Notas iniciais
Olar, tuto pom? ♥ Olha ela, nem demorou assim para atualizar... é ritmo, é ritmo de férias XD E com as férias a frequência dos capítulos pode aumentar, aguardem :3 Sim, eu sei que no capítulo passado deixei vocês com algumas vontades, é sabido, mas hoje... hoje e no próximo... acho melhor se prepararem 3:) Para mostrar que estou bastante ativa em AOL, rolou até atualização na playlist, sente só: — Every Breath You Take, The Police (nas playlists constam uma versão do Chase Holfelder – indicação da Lady Liv maravilhosa – porque ela é mais dark e combina com a atmosfera de Angel of Light em alguns momentos); — I Think It’s Gonna Rain Today, Nina Simone (to numa onda de séries britânicas: já assisti esse ano Thirteen, Trust Me e só tava esperando entrar de férias para começar Broken – essa música toca no primeiro episódio de Broken e não teve jeito, virou xodó). Agradecimentos a Thais Costa, Urano, Lídia Albano, Lady Liv e Ophelia pelos comentários anteriores ♥ Apreciem a leitura! PS: no início da fic, eu mencionei uma interação da Wanda com o Scott que resultou na one mais amorzinho que eu já escrevi na vida :3 AntWitch virou xodó e eu só posso dizer que... agora temos AntWitch versão midfic (fanfic média). O nome dela é Fate or Something Better e o link estará nas notas finais ♥

Via a interação de Wanda e Black com ela deitada na cama deles. Não era muito fã de ter um peludo soltando pelos escuros nos seus lençóis brancos. Ele até que era bonitinho com a manchinha branca no peito e os olhos pidões já citados por Wanda. Seria essa uma boa hora? Ela estava completamente relaxada e tinha visto em alguns estudos que cães de companhia ajudavam no tratamento de depressão e essas coisas.

“Precisamos conversar sobre uma coisa que tem me incomodado, Wanda” disse enquanto se sentava na sua poltrona favorita dentro do quarto.

“Stephen, olha só essa barriguinha!”, ela segurou o cachorro e o ergueu um pouco para que visse a barriga de um cachorro que havia acabado de comer.

“É algo relativo às suas anotações”, insistiu. Wanda deixou Black se deitar em bolinha ao lado dela como se sinalizasse um estou escutando. “Eu não deveria que você tivesse continuado com as suas anotações sobre demonologia, você ainda é muito verde nas artes místicas para um assunto tão complexo”.

“Eu consegui abrir um portal mais rápido que você, Wong me contou tudo”, Wanda assumiu uma pose sabichona quando lhe esfregou o fato na cara.

“Isso não vem ao caso agora. O que eu queria dizer era que você começou a ler coisas que talvez não tenha compreensão ainda, a demonologia verdadeira é muito mais do que dizer algumas palavras em latim ou só jogar água benta nas pessoas”, tentava escolher as suas palavras, mas não conseguia fazer isso direito.

“Você está competindo comigo, é isso mesmo?”, percebeu que feriu um pouco o ego de Wanda.

“De certa forma, sim, mas isso também não vem ao caso. Eu tomei uma liberdade que eu não tinha e olhei as anotações no seu caderno sobre os Divididos. Você faz ideia do que eles realmente sejam e do quão poderosos eles podem ser?”, questionou.

“Bom, a biblioteca do Kamar-Taj me educou bem”, a resposta que ouviu foi cortante.

“Tenho certeza que sim”, guardou a primeira parte para si e tinha que retornar ao pensamento inicial de conversar sobre isso, colocar as cartas na mesa. Dizer a verdade. “Você realmente acredita que esses crimes de ódio têm relação com algo sobrenatural?”

“Você ficaria desapontado comigo se eu dissesse que sim ou que não, então digo que sim. Não acha estranho pegar o jornal pela manhã e ver que alguém morreu por que é de outro país ou algo assim? Ainda mais crianças?”, as perguntas em enxurrada vinham agora.

“Acho, você não sabe o quanto eu me sinto incapaz quando vejo que isso acontece e logo a ameaça some para o nada. O Sanctum de Nova York deveria combater esse tipo de coisa, mas não consigo pesquisar nada porque nada parece se encaixar o suficiente”, passou a mão nos cabelos e suspirou. “É por isso que eu quis conversar com você sobre o seu caderno, acredito que as suas anotações façam mais sentido do que você imagina”.

“Você realmente acredita que eu acredito que possa ser um Dividido em Nova York?”, o tom sombrio tomou conta da voz de Wanda e ela parecia ainda mais atenta no que diria.

“Sim, acredito”, deu a sua palavra mesmo já sabendo a direção que essa conversa tomaria depois que revelasse até aonde tinha chegado.

“Eu vou confessar uma coisa para você sobre essas coisas, por favor, não fique bravo”, Wanda parecia se armar de todas as suas forças para lhe contar algo que julgava impactante. Uma ruga de preocupação se formou entre as sobrancelhas da sua esposa e um respiro longo foi dado. “Há algumas semanas eu estava em posse de um livro sobre demonologia, Wong disse que era um dos volumes mais avançados que existiam no mundo e que eu deveria ter muito cuidado. Eu tive uma sensação estranha, de que alguma coisa poderia estar acontecendo aqui. Eu subi para ver a sala das relíquias e não tinha nada lá. Desci de volta para a cozinha e o livro não estava mais lá. No lugar dele, um totem de madeira ficou no lugar e ele tinha a forma parecida com o que eu sou”.

“Algo como isso?”, perguntou e tirou os três totens do bolso do robe de algodão cinza. “Eu recebi um também e Wong nem faz ideia. Parece que o Mestre dos Brinquedos nos caça há um tempo considerável”.

“Por que não me disse antes?”.

“Porque eu achei que conseguiria conter esse cara antes de ele fazer mais vítimas. Ele não fez mais vítimas, ele só... sumiu. Desapareceu. Assim como Rodrick Errol-Wing”, começou.

“O que Rodrick tem com isso?”, a ingenuidade de Wanda às vezes lhe fascinava, nas outras apenas lhe lembrava de que estava lá para ser professor dela, um mestre para uma aprendiz.

“Nunca lhe passou pela cabeça o quanto Rodrick é um pé no saco? O quanto ele sempre irrita a todos e como ele gosta de fazer pouco de você? Você achava mesmo que ele fazia isso por ser quem é?”.

“Rodrick é um Dividido, não é?”, Wanda perguntou em choque.

“Você não tinha como saber, ele conseguiu passar séculos incógnito no Kamar-Taj! Debaixo dos narizes de todos e acho que ele é mais um dos segredos que a Anciã guardava. Eu não sei como conter o Rodrick sozinho e ainda não entendo como o seu poder escarlate funciona, mas eu preciso de você e do Wong agora antes que ele reapareça e faça alguma coisa ruim. Muito ruim”.

“Eu passei algum tempo estudando demonologia, acho que posso estudar um pouco mais...”, interrompeu.

“Todos vamos estudar um pouco mais, eu só me senti um idiota escondendo isso de você por tanto tempo. Como é bom me libertar disso!”, confessou. Se levantou da cama e se sentou mais perto de Wanda, era agora ou nunca. “Há algo que eu também não contei... não é nada com você, mas sei que se encontrarmos Rodrick, vamos encontrar isso também...”

“O que aconteceu, Stephen?”, a sua esposa o olhou desconfiada e esperava uma resposta plausível.

“Não sei se você notou as redomas, mas há uma relíquia faltando... acho que Rodrick levou a rede cabelos de Lucrécia Borgia e precisamos nos apressar, aquela coisinha nas mãos erradas pode causar mais problemas do que...”, disse sorrindo falsamente.

“E você me diz isso sorrindo?”, Wanda se levantou da cama e chamou por Black, calçou as meias e o coturno. “Precisamos ir, quanto mais cedo começarmos, mais rápido pegamos o Rodrick e a rede”.

O vulto passou ao seu lado e sabia que nunca tinha visto Wanda tão determinada a fazer alguma coisa. Sabia que ela queria ser útil, deixaria que ela sentisse necessária. Sendo necessária, Wanda não se colocaria em perigo.

[...]

Há dias não dormiam direito e sentia o peso da falta de sono. Na caneca ao seu lado havia café e Stephen aprendia de um modo diferente, ainda não sabia se projetar e nem tinha memória fotográfica como ele e Victor.

Nada parecia fazer muito sentido nos livros, muitos apenas se referiam a Divididos como uma raça demoníaca falida que vagava pelo multiverso absorvendo almas para fazer a manutenção da sua sanidade. Muitos dos textos que encontrou em inglês diziam que os Divididos nada mais eram do que humanos corrompidos por pactos de encruzilhada. Se estava começando a acreditar em coisas ditas em séries de televisão, era melhor dar uma parada.

Tocou a mão de Stephen e percebeu que ele logo voltou ao corpo flutuando. Nunca o tinha visto fazer isso, mas era estranho.

“Precisamos fazer uma pausa, minhas costas doem demais e acho que não consigo reter mais nada por hoje”, confessou.

“Estamos aqui desde a manhã, precisamos descansar. Vou avisar Wong que vamos voltar para o Sanctum e avise o seu amiguinho que ele precisa continuar procurando, certo?”.

“Domenico não tem motivos para estar aqui, mas entendo que a ajuda dele está sendo bem aproveitada. Não fale do meu amigo assim”, ultimou olhando para o amigo sentado no fundo da biblioteca, bocejando.

“Eu acho que encontrei alguma coisa aqui!”, a voz de Wong veio do fundo. Os passos decididos foram acompanhados dos de Domenico. “Bom, Dom encontrou, eu só precisei traduzir”, Wong levou o volume para cima da mesa e abriu aonde o seu dedo estava marcando. “Aqui, página noventa. Vocês estão lendo o mesmo que eu?”

“O único jeito de entorpecer um Dividido é partindo o seu coração. Para partir o coração de um Dividido, é necessário golpear o lado esquerdo do peito em cima do músculo cardíaco. Quando ele estiver desorientado, recite eryfkcabdnaleh. Eu não consigo ler essa palavra, o que é isso, pelo amor de Agamotto?”, Stephen estava impaciente.

“Finalmente alguma coisa que o sabichão aí não sabe”, Wong riu. “É inglês antigo, mas parece que está escrito de trás para frente. Acho que quer dizer inferno e de volta ao fogo”.

“Desde quando você sabe inglês antigo?”, Stephen questionou quando se levantou da cadeira. “Agora já sabemos como enfrentar Rodrick quando ele aparecer. Adele, cuide disso por nós, hoje é noite de encontro e me chame se for extremamente necessário. Eu acredito que você não vai precisar de nós dois”, notou o seu marido piscando para o amigo.

“Ainda precisamos procurar um ritual para achar o Rodrick!”, insistiu.

“Rodrick Errol-Wing é o Dividido mais poderoso que você vai conhecer e com aquela rede de cabelos aumentando os poderes dele, ele só será encontrado se quiser ser encontrado. Agora vamos para o Sanctum antes que aquele cachorro comece a fazer xixi em tudo”.

“Black é um cachorro muito bem-educado e você sabe disso, o incidente como o seu sapato foi um fato isolado”, riu.

“Ele destruiu um par de meias seu ontem”, foi lembrada.

“Ele não vai mais fazer isso, já conversamos”.

“Você conversou com ele? Wanda, é melhor irmos, você já está com sono. Boa noite, Wong, não nos chame”, Stephen relembrou e deu um abraço no amigo bibliotecário para se despedirem.

A sensação de passar pela fenda no espaço que ligava o Kamar-Taj ao Sanctum de Nova York ainda lhe era desconfortável. Não gostava. Não sabia o que fariam, mas conseguia sentir os batimentos cardíacos de Stephen se acelerando assim como uma onda de calor atingindo o salão principal do imóvel.

A capa de levitação que outrora estava pousada nos ombros do Mestre do Sanctum, agora fazia um caminho para o andar de cima, não entendia qual era a dela até agora.

Hear the sirens… hear the circus so profound. Os riffs de violão juntos com os de guitarra e uma bateria singela começaram a preencher o ambiente. A voz inconfundível de Eddie Vedder era a sua principal companheira quando estava sozinha com Black e se lembrava de Stephen. Wong tinha razão, aquelas músicas eram sobre como se sentia sobre ele e acreditava na recíproca, sem dúvidas.

Hear the sirens... more and more in this here town. Se virou e a capa estava de volta nos ombros de Stephen, ainda descobriria como aquilo tinha vida. O sorriso de Stephen era inconfundível, gostava de vê-lo sorrindo, analisar o rosto dele.

I study your face, the fear goes away. Os olhos azuis dele tinham um tom acinzentado no fundo, mas o cinza era diferente do que tinha nos seus próprios olhos. As sobrancelhas grossas, quando franzidas, revelavam marcas de expressão do tempo. Os lábios dele eram grossos e a boca não era exatamente harmoniosa com o resto do rosto, mas tinha certo charme. Gostava de vê-lo, gostava de estuda-lo, era assim que o seu medo ia embora e se sentia segura.

Let me catch my breath to breathe then reach across the bed. Gostava de como ele demorava pelas manhãs para arrumar os cabelos, as marcas grisalhas eram charmosas e achava que ele ficava bem melhor assim. O bigode com a barba feitos a partir de um aparelho de barbear elétrico davam a ele um aspecto estrangeiro e antigo, como se ele vivesse em outra época.

Just to know we’re safe I’m a grateful man. A mão de Stephen chegou à sua e os dedos começaram a brincar com a sua palma. Se lembrou do primeiro beijo deles, testemunhado apenas por Wong, estavam juntos e abraçados ouvindo música no andar de cima. Tinha estado nervosa por estar assim com ele e sentia que ele estava do mesmo modo. Tinham se beijado tão inocentemente que não queria nunca esquecer disso.

The slightest bit of light and I can see you clear. Stephen tinham algumas coisas em comum com o seu próprio passado. Ele sabia como era perder alguém que amava, ele entendia a dor de não ter conseguido fazer nada para salvar essa pessoa. Donna e Pietro eram parte dessa memória e desse modo seguiam em frente.

I pull you close; so much to lose knowing that nothing lasts forever. Na outra noite, quando conversaram sobre filhos e toda essa coisa que lhe fazia perder a paciência nas entrevistas com Eleanor Janise, sentiu o seu coração começar a se partir lá e ele a tranquilizou dizendo que o fim só chegaria se a decisão partisse de si mesma. Não queria que o fim chegasse e faria de tudo para que eles nunca acabassem.

Before you were here I danced in laughter with the everafter, but all things changed… let this remain. Stephen agarrou a sua cintura fortemente sussurrou no seu ouvido para que colocasse os pés em cima dos dele. O fez e ele começou a andar na direção da escada. Levemente levitaram até o andar superior e riu quando chegaram. A capa saiu dos ombros de Stephen em definitivo e se colocou em um busto ao lado da janela.

The sound, echoing closer, will they come for me next time? Saiu de cima dos pés de Stephen e se sentou no chão de madeira acarpetado, pelo menos estava limpo. Stephen fez o mesmo e sem dizer muito, o corpo dele se aproximou do seu e sentia mais e maior o calor do momento. Sabia aonde isso acabaria e estava gostando mais do que achava saudável.

It’s a fragile thing this life we lead if think too much, I can’t get over. A mão grande foi em direção ao decote do vestido que usava, ele gostava disso e lá no fundo, também apreciava o toque sem vergonha nenhuma dele. Dolorosamente, Stephen começou a abrir os botões frontais para ver que tipo de lingerie trajava nessa noite. O tecido do seu sutiã era preto e contrastava com a sua pele exposta. Enquanto beijava o seu pescoço, as alças do vestido desciam pelos seus braços e os dedos incrivelmente rápidos do homem trataram de destravar o fecho do sutiã que cobria os seus seios medianos.

Whelmed by the grace by which we live our lives with death over our shoulders. O modo como Stephen a deitou no chão e puxou o que restava das suas roupas, sobrando somente a calcinha rendada para cobrir o que estava entre as suas pernas. Até Stephen conseguir se livrar de todos os couros e todas as amarras das suas roupas já teria passado tanto tempo que poderia considerar a noite perdida. Pelo menos ele achou aonde a calça dele estava fechada, o resto ele poderia retirar depois.

Want you to know that should I go I always loved you, held you high above, true. Ele se ajoelhou e tocou o seu quadril na intenção de retirar a peça escura que combinava com o resto da vestimenta social simples. Tinha algumas vergonhas, era fato, mas parecia que tudo isso sumia aos olhos de Stephen Strange. Deveria se sentir intimidada por ele ser um adulto, um homem, mas não conseguia se sentir nada além de entregue.

Hear the sirens... Com as calças abertas, Stephen não encontrou resistência da sua parte quando lhe penetrou devagar. Ele apreciava esse momento tanto quanto si própria. O movimento que ele fazia para lhe proporcionar prazer era agradável e sempre desejava que não acabasse. Eventualmente acabava quando gritava no colo dele por deuses que agora, conhecendo a magia como ela era, sabia muito bem que poderiam surgir a qualquer momento ao mínimo sinal de chamado.

Hear the sirens... O toque, o suor escorrendo pelos corpos de ambos, as respirações rápidas e os corações batendo firmes diziam que o fim tinha chegado, que enfim tinha se entregado um ao outro no sentido mais poético já imaginado. Quando um homem ama uma mulher desse modo, nada no mundo deveria manter a mente dele com o foco em outra coisa; a recíproca era verdadeira.

As músicas foram passando de acordo com tempo que passaram deitados no chão do Sanctum de Nova York amando um ao outro. Com Stephen passou a considerar sexo não só uma atividade instintiva, mas uma necessidade de externar sentimentos que nem sabia que nutria por ele. Não era mais uma garotinha que tinha uma queda pelo seu mestre, agora sim se sentia uma mulher e essa mulher era amada tão violentamente por este homem que doía no corpo de ambos quando colocavam todas essas emanações juntas para fora.

Stephen, ao seu lado, puxou o seu corpo para que ficasse sobre o dele parcialmente e o fez. Sentia os dedos dele desenhando círculos pequenos nas suas costas e estava relaxada. Não deveriam estar tão relaxados assim.

You're always saying that there's something wrong, I'm starting to believe it's your plan all along

Death came around, forced to hear it's song and know tomorrow can't be depended on

A música, antes calma e serena, pronta para fazer os dois entrarem em um mundo somente deles, se tornou sombria e estranha. Um estanho arrepio passou pelo seu corpo e só sabia que logo mais encontrariam Rodrick.

[...]

Dentro de todas as músicas que Wanda designou como sendo dela e de Stephen, essa que tocava no momento não fazia sentido algum para eles. Para Loki, ela simplesmente se encaixava no relacionamento deles por pressentir que Rodrick estava lá observando os dois assim como vinha fazendo nos últimos meses.

O seu ponto de orgulho veio quando não precisou mais usar de magia para que o relacionamento deles acontecesse, apenas deixou a maré levar os dois depois de um estímulo aqui e outro ali.

Assim como a tal Every Breath You Take, eles não sabiam que pertenciam a ele e o seu coração doía por saber que um dia teria que deixar as suas crianças crescerem e enfim fazerem os seus filhos poderosos.

Tempo, Espaço, Mente... só precisava disso para o que pretendia. A manopla completa poderia fazer muito mais coisa e sabia que tinha gente no multiverso atrás de todas as Joias do Infinito. Achando essas primeiro, poderia ter a sua vida poupada com mais facilidade se entregasse uma mais para garantir uma barganha bem feita. Quando eles, os Vingadores, derrotassem o Titã, poderia ter essas gemas de volta ao seu controle.

Notas finais
Me deixem saber se gostaram ♥ . Tradução Sirens, Pearl Jam: https://www.letras.mus.br/pearl-jam/sirens/ Tradução Life Wasted, Pearl Jam: https://www.letras.mus.br/pearl-jam/521446/ . Link Fate or Something Better: https://fanfiction.com.br/historia/748294/Fate_or_Something_Better/ . Todas as músicas do capítulo vocês encontram nas playlists oficiais de Angel of Light no Spotify e no Deezer: — AOL: https://open.spotify.com/user/stormqueen_/playlist/2rFk8r7q09yZDMScy0wYAY — AOL: https://www.deezer.com/br/playlist/3491740646 — Wong: https://open.spotify.com/user/stormqueen_/playlist/5hZZk7g9EsTdTZb5ZgvBw0