Notas iniciais
Oi amores! Sentiram saudades? Eu senti, e muita. Mas agora estou de volta pra ficar e espero que vcs não tenham me abandonado. Quero agradecer a todas pelos comentários! Eu já disse que amo vcs? Amo cada comentário! Sei que devem estar ansiosas então nos falamos mais lá em baixo. Boa leitura!

*POV EDWARD*

Minha família era mesmo incrível, como eu pude ser tolo o suficiente pra não desconfiar de nada? Estava mais que na cara que eles, ou melhor, a Alice não ia deixar passar assim tão fácil, sem nenhum tipo de comemoração que tenha ela envolvida, com certeza não seria a minha irmã se o fizesse. Até a Bella conseguiu me enganar e olha que ela não é uma boa atriz, muito pelo contrario, minha princesa não sabe mentir. E mesmo assim conseguiu me enganar.

Eu não estava muito animado com o meu aniversário, geralmente eu sempre comemorava, talvez o gosto para festa seja de família. Mas o fato de me tornar ainda mais velho que a Bella me incomodava. Não que fosse fazer alguma diferença, pois nossa diferença de idade continuaria a mesma, mas na minha cabeça é como se nossa “distancia” ou “diferença”, na verdade eu não sei como definir, mas era como se isso aumentasse. E eu até tentava, mas era impossível deixar esse medo de lado, eu tinha medo que a Bella de uma hora pra outra percebesse que eu era “velho” demais pra ela e procurasse alguém da sua idade.

Eu acreditava no seu amor por mim, não teria como não acreditar, ela demonstrava o tempo todo. Mas era inevitável sentir essa insegurança, isso é um preço a se pagar quando se ama de verdade, nem o ser mais seguro e autoconfiante desse mundo permanece assim quando se trata do amor. Pois ele rompe todas as barreiras e derruba qualquer fortaleza que tenhamos construído como proteção, ele é capaz de fazer cair por terra convicções de uma vida toda; ele faz um leão parecer um gatinho, e uma garoa ter a força de uma tempestade; o amor é algo imprevisível que em segundos pode fazer uma mudança que levamos a vida toda pra realizar, e é impossível de entende-lo, por isso eu nem tento. (N/A: Acho que de toda a fic foi a parte mais bonita que escrevi. Rsrsrs)

Eu sou feliz com a Bella, apesar de ter que manter nosso amor em segredo, apesar das possíveis dificuldades que poderemos passar, apesar de tudo que pode acontecer num futuro próximo ou distante, o que realmente importa é que eu a amo e irei até o fim do mundo por ela.

E aqui observando ela dançar, eu fico ainda mais convicto de que eu fiz certo de não lutar contra esse amor, de me entregar completamente e deixa-lo acontecer. Não poderia existir alguém mais perfeita pra mim do que ela.

– Você é muito irresponsável sabia?! — Emmett já falava embolado. Minha irmã tinha o proibido de beber mais, mas ela estava dançando junto com as meninas e ele aproveitou e fez uma sorrateira visita ao bar. O Emm nunca foi de beber muito, na verdade eu sou pior que ele, mas quando ele se anima como deve ser o caso de hoje, ele meio que exagera.

– Por quê? — perguntei sem entender onde ele queria chegar.

– A Bella tá mais doida que eu cara! — ele estava exagerando, eu não tinha a visto beber tanto assim.

– Não exagera Emmett! Aliás acho que não tem ninguém nessa festa mais doido que você. — eu aproveitei pra tirar um sarro com a cara dele.

– To falando sério mano! A garota tá doidinha, igual a Alice. Depois não diz que eu não avisei! — ele tentou dizer num tom sério, que me fez rir devido ao seu estado embriagado.

– Okay. Eu acho que já esta mesmo na hora de botar as crianças na cama. — disse olhando no relógio, já se passava das 2h00min.

– Verdade. As pirralhas estão se achando gente grande. — ele disse balançando a cabeça negativamente.

– Você também deveria ir pra casa Emm, tomar um banho frio e dormir. — disse a ele.

– Dormir? — ele perguntou debochado. — Eu não pretendo dormir essa noite mano, o melhor da festa vai ser lá em casa. — ele deu um sorrisinho malicioso.

– Olha o respeito! — disse dando um tapa em sua cabeça. — Você esta falando da minha irmã! — ás vezes, ou melhor, sempre ele não se tocava. Tudo bem que éramos primos e amigos, mas também éramos cunhados, e tinha certas coisas que ele fazia com a minha irmã eu não fazia a mínima questão de saber. Argh!

– Tudo bem! Não falo mais nada! Você realmente não precisa saber a noite quente regada a sexo selvagem que eu e a Rose teremos. — o desgraçado riu.

– Tchau Emmett! — e sai de perto indo em direção a pista de dança.

Bella dançava uma música muito sensual, e eu tive que me controlar pra não colar atrás dela e dançar junto. Seria maravilhoso ter seu corpo rebolando daquela maneira junto ao meu. Eu me aproximei, mas tomei cuidado para não me aproximar tanto, eu também tinha bebido um pouco e meu controle não estava dos melhores.

– Hora das crianças irem dormir! — brinquei me aproximando dela e da Alice.

– Eu não tenho que te obedecer sabia? — Alice disse mostrando a língua pra mim. Essa ai realmente tinha bebido um pouquinho demais. Tomei nota pra falar com os meus pais pra não deixarem dá próxima vez.

– Não, você não tem. — respondi a deixando de lado. — Mas essa senhoria aqui… — disse me virando pra Bella, que me olhava sorridente. Tinha algo diferente no seu sorriso. Talvez o Emm estivesse certo.

– Eu não quero ir… — ela fez biquinho. — Esta tão legal aqui. — e colocou suas mãos em meu peito. Eu olhei em volta com medo de alguém perceber, mas as poucas pessoas que ainda estavam aqui, não prestavam atenção em nós.

– Acho que eu não deveria ter deixado você beber. — falei.

– Eu não estou bêbada anjo! — ela disse manhosa.

– Princesa tem mais gente aqui. — avisei.

– Que droga! — ele reclamou tirando suas mãos de meu peito. Mas seu rosto se iluminou em um sorriso muito malicioso que me fez tremer em antecipação. — Pensando bem… Você tem razão, vamos pra casa.

– Vou pedir um taxi, não estou tão alterado como as senhoritas, mas ainda sim não vou arriscar. — me afastei para fazer o telefonema.

Assim que terminei a ligação me aproximei das meninas que agora estavam sentadas na mesa com os meus pais.

– Pronta para ir? — perguntei parando atrás da cadeira onde ela estava sentada, tocando seu ombro.

– Sim. — ela respondeu se levantando. Deu um beijo em minha mãe e em meu pai.

– Tchau amiga! — a Alice a abraçou como se nunca mais fossem se ver, e a Bella retribuiu com a mesma vontade.

– Sem drama, provavelmente vocês vão se ver amanhã. — eu disse separando as duas. Que fizeram cara de choro.

– Tchau gente, e obrigado por isso, vocês são demais! — agradeci.

– Ai, de nada maninho! — Alice praticamente pulou em cima de mim, interrompendo minha mãe que iria falar alguma coisa. E a baixinha tinha uma força.

– Pelo amor de Deus Alice! Assim você vai me sufocar! — eu disse tentando escapar do seu aperto.

– Ops! — ela riu se afastando.

– Então boa noite pra vocês. — disse me afastando. Minha mão estava apoiada no ombro da Bella, nada que denunciasse a nossa condição de casal. Na verdade a coordenação dela que já não era muito boa estava ainda pior com a bebida. E como ela estava meio cambaleante resolvi dar um apoio. O táxi já nos esperava em frente ao restaurante, abri a porta pra Bella e entrei em seguida. Eu pegaria meu carro amanhã, ele estaria seguro no estacionamento do restaurante, já havia deixado ele lá varias vezes.

Bella recostou-se em meu ombro e fechou os olhos, provavelmente não aguentaria chegar em casa acordada. E foi o que aconteceu, eu paguei o taxi e peguei a Bella adormecida no colo, subi com facilidade. Só me enrolei um pouco na hora de pegar o cartão-chave do apartamento no bolso, mas no fim consegui. Fui direto pro quarto e deitei a Bella na cama, ela se encolheu todinha. Eu sorri com a cena.

Tirei meus sapatos, a camisa e a calça. Olhei novamente para a Bella dormindo, ela ficaria desconfortável dormindo com aquela roupa. Ajoelhei-me na cama ao seu lado, e retirei suas sandálias de salto; desci o zíper nas costas de sua saia e a puxei, ela até que saiu fácil, eu tentei não prestar atenção na minúscula calcinha que a Bella usava mais foi difícil. Mas eu teria que me contentar em somente olhar, pois ela estava dormindo tão linda e eu não iria acorda-la. Sua blusa deu mais trabalho pra tirar, mas eu consegui fazer isso sem que ela acordasse.

Eu tinha certeza que iria ser muito difícil dormir essa noite. Minha linda garota se encontrava somente de calcinha adormecida ao meu lado, achei melhor não me deitar muito perto dela, por que seria impossível de dormir.

E não sei ao certo quanto tempo se passou, mas o sono venceu.

De repente eu estava sentindo muito calor, principalmente em certa parte do meu corpo. Sentia algo úmido e quente me envolver. E a sensação era maravilhosa. Acho que eu fiz errado em não acordar a Bella, dormir tão excitado não me fez bem. Esse sonho estava parecendo tão real. Eu queria mais, por isso pressionei meu quadril para cima, e ouvi alguém engasgar. Real demais. Eu percebi que não estava mais dormindo. Mas se eu não estava dormindo… então…

– Bella… — gemi assim que abri os olhos. Abaixo do meu quadril um emaranhado de cabelos cor de mogno se movimentava. Mas queria ver o rosto dela. Levei a mão até seus cabelos os afastando de seu rosto e os segurando com firmeza. Era uma cena maravilhosa de se ver. Bella com sua carinha de inocente e boquinha pequena engolindo meu pau todinho, só de olhar eu quase gozava. Não que fosse demorar muito pra isso acontecer. Essa era a forma mais maravilhosa de ser acordado, mesmo que no meio da noite, e era a primeira vez que ela fazia isso. E eu adorei. Mas de repente ela parou me fazendo praticamente rosnar em protesto. Ele riu.

– Desculpa eu te acordar anjo. — ela ainda falava muito próxima ao meu pau, eu podia sentir seu hálito quente. — É que eu não resisti, acordei com muita vontade de te chupar. — ela disse lambendo em seguida toda a extensão do meu pau. Meu corpo inteiro tremeu. Ela tinha falado isso com uma carinha de inocente. A Bella nunca foi assim tão… ousada. Era sempre eu que tomava a iniciativa. Eu tinha quase certeza de que essa desinibição era proveniente da bebida. Acho que vou deixar ela beber mais vezes. Ri internamente.

– E já matou a sua vontade princesa? — perguntei malicioso, já que ela estava assim tão à vontade e ousada eu iria aproveitar. Afinal eu sou apenas um pobre homem que foi dormir mega excitado e acordou com a sua namorada lhe fazendo um delicioso oral.

– Ainda não. — ela disse lambendo minha glande. Eu puxei seus cabelos com força. Ela apenas gemeu.

– Então chupa. — eu disse guiando sua cabeça a meu membro, que já estava muito pulsante. Ela o abocanhou com vontade. E eu passei a ditar meu ritmo. Puxava seus cabelos com força vendo meu pau entrar e sair da sua boca molhada. A Bella gemia, mas seus gemidos eram abafados, pois sua boquinha estava bem ocupada. E eu estava quase chegando ao meu limite. — Olha pra mim Isabella. — ordenei. E ela olhou pra cima e seus olhos se conectaram aos meus tornando tudo ainda mais excitante. O prazer era sufocante. — Engole. — disse e me deixei vir em sua boca sentindo meu corpo se contrair e depois cair relaxado na cama. Bella me sugou até a ultima gota. Eu fechei os olhos.

– Gostou anjo? — ela perguntou escalando meu corpo e sentando sem cima da minha barriga. Céus! Ela havia tirado a calcinha.

– Você pode me acordar assim sempre que quiser. — eu disse apertando suas coxas.

– E você pode mandar assim em mim mais vezes. — ela se inclinou, sua boca ficou próxima ao meu ouvido. — Você me dando ordens me deixa muito molhada. — Eu sabia o quanto ela estava molhada, pois ela se esfregava em mim desavergonhadamente.

– Eu estou adorando esse seu lado desinibido. — disse me sentando na cama, Bella escorregou para o meu colo, e eu gemi ao senti sua bocetinha molhada encostar-se ao meu pau que já começava a dar sinais de vida novamente.

– Hummm… quer dizer que você gosta de mim assim mais… safadinha… — ela começou a mordeu meu pescoço e ombros.

– Bella… Acho melhor você não brincar com fogo. — alertei.

– Fogo? — ela mordeu o lóbulo de minha orelha me fazendo tremer.

– Sim. — respondi. Minha boca foi para seu delicado pescoço, fazendo o mesmo que ela estava fazendo comigo. — Eu posso querer me aproveitar de você. — tantas ideias se passavam em minha cabeça… eu já estava em ponto de bala novamente.

– Anjinho eu posso até estar assim sem vergonha por que eu bebi um pouquinho essa noite, mas não há nada que você me proponha ou que queira fazer comigo que eu vá recusar, bêbada ou sobrea. — ela disse descendo a mão pelo meu peito e agarrando meu pau. Ela começou a acaricia-lo rapidamente.

– Ei vai com calma princesa! — eu disse colocando minha mão por cima da dela desacelerando os movimentos.

– Eu quero chupar você de novo. — ela disse manhosa. A proposta era tentadora, mas…

– Nada disso! — disse a olhando. — Agora é minha vez. — eu inclinei meu corpo pra frente a fazendo deitar e me deitei por cima.

Comecei lhe dando um beijo caloroso. E segundos depois estávamos nos esfregando. Bella tinha suas unhas cravadas em minhas costas, e olha que isso era apenas um beijo, beijo esse que abafava seus gemidos. Comecei a descer beijos por seu pescoço e ombros, eu não estava sendo romântico como sempre fui eu a beijava com toda vontade e deixava mordidas por onde passava mordidas que eu tinha certeza que deixariam marcas. Bella gemia cada vez mais alto. E seus gemidos eram meu combustível. Talvez eu não estivesse tão sóbrio, ou talvez fosse apenas tesão acumulado, mas eu nunca me senti tão faminto por ela, chegava até a ser dolorosa a espera por esta dento dela. Ao mesmo tempo em que eu queria acelerar tudo eu queria prolongar, queria senti-la mais. Cheguei aos seus seios e os suguei com certa força, eu sabia que ela era muito sensível ali, e só precisava de alguns minutos de incentivo para fazê-la gozar, mas eu tinha um objetivo. Retribuir o carinho com que ela me acordou. Mordisquei seus mamilos sensíveis e ela começou a se contorcer abaixo de mim. Um sorriso perverso brincou em meus lábios. Não me demorei muito tempo em seus seios e parti rumo ao meu objetivo. Bella não se fez de rogada e logo escancarou suas pernas pra mim, me dando uma maravilhosa visão. Seu mel escorria por sua bocetinha pulsante.

– Por favor… — ela implorou.

– Por favor, o que? — resolvi brincar um pouco. Gostaria de vê-la pedir, mesmo sabendo que o faria mesmo se ela não quisesse.

– Me chupa anjo! Por favor… — o som que saiu da minha garganta foi algo muito próximo de um rosnado, algo bem animal.

Logo eu devorava sua intimidade, seus gemidos se transformaram em gritos. Eu a chupava e lambia com toda vontade, e logo juntei meus dedos a equação, primeiro a penetrando com dois dedos e os curvando do jeito que eu sabia que a levaria a loucura. Ela estava tão molhada… Seus fluidos escorriam para sua outra entrada o que me deu uma ideia. Na verdade eu já tinha o desejo de tê-la ali há bastante tempo, mas nunca tive coragem de pedir, mas talvez hoje fosse a oportunidade perfeita, sem inibições, sem vergonha… Só nós dois nos amando selvagemente.

Resolvi experimentar, retirei meus dedos de sua boceta apertada e levei um até seu cuzinho aproveitando a lubrificação o pressionei e pude perceber que Bella estremeceu com o contato, mas não disse nada além dos gemidos. Eu introduzi o dedo aos poucos, em sua entrada intocada, por um momento ela ficou tensa mais logo relaxou, ou quase isso, levando em consideração que em momento nenhum eu parei com os movimentos com minha língua. Comecei a movimentar meu dedo delicadamente e seus gemidos aumentaram, interpretei isso como um bom sinal, e experimentei adicionar mais um dedo. Eu sentia que Bella estava próxima, eu a teria gozando pra mim a hora que eu quisesse, e assim foi. Após dar uma longa lambida em toda sua intimidade, a penetrei com a língua. Eu nunca vi algo parecido antes, bem não em nenhuma das minhas outras experiências, talvez em filmes, mas lá eu não tinha certeza se era real, mas aqui era. O gozo da Bella espirrou, literalmente, lambuzando minha boca e rosto e sujando o lençol, seu corpo dava espasmos violentos, algo muito parecido com uma espécie de convulsão, e seus gritos foram bem altos. Eu nunca a vi gozar tanto, foi uma cena espetacular, eu tive que fazer muito esforço para não vir junto. Essa cena me fez perder completamente o juízo, e num átimo eu me encontrava dentro dela, não dei tempo para sua volta ao mundo real, eu tinha necessidade de tê-la. Agora.

Foi uma entrada brusca, talvez até violenta, mas não havia meio de ter sido dolorosa, pois ela esta muito bem lubrificada. Ela gemeu aprovando e logo seu corpo se movia contra o meu, criando nosso ritmo selvagem. Eu sentia suas unhas em minhas costas, ela me arranhava e me apertava, eu sabia que haveriam marcas mais tarde, porem não sentia dor nenhuma agora, estava anestesiado pelo prazer. Suas pernas se enlaçaram em minha cintura, me fazendo ir ainda mais fundo. Nosso ritmo era alucinante.

– Ed… Anjo… — ela gritou. Seu corpo tremendo.

– Bella… — eu a beijei com todo o desejo que existia em mim e ela retribuiu da mesma maneira e assim viemos juntos. Ela tendo outro orgasmo alucinante, só que dessa vez me apertando dentro dela me fazendo preenche-la com meu prazer.

Não tínhamos força para separar-nos, nossos corpos apenas relaxaram, mais eu permaneci dentro dela, meu rosto enterrado em seus cabelos, minha respiração irregular assim como a dela.

– Eu amo você gostoso. — ela disse depois de recuperar o folego, me oferecendo um lindo sorriso travesso.

– Eu amo você gostosa. — mordisquei seu ombro de brincadeira sentindo seu corpo tremer em seguida. Eu a olhei, ela corou. — Mais? — perguntei. Quando essa menina tinha se tornado tão insaciável?

– Eu nunca vou ter o suficiente de você, então vai ter que me vencer pelo cansaço. — ela piscou, mordendo os lábios.

– Eu dou conta! — a encarei. — Posso ser mais velho que você, mas estou em plena forma, então prevejo mais umas três rodadas… — sugeri com um tom de brincadeira, mas na verdade estava falando bem serio.

– O que acha de começarmos agora a próxima rodada em? — ela acariciou a lateral da minha perna com a sua.

– Perfeito. Eu gostaria muito de experimentar uma coisa. — disse apertando sua bunda com as duas mãos.

– E o que seria? — ela perguntou ansiosa. Seu olhar era pura luxúria.

– Eu quero você, aqui. — minha mão escorregou para sua entrada intocada, o que a fez estremecer, não sei se de desconforto ou expectativa. Eu introduzi um dedo, preparando-a pra me receber. Ela gemeu. — Gosta da ideia? — perguntei. Eu só precisava de um sim.

– Sim… Gosto quando me toca aí. — meu sorriso de vitória foi imenso.

– Tenho certeza de que irá apreciar muito mais. — e dizendo isso a ataquei com um beijo quente. Essa noite estava muito longe de terminar…

*POV BELLA*

Minha cabeça latejava, eu tentava abrir os olhos mais eles estavam mais pesados que o normal. Parecia que um trator tinha passado varias vezes por cima de mim. Estiquei meu corpo e percebi que eu estava toda dolorida. Sabe quando você passa horas fazendo exercícios físicos e depois parece que nenhum dos seus músculos esta no lugar? Era assim que eu me sentia. Rolei na cama e percebi que estava sozinha. O quarto estava escuro, as cortinas fechadas eu não tinha ideia de que horas eram. Levantei-me sentando-me na cama, minha cabeça deu uma leve fisgada. Ao mesmo tempo me sentia leve e relaxada, porém ainda sim dolorida. O quarto estava uma bagunça, lençóis jogados no chão, alguns travesseiros também, procurei o relógio digital que ficava no criado mudo ao lado da cama, mas não o encontrei. Resolvi levantar para tomar um banho e percebi minha ausência de roupas, mas não dei importância eu poderia até ir dormir vestida, mas quase sempre acordava sem nada. E pensar nisso me fez perguntar onde o Edward estaria agora, será que ele teria ido ao restaurante? Mas ele não iria sem me acordar, ele nunca sai sem me dá um beijo.

Caminhei até o banheiro catando os travesseiros que estavam no caminho e os jogando na cama. Fui até o armário e peguei dois comprimidos para dor, os tomei no banheiro mesmo. Entrei de baixo da água quente, que fez imediatamente meu corpo relaxar, e a dor aliviou um pouco. Lavei meus cabelos vagarosamente e aos poucos eu fui me livrando da dor. Acho que eu levei uns quarenta minutos no chuveiro e já estava me sentindo bem melhor e a sensação de mal estar havia passado. Saí do box e peguei a toalha começando a secar meu cabelo. Parei em frente a um espelho de corpo inteiro que ficava na parede ao lado da banheira. Eu estava toda roxa, meus ombros, barrigas, coxas, e até meus seios. Examinei as marcas eram marcas de… mordida? Ouvi a porta do banheiro se abrir.

– É uma bela visão! — Edward sorria, e parou atrás de mim me dando um beijo no pescoço, o que me fez estremecer. Ele examinou meu corpo minuciosamente, suas mãos em minha cintura. — Desculpe por isso. — ele disse tocando a marca arroxeada que tinha o formato dos seus dentes em minha barriga. — É que da maneira como me atacou ontem foi impossível controlar. — ele riu malicioso.

– Eu… eu te ataquei? — perguntei confusa, não conseguia lembrar muita coisa depois da festa. Ele caiu na gargalhada. Eu o olhei confusa. De repente ele parou de rir e me encarou.

– Sério que você não lembra? — ele perguntou ainda com um sorriso brincando em seus lábios. Eu tentei forçar um pouco minha mente e a noite passada voltou como um flash.

– Eu não acredito… — gemi.

– Em que você não acredita princesa? — ele perguntou.

– Que eu tive coragem de te acordar daquele jeito… — eu sabia que não tinha sentido, mas eu estava cheia de vergonha. Eu não era uma menina de tomar atitudes nas horas mais quentes, isso sempre ficava por conta do Ed.

– Bella, por favor, né?! Estamos há bastante tempo juntos e eu já disse que não precisa ter vergonha de nada comigo, eu sou seu. — ele me abraçou. — e você é minha. — ele beijou meu rosto. — E sem falar que eu amei cada momento de ontem. Você é perfeita. — ouvi-lo dizer isso fez toda vergonha evaporar. Na verdade eu nem sabia por que ainda me sentia tímida pra certas coisas, acho que era uma parte inevitável de mim.

– Às vezes é inevitável amor. Acho que vou ser tímida assim pra sempre. — eu ri.

– Eu gosto de você assim. — ele riu tocando minhas bochechas coradas. — Então o que vamos fazer essa noite? — ele perguntou.

– Noite? — perguntei confusa.

– Já são quase 18h00mim. — ele riu.

– Nossa! Eu dormi tanto assim? — perguntei espantada.

– Na verdade não quando fomos dormir já havia amanhecido então apenas trocamos o dia pela noite. Acordei pouco tempo antes de você.

– E aproveitou e foi preparar algo bem delicioso pra comermos? — sugeri. Percebi que estava com muita fome.

– Torta de limão. — ele sorriu.

– É por isso que eu te amo. — disse me virando e lhe dando um beijo apaixonado.

– Só por que eu sou o melhor cozinheiro de Londres? — ele brincou.

– E porque é muito modesto também! — eu ri.

– Agora eu sugiro que você coloque uma roupa, senão não vai comer a torta de limão nem tão cedo. — ele disse me apertando contra seu corpo. Eu me senti ficar quente. Talvez depois que eu me alimentar.

– Preciso repor as energias primeiro anjo! — disse me afastando um pouco.

– Vista-se Isabella. — ele ordenou divertido e contrariado. E eu saí correndo do banheiro até o closet para me vesti, antes que eu deixasse outra fome assumir o controle.

Notas finais
Então, gostaram? Capítulo hot, eu acho esses capítulos tão difíceis de escrever, mas acho que esse ficou legal. Mas quero saber a opinião de vcs. Amores eu estava sem net, mas já resolvi a situação, to meio sem tempo tbm por causa da facul, tá bem corrido lá, nem vou ter férias e vou ter prova no mês de janeiro quase todo. Mas vu fazer o máximo pra postar pelo menos um capitulo por semana. O próximo já tá quase pronto, falta só alguns detalhes, então daqui a um ou dois dias tem mais capitulo, as coisas vão começar a ficar mais decisivas a partir de agora, e prestem bem atenção nos detalhes porque alguns podem influenciar no final da fic. Estamos a um ou dois capítulos de uma coisa muito esperada por vcs, mas n vou revelar se n perde a graça. Como sempre peço que vcs COMENTEM, RECOMENDEM E FAVORITEM! Beijinhos e até breve! (é breve msm gente)