Notas iniciais
Olá babys do meu coração, quem quer saber de boas notícias levantem a mão o/ Não vou falar pelas notas iniciais, então, leiam as finais u-u Gente do meu lindo coração, eu quase tive um treco aqui!!!! TIVE DUAS RECOMENDAÇÕES!!!!!! Muito obrigada a analu1000 e a Jhessy Lacerda pelas lindas recomendações *-* eu nem estava esperando mais nenhuma ♥ Gostaria também de agradecer a Miss B, Brubs Romualdo, analu1000 e a lipsmango por favoritarem a fic, vocês querem me matar de alegria aqui só pode *-----* Bom sem mais delongas ai vem o capitulo... Até as notas finais ♥ P.S: Acho que o capitulo ficou gigaenorme, mas ele é muito esclarecedor... u-u

Connor levanta o olhar e se depara com quatro pessoas a sua frente, três ele conhecia muito bem, mas uma em especial chamou sua atenção e ela o analisava a todo o momento.

Eu continuo o analisando, esse homem a minha frente é meu pai? Sério mesmo que depois de 17 anos eu finalmente encontrei meu pai... Eu não poderia estar mais feliz! Mas acho que ele não tem conhecimento de minha existência, até porque quando ele foi aprisionado, minha mãe ia dar a notícia da gravidez.

— Cameron? — ele diz se aproximando da grade da cela sem tocá-la — Lucinda? Jev? — ele olha para os três confusos — O que vocês estão fazendo aqui?

— Viemos dar um jeito de te tirar daqui — diz Luce dando um sorriso — quando descobrimos onde você estava não poderíamos ficar parados velho amigo — essas palavras de Luce me pegam de surpresa, então eles são amigos de meu pai... Por isso o empenho em querer me ajudar... Algo em meu coração se aperta, será que se ele fosse um desconhecido, meus amigos me ajudariam? — Mas porque você está aprisionado? Que eu saiba o maior Arcanjo de todos os tempos e que tem o respeito de todos os Arcanjos não deve ter feito nada para irritá-los, e mesmo que tivesse feito... — e deu de ombros.

Ele deu um sorriso de canto — Não foi nenhum Arcanjo da lei que me prendeu... — ele diz e seu olhar fica vago por um instante — na verdade foi sim um Arcanjo, mas eu nunca desconfiaria dele... — ele dá um sorriso fraco — ele sabia onde eu tinha guardado uma pena por precaução, ele entrou em minha casa e a queimou... — ele olha para Cam — eu o julgava meu amigo e tinha depositado no mesmo toda minha confiança...

— Mas você nunca desconfiou do mesmo? — Patch pergunta para ele — Nunca passou pela sua cabeça que ele poderia querer o seu mau?

— Nunca. — ele diz sério — Como eu disse antes, ele era de minha inteira confiança — ele olha para os três — Sabe do que somos capazes para proteger nossos amigos quando necessário e foi isso o que eu fiz, mas acabei sendo apunhalado pelas costas — ele olha sério para um ponto atrás de nós — e acabei sendo traído da pior maneira possível...

— Nossa! — exclama Cam surpreso — já escutei essa frase antes! — e começa a rir — Que sensação de Dejavú — e olha para mim rapidamente — Mas voltando o assunto — ele olha para Connor — Como vamos te tirar daí?

— Não sei — ele diz cabisbaixo — vocês não podem tocar nas grades — ele joga uma pedrinha na mesma e ela se incendeia — chamas do Inferno — ele diz sério — e essa fechadura é especial, somente é aberta com a espada dos demônios... — ele dá de ombros — realmente não sei como isso pode ocorrer...

— Mas você poderia nos dizer o real motivo de você estar preso? — pergunta Luce visivelmente curiosa. Por incrível que pareça o “andar” da cela de Connor não tem chão, mas é possível ver uma plataforma e duas alavancas, parece que não querem ninguém andando por aqui e curiosamente as duas celas ao lado da de Connor estão vazias... Por esse motivo estamos voando ainda.

— Sim — ele diz se sentando melhor, se apoia na parede e fecha os olhos — Desde a minha queda, eu busquei conhecer melhor os humanos. Fiz várias pesquisas e conseguia explicar tudo o que era relacionado a eles, mas uma coisa eu não conseguia nem explicar e muito menos entender, aquilo que eles denominavam amor — ele abre os olhos e nos encara — Passei muitos séculos tentando entender, mas não conseguia, o tempo foi passando e eu fui desistindo de entender o que era aquilo. — ele meio que se perde em lembranças — Estava decidido a desistir de vez, não queria mais tentar entender e todas as tardes eu me sentava em um banco de uma praça próxima a minha casa e observava os casais, sempre sorridentes e com um olhar que eu deduzi ser apaixonado, mas não sabia como esse "amor" aparecia nas pessoas — ele dá um sorriso — todos os dias tinha uma jovem moça que se sentava em um banco próximo ao meu e se colocava a observar o por do Sol.

"Às vezes ficava observando o movimento, assim como eu ou somente lendo um livro qualquer ao por do Sol — travei no mesmo instante, eu conheço essa história — Passei a observá-la, pois algo nela me atraia, ela era e é muito bonita, seus cabelos eram escuros e pendiam em ondas até a metade das costas, seus olhos em um lindo tom de verde e sempre fitavam a tudo e a todos alegres, eu passei a observá-la discretamente — ele aumenta o sorriso — e um dia eu me aproximei com uma desculpa qualquer, depois desse dia passei a esperá-la todos os dias no mesmo banco em que ela se sentava, algo nela me atraia e me chamava para ela."

"Começamos a conversar todos os dias e depois de alguns meses eu roubei o primeiro beijo — eu o olho admirada, realmente ele se lembra de minha mãe e pela forma como fala ainda a ama, pois ele fala com admiração e paixão — ela ficou muito surpresa, mas depois sorriu, eu meio que me declarei para ela, não sabia o que era aquele sentimento de querê-la por perto, mesmo sem saber disse que gostava dela e ela disse que se sentia da mesma forma..."

— Então vocês ficaram juntos? — perguntou Cam curioso.

— Sim, começamos a nos envolver e depois de algum tempo começamos a namorar — ele olha para todos nós, seus olhos param em mim por um instante, mas logo ele desvia — quando estávamos namorando a uma semana, eu contei a ela que era Anjo e que eu sabia que ela era uma Nefilim, ela ficou com medo, pois ela não tinha feito o juramento de vassalo, mas eu garanti a ela que eu somente queria ser amado — ele dá um sorriso de canto — Por eu ser um Arcanjo, eu consigo encobrir minha real condição, por isto ela só soube quando eu falei...

"O mais curioso era que eu sentia os toques dela, quando eu falava com outros Anjos, eles falavam que não sentiam toques — olho para Patch que olha para mim intensamente — Mas como eu gostava dos mesmos eu não me importava... Depois de um tempo aprofundamos mais ainda nossa relação, descobri quem era o pai dela estávamos decididos a fugir para viver nosso amor, mas ai foi quando tudo aconteceu".

— Como era o nome dessa moça? — Patch pergunta, mesmo já sabendo a resposta.

— Blythe Grey — ele diz com um olhar amoroso e repleto de saudades.

— Interessante... — diz Cam e Connor lhe lança um olhar interrogativo — Mas como aconteceu para você ser preso aqui? Blythe sabe o que aconteceu?

— Blythe não tem idéia do que aconteceu comigo — ele diz com pesar — ela deve me odiar hoje, acha que eu a enganei, que só queria usá-la e que não a amo, mas é mentira — ele diz com visível mágoa ressentimento e certo medo, de suas suposições estarem certas — eu a amo com todo meu coração e não a abandonaria por nada desse mundo! — ele dá um suspiro — O que aconteceu foi assim, eu tinha contado a esse meu suposto amigo que eu ia fugir com Blythe e que estava muito feliz por tê-la por perto, éramos conhecidos desde antes da queda, assim como foi com vocês... Estava em minha casa, no dia seguinte ia terminar de planejar com Blythe como íamos fazer para fugir, mas ai ele chegou...

"Em uma de suas mãos tinha uma pena branca, mas desconfiava que conhecesse a mesma, ele começou a falar que eu era um empecilho no caminho dele, sempre atrapalhando e que se não fosse por mim ele seria o “número um” — ele diz fazendo aspas e pouco caso também — mas nunca quis esse status, sempre fiz meu dever e por esse meio consegui esse status... Ele disse que Blythe não devia ter aparecido em minha vida — começo a ficar tensa e muito nervosa — que eu estava à beira da loucura nessa minha obsessão em saber sobre sentimentos humanos, mas ai aparece Blythe e trás sentido a tudo o que eu pesquisava..."

"Ele ameaçou machucar Blythe, disse que sabia que ela não possuía um vassalo, disse também que ele queria ter tudo o que eu tinha, disse que queria ser eu e quando dei por mim ele tinha queimado minha pena — ele diz fazendo uma careta — quando acordei estava preso nessa mesma cela, um dia ele apareceu aqui e começou a me torturar, disse que Blythe me odiava e mais ainda por eu tê-la abandonada grávida — seus olhos brilham em admiração — mas eu não sabia que Blythe estava esperando um filho ou filha, ele veio durante todo esse tempo me torturando e sempre que podia ameaçava Blythe e a criança, um dia ele chegou aqui e disse que tive uma linda filha, mas que estava se envolvendo com pessoas erradas e estava merecendo uma punição — nesse momento eu ficou mais nervosa ainda, então meu pai sabe quem esta me machucando! — há alguns dias ele apareceu aqui e disse que tinha dado uma surra em minha filha e nas pessoas que andam com ela e meu coração se apertou, com medo de perder uma das pessoas que mais amo, mesmo sem conhecer..."

Chega, para mim é a gota d’água... Quem essa pessoa pensa que é para me afastar de meu pai? De me privar de ter o amor dele? De dar orgulho ao mesmo? De fazer a ele e minha mãe sofrerem pela perda um do outro? E da pobre da minha mãe mais ainda que ainda tem a sensação de rejeição? Não consigo mais controlar minha raiva, fecho os olhos e começo a respirar descontroladamente, sinto uma sensação me preencher, uma coisa bem no fundo de meu peito e acabo dando passagem para essa sensação, sinto meu corpo ser tomado por uma força incrível e quando abro os olhos ele reluz, olho para minhas mãos e elas estão tomadas por um brilho branco, minhas asas estão abertas e esticadas para o lado, olho para meus amigos e eles me olham espantados.

Me aproximo da cela de meu pai e quando vou tocá-la — Não toque, você irá se machucar! — mas não dou ouvidos e toco na cela, as chamas começam, mas não me queimam dão somente uma ardência mínima, nada que não dê para suportar, forço um pouco a grade e as dobradiças começam a se soltar das paredes, todos olham a cena impressionados, decido forçar a fechadura, posiciono as mãos próxima a mesma e bato as asas com força, o metal range e logo a fechadura arrebenta, a porta se abre e as chamas cessam no mesmo instante. Olho para Cam duramente e ele já sabe o que está acontecendo.

— Vem aqui — ele diz pra mim e me puxa num abraço — já passou, não precisa ficar assim Raio de Sol — ele acaricia meus cabelos, eu o abraço de volta e fecho os olhos — Não precisa mais disso, você prometeu...

— Eu sei... — eu digo de olhos fechados absorvendo o calor do abraço de Cam e vou me acalmando, sinto aquela força deixar meu corpo e quando eu abro os olhos novamente já estou normal — Me desculpe por isso — eu digo sem graça — Prometo tentar não se repetir... — eu digo me afastando e indo para o lado de Patch que me olha com um misto de admiração e preocupação, pego na mão dele — Cam, vamos que eu tenho certeza de que esse barulho vai trazer alguém aqui...

— Verdade — ele diz se aproximando da cela de Connor junto de Luce e ambos o seguram o amparando pelos ombros. Descemos rapidamente e quando chegamos ao chão Cam faz algo diferente do que fizemos para vir, ele faz uns desenhos no ar e fala palavras mais confusas do que as que ele usou antes e um portal se abre a sua frente, ele faz sinal para que Patch e eu seguremos uma das mãos de Luce e ele pula dentro do portal, quando ele vai me puxando consigo ver um daqueles demônios chegando, mas quando ele ia pular no portal o mesmo se fecha.

Tudo fica escuro novamente, aperto a mão de Patch para ter certeza de que o mesmo ainda está ao meu lado e sim ainda está como da forma que fomos, sinto como se estivesse sendo sugada e logo uma luz a nossa frente, somos lançados para cima quando o chão se abre e caímos com tudo no chão, eu com a minha sorte cai em cima de uma lapide, doeu... — Estão todos bem? — pergunta Cam assim que se levanta.

— Sim — todos nós respondemos.

Levantei-me de cima da lapide de algum morto qualquer, que não venha puxar meu pé! Cai em sua lapide sem querer... Senti uma fisgada do meu lado direito e quando olho um pedaço de maneira enfiada, ó pai! Peguei com as duas mãos e puxei, doeu... Patch se aproxima e vê a madeira em minha mão...

— Mas Anjo já se machucou! — ele se aproxima e levanta minha camiseta, olhando o ferimento. No mesmo instante Cam, Luce e Connor se aproximam

— Já ta sarando.

— Nora! — grita Cam comigo — Caramba meu você consegue se machucar até dormindo! — levanta minha camiseta e vê o machucado — Como foi isso?

— Acho que foi quando eu caí na lapide — eu disse dando de ombros. Olho em volta e vejo que está de noite — Vamos voando para sua casa, tá de noite mesmo, de lá ligo para minha mãe avisando onde eu estou... — comecei a bater as asas e comecei a levantar voo, Cam e Patch seguram Connor que ainda está fraco para deixar suas asas saírem, Luce vai ao meu lado — Estou tão feliz... — eu disse num sussurro.

— Eu sei... — ela diz sorrindo — quando vai contar?

— Não sei — eu disse incerta — Vamos apostar? — eu pergunto começando a bater as asas de forma mais rápidas — Lucinda Prince você não ganha de mim! — e mostrei a língua.

— Ah! Você vai ver só! — e começou a bater as asas mais rápidas — Você não vai ganhar!

Os meninos olhavam aquilo assustados. O que foi que aconteceu aqui? Era a pergunta que eles se faziam nesse momento.

Luce sorria, sabia que Nora estava fazendo aquilo para deixar de lado a tensão “Nora espera um pouco!” comecei a sorrir “Certo!” diminui a velocidade e Luce segura em minha mão, voamos de mãos dadas. Logo vemos os meninos se aproximando e a casa de Cam também, Luce e eu mergulhamos e quando estamos quase tocando o chão planamos e pousamos em pé, escondemos nossas asas rapidamente, subimos as escadas do apartamento de Cam e esperamos ele subir...

Quando ele sobe e abre a porta, passo correndo para o banheiro, depois de fazer minhas necessidades volto para a sala. Olho o relógio e são 22h33min, se passaram 12 horas que fomos para o Inferno? Pego o telefone de Cam e ligo para meu celular. Dão cinco toques — Alô?

— Bolinha! — eu digo feliz — Já estamos na casa de Cam, mas eu preciso do meu celular para ligar para minha mãe — paro no mesmo instante — Você está em casa?

Não! — ele diz e eu dou um suspiro aliviada — Estamos na pizzaria, é próxima a casa de Cam, onde vocês estão?

— Justamente na casa dele, eu já disse isso... — eu digo me sentando no sofá — Vem agora para cá! — e desligo o telefone — Eles estão vindo... Você ainda tem roupas minhas aqui? — ele assentiu — Então vou tomar um banho...

Fui em direção ao quarto e fui a uma gaveta que tem roupas minhas e de Vee, peguei um vestido preto, apertado no busto e soltinho do busto para baixo na cor preta, até roupas intimas temos aqui. Peguei uma toalha e me enfiei no banheiro. Tomei um banho rápido, me troquei e fui para a sala. Quando cheguei lá, vi que tinha um lanche com suco montado em cima da mesa, vi todos comendo, presumi ser o meu, comi e nem me lembrava de que estava com tanta fome. Escutei a campainha tocar e fui atender.

— NORA!!! — grita Vee pulando em mim e me abraça apertado, em cima da minha mais nova ferida — Que bom que esta bem!

— Vee, meu machucado — digo num sussurro e ela me solta “Não comentem nada, meu pai não sabe ainda que é meu pai” disse para ambos — Venham, o pessoal está aqui... — eu disse andando em direção à sala, mas parei — Scott — e estendi a mão. Ele me entregou o celular, me afastei e liguei para minha mãe, avisei que ia dormir na casa de Cam, junto de Vee e Scott e ela disse que tudo bem, voltei para a sala — Minha mãe me deixou passar a noite aqui...

— Que bom... — responderam todos.

Connor me fitava intensamente e se dirigiu a mim pela primeira vez — Garota, você salvou minha vida, serei eternamente grato! — ele diz dando um sorriso — Se não fosse por você estaria sendo torturado agora!

— Sem problemas — eu disse envergonhada — Só deixei acontecer, daquele poder me dominar... — dei de ombros — e bem você sabe o que aconteceu...

— Você poderia me dizer seu nome? — ele pergunta em expectativa.

— Nora... — eu digo insegura — Nora Grey — dou um suspiro — Filha de Blythe Grey e... Connor Sforza... — baixei o olhar envergonhada.

Só dei por mim que estava sendo abraçada quando o senti estreitá-lo mais o abraço — Minha filha — ele diz num sussurro e sinto lágrimas molharem meu rosto, logo sinto minhas próprias lágrimas escorrendo por meu rosto — Você é tão linda filha... — ele me analisa, segura meu rosto em suas mãos e me da um beijo na testa, ele olha no fundo de meus olhos e sorri feliz — Você me perdoa?

— Sim! — eu disse retribuindo o abraço — Agora eu sei por que de eu não ter um pai por perto... — dei um sorriso, o coração dele está batendo rápido e forte — Eu estou muito feliz!

— Nora — ele diz afagando meus cabelos e me dando um beijo no topo da cabeça — Você sofreu algum ataque ultimamente? — fiquei tensa no mesmo instante — Pela sua reação a resposta é sim... Você poderia me contar como foi?

— Claro — eu digo me afastando do abraço dele — Mas antes eu quero te apresentar aos meus outros amigos... — dou um sorriso — tendo em vista que você já conhece parte deles... — aproximo-me de Vee e Scott — essa menina aqui se chama Vee, ela e Luce são minhas melhores amigas e irmãs que eu não tenho... — dou um sorriso — Esse grandão aqui é o Scott, ele, Cam e Patch são meus melhores amigos — olho para os dois — Vee, Bolinha esse é meu pai Connor Sforza...

— Muito prazer Senhor Connor — diz Vee dando um sorriso — como Nora disse me chamo Vee e somos amigas desde sempre — ela dá um sorriso que mostra as covinhas da mesma — Fiquei muito feliz que o resgate deu certo.

— Muito prazer — diz Scott tímido — Também sou amigo de Nora desde meus 8 anos, mas depois de algum tempo me mudei, recentemente estou hospedado na casa de tia Blythe — ele dá um sorriso de canto — Fiquei muito aliviado quando Nora me ligou avisando que tinha voltado em segurança.

— Muito prazer meninos — meu pai disse dando um sorriso para ambos — Fico feliz por Nora ter tão bons amigos! — ele se senta ao sofá — Nora eu me atentei a duas coisas que você falou uma que não teve pai e outra que não tem irmãos...

— Sim, eu nunca tive um pai... — eu digo dando um suspiro — minha mãe não se casou e nem teve um namorado por 17 anos, então não tem como eu ter irmãos de sangue... — dou um sorriso para meus amigos — Mas não muda nada, pois eu tenho meus irmãos do coração...

— Bom — ele diz pensativo — mas agora você pode me dizer o que aconteceu? — ele me pergunta sério.

— Posso... — mas fui interrompida.

— Anjo, antes de você continuar eu tenho algo a dizer... — diz Patch parando ao meu lado — Connor, Nora e eu somos namorados — meu pai nos analisa por um instante — Já falei com a mãe dela e agora estou falando com o pai — ele passa o braço por meus ombros — Você permite que eu namore sua filha?

— Claro que deixo — ele diz dando um sorriso — você é de minha inteira confiança Jev!

— Bom acho que agora posso falar né? — eu digo me aproximando do sofá de dois lugares, Patch se senta ao meu lado, Cam e Luce ao lado de meu pai e Vee e Scott no chão, apoiados na parede. Patch segura em minha mão, em sinal de força — Sim, eu recebi ataques contra mim e meus amigos...

— Quem foi à pessoa que te atacou? — ele pergunta pensativo.

— Na verdade, não foi a pessoa e sim as pessoas — eu digo explicando para ele — a primeira vez que eu fui atacada, eu estava em um Shopping com Vee, fomos surpreendida no estacionamento por 10 Parias, eles queriam me levar, mas não conseguiram, minha mãe sempre me fez lutar, então ela me colocava em academia de luta e treino até hoje, então quando eles viram me pegar eu lutei por mim e por Vee — dou um suspiro — mas Vee não sabe lutar muito bem, então eu acabei me machucando muito, coisa de vir até aqui desmaiada e acordar por no máximo 10 minutos e desmaiar de novo...

— Você não sabe como Nora me assustou aquele dia — diz Cam abraçando Luce pelos ombros — Vee subiu até aqui, chegou ofegante, imagina minha cara quando abro a porta e vejo Vee suja de sangue e ela desesperada por Nora não conseguir nem andar, não pensei duas vezes, corri sem nem me importar se estava rápido demais ou se alguém ia estranhar isso — ele dá uma pausa — quando me aproximei do carro, vi o estado deplorável de Nora, ela estava toda suja e com uma cara de cansada, enfim ela saiu bem, se defendeu e logo se curou... — ele olha para Connor e sorri — Nora é diferente, tem um poder de cura diferente de tudo o que eu já vi...

— Esse foi o único ataque? — ele pergunta um pouco tenso. Connor na verdade estava preocupado, pois se Nora não fosse dessa forma, ela estaria nas mãos daquela pessoa e ele nunca iria conhecê-la, muito menos conseguir se redimir com ela e com Blythe. Connor ficou muito feliz quando chegou à casa de Cam e descobriu que Nora era sua amada filha, que mesmo sem conhecê-la, já a amava como um pai ama seu filho. E que finalmente iria poder se explicar a mulher que sempre amou e ama até hoje, Blythe Grey.

— Não — eu disse tranquilamente — houve mais uns dois ataques, um foi em uma festa em minha casa e o outro é em um lugar que somente nós temos conhecimento — dou um suspiro — novamente o alvo era eu, somente eu. Não sei quem é o real mandante, eu achava que era o Traves, mas Cam disse que não, ele descobriu que Traves é um intermediário, que tem alguém que está mandando em Traves e ai voltamos a estaca zero, pois não sabemos e nem temos ideia de quem possa ser — dou um suspiro desanimado — a única pista que temos que eles, os Párias, estão planejando uma nova emboscada... — deixei a frase morrer, o que não passou despercebido por Cam.

— Nora Grey! — ele diz em tom de repreensão e todos olham para ele e para mim, eu somente me encolho — Você não vai fazer o que você está pensando!

— Não estou pensando em nada Cam — eu digo não tentando levantar suspeitas, mas não era para ele sacar que eu tinha um plano, merda! — Você está imaginando coisas... — Patch acaricia levemente minha mão.

— Nora eu te conheço muito bem! — ele diz me olhando severamente — Você não vai fazer isso, está me entendendo?

— Sim Cameron — digo ironicamente — estou entendendo não vou fazer nada — todos olhavam confusos sem entender nada — Feliz?

— Muito... — ele diz dando um sorriso.

— Agora posso continuar? — todos assentem — Bom nesse último ataque, foi quando elas apareceram... — dei um sorriso — minhas asas... Todos ficamos surpresos, pois nunca tinha escutado falar de Nefilins com asas...

— Verdade — diz Patch — Nora já era diferente pelo seu rápido poder de cura — ele diz acariciando minha mão — e quando estávamos naquela clareira e suas asas apareceram, foi uma surpresa muito grande... — ele dá um sorriso de canto — por isso ela é única — ele fica sério de novo — mas não sabemos o porquê dela ser assim...

— Nem eu... — meu pai diz sério — quando a vi junto de vocês, pensei que fosse um Anjo, mas quando senti sua essência, percebi que era Nefilim — ele olha em meus olhos — mas depois fiquei confuso, quando aquele poder a dominou. Não sabia o que dizer, ela parecia um anjo... — ele coça o queixo — Tenho que analisar com mais calma — ele dá uma piscada mais lenta — Agora eu preciso dormir e descansar...

— Tudo bem — eu disse me levantando e puxando Patch comigo — Scott, você vai dormir na Vee?

— Sim — ele diz meio corado e eu reviro os olhos.

— Certo... — eu digo me virando para Connor — Vou embora, você dormirá aqui. Tudo bem né Cam? — ele assente que sim — Amanhã eu passo aqui... — penso um pouco e dou de ombros — Então na hora do almoço eu passo aqui e te levo até minha casa... — o encaro esperançosa — para falar com minha mãe...

— Tudo bem Nora — ele diz se levantando e me dando um beijo na testa assim que se aproximou e depois me dirigiu um sorriso — Amanhã vou falar com Blythe e me explicar a ela... — ele dá um suspiro — ela deve me odiar, achando que eu a abandonei, acima de tudo grávida... — ele acaricia meus cabelos e se dirige a Patch — Cuide de minha menina...

— Pode deixar Connor... — ele aperta minha mão gentilmente — Com todo o meu ser...

— Bom então já vamos né? — eu disse e dei um beijo em Cam, Luce e em meu pai — Até amanhã — e fui em direção à porta junto de Patch que murmurou um tchau, Scott e Vee também se despediram de todos e saíram, caminhamos ate o carro de Scott.

— Nora — disse Vee empurrando Patch pro lado e me puxando pra longe dele — Preciso te falar algo...

— O que? — eu pergunto baixinho, e percebo Scott se aproximando de Patch e falando algo também...

— Ficamos com seus celulares, certo? — eu assenti que sim — Então... Vocês nos deram livre permissão de atender a qualquer um que ligasse certo? — assenti novamente — Então... — nisso eu já tinha parado de andar e Patch e Scott já estavam no carro conversando também. Eu e Vee ainda estávamos na base da escada.

— Vee Sky — eu digo seria — começou agora termina!

— Você recebeu uma ligação de Traves que eu atendi — ela diz um pouco envergonhada — ele disse que queria te ver e que estava com saudades de seus beijos... — ela diz mais envergonhada ainda — ai eu desliguei na cara dele — eu comecei a gargalhar — Não ri! É serio, ele ligou de novo e não atendi mais, não consegui me passar por você... Disse que ele tinha ligado errado e eu desliguei — e deu um suspiro pesado — mas isso não é o pior...

— E o que seria pior? — eu perguntei tensa.

— Antes da ligação de Traves... Patch recebeu uma ligação de... Marcie — eu fiquei mais tensa que antes — Não sei o que ela disse Scott não me contou, assim como eu não contei de Traves, mas ele também ficou extremamente corado — ela me segura pelos ombros e me força a olhá-la nos olhos — não o julgue sem saber...

Somente acenei e caminhei em direção ao carro. Vee entrou na frente com Scott e eu me sentei atrás com Patch, cada um de um lado do carro, ambos olhando pela janela. Vee e Scott iam conversando animados sobre um assunto qualquer, vez ou outra sentia o olhar de Patch, mas logo ele olhava para outro canto qualquer. Patch ia explicando o caminho de sua casa a Scott e eu somente me perdia em pensamentos maldosos.

Mas, não posso julgá-lo, pode ter sido somente uma ligação assim como Traves fez... Mas se Scott não contou a Vee... Será que tem algo a mais por trás? “Nora, você prometeu” primeiro dei um pequeno pulo no assento, o que fez Vee dar uma gargalhada audível, segundo dei um suspiro e não respondi, somente continuei a fitar a janela. Os meninos nada disseram. Logo a paisagem começa a ficar conhecida e sei que já chegamos. Scott estacionou e descemos — Tchau gente — murmura Vee e Scott e logo saem.

Dou um suspiro e começo a caminhar em direção a porta, mas Patch não me segue — O que foi?

— Anjo, precisamos conversar — ele diz andando até a porta — eu sei que Vee te contou, assim como Scott me disse — ele destrancou a porta e me deu passagem para entrar, assim que passei, ele a trancou novamente, me sentei no sofá e cruzei os braços — Mas o que me deixou curioso, foi porque Vee não quis contar a Scott o assunto da ligação...

— Foi à mesma pergunta que eu me fiz — eu disse olhando nos olhos dele, pois ele tinha se sentado no outro sofá — porque Scott não quis contar o assunto da ligação a Vee... — eu dei um sorriso cínico — Sendo que você recebeu a ligação primeiro...

Ele engoliu em seco — Nora, eu não tenho nada com Marcie, você sabe disso! — ele diz emburrado — foi somente uma ligação dela falando que queria voltar comigo, que sentia falta de mim, essas coisas — ele diz se sentando ao meu lado e eu recuei um pouco — É você que eu amo, não ela.

— Eu sei... — disse dando um suspiro — Traves ligou somente pra infernizar mais ainda minha vida, disse que estava com saudades e queria me ver, mas Vee é muito tímida e não conseguiu se passar por mim, acabou desligando na cara dele — dei um sorriso — Não se preocupe se ele ligar, eu mesma dou um pé na bunda dele.

— Scott, mesmo com vergonha deu uma resposta nela — ele diz dando um sorriso — ele disse pra ela parar de me importunar e que eu não queria mais nada com ela — ele dá um sorriso de canto — claro, ele fez tudo isso como se fosse eu...

— Por isso ele ficou muito sem graça — eu disse pensativa — Enfim, isso não é problema meu e sim seu! — eu disse me levantando e indo em direção à cozinha e enchendo um copo com água — Bom, eu estou com sono... — eu disse depois de beber um pouco de água. Logo o celular de Patch toca e pela careta dele é fácil descobrir quem é. — Estou lá em cima — e subi em direção ao quarto.

Entrei no mesmo e fui até a cômoda de Patch, onde sei que ele guarda as camisas e peguei uma branca de lá, a vesti e fui em direção à janela, abri a mesma e admirei a lua e as estrelas, me sentei no parapeito da janela, com as pernas para fora e me pus a observar as estrelas, deixei a luz apagada para poder admirar melhor as mesmas, estava tentando montar as poucas constelações que eu conhecia, mas não consegui, minha cabeça estava no andar de baixo, quem em sã consciência liga para alguém depois da uma da manhã, fala sério! Fiquei olhando as estrelas, até que escutei a porta ser aberta lentamente e depois ser fechada da mesma forma, ouço passos vindo em minha direção e depois sinto braços me rodeando.

— O que foi Anjo? — ele pergunta colocando a cabeça na curva do meu pescoço — Porque não está deitada?

— Estou sem sono — eu digo olhando para a lua intensamente, sinto ele se afastar, mas só para me pegar no colo e me virar para dentro do quarto — O que foi?

— Você disse que estava com sono — e me olhou sério.

— Espero que não se importe por eu ter pegado uma camiseta sua — eu disse desconversando. Desci da janela e fui em direção à porta — Vou ao banheiro — e sai do quarto.

Desci em direção ao banheiro e fiz minha higiene, não ia dormir sem escovar os dentes... Escovei, com uma escova minha que eu esqueci aqui uma vez e depois acabei a deixando aqui... Sai do banheiro e fui para a sala, não queria subir ainda, estava muito mal, sério, porque você atende uma ligação à uma da manhã, ainda mais de uma ex sua? Eu sei, eu estou com ciúmes, eu assumo... Sentei no sofá e fiquei olhando para o nada, pensando um monte de besteiras em minhas caraminholas...

Escutei passos na escada e logo os ouço mais próximos, sei que é Patch, olhei para Patch e ele olhava em volta como se procurasse, deve ter me achado pela camisa branca, já que as luzes estão apagadas, ele se aproxima e se senta ao meu lado, ele me analisa com uma expressão séria, ele está com sua costumeira calça moletom e sem camisa.

— Nora, o que foi que aconteceu? — ele pergunta olhando para mim.

Pisco algumas vezes — Hum? — eu digo disfarçando, olho em volta e finjo perceber onde estou — Nossa, é que eu estava perdida em pensamentos e nem percebi quando vim parar aqui — disse me levantando — vamos deitar? — mas quando passei por ele, Patch me puxou me sentando em seu colo — O que foi?

— Anjo, você está estranha — ele disse estreitando mais os braços ao meu redor — Você ficou assim depois da ligação de Millar, mas só atendi para dar um basta em tudo isso... — ele me olha intensamente — Nora, eu deixei bem claro para ela que eu tenho uma namorada e que eu a amo mais do que tudo! — ele passa a mão pelo meu rosto — Eu já te disse uma vez, não quero nada com ela e nunca quis só me envolvi com ela para ver se sentia ciúmes — ele dá um beijo em minha testa — Só não contei para ela que essa pessoa era você porque você me pediu, mas a vontade que eu tenho é de gritar para todos que eu te amo Nora — ele me olha intensamente — o que mais eu tenho que fazer para você acreditar em mim Anjo?

— Eu acredito em você Jev — eu digo e ele dá um sorriso aberto, o que raramente acontece e me desconcerta inteira — O que foi?

— Essa é somente a terceira vez que você fala meu nome o dia todo — ele diz me dando beijos no pescoço e subindo até meu ouvido — Sabe que eu gosto quando me chama assim Nora — ele chupa o lóbulo de minha orelha — Só você, minha Nora — e depois me deu um beijo.

Um beijo amoroso, mas ao mesmo tempo cheio de saudades e de necessidade. O beijo começou a se intensificar. Eu me ajeitei melhor em seu colo, me sentando de frente para ele e passando meus braços por seus ombros, logo minhas mãos estão em seus cabelos, ele passa as mãos por minhas costas, fazendo leves caricias. Patch me aperta mais contra seu corpo — Anjo — ele diz num sussurro, assim que nos afastamos — Eu quero te sentir — e me beija novamente, descendo as mãos por minhas costas e para em minhas coxas, dando leves apertos ali.

Dou um sorriso entre o beijo, assim que nos afastamos eu respondo a ele — Anjos não sentem Jev...

— Mas você eu sinto Anjo — ele diz se levantando comigo em seu colo e vai em direção as escadas — Só o seu toque — eu passo a língua pelo seu pescoço e sinto Patch se arrepiar, dou leves mordidas e chupões no pescoço dele, mas foco no ombro dele, vou deixá-lo marcado, assim como ele fez comigo, mas não no pescoço, meus amigos e meu pai saberiam que teria sido eu a causadora dessas marcas...

Só percebi que tinha chegado ao quarto quando sinto algo macio em minhas costas — Anjo, você é a única que me propõe essas sensações maravilhosas — ele dá um sorriso de canto — e eu sou o único que propõe isso a você — e vai descendo em direção ao meu pescoço, dando leves chupões e mordidas no mesmo, ele sobe e me beija de novo. Patch se acomoda entre as minhas pernas, posso sentir sua ereção ganhando vida, passo as mãos em toda a extensão das costas de Patch – sim, agora eu posso desde que ele conseguiu as asas de volta, ele não me contou como conseguiu só que agora eu tinha total “acesso” as suas costas – e o sinto arrepiar, ele passa a mão pela lateral do meu corpo e vai em direção à barra da camiseta que estou usando, ele para de me beijar e me senta para tirar a camiseta, quando ele tira eu coro novamente, mas acho que ele não vê, pois o quarto está escuro.

Qual é gente, essa é a segunda vez que fazemos amor... Ele me deita novamente e começa a estimular os meus mamilos, o direito ele estimula com a mão e o esquerdo com a boca, eu deixo um suspiro escapar, ele vai descendo deixando um rastro de beijos, quando chega até a barra da calcinha ele para e a tira, ele me olha, não consigo ver, só sinto seu olhar sobre mim e coro mais ainda.

— Para de ficar me olhando assim — eu disse envergonhada.

Ele dá uma gargalhada — Anjo, não precisa ter vergonha — ele passa a mão por minha coxa — você é linda e acima de tudo, é só minha — ele abre mais as minhas pernas e introduz dois dedos, ainda me incomoda um pouco, mas a sensação é maravilhosa. Ele começa a movimentar os dedos me estimulando, fica assim um tempo e depois para, acho que estou lubrificada o suficiente, eu aproveito que ele se afasta e me levanto o pego de surpresa quando o deito na cama — Calma Anjo — ele diz sorrindo.

Posiciono-me sobre ele e lhe dou um beijo rápido, desço para seu pescoço dando leves beijos, mas quando chego ao ombro dele dou leves chupões e mordidas, ele deixa um suspiro escapar, vou descendo por seu peito deixando um rastro de beijos, quando chego à barra da calça eu a retiro junto com a cueca, pego em sua ereção e o masturbo um pouco, com movimentos leves, mas ritmados, Patch deixa alguns gemidos escaparem e eu amo proporcionar isso a ele, me abaixo até a ponta de sua ereção e passo a língua pela cabeça de seu membro, Patch deixa um gemido alto escapar, o coloco na boca e faço os mesmos movimentos que fazia antes, mas ao invés das mãos faço com a boca, fico assim só mais um pouco e logo paro.

Levanto-me e vou até a cômoda, pegando lá um preservativo e entrego a Patch, que foi? Não sei colocar meu povo... Deem um desconto é minha segunda vez... Assim que ele coloca, ele se deita novamente, eu subo novamente na cama e me posiciono sobre sua cintura, uma perna de cada lado e desço lentamente sobre a ereção de Patch — Hum... Anjo, assim vai mais fundo... — ele diz e morde o lábio inferior, sei disso, pois estamos mais perto agora. Eu começo a me movimentar e Patch me auxilia nos movimentos, realmente assim vai mais fundo, começo a cavalgar mais depressa e Patch vai deixando cada vez mais gemidos escaparem, eu também não fico muito atrás — Anjo... Vamos... Trocar... — ele diz entre os gemidos. Quando menos espero ele troca de posição comigo.

Acabei ficando por baixo dele, e ele se deita sobre mim, me beijando intensamente, ele parou um pouco com os movimentos, pois é ruim beijar e continuar com os movimentos. Ele apoiou seu peso nas mãos e voltou a se movimentar, rápido, fundo e com precisão. — Mais rápido... Jev — eu disse e assim ele fez, se é que era possível...

Os gemidos ecoavam pelo quarto, a única coisa que se ouvia era o som de nossos gemidos e o som de nossos corpos se chocando, sinto meu corpo começar a tremer e aquela sensação a me preencher, logo tive um orgasmo forte, puxei Patch e o apertei em um forte abraço, acabei dando outra mordida no ombro dele, que eu acho que vai ficar marca e se doeu ele também não reclamou, Patch deu mais umas duas estocadas e murmurou algo ininteligível, só consegui entender Nora. Ele caiu por cima de mim, nossas respirações cansadas, comecei a fazer carinho em seus cabelos e ele acariciava meu braço.

— Estou com sono agora — eu disse dando um sorriso em seguida — Você acabou com minhas energias...

O senti sorrindo — Você fala como se não gostasse... — dei um sorriso, Patch saiu de dentro de mim, amarrou a camisinha e a jogou no chão — amanhã eu levo para o lixo — e deu de ombros. Deitou-se ao meu lado na cama e me puxou para ele — Boa noite meu amor — deu um beijo em minha testa — Eu te amo...

— Boa noite Jev — dei um selinho nele — eu também te amo — e com ele acariciando meus cabelos, adormeci.

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Acordei com um peso sobre meu corpo, tentei me virar, mas não consegui. Depois de alguns instantes e ter acordado completamente, entendi o porquê, Patch me prendia com seu próprio corpo. Sua perna estava por cima das minhas duas e ele me prendia em um abraço, dei um sorriso, fiquei o observando dormir, até que ele abre os olhos com tudo.

— Bom dia meu amor — eu digo sorrindo — será que poderia me soltar agora? Quero ir ao banheiro.

Ele sorriu e me soltou, mas percebi que adormeceu de novo, me levantei, coloquei a camiseta dele e minha calcinha, peguei a camisinha do chão e desci para o banheiro, fiz minhas necessidades e higiene, depois fui à cozinha preparar o café, quando terminei subi novamente para o quarto para chamar Patch.

— Ei, acorda — eu disse o chacoalhando — Já são quase meio dia... — ele nem se mexe — Jev! — o balancei novamente — Ah! Vou te deixar ai, tchau — mas quando me virei ele me puxou de volta para a cama — Ahhhh... — meio que gritei com o susto.

— Onde você pensa que vai Anjo? — ele pergunta se posicionando por cima de mim — Vai embora? — acenei negativamente — Que bom — e deu um beijo em meu pescoço — Dessa vez você não fugiu...

— Não conseguiria nem se quisesse — eu disse sorrindo marota.

— Você queria fugir Anjo? — ele pergunta com uma expressão de magoado.

— Não Jev, eu não queria fugir, mas mesmo se quisesse não conseguiria — eu disse sorrindo — Você me prendeu de jeito aqui — dei um selinho nele — Vai, me deixa levantar, temos que estar na casa de Cam em 20 minutos — ele me soltou e eu levantei, desci tomei meu café e logo Patch apareceu vestido. Coloquei minha roupa de volta e fomos para a garagem, quando ia entrar no Jeep, ele me prende no mesmo e me dá ô beijo — Uau...

— Agora sim é bom dia Anjo — e deu a volta entrando no carro — Não vai entrar não? — e sorriu.

Dei um sorriso e entrei no mesmo. Fomos para a casa de Cam, no caminho liguei para mamãe e pedi para ela ficar em casa. Chegamos à casa de Cam e logo meu pai apareceu, eu já tinha ligado para Cam pedindo para ele descer, ele entrou no carro e fomos para minha casa. Fiz Patch estacionar na garagem novamente e descemos. — Eu vou à frente — eu disse indo a frente, eles ficaram me esperando na garagem, fui até o escritório e bati ouvindo um entre logo em seguida — Mamãe, eu trouxe uma visita para você...

— E quem seria? — ela perguntou curiosa.

— Espera que eu vou buscá-lo — e nem dei chance dela questionar nada, sai do escritório e fui até a garagem — Venham — ambos se aproximaram e me seguiram até o escritório. Abri a porta e passamos eu e Patch.

— Nora, desde quando Patch é uma visita? — ela perguntou de olhos cerrados — ele já é de casa!

— Mas eu não falei de Patch mãe — eu disse revirando os olhos — eu estava falando dele — e abri a porta mostrando meu pai.

Minha mãe arregala os olhos, espantada, como se tivesse visto um fantasma que não deveria estar ali.

— Olá Blythe, quanto tempo...

Notas finais
Olá pessoas de novo :3 Connor finalmente conseguiu contar sua história e enfim vocês descobriram uma parte do "mistério"... Ele também conseguiu sair do Inferno *-----* e fez as pazes com a filha *o* - juro que tentei fazer algo bom no momento pai e filha e bem, saiu essa cena u-u Gente, as vezes um pouco de ciumes é bom né, porque na hora da reconciliação... Bem... É realmente quente a reconciliação :3 ~le pervertida falando... E bem teve a segunda vez deles *O* Bom, Blythe e Connor finalmente terão a conversa... O que será que sairá daí? Bom babys lindos do meu kokoro, o que eu tenho para dizer a vocês é que eu vou passar a postar os capítulos de 5 em 5 dias *----------* O que vocês acharam? Mas também que a partir do 15 já estaremos entrando na reta final da fic :/ Bom vou parar aqui... Já ta gigante u-u Bjos *-*