com meus dentes. Isso era bom, ele estava entregue e mesmo estando ajoelhada aos seus pés eu me sentia poderosa. Eu o chupava olhando em seus olhos em fenda que em momento nenhum desgrudaram dos meus, ele chamava meu nome como uma oração.
– Bella… Deixa eu foder essa boquinha deixa… Por favor… — ele pediu me olhando intensamente. Eu apenas parei meus movimentos e esperei que ele fizesse o que queria comigo, ele apertou ainda mais meus cabelos e começou a estocar em minha boca, eu engasguei no começo mais ele não parou, eu consegui relaxar minha garganta o recebendo melhor. Eu nunca estive tão excitada, ele continuava olhando em meus olhos, os dentes cerrados, tentando segurar os gemidos. Eu o senti inchar em minha boca, ele estava próximo, e tentou me afastar, mas eu segurei suas pernas não permitindo, ele apertou os olhos e me deu um sorriso safado ao entender o que eu queria.
Edward soltou um gemido mais alto, e eu senti seu gozo jorrando em minha boca me fazendo engasgar no começo, mas eu engoli tudinho, seu gosto era estranho, mas era muito excitante senti-lo. — O que eu faço com você menina… — ele disse me puxando pra cima e me beijando sem se importar com seu gosto em minha boca. Eu ainda estava muito necessitada, precisava urgentemente de alivio, e esfreguei minhas pernas, o que não passou despercebido pelo Edward que imediatamente levou sua mão a minha intimidade me penetrando com dois dedos sem aviso.
– EDWARD! — eu praticamente gritei seu nome.
– Eu acho que devo retribuir o carinho princesa. — ele disse em meu ouvido, mordendo minha orelha. Eu gemi mais ainda. Ele me encostou na parede se ajoelhando a minha frente e colocando minha perna esquerda sobre o seu ombro, deixando seu rosto em minha intimidade. Em momento algum seus dedos saíram de dentro de mim, ele usou a outra mão para me abrir para ele e atacou meu clitóris o chupando com força, enquanto seus dedos se movimentavam dentro de mim. Minhas mãos puxavam seus cabelos e meu corpo todo se contraiu enquanto eu gozava, ele tirou seus dedos de mim nessa hora e me penetrou com sua língua me fazendo vir novamente, eu estava exausta e sem forças e cairia se não fosse a parede ou o Edward me segurando, mas mesmo assim ele não parou e começou a lamber toda minha intimidade tomando todo meu gozo, e isso me fez gozar mais uma vez e eu senti tudo apagar.
– Bella! — Eu estava sentada no chão do box, com meu corpo apoiado ao do Edward. Eu olhei pra ele meio zonza e ele riu. — Você desmaiou. — ele disse.
Serio isso?!
– Por quanto tempo? — perguntei.
– Só alguns segundos. Acho que foi o cansaço da viagem somado aos vários orgasmos que eu te dei. — ele me beijando na bochecha com carinho. Eu ainda estava meio zonza. — Consegue levantar? — eu fiz que sim com a cabeça o que o fez rir mais.
Edward me ajudou a terminar o banho e depois caímos praticamente desmaiados na cama sem nem ao menos nos vestir.
***
– 5… 4… 3… 2… 1… FELIZ ANO NOVO!!! — Edward me agarrou me dando um beijo intenso.
Estávamos na beira do mar onde o céu estava repleto de fogos de artificio coloridos, eu estava com um vestido longo branco e um casaco curto também branco por cima protegendo meus braços do frio, meus cabelos estavam soltos e Edward estava simplesmente magnifico com uma calça de brim branca e uma camisa vermelha de manga comprida. Apesar do inverno hoje não estava nevando e a temperatura havia subido um pouco, o que foi bom, pois se não estaria muito mais frio e estávamos numa praia onde venta bastante. Edward segurava uma garrafa de champanhe na mão e eu estava com duas taças. Ele terminou o beijo me deixando ofegante.
– Que nesse novo ano a gente possa ser muito feliz e eu possa te ter em meus braços e te beijar assim todos os dias! — ele me disse sorrindo. E estourou a champanhe. Eu estendi as taças pra ele e ele as encheu.
– Vai me deixar beber? — perguntei.
– Só uma tacinha, para você não dizer que sou um tutor irresponsável. — ele riu.
– Então tá! — entreguei uma taça a ele. — Que nesse ano a gente possa ser muito feliz e que possamos viver intensamente nosso amor, sem que ninguém nos impeça! — falei e nós encostamos as taças brindando. Tomei um pouco do champanhe, eu nunca tinha bebido antes, o gosto era bom, fazia tipo uma cosquinha na língua da gente.
– Eu te amo princesa! — Edward falou me abraçando.
– Eu também te amo meu anjo! — disse beijando-o. Nosso beijo com o gosto do champanhe ficou muito melhor e foi intensificando cada vez mais até que nos faltou o ar.
Nós caminhamos pela praia de mãos dadas por entre as pessoas, víamos vários casais juntos trocando carinhos e estávamos felizes por não precisarmos no esconder aqui. Edward a todo o momento fazia carinho em meu rosto, me beijava sem que eu esperasse e às vezes até me pegava nos braços e me rodopiava pela areia da praia. Estava sendo uma noite mágica, como foram todas as outras noites que passei ao lado dele desde que começamos a namorar.
Já se passava das duas da manhã quando voltamos para a pousada. Não estávamos com sono, pois havíamos dormido boa parte da tarde e inicio da noite. Assim que entramos no quarto o Edward começou a tirar meu casaco.
– Vamos fechar essa noite com chave de ouro. — ele disse beijando meu pescoço e desamarrando o vestido o o fazendo cair aos meus pés. — Me espera na cama. — ele disse e eu caminhei até a cama e me deite comente de calcinha, Edward foi até o frigobar e pegou outra garrafa de champanhe e a abriu enchendo uma taça. Ele caminhou até a cama, seus olhos em meu corpo, ele colocou a taça em cima do criado mudo ao lado da cama e tirou sua camisa lentamente em olhando, se livrou também de sua calça ficando apenas de boxer branca, era uma linda visão. Ele se sentou ao meu lado na cama pegou a taça e bebeu um gole.
– Cadê o meu champanhe? — perguntei mordendo os lábios numa tentativa de parecer sexy.
– Esta aqui. — ele respondeu se inclinando um pouco sobre mim. Ele trouxe a taça até meus lábios, mas antes que eu pudesse levantar a cabeça para alcança-la ele a derramou sobre os meus seios e barriga. — Ops! Derramou! — ele disse com um sorriso safado.
– Edward! — o olhei com olhos em fenda.
– Desculpa princesa, me deixa limpar. — ele disse com uma carinha inocente e se inclinou lambendo todo o champanhe que havia caído em meus seios, o que me fez arfar. Ele lambia minha pele lentamente, passando de um seio pro outro, mas sem nunca chegar perto dos bicos que já estavam turgidos necessitando de sua boca. Seus lábios desceram pela minha barriga e eu me contorcia. — Quietinha Bella! Se continuar se mexendo vai entornar champanhe pela cama. — e ele continuou com sua tortura. — Nossa Bella acho que não tem combinação mais perfeita, você já é deliciosa, cheia de champanhe então… — ele falou pegando sua taça que ainda continha um pouco da bebida e derramou em minha boca, errando propositalmente fazendo o liquido escorrer pelo meu queixo pescoço e seios. Edward me beijou muito devagar, sua língua estava em cada canto da minha boca. Ele encerrou o beijo mordendo meus lábios com um pouco de força o que me fez gemer de prazer. Ele passou a língua por meu queixo, dando leves mordidas, fez o mesmo no meu pescoço e voltou para meus seios. Suas mãos apertavam fortemente minhas coxas, tinha certeza que ficariam marcadas. Sua língua passou por meu seio direito limpando todo o champanhe, mas dessa vez ele tomou meu mamilo em sua boca e o chupou forte. Edward sabia que aquele era o meu ponto fraco, e ele amava me torturar. Sua boca sugava fortemente meu seio enquanto direito enquanto ele acariciava o esquerdo com os dedos. Eu estava quase no paraíso, só mais um pouquinho e… ele parou se afastando.
– Ed… — resmunguei.
– Calma princesa. — ele disse se levantando e tirando sua cueca revelando seu pau glorioso, confesso que fiquei com água na boca, tinha gostado muito de fazer sexo oral nele, ele era todo gostoso. Edward pegou um preservativo não sei e onde e voltou para cama ficando entre minhas pernas. — Hoje você só vai goza no meu pau e muito princesa.
– Anjo… — gemi.
– Isso Isabella, sou o seu anjinho que vai cuidar de você, e fazer você sentir todo o prazer que merece princesa. — ele disse isso enquanto colocava o preservativo, para logo em seguida rasgar minha calcinha me deixando completamente nua e aberta para ele. Ele abaixou seu rosto até minha intimidade e deu uma longa lambida, se lambuzando com meus líquidos. — Tão gostosa e molhadinha… Tão pronta… — ele me olhou intensamente primeiro admirado, depois um sorriso malicioso tomou conta de seu rosto. — Vire-se Bella. — eu o olhei tentando imaginar o que ele queria, mas logo o obedeci ficando de bruços na cama. Senti suas mãos passearem por minha bunda e apertarem a região. — Fique de quatro pra mim princesa. — ele pediu e eu o obedeci prontamente. Edward se posicionou atrás de mim e logo pude sentir seu pau me invadindo de uma vez o que me fez gritar em silencio, se é que isso é possível. Ele começou a se mover devagar entrando e depois saindo completamente, essa posição era maravilhosa, ele estrava todo e eu sentia suas bolas batendo em minha intimidade.
– Edward… Mais… Mais… — eu praticamente implorava por ele. E atendendo ao meu pedido ele começou a estocar rapidamente me levando a loucura.
– Nossa… Tão apertada… — ele dizia enquanto entrava e saia. Meus gemidos eram tão altos que eu tinha certeza que todos os hospedes da pousada ouviriam, mas eu não estava me importando com nada agora.
– Edward… Eu te… amo! — eu disse quando comecei a sentir minha libertação.
– Isso princesa! Diz que me ama enquanto goza no meu pau! Diz Bella! — ele ordenou.
– Eu te amo… eu te amo… eu… Oh! Ed… — eu vim de forma alucinante o apertando com muita força, caindo pra frente. Edward continuava estocando com força, seu corpo suado agora colado ao meu. Eu ainda não tinha me recuperado do orgasmo e meu corpo estava mole, mas eu estava entregue novamente as sensações de tê-lo dentro de mim.
– Mais um Bella… Me dá mais um! — ele disse mordendo minha orelha, me fazendo vir novamente só que agora acompanhada por ele que se libertou mordendo fortemente o meu ombro. Ele ainda continuou em cima de mim por um tempo, até que depois se levantou se livrando do preservativo e deitando ao meu lado me puxando pra seu peito.
– Nossa! Isso foi… — comecei dizendo.
– Incrível! — Edward completou.
– Com certeza! — eu disse ainda um pouco ofegante.
– Não tem como não ser perfeito com você Bella. Você é a mulher mais gostosa do mundo. A minha mulher! — ele disse me beijando intensamente. E eu pude sentir seu membro ganhar vida novamente.
É, o meu primeiro dia esse ano foi sem comparação! Espero que o ano todo seja assim também.
***
Hoje era dia dois de janeiro e estávamos voltando para Seattle, nosso voo era de madrugada, às 2h45min e ainda tinha que passar na casa da Angela para parabeniza-la pelo seu aniversário de dezoito anos. Estava me sentindo em falta com minha amiga, sempre que eu tentava ligar pra ela, acontecia alguma coisa, ou alguém interrompia. Estou me sentindo um a péssima amiga. Nós não nos hospedamos em nenhum hotel, pois já era quase noite quando chegamos a Seattle. Edward me perguntou se eu queria passar na minha casa mais eu neguei, não estava preparada para voltar lá, então eu indiquei onde ficava a casa da Ang e estávamos indo direto pra lá. Algum tempo depois cheguei a casa da minha amiga, eu estava. Tinha certeza que ela iria querer me matar. Eu desci do carro pegando o presente que eu tinha comprado para ela, o Edward desceu também e segurou minha mão. Eu tinha falado com ele que não precisaríamos nos esconder da Angela, e que também não precisaríamos fingir nada na casa dela, pois ela morava praticamente sozinha, pois seus pais trabalhavam em outra cidade e só vinham pra cá no final de semana, mesmo sendo aniversário dela era capaz deles não estarem, muitos aniversários dela foram comemorados lá em casa, para ela não passar sozinha.
Toquei a campainha e esperei. Logo uma Angela sorridente veio atender a porta.
– Feliz aniversário! — disse sorrindo pra ela.
– Bella! Oh meu Deus! Bella é você mesma?! — ela olhava pra mim surpresa e feliz ao mesmo tempo e eu apenas acenei com a cabeça sorrindo. — Ai Bella eu vou te matar! — disse chorando e vindo me abraçar Eu dei o presente dela pro Edward que observava tudo calado segurar e retribui seu abraço. Minha amiga estava soluçando e eu comecei a chorar também. Tinha tantas saudades da minha amiga.
– Oh Ang! Me desculpe por não dar noticias, mais é que minha vida estava meio bagunçada sabe. — disse assim que ela me soltou.
– Tudo bem, agora entre e me conte tudo que aconteceu desde o exato momento que você foi embora. — ela disse me puxando pra dentro e só ai reparou que eu não estava sozinha. — Er… oi. — ela disse se virando para o Edward. — Quem é o bonitão? — ela sussurrou no meu ouvido me fazendo rir de sua pergunta.
– Angela esse é o Edward Cullen, ele é o meu tutor. — não falei que ele também era meu namorado, se não ela não ia me deixar nem sentar antes de me encher de perguntas.
– Edward essa é a Angela Weber, minha melhor amiga desde que me entendo por gente.
– Muito prazer em te conhecer Angela a Bella fala muito de você. — ele disse a cumprimentando com um aperto de mão.
– Muito prazer Edward, eu nunca ouvi falar de você, mais tenho certeza que ouvirei assim que a minha amiga aqui começar a me dar satisfações por ter desaparecido. — ela disse brincalhona. Nós entramos e nos sentamos o Bem também estava lá, eu o apresentei ao Ed e eles logo engajaram num papo sobre futebol, sério eu aprendi a gostar de futebol com o Edward, mas ele era tipo fanático, e o Ben não ficava muito pra trás não e então eu e a Angela fomos para o quarto para conversarmos melhor.
– Sério Bella, eu amei o presente que você trouxe. — ela disse mais uma vez. A Ang era fanática por botas e eu trouxe um par de botas cano alto exclusivos para ela, a Alice me ajudou a escolher.
– Que bom que gostou. — eu disse.
– Agora sem mais enrolação Bella me conta tudo! — ela disse impaciente. Suspirei e comecei a contar.
– Bem, depois que meus pais se foram, o Edward veio me buscar, só que ele mora em Londres e a família dele também. O Edward era afilhado do meu pai, por tanto era a pessoa mais próxima da família. E eu moro lá agora. — tentei resumir a história.
– Tenho certeza que não é só isso Bella, me conta a história toda. Como é morar com aquele pedaço de mau caminho? Vocês moram sozinhos? Ele não é muito novo pra ser seu tutor não? Você gosta dele? — ela me encheu de perguntas, sobre o Edward é claro!
– Morar com o Edward é legal. E sim, nós moramos sozinhos no apartamento dele. E realmente ele não é muito mais velho que eu, tem apenas vinte e três anos, mas é um renomado chef de cozinha e tem um enorme restaurante o Mixing Flavors. E eu sou completamente apaixonada por ele.
– O Mixing Flavors não é aquele restaurante famoso, que não faz nem um ano que abriu mais já é considerado um dos melhores de Londres? — ele perguntou assustada.
– Sim… — comecei a responder.
– Calma aí! — ela me interrompeu. — Repete o que você disse!
– O que? Que ele é o dono do restaurante? — perguntei confusa.
– Não, o que você disse antes. Você disse que era completamente apaixonada por ele. — ela me encarou esperando que eu me pronunciasse.
– Ah! Isso! É verdade, eu sou completamente apaixonada por ele. — respondi simplesmente.
– Bella me conta direito essa história e para de enrolação! — ela praticamente gritou. — Ele também gosta de você? — perguntou.
– Ele é meu namorado Ang. E a gente se ama. — eu disse-me rendendo a sua inquisição.
– Oh meu Deus! Me conta tudo Bella. — e eu comecei a narrar toda a nossa história, desde que me mudei pro seu apartamento, que ele começou a cuidar de mim, contei sobre o momento difícil que passei logo após a morte dos meus pais, contei sobre o apoio que ele me deu e que a gente se tornou amigo, e que me apaixonei por ele, contei de sua promessa, da primeira vez que nos beijamos, falei da Alice, da Tanya, da Victória, contei como a gente começou a namorar escondido e o que aconteceu no natal, e sobre a nossa viagem pra cá. E ela me perguntava varias coisa que eu respondia sem esconder nada, ficando super constrangida quando ela começou a perguntar coisas mais intimas. Mas fui salva pelo Ed e pelo Ben que adentraram o quarto perguntando se a gente não queria sair pra jantar. Mas minha amiga teve a brilhante ideia e foi cara de pau o suficiente para pedir ao Edward que fizesse o jantar hoje para comemorarmos seus dezoito anos, e o meu anjo preparou um jantar maravilhoso como sempre. Mas infelizmente tivemos que ir embora para o aeroporto para não perdermos nosso voo. Mas prometi a Ang que manteríamos contato, dei meu numero novo a ela e assim ela poderia ligar pra mim sempre.
– Então princesa gostou da viajem? — Edward perguntou assim que pisamos no aeroporto.
– Claro meu anjo. Não poderia ter sido mais perfeita. — disse sorrindo.
– Que bom que gostou princesa. Que tal se a gente ficasse mais um pouquinho em? — ele disse beijando meu rosto.
– Você não tem que estar no restaurante amanhã? — preguntei. Afinal o Emmett tinha ficado para podermos vir pra cá e ele iria para o Brasil amanhã.
– Sim, mas… é que… er… — ele começou a gaguejar, sem conseguir arranjar uma desculpa para dar, e eu entendi por que ele queria ficar.
– Meu amor já disse que não precisa ter medo de andar de avião. — disse rindo.
É… Como eu amo esse medroso.
Fale com o autor