Anjo Protetor
31 As maiores verdades - Parte I
Notas iniciais
1 ano depois...
*POV EDWARD*
— Não filho, você não pode morder a Lucy! – tirei a mão da minha sobrinha de dentro da boca do meu filho. Ele fez biquinho de choro assim que eu o peguei no colo afastando do carrinho.
— Mama! – ele chamou.
— A mamãe não pode vir agora amor. Ela está se arrumando pra ficar bem bonita pra gente, ok? – tentei explicar. EJ era muito mais apegado a mim do que a Bella, mas toda vez que eu o repreendia por algo ele chamava pela mãe.
— Mama! – ele chamou de novo, começando a choramingar, o que fez Lucy chorar também.
— Ei, calma garotão. Olhe, a bebê está chorando também. – ele olhou curioso para a prima de cinco meses que estava no carrinho.
— Bebê! – ele gritou apontando para a prima que continuava chorando. Olhei envolta buscando ajuda. Emmett era um pai desnaturado, aproveitou que eu parei para brincar com Lucy e saiu de fininho.
— Tio Ed! Tio Ed! – Melyssa veio correndo e se agarrou nas minhas pernas. Kate veio logo atrás parando de correr ofegante.
— Não chore bebê! Não chore bebê! – ela tentou acalmar a Lucy que estava no carrinho. E minha sobrinha incrivelmente parou de chorar, e já estava entretida com a boneca que Kate mostrava a ela.
— Obrigado, Kate! – disse acariciando os cabelos de uma das minhas princesinhas que agora estava com nove anos.
— Tio, me deixar pegar o EJ no colo? – Mel pediu animada, dando pulinhos. Sério, ás vezes eu achava que a convivência com Alice estava estragando essa menina. Melyssa, que agora tinha cinco anos, era uma cópia fiel da Alice em comportamento. Coitado do Jasper!
— Sim, eu deixo, mas antes você pode chamar o tio Emmett pra mim, princesa? – pedi. Ela nem deixou eu terminar de falar e já tinha saído correndo.
— Já está pedindo socorro? – Emmett apareceu um tempo depois com a Mel no colo, que logo se espichou para descer e ir até o meu filho que agora dava seus passinhos desengonçados a minha volta.
— Cara, por que você sumiu? Minha irmã adoraria saber que você está deixando a sua filha por aí. – ameacei.
— Ei! Eu não a deixei por aí, deixei com você. – ele se defendeu. – Mano isso aqui é uma festa, precisava de uma bebida.
— Sim, é o meu jantar de ensaio. Eu deveria estar recebendo as pessoas, não acha? – perguntei ironicamente.
— Nem me lembrei desse detalhe. – ele deu uma risadinha sem graça.
— Por que as meninas estão demorando tanto? Juro que se a Bella demorar assim amanhã vou ter um treco naquele altar! – eu nem conseguia acreditar que amanhã finalmente eu me casaria com a Bella.
Nossa vida estava simplesmente perfeita. Estávamos morando em Nova York, por causa da faculdade da Bella. Ela tinha terminado o primeiro ano do curso, pois levou um semestre parada cuidando do nosso menino, que agora já estava com um ano. Eu abri uma filial do restaurante em Nova York cinco meses atrás, e assim como o de Londres, era um sucesso. Por mim eu me casaria com a Bella assim que acabasse seu resguardo, mas ela insistiu que esperássemos um pouco até o Júnior estar mais crescidinho, eu concordei, só que aí minhas irmãs chegaram e começaram a planejar algo grandioso, que não poderia ser feito em apenas alguns meses, e eu tive que esperar um ano para ter a Bella finalmente como minha esposa. Apesar de já vivermos como marido e mulher há muito tempo, eu estava louco para dar meu sobrenome a ela, e aí sim ela seria minha de todas as formas possíveis.
— Precisam de ajuda aqui meus amores? – minha mãe se aproximou me tirando de meus devaneios.
— Será que você pode ficar com as crianças? – Emmett foi direto.
— Emmett! – o repreendi. Meu primo/cunhado era tão cara de pau.
— Não precisa mamãe. A gente dá conta! – eu disse correndo atrás do EJ que já estava indo para debaixo de uma mesa. Depois que ele aprendeu a andar não podíamos tirar os olhos dele um minuto sequer.
— Querido, você precisa receber seus convidados. A Bella já deve estar descendo, deixa que eu fico com ele. – minha mãe só precisou estender os braços para meu filho se jogar neles.
— Vó. – ele chamou.
— Viu, ele adora ficar com a vovó. – minha mãe disse beijando a bochecha gorducha do meu menino. Ela estava radiante por que agora tinha dois netinhos, isso sem falar na Mel que era enteada da Alice. Só que Edward era o único homem, além de ser o único neto biológico dela, por isso era o mais paparicado por ela, eu lembro até o hoje da reação dela quando soube que eu e Bella tivemos um filho.
# Flash Back On #
EJ já estava com três dias de vida. Eu e Bella estávamos juntos novamente, e ela havia aceito se casar comigo. Agora nada mais iria nos separar. Meu sonho estava finalmente realizado. Tinha minha família, meu amor, meu filhinho, que eu não esperava por ele agora, mas que veio para deixar tudo ainda mais perfeito.
Minha irmã havia me mandado uma mensagem dizendo que haviam chegado em Nova York, toda a família, inclusive Jasper e Melyssa. Eu passei o endereço do apartamento para eles, e pedi que viessem para cá assim que se instalassem no hotel.
— Ai meu Deus, Edward! Sua irmã vai me matar! – Bella andava nervosa de um lado para o outro na sala.
— Calma princesa, não fique nervosa, você acabou de ter um bebê, deveria estar descansando. – eu me aproximei dela segurando em seus ombros e puxando-a para meus braços. – A minha irmã vai dar um treco, aliás toda a família, mas ninguém vai brigar com você meu amor. – e nesse instante a campainha tocou.
Assim que eu abri a porta foi uma comoção geral. De repente o apartamento ficou pequeno demais para tantas pessoas. Todo mundo estava muito feliz por finalmente eu e Bella estarmos juntos de novo.
— Eu sei que vocês finalmente se resolverem é uma notícia maravilhosa, mas realmente precisava fazer a gente vir até aqui só pra vermos com nossos próprios olhos? – Emmett perguntou, começando a fazer suas gracinhas.
— Emmett! Não seja insensível! – Rose bateu no braço do noivo. – Ah, Bella estamos tão felizes por vocês terem se acertado, apesar de a gente nunca ter compreendido o que aconteceu.
— Não quero mais falar do que aconteceu, estamos bem agora. – Bella fugiu do assunto rapidamente. – Oh, Rose, Edward me disse que vai ter um bebê, isso é maravilhoso! – ela disse colocando a mão na barriga da minha irmã que sorriu.
— OMG! Isso é um anel de noivado? – Alice deu um grito olhando para a mão de Bella que estava sobre a barriga da minha irmã. – Vocês vão se casar??? – Céus! Temos que planejar dois casamentos agora! – Ela pulava animada. – Temos que escolher um vestido, isso não vai ser fácil. Bella, o que andou comendo, você ganhou alguns quilos. – Alice reparou.
— Alice, por favor não grite, você vai acor... – Bella começou a falar, mas já era tarde de mais. Logo o choro do nosso filho foi ouvido, e todos tinham uma cara estranha sem entender porque de ter um choro de bebê ali.
— Da onde está vindo esse choro? – perguntou Jasper.
— Tem uma criança aqui? – Emmett perguntou.
Eu fui sorrindo em direção ao quarto e peguei meu filho no colo. Ele imediatamente parou de chorar, abrindo seu sorriso sem dentes para mim. Eu o amava tanto. Estava ansioso para que minha família conhecer meu anjinho. Com ele nos braços voltei para a sala onde todos estavam.
— Meu Deus! Há mesmo um bebê?! – meu pai perguntou olhando para o pequeno em meus braços.
— Ele se parece com você quando era recém-nascido. – minha mãe falou se aproximando.
— Família, esse é Edward Anthony Cullen Júnior, meu filho. – falei com um sorriso imenso. Bella sorria da mesma forma, apesar de nervosa.
— Ah, meu Deus! – minha mãe cobriu a boca com as mãos, como se não acreditasse.
— Bella? – Alice virou pra minha noiva cobrando uma explicação.
— Errr... eu... eu... – minha princesa gaguejava, provavelmente prevendo o escândalo que minha irmã daria.
— Bella estava grávida quando veio pra cá. E antes que você comece a dar um escândalo, Alice, nem eu sabia. – expliquei.
— Como eu não posso dar um escândalo?! – minha irmã mais nova perguntou. – Bella?! Pensei que fossemos melhores amigas! – ela disse num tom magoado.
— Nós somos! – Bella respondeu imediatamente.
— Por que você não me contou? Eu poderia ter te ajudado! – ele quis saber.
— Alice se eu te contasse você contaria para o Edward, e dado as circunstâncias, você sabia o que ele pensaria. – Bella explicou. Meu coração doeu ouvindo a verdade em suas palavras. Se ele me contasse naquele dia, eu não acreditaria que esse bebê que estava no meu colo, a coisa mais importante da minha vida, era meu filho.
— Eu te entendo Bella, mas, ainda assim, ele é meu sobrinho. Você não podia ter me tirado o direito de preparar o enxoval dele! – Alice sempre seria Alice! Ela andou até minha noiva e a abraçou, as duas começaram a chorar.
— Eu senti tanto a sua falta, Alie!
O resto da família ainda olhava pra criaturinha em meus braços, que agora se encontrava quietinho com seus olhinhos verdes, como os meus, olhando ao redor. Minha mãe foi a primeira a se aproximar.
— Ele é idêntico a você quando nasceu. – ela tinha a voz embargada pelo choro. – Posso? – eu passei meu pequeno para ela.
— Oi, bebê. A vovó está tão feliz em saber que você existe! – meu pai se aproximou da gente. – Olha Carl, como ele é lindo! – meu pai estava igualmente emocionado.
— Eu queria muito ter te conhecido pequenininho assim, filho. – ele colocou a mão em meu ombro. – Mas já que temos uma miniatura sua agora, vou poder recuperar o tempo perdido. – ele sorriu acariciando os ralos cabelos do meu filho.
— Ai, eu não acredito que você passou na minha frente, pequeno Ed!!! – tinha que ser o Emmett para cortar o clima.
# Flash Back Off #
Com a ajuda da minha família eu consegui me mudar para Nova York sem precisar voltar a Londres. Não deixaria de jeito nenhum, minha garota e meu filho sozinhos aqui. O Emmett falou um bocado por eu ter deixado ele sozinho no restaurante, ainda mais depois que lhe expliquei o ocorrido com Victória, e ela sendo a causa de todo esse sofrimento. Ela, como eu suspeitava, não apareceu mais no restaurante, segundo o Emm. Mas mesmo assim tratamos de desligá-la do restaurante da forma correta.
Como o inquérito sobre o incêndio tinha sido arquivado, contratamos um advogado para tentar retomar com a investigação, agora que já sabia que ela era culpada, mas até hoje ela nunca foi encontrada para prestar esclarecimentos sobre o caso. Era como se tivesse sumido do mapa, eu só esperava que tivesse sumido para sempre e nunca mais precisasse olhar para a cara daquele mulher na minha vida. Até hoje não tinha superado o fato de ter sido um fantoche nas mãos dela por anos, mas tudo tem um lado positivo, acabando com minha vida amorosa durante anos ela deixou a caminho livre para a pessoa certa, minha Bella, a mulher que daqui a algumas horas seria minha esposa, a mãe do meu filho e dos próximos que virão.
— Esme, não o deixe abusar da sua boa vontade, esse menino está cada dia mais pesado. – me virei para minha esposa que se aproximava. Ela estava maravilhosa, usava um vestido azul-claro de um tecido fino e longo, tinha os cabelos agora mais curtos, um pouco abaixo dos ombros. Bella cada dia mais deixava de se parecer com uma menina e parecia-se mais com uma mulher, não que ela estivesse envelhecendo rápido, era um amadurecimento bom. Apesar de não ter chegado nos vinte ainda, a maternidade lhe fez muito bem. Se antes era difícil enxergá-la como uma menina, agora era impossível.
— Eu estava dizendo exatamente para a minha mãe que eu dava conta de cuidar desse bagunceiro aqui. – falei enlaçando sua cintura e dando um leve beijo em seus lábios para não tirar a maquiagem.
— Bella, por favor, eu tenho o direito de ficar um pouco com meu neto, não é trabalho algum. Aliás acho bom vocês desapegarem, pois nessa semana ele será só da vovó, não é meu príncipe?! – ela apertou sua bochechinha enquanto ele estava entretido com o cabelo dela.
— Acho que eu não vou conseguir. Talvez a gente possa encurtar um pouco a lua de mel. – Bella sugeriu pela milésima vez.
— Nada disso! Vocês precisam de uma lua de mel descente! Sabem que vou cuidar bem dele. – minha mãe discordou. Eu concordava com ela que a lua de mel era importante, já que só nos casaríamos uma vez, mesmo que pudéssemos viajar depois, não seria a mesma coisa. Mas, por outro lado, também era difícil para mim, ficar longe do EJ por tanto tempo. Nunca ficamos um só dia longe do nosso menino, uma semana era tempo demais.
— Sabemos disso, mamãe. Mas não será fácil.
— Por um acaso vocês se esqueceram do que se faz em uma lua de mel? – Emmett que esteve entretido dando mamadeira a sua filha entrou na conversa. – Acredite, vocês nem lembrarão que existe uma vida fora da cama do hotel. Não vejo a hora de ter uma segunda lua de mel! Acho que essa garotinha aqui não quer ter irmãozinhos. – ele comentou olhando para Lilly agora adormecida.
Como morávamos distantes da família decidimos que nos casaríamos em Londres, assim, segundo as meninas, tudo ficaria mais fácil. Sem falar que precisávamos de alguém para ficar com o EJ, e minha mãe prontamente se ofereceu. Ficamos receosos de largar nosso bebê para trás por alguns dias, mas minha mãe nos convenceu. Alegando que havia cuidado muito bem de três crianças, e todas três hoje estavam muito bem criadas.
Sabia como era difícil cuidar de um só. Nunca me preparei para ser pai, não tive tempo para isso, então tudo que aprendi foi na prática, e não era uma tarefa fácil.
Nas primeiras noites dormir era quase impossível; tinha também uns sustos que a gente levava, como quando EJ teve sua primeira febre pouco antes de completar um mês. E por um lado o Emmett tinha mesmo razão, sexo era um artigo de luxo quando se tinha um bebê pequeno em casa, somando isso aos mais de oito meses que fiquei sem tocar na Bella, tinha horas que eu quase subia pelas paredes.
# Flash Back On #
Dizer que eu já estava subindo pelas paredes era pouco. Hoje meu filho completava um mês e uma semana de vida e estava cada vez mais espertinho, dando gritinhos e agarrando tudo que estava ao alcance dele. Eu observava atentamente enquanto ele segurava o dedo de Bella enquanto ela o amamentava. No começo, eu adorava observar a cena, era realmente um momento muito especial, mas de um tempo pra cá as coisas começaram a ficar difíceis. Eu estava há mais de oito meses sem fazer amor com a Bella, é claro que no tempo que ficamos longe tive que me virar sozinho, mas, depois de tê-la, não era uma punheta que ia me satisfazer. E agora vê-la com os seios expostos o tempo todo por aí, tão cheios e suculentos, estava se tornando muito difícil. Eu não entendia muito desse lance de resguardo, mais eu já havia esperado tempo demais, a Bella não tinha tocado no assunto, e eu também não quis parecer um tarado indelicado perguntando a ela, mas dessa noite eu não podia deixar passar, eu precisava pelo menos de uma data para poder esperar ansiosamente.
EJ já estava adormecido em seu quarto, e até que agora ele estava dormindo pelo menos umas quatro horas direto por noite. Bella estava no banho, e eu na nossa cama fingindo que assistia uma série qualquer na TV. Essa noite eu havia dispensado a calça do pijama e deitado apenas de boxer, uma branca para dar mais destaque. Ninguém poderia me culpar por tentar seduzir minha noiva. Assim que Bella saiu do banheiro, vestindo uma camisola de algodão bem-comportada, eu abri meu braços para que ela se aconchegasse como todas as noites, e ela veio, não sem antes dar uma boa olhada em meu corpo seminu. Pelo visto eu tinha atingido meu objetivo.
— Está sentindo calor, anjo? – ela perguntou.
— Não acha que está quente demais hoje? – respondi com uma pergunta, como quem não quer nada.
— Na verdade está mesmo, o verão já está quase aí. – acho que ela não entendeu o meu recado.
— É verdade! O tempo passa rápido demais, hoje fazem trinta e sete dias que nosso filho nasceu, parece que foi ontem.
— Sim, ainda me lembro dele na minha barriga. – seu olhar ficou distante e ela levou a mão a sua barriga, que agora estava plana como antes, só que no caminho ela roçou a mão por acidente – ou destino – na minha parte mais necessitada, me fazendo ficar duro imediatamente, fato que não passou despercebido por ela, que me olhou desconfiada.
— O que foi? – perguntei, com minha melhor cara de inocente.
— Você está exitado. – ela apontou.
— Estou. Na verdade ando assim o tempo todo ultimamente. – sorri maliciosamente.
— Oh, querido! Desculpe-me por ter te negligenciado dessa maneira! – ela disse com uma voz que me fez endurecer mais ainda, se é que isso era possível.
— Bem, desculparei se me disser o que vai fazer quanto a isso. – brinquei percebendo que um sorriso malicioso brincava em seus lábios. Era hoje que eu tirava o atraso!
— Ah, vamos lá me deixa cuidar de você! – ela ajoelhou na cama entre minhas pernas me beijando de maneira quente, o que me fez gemer em sua boca. Ela se afastou tomando folego e logo em seguida tirou meu pau para fora da cueca. Ah, como é doce a liberdade! Bella massageou-o com as mãos. – Pode deixar que eu vou te chupar bem gostoso, e quero que despeje tudo na minha boca, até a última gota, entendeu? – meu gemido foi quase um rosnado ao ouvir essas palavras.
Me senti no paraíso assim que estava na boca da minha morena, ela me chupava tão gostoso, ora devagar, ora com força, ás vezes ela me levava até sua garganta, outras ela me tirava completamente de sua boca e lambia sensualmente a cabeça, e eu era apenas gemidos, parecia um adolescente na puberdade, e, como um, não aguentei muito, e logo dei o que ela queria, até a última gota do meu prazer.
Bella me olhava sapeca, e eu ainda me recuperava da gozada poderosa que ela havia me proporcionado, mas era hora de retribuir, ainda não esta satisfeito, precisava estar dentro dela, pôr minha boca em seus seios suculentos.
— Acho que agora é minha vez. – falei com aquele sorriso satisfeito pós-orgasmo.
— Acho que vou ao quarto do EJ checá-lo. – ela se fez de desentendida. E eu me apavorei com a possibilidade de ela não me querer hoje.
— Bella, ele está dormindo, está tudo bem. – disse segurando em seu braço a impedindo de sair da cama. – Vem cá, agora é minha vez de cuidar de você! – a beijei sem deixar tempo para resposta.
— Edward... não... – ela tentou dizer algo assim que nossas bocas se separaram.
— Você ainda está de resguardo, é isso? – perguntei.
— Não, é que... eu... – seu rosto ficou corado.
— Você não me quer? – perguntei com uma carinha de cachorro que caiu do caminhão de mudança.
— É claro que eu te quero! Mas eu ainda não estou pronta, entende? – ela olhou para cama, sem me olhar nos olhos.
— Sinceramente? Não entendo. – não queria ser insensível, mas eu realmente não entendia.
— Meu corpo, ele está diferente, meu quadril ainda não voltou ao normal, e você sabe depois do parto, eu tenho medo de que não seja a mesma coisa para você... – a Bella devia ter enlouquecido por achar que meu tesão por ela diminuiria só porque ela teve nosso filho, na verdade havia acontecido o contrário.
— Bella, isso não tem a mínima importância pra mim. Não precisa se sentir insegura. Eu continuo louco de tesão por você. – falei colando seu corpo ao meu. E atacando seu pescoço com beijos e mordidas. Já que ela também me queria não poderia dar tempo dela pensar. Logo arranquei sua camisola de seu corpo. Eu me ajeitei na cama puxando ela para o meu colo. Meu pau já estava duro novamente. – Viu como você me deixa, gostosa? – fiz ela se esfregar em mim. – Eu preciso estar dentro de você Bella, oito meses é tempo demais tendo que me virar sozinho.
— Eu sei bem o que é isso. – ela gemeu em meu ouvido.
— Como assim você sabe? – perguntei já imaginando o que ela queria dizer com isso.
— Durante esse tempo que ficamos afastados, eu me tocava sempre pensando em você, imaginava que estava me chupando, me fodendo... – fui a loucura ao imaginar a cena.
— Você vai ter que me mostrar como fazia, princesa! – a intimei. – Mas agora, pode deixar comigo. Eu vou fazer você gozar, te todas as formas possíveis. Começando por aqui. – falei finalmente enchendo minhas mãos com os seus seios. Eles estavam pesados e cheios. Não cabiam mais perfeitamente em minha mão como antes, e eu adorei isso.
— Edward, não... – ela tentou afastar minhas mãos, mas me mantive firme.
— Dói? – perguntei. Seria o mais delicado possível com ela.
— Não, é que... que...
— Que...? – incentivei quando ela não conseguiu falar, parecendo muito envergonhada.
— Sai leite. – ela disse bem sem graça, como se isso não fosse obvio. É claro que saia leite, ela estava amamentando.
— E...? – quis saber.
— É melhor você não tocar... isso vai ser bem constrangedor. – ela tentou novamente afastar minhas mãos.
— Ei, não é constrangedor. É o alimento do bebê, acho lindo quando você o amamenta, mas tenho certeza que o EJ não vai se importar de dividir essa parte com o papai. – falei já abrindo o feixe frontal do sutiã bege estranho que ela usava.
— Edward eu n... – a calei com um beijo que eu sabia que a faria ficar quente e esquecer da vergonha. Aproveitei para me livrar da peça a deixando somente de calcinha.
Assim que nossas bocas se separaram observei aquelas delícias expostas para mim. Bella ainda me olhava recosa, mas não me mandou parar enquanto eu os acariciava suavemente com as mãos. Lentamente levei minha boca ao seu seio direito enquanto minha mão ainda brincava com o esquerdo. Lambi lentamente o pico, estava diferente, tinha um gosto levemente adocicado. Isso me deixou ainda mais quente. Apertei o esquerdo com um pouco mais de força.
— Merda! – Bella praguejou. Me fazendo olhar para ela. Ela tinha o rosto vermelho, sinal de sua vergonha. Ela tentou recuperar o sutiã na cama, quando percebi que algumas gotas de leite escorriam de seu seio esquerdo. Minha reação foi automática, lambi as pequenas gotas sentindo seu gosto, enquanto Bella arfou surpresa. Sentia que estava fazendo algo sujo, proibido. E por isso muito excitante. Eu estava muito quente. Continuei literalmente mamando em seus seios, revesando-me entre os dois, sem me importar o quão aquilo parecia errado. Eu podia ouvir os gemidos de Bella, e sabia o quanto ela estava gostando daquilo. Não demoraria muito para ela gozar. Infiltrei minha mão em sua calcinha percebendo o quanto ela estava molhada, massageie o seu clitóris suavemente, do jeitinho que ela gostava. E logo tive minha princesa gozando para mim. Seus gritos foram tão altos que eu tive medo que o EJ acordasse.
— Viu como foi gostoso? – perguntei em seu ouvido. Ela gemeu. – Não há motivos para vergonha, você é minha!
— Isso foi quente! – ela resmungou em resposta.
— Estamos apenas começando! – disse virando nossas posições na cama pronto para meter meu pau em sua bocetinha quente.
# Flash Back Off #
Naquele dia, incrivelmente, o EJ dormiu a noite toda, me permitindo desfrutar bastante da mãe dele. Mas nem sempre era assim, por inúmeras vezes fomos interrompidos no ápice do ato, mas isso tudo fazia parte da função 'pais'. E em momento nenhum nos arrependíamos de ter nosso filho.
— Eu sei que você vai cuidar bem dele Esme, mas é difícil me afastar. E você tem razão Emmett, vamos aproveitar bastante. – Bella falou me abraçando, fazendo o Emmett bufar.
— Se tivermos tempo, mandaremos um postal para você! – brinquei.
— Muito engraçado! – ele resmungou.
— Vem, vamos cumprimentar os convidados! – Bella segurou minha mão. – Não dê trabalho para a vovó, anjinho. – ela disse beijando a bochechinha do nosso filho.
***
A noite estava animada, as pessoas bebiam, riam e conversavam animadamente. Não havia muita gente, apenas a nossa família e alguns amigos mais próximos. A festa estava sendo oferecida no restaurante. Apesar do novo restaurante em Nova York também ser um sucesso, eu tinha saudades daqui. Foi aqui que tudo começou, meu sonho, meus primeiros clientes, a primeira crítica, a promessa que fiz à Bella, nosso primeiro beijo em 'público', havia também lembranças tristes, mas essas eu nem lembrava, não tinha mais espaço para tristeza em minha vida. De agora em diante seriam só alegrias, por mais que surgissem problemas, eles não afetariam a nossa vida como antes, agora, éramos uma família, e forte. Nada mais abalaria a nossa estrutura.
— Acho que ele não vem mesmo. – Bella resmungou desanimada.
— Princesa, não fique triste. Ele disse que vinha, se não aparecer é porque teve algum imprevisto, mas com certeza virá no nosso casamento amanhã. – eu a abracei. Desde que fui atrás dela e contei toda a verdade sobre a armação, Bella se sentiu muito culpada por ter acusado o Black, mas eu lhe dizia inúmeras vezes que ela não tinha culpa, no seu lugar qualquer pessoa faria a mesma coisa, eu fiz ainda pior não acreditando dela.
— E se ele não vier? – ela perguntou, parecia decepcionada. – Ele prometeu que seria padrinho do EJ no dia que eu descobri que estava grávida, mas desde que eu liguei para ele pedindo desculpas quase um ano atrás eu nunca mais o vi. Ele sempre promete, mas nunca vem nos visitar. – ela reclamou. Eu não tinha mais ciúmes do Black, depois dele ter me mostrado a verdade e me dado a oportunidade de me acertar com a Bella, tudo que eu sentia por ele era gratidão, entendia que a amizade dele era importante para minha noiva, e eu seria a favor de tudo que a fizesse feliz. Não havia mais inseguranças, eu sabia que ela era minha e que sempre seria.
— Ele vai vir Bella, não fique assim! – tentei consolá-la. Eu ligaria para ele, se ele não aparecesse ia se ver comigo. Não queria que nada saísse errado amanhã, queria que fosse um dia perfeito para Bella, e nada poderia estragar isso. – Me empresta seu celular? Preciso fazer uma ligação.
— Claro. – ela me estendeu o aparelho. – Aproveita e dá uma olhada no EJ, ele dormiu e a Maggie o levou para a salinha vip, lá está mais silencioso.
— Tudo bem. Volto logo. – disse me encaminhando para a salinha próxima ao terraço que havia no salão, onde meu filho estava adormecido com a babá. No caminho fui procurando o número do Jacob na agenda, não queria mais ver minha Bella triste. Eu disquei quando cheguei à porta.
Assim que entrei na sala paralisei imediatamente. A primeira coisa que me fez ter essa reação foi a tonalidade dos cabelos da mulher que estava abaixada próxima ao carrinho. E assim que ela virou meu coração gelou ainda mais. Eu já a havia reconhecido antes mesmo dela se virar. E não podia suportar a ideia de ter Victória tão próxima ao meu filho.
— O que você está fazendo aqui? – perguntei assim que reencontrei minha voz. Pensava que nunca mais teria que olhar para essa mulher, que tantas vezes tentou destruir minha vida.
— Edward! Que bom que você apareceu! – ela se levantou virando de frente para mim, tinha um sorriso doentio do rosto.
— Você não deveria estar feliz em me ver! Quero que vá embora agora, não é bem-vinda aqui. E afaste-se do meu filho. – ordenei com muita raiva. Como ela ousa aparecer no aqui na véspera do meu casamento.
— Ah, o bebê! – ela exclamou se virando novamente para o carrinho, onde meu filho ainda dormia. – Ele é adorável. Tão igual a você, sorte que não puxou àquela sem sal. – ela disse fazendo um careta no final. – Não terei problema nenhum em criá-lo com você. – ela sorriu.
— Do que você está falando? Ficou louca? – ela não falava coisa com coisa. – Já falei para ir embora! Eu vou chamar a segurança. – apertei o telefone na minha mão.
— Pelo visto ainda não cansou de brincar de casinha com aquela coisinha, não é?! – ela perguntou debochada. – Que pena! Eu realmente pretendia te dar uma oportunidade de consertar tudo e sermos uma família feliz, mas já que continua burro demais, azar é o seu! Eu não queria esse pentelho mesmo, pelo menos posso lucrar alguma coisa com ele. – eu não entendia o que ela falava, parecia realmente desequilibrada. Ela ainda tinha esperanças de ter alguma coisa comigo? E falava sobre lucrar com o meu filho? Não ia permitir que ela ficasse nem mais um segundo próxima a ele.
— Eu não vou ficar aqui ouvindo suas loucuras. Sai de perto do meu filho! – falei dando um passo a frente.
— Fique onde está! – ela gritou, mas isso não foi o que me fez parar e sim a arma prata que ela tirou de dentro de uma bolsa pequena, arma que agora estava apontada na direção do meu filho. Eu não conseguia mensurar o medo que estava sentindo agora. Meu filho estava em perigo, sendo ameaçado por aquela louca. Eu precisava pensar com calma, mas era impossível. Precisava proteger meu bebê.
— Vic, por favor, vamos conversar. Abaixa essa arma. – implorei.
— Você não queria conversar antes, Ed. – ela falou não tom de resmungo. – Por que quer conversar agora? – ela perguntou.
— Por favor, não o machuque. Se você gosta um pouquinho sequer de mim, não faça nada contra o meu bebê. – pedi já desesperado, a cada minuto que aquela arma estava apontada para Edward Jr. parecia que meu coração se comprimia mais, parecia que meu tempo para fazer alguma coisa estava se acabando.
— Por favor, não machuque o meu bebê! – ela me imitou debochando. Depois riu amargamente. – Você me machucou, Edward. Você me enganou, disse que ia ficar comigo, disse que me queria, mas foi correndo atrás daquela pirralha. Eu, que estive o tempo todo do seu lado, que te amo de verdade, e no fim você preferiu ela.
— Victória, me desculpa. Eu faço qualquer coisa. Só não o machuque por favor. – implorei novamente.
— Qualquer coisa? – ela perguntou sorrindo maliciosa.
— Sim, qualquer coisa, só não o machuque. – afirmei. Faria de tudo por meu filho, até morreria por ele. Preferiria mil vezes que essa arma estivesse apontada para mim.
— Você ficaria comigo, Ed? – ela perguntou com uma voz manhosa que me deu nojo.
— Sim. Eu fico. – respondi rapidamente. Estava em suas mãos agora. Qualquer coisa...
— E nunca mais vai procurar a pentelha? – ela quis saber.
— Nunca. – confirmei.
— Ainda não sei se quero ficar com o moleque, precisamos de um tempo só nosso, mas enquanto você estiver comigo, ele pode ficar seguro. – ela falou empolgada como quem faz planos para uma viagem ou algo do tipo. – Agora precisamos sair daqui. – ela falou se pondo atrás do carrinho, afastando a arma do meu filho, mas continuando com ela em mãos. Eu pensava num jeito de como me nos livrar dessa louca. Foi quando a porta se abriu.
— Ed, por que está demorando... Oh, meu Deus! – Bella exclamou assim que viu Victória próxima ao nosso filho e com uma arma na mão.
— Ah, olha quem apareceu! – Victória abriu um sorriso maligno. – Nós já estávamos de saída, e você não vai estragar os meus planos pela terceira vez. Eu acabo com você antes disso, vadiazinha. – ela imediatamente apontou a arma para Bella que estremeceu ao meu lado.
— Você é louca, eu não estraguei nada para você, muito pelo contrário você é que tentou estragar as coisas para nós. Saia de perto do meu filho, vai embora daqui! – Bella chorava desesperada. Mas eu a conhecia, e sabia que ela não estava com medo da arma apontada para si, e sim com raiva da mulher que estava ameaçando nosso filho.
— O seu problema é que sempre vive cruzando o meu caminho, Swan. – Victória acusou. – Primeiro lá em Seattle, papai havia me dado uma missão importante, e eu falhei, por sua causa aquele maldito não fez o seu trabalho, e eu fui muito humilhada por isso. – ela falava com ódio. E nada parecia ter sentido, ela falava como se conhecesse a Bella antes dela vir morar comigo. – Depois, por culpa desse mundinho pequeno, você roubou o Edward de mim, depois de tanto trabalho que eu tive para não deixar mulher nenhuma parar na vida dele, você fez ele te amar! Eu tentei fazer isso durante anos, mas você com alguns dias o tirou de mim. Mas agora você não vai se meter no meu caminho. Vou te tirar definitivamente dele. – ela segurou a arma como ainda mais firmeza, pronta para engatilhá-la.
— Isso, atire em mim! Porque se você não atirar eu não garanto que você ficará viva depois que eu for aí te tirar de perto do meu filho! – minha Bella parecia uma leoa agora, defendendo sua cria. Mas mesmo com toda essa coragem, eu ainda tinha medo por ela, Victória era perturbada, poderia fazer mal a ela, ela poderia mesmo apertar esse gatilho. E minha vida estaria acabada. Eu tinha meus olhos fixos na arma.
— Abaixe a arma agora, Victória! – senti um alívio imenso ao ouvir a voz do Black na sala. Eu não tinha visto a porta se abrir. Ele se colocou entre mim e Bella, e eu fiquei em choque ao perceber que ele também tinha uma arma na mão. E apontava para ela. Não que eu estivesse triste com isso, muito pelo contrário, mas eu não conseguia entender o porquê dele ter uma arma. E nem estava feliz por ela estar próxima ao meu filho.
— Olha quem chegou... o amiguinho babão! – Victória debochou. – Ele tem uma arma. Você sabe realmente usar isso rapaz?
— Você não tem ideia! – ele respondeu ao engatilhá-la. – Coloque a arma no chão e as mãos na cabeça, agora. – ele ordenou.
— Policial? – ela perguntou ainda com seu sorriso de louca. – Como eu não desconfiei?! – ela riu novamente. – Mas não tenho tempo para negócios agora, isso aqui é um assunto pessoal.
— Jacob, do que ela está falando? Por que você tem uma arma? – Bella quis saber.
— Depois eu te explico tudo Bells, agora preciso livrar vocês dessa mulher. Eu não estou brincando, ponha a arma no chão. – ele ordenou mais uma vez. O Black era da polícia?
— Você mal saiu das fraldas e acha que pode me dar ordens? Eu esperava que colocassem alguém melhor atrás de mim. Se eu consegui me livrar do pai dessa daí, que era um dos melhores, você não tem ideia do que eu posso fazer com você! – ela gargalhou. Eu estava cada vez mais confuso. Victória estava falando de Charlie?
— Como assim se livrou do meu pai? O que quer dizer com isso? – Bella perguntou espantada.
— Simples. Eu o matei. – ela disse de maneira direta. Ouvi Bella arfar do meu lado. Eu realmente não podia acreditar no que eu estava ouvindo. Que era louca eu já tinha descoberto, mas qual era sua ligação com meu padrinho? – Foi simples como tirar doce da boca de criança, uma mexidinha nos freios e, bum! – ela simulou uma colisão com as mão.
— Você... eu... – Bella não conseguia falar. Eu não estava muito diferente.
— Seu pai se meteu com a família errada, eu apenas o tirei do meu caminho, sua mãe foi de brinde. Mas quem tinha que ter ido era você. Mas estava cercada de incompetentes, infelizmente. – ela explicou. – Mas... nunca é tarde para consertar os erros. – ela engatilhou a arma.
— Victória, esse é meu último aviso. Abaixe a arma. – Jacob gritou.
— Sabe, Isabella, eu poderia te matar como fiz com seus queridos pais, mas acho que será mais doloroso se tirar tudo de você. – Bella olhou imediatamente para nosso filho, ainda adormecido. Meu coração se apertou com a ameaça, nada poderia acontecer com nosso anjinho. Eu queria muito que Jacob atirasse em Victória, mas EJ estava entre nós e ela. Eu sabia que ele não atiraria.
— Victória... – ela direcionou sua atenção para mim. – Por favor, deixe todos em paz, eu já disse que vou com você aonde quiser. – Senti os olhos da Bella em mim, mas não tirei meus olhos de Victória.
— Ed, querido, não tente me enganar, sei que no final você sempre vai voltar para ela. – ela disse olhando em meus olhos. – Sabe, ninguém nunca vai te amar mais do que eu, mas se não vai ser meu, não será de mais ninguém.
E tudo que eu ouvi foi o barulho. Um instante depois eu senti meu corpo ser jogado contra o chão, mas ainda pude ouvir o grito de Bella e o choro assustado do meu filho.
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