Angel's Black and White
12 Pov’s Patch — Especial
Notas iniciais
Não fui à escola hoje por preguiça, mas isso me faria ficar sem ver Nora, mas um dia não mata eu acho... Mata sim, ficar sem meu Anjo, mesmo marrenta e me ignorando, aprecio a presença dela! Mas se eu apareço lá agora ela vai ficar fugindo de mim como sempre... Mas como essa mulher me frustra. Dou um suspiro, ela é realmente muito diferente de tudo o que eu conheço... Fiquei a manhã toda sem fazer nada, fiquei somente vendo filmes aleatórios até escutar meu celular tocar, olhei para o visor estava “meu Anjo”, atendi e Nora me diz que esta em frente a minha casa, disse a ela que podia entrar, mas não entendia o porquê dela ali...
Ela me diz o que o Crowler tentou fazer a ela e minha raiva vai às alturas, como ele ousa tocar meu Anjo — isso mesmo MEU ANJO!!!! — depois ela me conta que descobriu que ele está por trás dos ataques, bom pelo menos uma informação que eu achei útil, não que eu não gostei de saber o que aconteceu com Nora, mas pô eu amo essa garota e saber de outro a tocando não é fácil não!
Acabei contando a ela sobre Dabria, mas se eu quero ficar com ela mais cedo ou mais tarde ela saberia e antes por mim do que por ele... Mas fico feliz, sinto como se tivesse tirado um peso de minhas costas... Ela comeu meu macarrão e elogiou, mas claro se ela não fizesse nenhuma brincadeira não seria ela. Ela pergunta se eu tenho um videogame e eu digo que sim, ela escolhe Resident Evil 6 e jogamos nós dois.
Nora ia dormir na casa de Vee, mas como Scott já ia dormir lá ela não quis atrapalhar o casal, então a convidei para dormir aqui, quando a mãe dela “deixou” eu quase pulei de alegria, mas me controlei, vou passar mais uma noite com minha Nora — é Minha mesmo por quê? — Fomos a casa dela buscar umas coisas e eu finalmente conheci seu quarto.
O quarto dela é totalmente diferente do que eu imaginei, super a cara dela, depois fomos naquela pizzaria que ela ama — errei o caminho algumas vezes o que a fazia rir de mim — e compramos para comer em casa. Comemos a pizza e Nora lavou a louça e entendi o recado mudo dela “Eu lavo e você seca e guarda” decidi guardar depois.
Nora foi até a bolsa dela e não encontrou o que procurava, eu estava fingindo assistir TV, mas na verdade estava acompanhando os movimentos dela, ela cora e eu tenho uma ideia do que pode ser, já que ela deixou a roupa de dormir em cima da cama dela — sim eu vi e não avisei porque eu amo a ver com minhas camisetas — ela pediu e eu subi para pegar a camiseta e uma toalha, entreguei a ela e ela entrou no banheiro, ela nunca demora no banho, assim que ela saiu eu entrei para tomar banho.
Tomei um banho de mais ou menos 10 minutos, coloquei minha cueca Box preta e uma calça moletom, costumo dormir sem camisa. Subi as escadas e entrei no quarto fechando a porta em seguida, quando me virei vi Nora no sofá. Ô mulher difícil!
— Anjo... Pode dormir na cama — eu digo sério.
— Não vou discutir isso com você de novo, Cipriano — ela diz se virando e eu acho muito fofo quando ela fala Cipriano, mas só ela também. Estou parado próximo ao sofá e percebo a cara de espanto dela quando me vê tão próximo — a cama é sua você dorme lá — e dá de ombros.
— Nora, você vai sim dormir na cama! — eu digo irritado.
— Não vou! — caramba ô mulher teimosa! Mas é isso o que eu amo nela! Ela me afronta, mesmo quando está mal ela quer se passar de forte, e essa determinação me encantou!
— Não vou repetir Grey — ela faz uma cara de susto, eu nunca a chamei de Grey. Logo ela assume aquela expressão indiferente.
— Muito menos eu Cipriano! — ela diz se virando de costas para mim, grande erro, já que não quer por bem vai à força, a pego no colo e tiro o cobertor de cima dela o jogando no sofá de volta e andando em direção à cama — Patch Cipriano me põe no chão!
— Não! — e continuo andando em direção à cama, Nora não para de se mexer, se eu fosse um humano ela já tinha me matado — Anjo para se não vamos... — não consegui terminar, Nora começou a se debater mais forte e eu não vi que a cama estava próxima demais, Nora escapou dos meus braços e quando foi cair me segurou, me levando junto, cai por cima dela — cair... — ela me olha daquela forma que só ela me olha e quando dou por mim estamos nos beijando. Começo a beijá-la calmamente e ela me retribui da mesma forma, Nora leva as pequenas mãos dela até meus cabelos, acariciando e dando leves puxões, o que já me deixa louco, novamente sinto os toques dela.
Eu me ajeito sobre Nora e acabo parando entre suas pernas, o beijo começa a se intensificar cada vez mais. Nora começa a descer a mão em direção a minhas costas e me lembro da cicatriz, eu não expliquei para ela, pego a mão dela, ela se afasta e me olha duvidosa, resolvo explicar o porquê de estar parando ela — A cicatriz em minhas costas, não a toque — dou um pequeno sorriso — se o fizer agora, acabará com nossa diversão — ela me olha compreendendo, mas posso ver uma mágoa ali, ela queria tanto assim me tocar? — Pode acariciar o meio das costas se você quiser...
Ela me puxa para um beijo. Esse beijo começa a se intensificar e como sempre Nora me intriga e eu posso sentir seus toques, meu corpo reage ao dela, me dando sensações que nunca senti com meu próprio corpo, somente no Cheshvan posso sentir algo parecido, mas nem de perto é com essa intensidade. Meu amiguinho começa a ganhar vida e isso é ruim né? Nora ainda é virgem...
Mas minha linha de raciocínio é cortada quando Nora muda de posição ainda durante o beijo e acaba ficando por cima de minha ereção que está começando a ganhar mais vida. Eu começo a acariciar as coxas e a bunda de Nora, quando a acaricio ela começa a rebolar lentamente em cima de minha crescente ereção, ambos deixamos um gemido escapar, ambos conhecendo algo novo — mais pra ela do que pra mim, mas eu sendo eu mesmo, sem estar possuindo um corpo alheio, é a primeira vez — Acabo trocando de posição de novo, Nora daquela forma vai me deixar louco.
Nora arranha no meio de minhas costas e meu Deus, como isso é bom, acabo deixando um gemido escapar. Passo a mão pela coxa esquerda dela, dando leves apertos e acabo deixando minha mão pousada ali, sentindo a textura macia da pela de Nora, como é bom sentir a pessoa que você ama...
Eu decido me afastar, isso já está indo longe demais, dou dois selinhos em Nora — Nora é melhor pararmos — quando vou me levantar ela me segura — Tem certeza de que é isso o que você quer? — eu olho para ela duvidoso, não que eu não queira, é tudo o que eu mais quero, mas e ela? Não quero que ela fique pensando que sou um cafajeste, mas minhas dúvidas são sanadas quando ela me dirige um sorriso — Não vai se arrepender depois em! — e me dirijo ao pescoço dela antes que ela mude de ideia, dando leves lambidas e beijos.
— Pode ter certeza que não vou! — e fomos surpreendidos novamente! Nora também me quer! Isso me deixa muito feliz!
Vou descendo pelo pescoço dela dando leves lambidas e beijos. Com minhas duas mãos, vou descendo em direção a barra da camiseta que ela usa – que se diga de passagem fica muito linda – vou subindo lentamente acariciando a pele dela pelo caminho, quando olho para ela Nora está muito corada e linda, levanto a camiseta ate onde dá, a faço sentar para retirar a camiseta por completo e quando o faço ela cobre os seios e fica mais vermelha que antes. Dou um sorriso — Anjo, não precisa ter vergonha — eu tiro o braço dela da frente dos seios e vou em direção ao seu ouvido — você é linda — e chupo o lóbulo de sua orelha.
Vou descendo os beijos pelo pescoço dela e vou a deitando lentamente sobre a cama, ela leva novamente as mãos até meus cabelos acariciando gentilmente, vou até o mamilo esquerdo e passo a língua lentamente, quero ver as reações de Nora, ela dá um suspiro e eu continuo, com minha mão estimulo o outro mamilo, continuo com as carícias e Nora começa a deixar alguns baixos gemidos escaparem e eu me delicio com essas sensações, poder dar prazer a ela é fantástico!
Começo a descer a minha mão esquerda pela barriga dela em direção a calcinha e com esse movimento sinto seu corpo ficar tenso em baixo de mim, dou um sorriso e largo o mamilo dela — Calma Anjo — eu disse assim que me afastei — Vou ser carinhoso, eu sei que é virgem — ela cora mais se ainda fosse possível e se esconde com um dos braços, ver Nora dessa forma tão única me excita cada vez mais, pois vejo que ela é minha e só minha! — Assim você me excita mais Nora — e eu volto a estimulá-la com minha boca.
Puxo a calcinha dela a retirando por completo, passo o dedo por toda a intimidade de Nora e ela está úmida e para mim, há estimulo um pouco assim e logo a penetro com um dedo e começo a movimentá-lo devagar e depois vou aumentando a velocidade aos poucos, logo Nora vai deixando alguns gemidos escaparem e isso vai me deixando louco, coloco um segundo e depois um terceiro dedo, e fico assim a estimulando com a boca e com os dedos, Nora começa a gemer cada vez mais e eu sinto meus dedos serem pressionados, ela já vai ter um orgasmo, aumento a velocidade e fico observando suas reações, todas feitas por mim e para mim, logo Nora tem um orgasmo forte, seu corpo está tremendo ainda.
O corpo de Nora é muito lindo, ela tem seios medianos, nada muito exagerado, cabem certinho em minha mão, cintura fina e quadris largos e sua pele é tão lisa... Nora é perfeita.
Ela está muito corada e ofegante, mas nem por isso está menos linda, aos meus olhos ela está mais linda do que todas as outras vezes. Eu já estava sentado na cama e de repente Nora se senta também e me fita por um instante, fiquei confuso com essa ação repentina e mais ainda quando ela sorriu e me empurrou contra a cama.
Ela subiu em cima de mim e me beijou, confesso que fiquei surpreso com a atitude dela, o beijo foi rápido, logo ela começou a beijar e lamber em meu pescoço e foi descendo em direção ao meu peito e foi dando beijos também, eu deixava alguns gemidos baixos escaparem em reação aos toques de Nora, nunca tinha sentido algo assim, ela chegou ao cós da minha calça moletom e a puxou junto com minha cueca, as retirando por completo.
Nora me observa como se quisesse marcar cada detalhe de meu corpo em sua mente e depois sorriu maliciosa. Eu estava curioso tentando descobrir o que Nora estava pensando em fazer, quando ela pega em minha ereção com certo receio, mas ao mesmo tempo firme, fecho os olhos devido ao prazer que esse simples toque me fez sentir, Nora começa devagar o movimento de sobe e desce e vai aumentando aos poucos a velocidade, eu deixo alguns gemidos escaparem, Nora se abaixa e passa a língua na ponta de minha ereção, só com esse movimento eu deixo um gemido alto escapar, ela o coloca por inteiro na boca e meu Deus!
Que sensação maravilhosa! Ela o coloca na boca por pouco tempo e quando Nora para eu me levanto e vou até o criado mudo pegar uma camisinha, a coloco e me sento novamente, seguro Nora pelos quadris a posicionando sobre minha ereção.
— Pode doer um pouco, mas prometo ser gentil! — e a desço lentamente. Apertado, era o que eu sentia, uma sensação de posse me assumiu, agora sim Nora era minha para sempre, se ela soubesse o quanto eu a amo... Eu a segurava pelo quadril, esperando ela se acostumar comigo dentro dela, sei que está doendo é que Nora é mais acostumada à dor e consegue disfarçar bem, ela enlaça meu pescoço num abraço, depois de algum tempo assim ela começa a se mexer lentamente, eu a ajudo a se movimentar, segurando pelo quadril dela, eu fecho meus olhos, pois isso está bom demais.
Nem em meus mais pervertidos sonhos com Nora, eram tão gostosos assim, ela me abraça mais forte e aumenta a velocidade, eu com uma das mãos a auxiliava e com a outra acariciava gentilmente suas costas e dava beijos e leves mordidas em seu ombro, resolvo mudar de posição e a deito sem sair de dentro dela, depois que ela deitou eu aumentei a velocidade — Hum... Patch... Isso é muito bom... — Tem como eu ficar mais excitado após essas palavras? Nora me tira do sério completamente e me leva a loucura!
Eu também já deixava alguns gemidos de satisfação escapar, abaixei minha cabeça até seu pescoço e dava leves beijos e lambidas, Nora começou a arranhar o meio de minhas costas e eu a abracei passando meus braços por debaixo de suas costas, a trazendo para mais perto de meu corpo, se é que fosse possível! Sinto Nora me apertar e seu corpo tremer, já sei que ela teve outro orgasmo, dou mais duas estocadas e logo tenho um orgasmo, diferente de todos os outros e mais intenso também.
Caí em cima dela esgotado, nossas respirações estão descontroladas e impossíveis de se normalizarem, saio de dentro dela e aproveito o momento único que tenho com Nora, deito a cabeça em seu peito e ela acaricia meus cabelos, fecho os olhos e sinto a carícia dela, fiz amor com a mulher que eu amo, mas será que ela me ama também, ou só esta me achando um aproveitador que tira a virtude alheia? Amanhã antes da escola eu vou conversar com ela e me declarar... Quem sabe ela também não sente algo por mim?
— Você está bem Anjo? — pergunto levantando um pouco a cabeça para olhá-la, ela ainda está levemente corada.
— Sim — ela responde e acaba bocejando — Mas estou com sono — eu me afasto me deitando de barriga para cima e ela se aproxima deitando a cabeça em meu peito — Boa noite Patch.
— Boa noite Anjo — e eu a abraço a trazendo para mais perto e a aconchegando a meu corpo, logo Nora já está com uma respiração mais leve e acho que ela já dormiu — Eu te amo Nora — e fiquei observando ela mais um tempo e logo adormeci.
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Acordei com meu celular tocando, desliguei o alarme e me virei procurando Nora pela cama, mas nada, levanto a cabeça e suas roupas não estão mais no chão, nem as minhas, pego minha cueca e a visto descendo as escadas em seguida, as coisas de Nora não estão mais no sofá, olho pela janela e seu carro também não está...
Ela fugiu? Ela foi embora depois da noite perfeita que tivemos? Ah, mas vai me dar uma bela de uma explicação. Tomei um banho rápido, coloquei minhas roupas de costume e fui em direção à garagem tirei meu carro de lá e fechei a casa, saí cantando pneu. Nora você vai me dar uma bela explicação ou não me chamo Patch Cipriano! E parti em direção a escola.
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