Notas iniciais
Olá pessoas lindas! Como promessa é divida eu estou aki com mais um capitulo pra vcs! Olha eu tenho que dizer que a minha vida tá difícil! Desculpa eu só falar tragédia aqui, mas é que eu não tenho muitos amigos e eu gosto de desabafa com vcs, tem leitoras que me dão muita força e eu quero agradecer imensamente por isso. Bem, vcs devem esta se perguntando o que aconteceu dessa vez, eu estava aki escrevendo essa nota pra vcs e minha mãe que foi ao hospital porque estava com febre me liga chorando dizendo que meu pai acabou de ser assaltado, levaram tudo e como ele trabalha em ônibus intermunicipal com certeza estava com dinheiro alto. Mas graças a Deus bandido só levou tudo e não fez nenhum mal ao meu pai, mas poderia ter acontecido o pior. Não sei onde esse mundo vai parar gente! Vamos orar bastante pq tá difícil até pra trabalhar. Quero agradecer a todos os comentários de coração, vocês são muito fofas!!! O capitulo de hoje esta grandão, não consigo mais fazer capitulo pequeno, meu dedos tão até doendo de tanto digitar. Ele é narrado pelo Edward, como muitas aki amam e tem uma narração especial que eu tenho certeza que vocês vão amar. Nos falamos lá em baixo!

*POV EDWARD*

Por que os ditados têm que estar sempre certos? Cadê a exceção poxa! “Tudo que é bom dura pouco!” Isso é uma merda! Eu ainda queria esta lá em Seattle com minha princesa, ou em qualquer outro lugar do universo desde que a gente não precisasse nos esconder de ninguém. Era tão bom andar na rua de mãos dadas, poder beija-la a hora que eu quisesse sem me importar com quem esta vendo, poder mostrar pra esses caras que ficam babando em cima dela que ela tem dono e sou eu. Mas infelizmente a realidade nos chamou de volta, mas foi bom enquanto durou, mais um ditado! Estou cheio deles hoje. Eu infelizmente estou no restaurante agora enquanto a minha princesa deve estar em casa morrendo de saudade de mim, a gente poderia esta fazendo tantas coisas boas… Senti meu corpo ficar alerta, cara eu to virando um tarado, sério! Eu nunca fui santo, mas a Bella me tirava completamente do meu juízo perfeito, era bem difícil me controlar perto dela, mas eu esta me soltando aos poucos para não assusta-la, tão inocente a minha menina! Mas aos poucos essa inocência esta indo embora, e ás vezes eu me sinto um pouco culpado, tem horas que olho pra ela e vejo uma criança, e nessa hora minha consciência pesa e eu me lembro de que eu sou o seu tutor e que ela só tem dezessete anos. Isso é tão complicado. Mas eu a amo e sou capaz de passar por cima de tudo pra tê-la pra sempre. Só que eu também penso muito em seus sentimentos, minha intensão é fazê-la feliz acima de tudo e se um dia ela não me quiser mais eu a deixarei partir, mas rezo todos os dias pra isso não acontecer. Eu não sei o que seria de mim sem ela, nem sei como eu consegui viver tanto tempo antes de tê-la, hoje meu mundo simplesmente se resume a Isabella Swan, sem ela eu não existo.

Nossa viajem foi maravilhosa, foi a melhor virada de ano da minha vida. A gente passeou de mãos dadas pela rua, e eu a beijava a cada instante para que todos soubessem que ela era minha namorada. Mas a maior parte da viagem nós passamos trancados no quarto, e tenho que dizer que essa foi a melhor parte da viagem, não tinha coisa melhor do que ter a minha menina em meus braços, fazer amor com ela…

– Ah finalmente o senhor apareceu!

– Caralho Victória! Não me assusta desse jeito não mulher! — eu disse colocando a mão no coração que estava acelerado. Ela chegou de fininho que eu nem vi.

– Eu não tenho culpa se ultimamente você vive no mundo da lua Cullen! — ela disse debochada. Eu acho que to dando moral demais pra essa mulher!

– Um homem não pode mais pensar sossegado? — perguntei.

– Claro que sim. Só que você não pensa você viaja. — ela zoou. — Ah e por falar em viagem… Posso saber onde o senhor se meteu? Sua mãe falou que você viajou. Foi pra onde? Por que não me levou junto? — ela falava sem parar.

– Primeiro eu fui para Seattle e não te levei por que eu fui ver a minha namorada, e bem acho que você sabe que depois de tanto tempo sem nos ver a gente queria um tempo sozinho e tal… — isso foi o melhor que eu consegui inventar.

– Humm… A namorada misteriosa… Mas e a Bella? Você a levou? — ô mulher pra ser curiosa!

– Sim. — respondi rapidamente.

– Mas se você queria passar um tempo a sós com sua namorada por que levou a Bella? — eu estava me sentindo num interrogatório.

– Por que eu sou o tutor dela e é minha responsabilidade cuidar dela.

– E a sua namorada não se incomodou? — eu não era bom em mentir. Já estava começando a me enrolar.

– Na verdade a… a…

– É Edward como é mesmo o nome da sua namorada? — ela levantou as sobrancelhas.

– É... er… Marie! O nome dela é Marie. — eu tive que rir com essa, eu não estava mentindo, o nome da minha namorada era Isabella Marie.

– Hum, e quando eu vou conhecer essa Marie? — ela perguntou.

– Eu não…

– Edward tem uma moça querendo falar com você, ela tá esperando lá na confeitaria. — Patty uma das hostess falou entrando na cozinha. Salvo pelo gongo!

– Vic depois você continua seu interrogatório, agora eu vou ver quem esta me chamando. — disse passando por ela e bagunçando seus cabelos.

Fui até a confeitaria e lá estava a Tanya me esperando. Ah não! Eu mereço!

– Oi Edward. — ela disse se levantando e me dando um beijo no rosto que eu retribui educadamente.

– Oi Tanya. O que te traz aqui? — disse ainda de pé.

– Na verdade eu queria conversar com você, será que tem um tempinho? — ela perguntou. Não sei não… O que será que ela queria conversar?

– Tudo bem Tanya, desde que não ocorra nada parecido com a ultima vez que esteve aqui. — disse me sentando.

– Eu prometo que vou me comportar Edward. — ela disse sorridente.

– Então que comer alguma coisa? — perguntei. Tudo bem que eu não estava nem um pouco a fim de conversar com ela e estava com um pressentimento estranho, mas mesmo assim eu não podia deixar de ser educado. Minha mãe sempre disse: Não importa a situação seja um cavalheiro sempre, mesmo que a pessoa não mereça.

– Eu adoraria uma torta de limão. — ela disse. Claro, como sempre. Eu chamei uma garçonete e pedi que trouxessem a torta de limão dela e um suco de maracujá pra mim. Eu confesso que estava com medo dessa conversa.

– Então Tanya? — perguntei assim que nossos pedidos chegaram. — O que exatamente quer conversar comigo.

– Er… Bem… é sobre a última conversa que tivemos e eu estive pensando em tudo o que você falou, eu fiquei muito confusa, mas você sabe que eu te amo e…

– Tanya, por favor, não começa com isso de novo. — a interrompi. Ela me olhou de cara feia e continuou.

– Bem, como eu estava dizendo… eu te amo e quero que você seja feliz, por isso eu vim aqui te dizer que você não precisa se preocupar comigo, eu não tenho mais esperanças que você volte pra mim. Eu entendi que você não me ama Edward.

– Hum. Que bom! — eu disse e ela permaneceu quieta. Acho que isso soou meio grosseiro. Poxa ela estava aqui falando dos sentimentos dela e eu falo isso. — Er… quer dizer… Que bom que você entendeu isso Tanya, você é uma boa pessoa e eu não quero que você sofra, muito menos por minha causa.

– Eu não posso te dizer que não vou sofrer Edward, por que amar alguém e não ser correspondido dói muito, espero que você nunca passe por isso. — ela disse e me pareceu sincera.

– Eu tenho certeza que um dia você vai encontrar alguém que te ame com a mesma intensidade que você Tanya. Eu já tinha perdido as esperanças, mas eu encontrei, e você também encontrará. — disse. Eu me considerava um cara sortudo por ter encontrado a Bella em um momento em que eu estava quase desistindo do amor.

– Pode até não parecer Edward, mas eu fico feliz por você ter finalmente encontrado o amor que tanto procurava pena que não tenha sido comigo, acho que não era pra ser mesmo. Acho que desde o começo era pra sermos amigos e é por isso que vim aqui. Quero ser sua amiga Edward, não só por que você é uma pessoa maravilhosa, mas também pela Kate. Eu vim te pedi que não se afaste dela, ela gosta muito de você.

– Mesmo que você continuasse querendo ficar comigo Tanya eu jamais me afastaria da Kate. Eu amo aquela garotinha, é como se ela fosse minha irmãzinha também, sinto que tenho que protegê-la. — nem se ela quisesse, eu me afastaria da Kate, ela não tem culpa nenhuma se não deu certo entre a gente.

– Você não sabe como eu fico aliviada em ouvir isso! — ela disse sorrindo. — A Kate também te ama e você é uma das poucas pessoas que ela confia, e se afastar de você agora só a prejudicaria.

– Pode ficar tranquila em relação a isso Tanya, eu vou estar sempre por perto, para o que vocês precisarem.

– Que bom então! Prometo ser uma ótima amiga e não te trazer mais problemas. — ela estendeu a mão por cima da mesa e eu a peguei sorrindo pra ela também.

– Assim espero… — disse.

– Então, agora como sua amiga queria conversar sobre outro assunto com você. — ela disse agora mais séria. Estava bom de mais pra ser verdade!

– Sobre…?

– Sobre a Bella. — ele disse me olhando, como se estivesse analisando minha reação. Que tenho certeza que não foi muito boa. O que será que ela queria falar sobre a Bella?

– O que em a falar sobre a Bella Tanya? — perguntei curioso.

– Sério mesmo que você acha que não tá mais que obvio que é por ela que você esta apaixonado? — ela disse arqueando as sobrancelhas.

– Como…? Como você sabe disso? — perguntei assustado. Estava tão na cara assim?

– Bem, eu vi o modo como você olhava pra ela quando fui ao seu apartamento naquele dia.

– Isso não é verdade Tanya. — tentei desmentir.

– Pelo amor de Deus Edward! Eu não sou boba e nem cega. Eu levei um ano sonhando que eu dia você me olharia daquele jeito. Você a olha como se ela fosse a pessoa mais maravilhosa do mundo, como se ela fosse o que te faz permanecer vivo, você presta atenção em cada movimento dela. Tá na cara que você a ama! — ela disse como se fosse obvio.

– Droga! — resmunguei. Eu não tinha mais como negar.

– Não precisa ficar assim Edward, eu não vou contar a ninguém. Eu disse que seria sua amiga e que queria que fosse feliz, então eu vou cumprir. — será que eu poderia mesmo confiar nela? Ah dane-se! Ela já sabia mesmo!

– E o que você quer falar sobre ela? -tornei a perguntar.

– Com certeza ela te ama também Edward, é impossível não amar. — ela disse com um sorriso que não alcançou os olhos. — Eu não sei se vocês estão juntos, mas eu queria te dizer pra tomar cuidado.

– Cuidado? — fiquei confuso agora.

– Sim. A história dela é tão parecida com a minha, e só eu sei o que passei nessa vida pra chegar onde estou hoje. Mas a Bella ainda é uma adolescente e pelo que eu pude ver uma pessoa ingênua e sem experiências. E eu não quero que ela sofra, você tem nas mãos o poder de fazê-la feliz, mas também tem o poder de magoa-la. Lembre-se que ela só tem você e que acima de tudo você tem que cuidar dela, independente dos sentimentos. Eu sei o que é sofrer por sua causa Edward, não que você tenha alguma culpa, mas eu sou adulta e vou conseguir superar, mas ela não, ela é apenas uma criança e faz pouco tempo que perdeu os pais, então um sofrimento na vida dela agora não seria fácil de superar. E ela ainda tem tanta coisa pra viver… — nossa! Que discurso!

– Vou confessar que eu esperava tudo de você Tanya menos que me dissesse isso. Eu me enganei com você, houve momentos que eu pensei que só se importava com você, mas não pelo contrario você se importa muito com as pessoas, e eu te admiro por isso. E pode ficar tranquila, eu amo a Bella e sou capaz de dar a minha vida para faze-la feliz. — eu nunca esperava isso da Tanya, ela me mostrou que podemos nos enganar com as pessoas, que bom que com ela eu me enganei pelo lado bom né?

– Que bom Edward! E obrigada pelo elogio, fico mais feliz em saber que você pensa bem de mim agora. — seu sorriso era contagiante então não teve como não sorrir também. — Agora eu tenho que ir por que preciso pegar a Kate na escola. — ela disse mexendo na bolsa e pegando dinheiro.

– Pelo amor de Deus Tanya! Guarda isso! Você alguma vez já pagou a conta aqui? — perguntei me sentindo ofendido. Sério que depois disso tudo ela achava que eu a deixaria pagar a conta?

– Não… Mas antes eu era sua namorada. — ela falou confusa.

– E agora é minha amiga! Mesmo se o restaurante não fosse meu eu pagaria a conta do mesmo jeito. É o que um amigo cavalheiro faria! — disse lhe oferecendo um sorriso.

– Ah obrigada então. — ela disse guardando dinheiro. Eu chamei a garçonete de novo.

– Mary você pode, por favor, mandar embrulhar uma trota de morango pra mim? — pedi.

– Claro Edward! Já volto. — ela recolheu as coisas na mesa e se encaminhou pra cozinha.

– E a Kate como esta? — perguntei a Tanya.

– Ela esta com saudades pra você e esta bem, agora que ela aprendeu a ler perfeitamente, não larga mais os seus livrinhos infantis e nem me deixa ler pra ela na hora de dormir. — eu ri. — Mas a médica disse que isso é bom, que irá desenvolver a mente dela.

– Que bom Tanya, a traga qualquer dia desses aqui que eu preparo o macarrão que ela tento gosta. — eu estava morrendo de saudades da Kate também.

– Pode deixar Edward, eu trago sim. — ela disse se levantando, ao mesmo tempo em que a Mary chegou com a torta.

– Aqui esta Edward. — ela disse me passando a torta. — Deseja mais alguma coisa?

– Não Mary, obrigado.

– Leve para Kate, eu sei que ela ama torta de morango. — disse passando a torta para Tanya.

– Não precisava, mas eu agradeço.

– Não precisa agradecer. Tudo pra Kate é de coração.

– Tchau Edward! — ela disse me dando um beijo na bochecha.

– Tchau e e diga pra Kate que eu mandei um beijo.

– Pode deixar. — ela disse enquanto ia até a saía. Eu voltei para a cozinha e fiquei lá por um tempo. Quando deu 17h00min eu resolvi ir pra casa, eu estava morrendo de saudades da Bella e não aguentava nem mais um segundo longe dela.

– Já vai? — Vic me perguntou quando eu fui até o escritório me despedir dela.

– Sim, estou cansado da viagem e estou aqui desde cedo. Preciso descansar. — respondi rezando para que ela não me enchesse de perguntas novamente.

– Acho que vou passar lá hoje a noite que tal, hoje é sexta-feira e a gente pode sair mais tarde. O que acha? — ela perguntou animada.

– Não vai rolar Vic. Eu to realmente cansado e tudo que eu vou fazer hoje é dormir de preferencia até amanhã. — disse. Eu tinha planos além de dormir claro, mas ela não precisaria saber disso.

– Você tá virando um velho Edward, quase não sai mais, vive trancado naquele apartamento e nunca tem tempo pra mim! — Drama agora não!

– Boa noite pra você também Victoria! — lhe dei um beijo na bochecha e sai, vesti meu sobretudo, cachecol e luvas, estava nevando bastante hoje, e eu não gostava muito de frio, mesmo morando em um lugar que faz bastante frio, estava doido pra chegar em casa e me aquecer nos braços da minha princesa.

Em um pouco mais do tempo que eu normalmente levo, devido a neve nas ruas, eu cheguei ao meu apartamento. Não via a Bella em lugar nenhum, tirei as roupas de frio e as botas e fui procurar minha namorada. Será que ela tinha saído pra algum lugar? Eu achava difícil nesse frio.

Ao chegar ao quarto um sorriso apareceu instantaneamente em meu rosto, minha princesa estava toda encolhidinha na cama, enrolada ao edredom, parecia uma boneca dormindo, ela tinha um leve sorriso nos lábios, come se tivesse tendo algum sonho bom. Eu não tive coragem de acorda-la. Entrei no banheiro e tomei um banho quente. Sai de lá sem roupa e fui até o closet vestindo uma calça de moletom. A Bella continuava dormindo. Eu fui até a cama, levantei o edredom me ditei atrás dela, eu estava realmente cansado e pretendia dormir um pouco. A abracei ficando de conchinha com ela. Que se ajeitou se encaixando ao meu corpo.

Eu juro que estava com a intenção de dormir, mas assim é impossível. A Bella não parava de se mexer e a bunda dela toda hora ficava roçando no meu amigo lá em baixo, que acabou acordando. Eu desisti de dormir e por mais que a Bella estava tão linda dormindo, eu não resistiria a acorda-la.

Comecei dando beijos molhados por seu pescoço e senti ela se arrepiar. Mas ela não acordou. Então resolvi ser um pouquinho mais ousado. Levei minha mão até sua bunda e apertei, ela gemeu, mas continuou dormindo. Entrei com minhas mãos debaixo do seu vestido e acariciei sua intimidade por cima da calcinha, logo a puxei para o lado e toquei sua bocetinha que estava molhada, a invadi com um dedo e depois com outro e comecei a estocar vagarosamente, minha outra mão entrou pelo decote v do vestido e acariciava o seu peito. Minha boca continuava em seu pescoço.

– Tá acordada agora princesa? — perguntei ao seu ouvido.

– Sim… — ela gemeu.

– Humm que bom! — disse mordendo seu pescoço, e parando com as caricias o que a fez resmungar em protesto. Eu ri. Joguei o edredom para o lado e a virei de frente pra mim a beijando. — Desculpa te acordar princesa, mas eu não resisti.

– Se você quiser pode me acordar assim sempre anjo. — ela disse com um sorriso sonolento. — Mas por que me acordou? — ela perguntou e eu pude perceber o tom malicioso em sua voz. Minha princesa estava perdendo toda sua inocência. Eu eu estava adorando isso.

– Por que eu quero fazer amor com você. — respondi a beijando novamente. Rapidamente tirei seu vestido e voltei a beija-la, meu corpo se arrepiou ao sentir seus bicos durinhos roçarem em meu peito. Desci minha boca por seu pescoço mordendo e beijando. E logo estava onde eu queria, tomei seu seio em minha boca sugando sem parar, enquanto prendia o outro entre os dedos. Bella gemia sem parar, eu sabia que ela adorava quando eu mamava nela assim, ela ficava descontrolada, e eu amava isso. Ela tinha seios deliciosos branquinhos, e cabiam na minha mão. Eu chupava sem parar, revezando entre os dois, e minha princesa se contorcia abaixo de mim. Dei uma leve mordida em cada seio o que a fez tremer. Ela estava próxima e eu comecei a descer beijos por sua barriga até chegar em sua intimidade ainda coberta pela calcinha e eu rapidamente me livrei dela. Abri bem as suas pernas e ataquei sua bocetinha encharcada lambendo com vontade. Ela era tão deliciosa… Tão doce… E toda minha… Eu endureci a minha língua e a penetrei, ela se contorceu em minha boca. Levei minhas mãos aos seus seios e apertei os bicos entre os dedos. Minha Bella era só gemidos. Eu retirei minha língua de sua fenda e passei a sugar o seu brotinho com forço, e bastou apenas uma mordidinha para tê-la gozando em minha boca gritando meu nome. Eu suguei tudinho. Deliciosa como sempre.

Eu não aguentava mais esperar, precisava estar dentro dela. Livrei-me de minha calça rapidamente pegando um preservativo na gaveta ao lado da cama e vestindo em meu pau. Bella ainda não tinha se recuperado do recente orgasmo, mas eu a invadi assim mesmo enquanto eu a beijava tomando seus gemidos. Tão apertada! Eu não estava sendo nada romântico nesse momento, mas não dava pra ser assim sempre né? Ainda mais com ela apertando meu pau com tanta força. Eu nos virei na cama colocando-a por cima. Eu queria vê-la subindo e descendo em mim. No começo eu a ajudei segurando sua cintura, mas depois ela pegou o ritmo, apoiou as mãos em meu peito e começou a me cavalgar com vontade. Era uma cena linda, e uma sensação melhor ainda. Ela subia e descia a toda velocidade me apertando cada vez mais. Eu estava tão perto… Segurei novamente em sua cintura e a ajudei a acelerar ainda mais os movimentos e então viemos juntos. Ela caindo exausta sobre meu peito e eu a abraçando com toda força enquanto me derramava nela.

– Então você me perdoa por ter te acordado? — perguntei tirando o cabelo que grudou em sua testa pelo suor.

– Só se você me acordar mais vezes. — ela riu. Minha menina estava se tornando uma safada, e era tudo culpa minha.

– Sempre. — falei deixando um beijo na ponta de seu nariz. Eu estava sem a mínima vontade de sair de dentro dela, mas era necessário. A deitei do meu lado enquanto descartava o preservativo no lixo. Depois disso a puxei novamente para o meu peito. Ficamos alguns segundos curtindo o silencio até que ela perguntou.

– Como foi o dia no restaurante?

– Quase normal. — respondi. Eu tinha que falar pra ela da visita da Tanya.

– Por que “quase”? — ela perguntou me olhando curiosa.

– A Tanya esteve lá. — disse e esperei que ela falasse alguma coisa.

– Ela fez algum escanda-lo como da outra vez? — ela perguntou sem se mostrar abalada. Que bom que ela não tinha ciúmes da Tanya!

– Não só queria conversar. — respondi.

– Hum. — ela disse simplesmente.

– Você não quer saber sobre o que ela queria conversar? — perguntei. Mulheres eram curiosas, não?

– Só se você quiser me contar. — ela respondeu. — Não vou ficar te enchendo de perguntas, sabe que eu confio em você. — Obrigado Senhor por ter me dado uma namorada perfeita!

– Ela queria conversar sobre a Kate, e também disse que tinha desistido de mim e que queria ser minha amiga. — falei mesmo ela não perguntando. Não tinha segredos com ela.

– Que bom que ela desistiu de você, era uma concorrência desleal.

– Nuca existiu concorrência nenhuma Bella, você é a única mulher que eu amo, a única que eu amei, e a única que vou amar pro resto da vida.

– Jura meu anjo? — ela perguntou com um olhar tão fofo que não resisti e tive que beija-la.

– Juro. — disse sorrindo quando terminamos o beijo. — Ela também falou sobre você.

– Sobre mim? — ela perguntou curiosa.

– Ela sabe sobre nós. Sabe que eu te amo e que você me ama e deduziu que estamos juntos.

– Como ela descobriu isso? — ela perguntou.

– Ela disse que foi pelo modo que nos olhamos.

– Nossa! Tá tão na cara assim? — ela perguntou.

– Foi o que eu me perguntei na hora.

– Talvez o nosso amor seja tão forte e intenso que seja impossível de esconder. — ela disse acariciando meu peito.

– Se vai dar pra esconder ou não eu não sei, mas que ele é muito forte e intenso, eu tenho certeza. — disse acariciando seus cabelos. — A Tanya também disse pra eu cuidar de você e não te fazer sofrer.

– Ela é uma boa pessoa Edward. O único defeito dela é gostar de você. — começou a distribuir beijos pelo meu peito. — Muito diferente da outra.

– Que outra Bella? — perguntei confuso.

– A sua amiga Vic. — ela disse com um tom de voz acido. Eu não entendia por que a Bella tinha ciúmes da Vic. Ela era apenas minha amiga e nós nuca tivemos e nem teremos nada.

– Bella, não entendo por que você não gosta da Vic. — eu disse.

– Não sei Edward, mas ela não me passa confiança e vive tirando uma casquinha de você.

– E só você pode tirar uma casquinha de mim né? — eu disse alisando suas costas.

– Eu não preciso tirar casquinha Edward, eu tenho você todo pra mim! — ela disse arranhando o meu peito.

– Realmente, sou todo seu! — disse a apertando contra mim, e bastou apenas isso para nossos corpos se acenderem novamente.

*POV ALICE*

Eu não acredito que isso estava acontecendo comigo! Finalmente! Finalmente! Finalmente! Finalmente eu encontrei meu príncipe encantado. Era ele, eu tinha certeza.

Jasper. Ele era tão lindo… Como eu poderia imaginar que meu príncipe era o primo da minha irmã? Tá ele era mais velho que eu e tinha uma filha, mas isso não era impedimento nenhum ou era? Bem, olha a Bella e o meu irmão, ela também é menor de idade e ele ainda é o tutor dela. Pelo menos o Jasper não é o meu tutor. Será que ele gostou de mim? Ele pareceu gostar. A Mel eu sei que gostou. Ela era tão fofa, eu já podia me imaginar indo com ela no shopping e comprando varias roupinhas, vestidinhos de babado, bolsinhas de bichinho, sandalinhas da Barbie… Será que se eu ligasse pra ele e pedisse ele deixaria eu leva-la ao shopping? Não custa nada tentar, afinal ele me deu o numero pra eu ligar né?

Me lembro muito bem de quando ele me deu o numero e disse que qualquer coisa era só ligar.

# FLASH BACK ON#

A festa de Natal havia acabado a quase uma hora e já estavam todos dormindo. Foi tão divertido… Eu amei conhecer a Mel, ela era uma princesinha e eu nunca me dei tão bem com uma criança antes, geralmente eu acha crianças barulhentas e chatas. E o pai dela era um gato, loiro, alto, com um ar misterioso, mas eu não pude deixar de notar um pouco de tristeza em seu olhar.

Eu não estava conseguindo dormir, decidi ir até a cozinha tomar um copo de água. Eu desci as escadas sem fazer barulho pra não acordar ninguém e fui até a cozinha, peguei um pouco de água e abri a geladeira pegando um pedaço de torta de chocolate que meu irmão tinha feito, serio, eu era chocólatra! Mamãe dizia que era daí que eu tirava tanta energia, que eu comia chocolate demais.

De repente eu ouvi barulho de passos se aproximando e logo me virei pra ver quem tinha entrado na cozinha. Era ele, o Jasper. O primo da minha irmã.

– Er… desculpe incomodar é que eu não conseguia dormir e vim tomar um pouco de água.

– Tudo bem, pode ficar a vontade. — eu disse mais ela continuou parado me olhando. Foi ai que eu me lembrei que eu estava com um baby-doll nada descente e não botei o robe quando desci do quarto. Eu tenho certeza que corei, credo! Estava dando uma de Bella agora?! — Os copos ficam ali. — disse apontando para um armário.

– Ah! Obrigado. — ele pareceu sair do transe e foi pegar sua água. Eu me sentei na bancada e comecei a comer a torta, isso estava muito bom.

– Posso comer um pedaço? — Jasper disse sentando ao meu lado.

– Claro! — disse tirando um pedaço pra ele.

– Obrigada! — ele disse educado.

– Não há de que. — disse sorrindo. Ficamos um tempinho em silencio até que ele falou.

– A Mel gostou bastante de você. — ele parecia feliz com isso.

– Ela é um amor! Eu a adorei também. — eu disse sincera.

– Fico feliz com isso, por que quando ela gosta de alguém ela não larga do pé. — ele riu.

– Eu não me importo de ter ela por perto, de verdade.

– Ela vai adorar saber disso.

– Por que voltou pra Londres Jasper? — perguntei, eu sou uma pessoa muito curiosa fazer o que?

– Na verdade eu fui mandado aqui em uma missão. — ele disse.

– Missão?

– Sim, eu sou capitão o exercito americano, faço parte da inteligência agora. Antes preferia ser fazer trabalho de campo, mas depois que a Mel nasceu eu não podia ficar tanto tempo fora de casa. Mas aí aconteceu essa parceria do exercito americano e inglês para combater o terrorismo e eu tive a oportunidade de voltar pra cá. — ele era militar. Uau! E combatia o terrorismo. Um verdadeiro herói.

– Nossa… Esse negocio de combater terrorismo não é perigoso não? — eu perguntei. Eu queria saber mais sobre ele.

– Claro que é, mas alguém tem que proteger as pessoas desses loucos, não?

– É verdade. Legal você ter parado com os trabalhos de campo pra ficar mais tempo com a sua filha, poucos pais fazem isso. Abrem mão do trabalho para ficar com os filhos. — tão nobre da parte dele…

– Na verdade eu não tive escolha, eu sou a única pessoa que ela tem, se eu morresse ou me ferisse gravemente em combate, quem iria cuidar dela? — ele disse pensativo.

– Desculpe me intrometer, mas e a mãe dela? — eu estava me roendo de curiosidade.

– Não me importo. A mãe dela eu não faço a mínima ideia do paradeiro. Nós estudamos juntos e namoramos por quase todo o colegial, depois eu entrei pra escola de engenharia militar e ela foi pra faculdade, nós nos distanciamos um pouco, mas eu achava que ela era a mulher da minha vida. Aí quando eu tinha quase vinte anos e ela dezoito, nos descuidamos e ele engravidou, ela me escondeu a gravidez no começo e eu desconfiei, até que eu perguntei e ele me confirmou que estava grávida e que tinha decidido tirar a criança. Eu confesso que quase perdi a paciência e bati nela quando ela disse isso, eu jamais permitiria que ela matasse o meu filho, e então eu fiz uma proposta a ela, ele teria o bebê e me entregaria assim que nascesse não queria que ela tivesse nenhum vinculo com a criança que ele queria matar. Quando a Melyssa nasceu sete meses depois, ela nasceu prematura, pois aquela louca não cuidava direito da gravidez na intenção de que a criança não vingasse, então quando a Mel nasceu eu peguei ela e criei sozinho com a ajuda dos meus pais, no fundo ainda tinha esperanças de que a Maria depois que visse o bebê se arrependesse e que nós seriamos uma família, mas isso não aconteceu, ela nem sequer quis alimentar a criança, sumiu assim que teve alta no hospital e nunca mais a vi. — ele terminou de falar e parecia que tinha viajado para outra época, percebi o motivo da tristeza em seu olhar. Ele queria que a filha tivesse uma mãe. Eu não sei da onde eu tirei isso mais eu me vi cuidando da Mel junto dele.

– Essa Maria é uma vaca! — eu disse cheia de raiva. Ela poderia ter uma família linda e jogou fora.

– Sim, ela é. — ele respondeu rindo da minha reação.

– Deve ter sido barra criar a Mel sozinho né? — perguntei. Eu estava cada vez mais interessada na vida dele.

– Foi difícil sim, mas meus pais me ajudaram. — ele me olhou por u tempo. — E você? Me conta um pouco da sua vida, eu já te disse tanta coisa. Eu me lembro de você pequenininha sabia? — ele disse sorrindo.

– Eu lembro vagamente de você, eu era muito novinha, quando você se mudou eu devia ter uns seis ou sete anos. — eu tinha vagas lembranças de um garoto magrelo que vivia correndo pela casa com o Edward.

– Então você tem quantos anos dezoito? — ele perguntou. Parecia esperançoso.

– Não eu tenho dezesseis, faço dezessete daqui a quatro meses. — eu quis ser mais velha agora.

– Hum, e faz o que da vida? Além de estudar. — Poxa eu não fazia nada de interessante além de estudar, só ir ao shopping. Me senti uma criança mimada agora.

– Na verdade eu só estudo mesmo, estou quase me formando, eu sou adiantada nos estudos. — pelo menos de algo em tinha que me gabar né?

– Quer dizer que você é bem inteligente então. — ele sorriu pra mim, um sorriso lindo tenho que dizer.

– Acho que um pouco. — disse tímida. Eu quase nunca era tímida. O que esse cara tá fazendo comigo?

– Tenho certeza disso.E gosta de fazer o que pra se divertir?

– Compras! — saiu sem pensar. Ele riu.

– Não é atoa que você e a Mel se deram tão bem. Ela ama shopping e tem dias que é difícil controla-la, ela não gosta de ficar no play com as outras crianças, ela entra nas lojas e escolhe suas próprias roupas, e também dá palpite quando eu escolho as minhas. — ele disse rindo. Seu olhar brilhava quando ele falava da filha. Isso era tão lindo.

– Isso é ótimo! Quem sabe não posso levar ela pra fazer compras comigo qualquer dia desses.

– Você não se importaria? Uma garota linda como você deve ter um namorado, e pode apostar que a Mel sabe acabar com qualquer clima, não é atoa que tô solteiro até hoje.

– Er… Eu não tenho namorado. — e adorei saber que você também não, completei mentalmente. — Ninguém me quer.

– Tenho certeza que isso não é verdade. — ele disse me olhando intensamente.

– Bem, se tem alguém que me queira me apresenta que eu ainda não o conheci. — disse dando uma risadinha. — ele riu e logo mudou de assunto.

– Então seria ótimo você sair com a Mel Alice. — eu não sei por que me arrepiei quando ele disse meu nome. Sua voz era tão doce e sedutora. — Seu celular esta ai? — ele perguntou.

– Sim. — respondi sem entender.

– Me empresta? — pediu. Eu desbloqueei e entreguei a ele, ele digitou algo e me entregou. — Salvei meu numero aí, e também dei um toque pro meu pra salvar o seu lá, qualquer coisa é só ligar. Se você quiser sair com a Mel, ou conversar, sei lá, qualquer coisa é só ligar. — ele sorriu pra mi e se levantou. Acho que vou dormir. Boa noite Alice. — ele se inclinou e deu um beijo em meu rosto e sai da cozinha me deixando suspirando com minha torta de chocolate.

# FLASH BACK OFF #

Eu nunca fui de fazer drama, então eu iria ligar logo. Eu estava mega ansiosa para sair com a Mel e mais ansiosa ainda para ouvir a voz do meu capitão.

Procurei seu numero na Agenda e disquei. E logo pude ouvi a voz que tanto desejava.

Notas finais
E aí acham que a Tanya foi sincera? E a Vic chata como sempre né? Gostaram do momento do casal? A Bella finalmente falou que não gosta da Vic, mas o Ed tarado do jeito que é logo tratou de distrai-la. E a o POV da Alice? Gente eu amei escrever o ponto de vista da Alice. Grupo da fic: https://www.facebook.com/groups/1524828001090985/ Tem um e-mail também que eu vou deixar no meu perfil como contato e meu facebook. Ah, e eu vou responder a todos os comentários tá! Assim que puder, talvez eu até consiga resolver o meu problema com a net, mas se eu demorar a postar o motivo provavelmente será esse. Bem, até agora acho que esse cap. teve 20 comentários. Foi um dos mais comentados até agora, e quem ainda não comentou comente! Favoritem!!! e recomendem!!!! Faz tempo que não ganho nenhuma recomendação. :( Beijos…