Notas iniciais
Gentem!!!! Galere!!! Amoras e amorzis!!! É chegado o momento... ♥ Sinceramente, eu não pensei que fosse escrever um capítulo todo sob o ponto de vista do Loki kkkkkkkkkkk Tive uma senhora duma ajuda nele e só tenho a agradecer o meu noivo, Edgard Rosier (Lestrange e Rosier, não é coincidência kkkk), pela betagem nesse capítulo ♥ (sim, além da minha tradicionalíssima beta Ophelia, o Ed ajudou bastante: tnx a lot, loml) Quando eu o chamei, ele ficou meio "100or, o que farei aqui?", mas expliquei o que era pra ele fazer e foi até bacana kkkkkkkkkkkkk Por incrível que pareça, é ele quem mais me incentiva a escrever, sem me julgar ou dizer que fanfic é coisa de criança (sim, já ouvi muitos colegas meus da faculdade e do trabalho falando isso) {assim como eu sou a Amelina, o meu noivo escolheu ser representado como Edgard, "aquele que protege o tesouro com a lança" já que ele é maluco em zarabatanas... sério rs} Um agradecimento mais que profundo a ele e os seus vinte anos de leitura de quadrinhos XD Agradecimentos a Bianca Di angelo, Jujah, Thaís Costa e Akiyama Shinobu pelos comentários no capítulo anterior ♥ Eu acabei não demorando para postar pois 75% desse capítulo já estava pronto, só precisava formatar em como o Loki faria ;) Apreciem a leitura! PS: entrou música nova na playlist da fic (link nas notas finais)! Olha só o que tem agora: — Life Wasted, Pearl Jam (porque o nosso vilão adora essa música).

Loki estava gostando do que Midgard poderia oferecer.

Já havia ido duas vezes ao cinema, ambas escondidas de Thor, para assistir La La Land, a ideia de que faziam peças de teatro e as gravavam em um dispositivo para repetição o deixou fascinado com aquilo. Era madrugada quando saiu da última sessão e se deu ao luxo de arriscar um sapateado com o que lembrou de Another Day of Sun.

Não era como se Thor estivesse fazendo pouco dele, mas até ele concordava que deixa-lo em casa enquanto buscavam por Odin era melhor. O seu irmão havia pedido que buscasse no seu orbe mágico notícias do pai deles. Depois de um tempo isso se tornou tão chato que preferia ficar em casa enquanto ele saía com Selvig.

Ficar em casa admirando as interações de Wanda e Stephen era mais importante.

Bebeu o chá quente que estava na sua mesa e logo sentou na cama, desembolando o orbe de dentro do manto esmeralda. Com um aceno leve a fazenda dos Strange em um lugar chamado Nebraska apareceu. Parecia ser hora de uma pequena e sutil visita ao local.

Thor o havia deixado trancado no apartamento com um bilhete dizendo que havia comida suficiente no congelador para ele se manter por três ou quatro dias. Mas desde quando uma fechadura de metal o impedia de sair? Se sentiu desmaterializando aos poucos e logo ressurgindo em um ambiente totalmente fétido e com animais.

Saiu de onde estava e andou até a entrada principal de um casarão cor de marfim. Não seria visto por ninguém a menos que quisesse e no momento não desejava isso, queria apenas acompanhar de perto o que fez até o momento.

Passou sem nenhum problema pela porta da frente e viu o imóvel arejado vazio em seu andar térreo. Subiu as escadas e notou a movimentação estranha no corredor. As duas meninas pequenas corriam e uma delas estava de pijamas. Uma mulher loira correu atrás da menor com uma escova de cabelos enquanto Victor Strange terminava de arrumar uma bolsa rosa.

“Glens, eu acho que peguei tudo. A que horas temos que sair mesmo?”, Victor perguntou.

“Ao meio dia se quisermos chegar na casa dos meus pais ainda hoje”, a loira respondeu.

Viu a sua feiticeira favorita no fundo do corredor se despedindo da garota maior. Se aproximou e ouviu Donna perguntar a Wanda se ela estaria lá quando voltassem das Festas.

Ah, sim, era quase Natal, faltavam três dias apenas.

Dali a não muitos minutos Stephen estaria lá e não conseguia se conter no corpo. Estava tudo se tornando realidade. Não tinha sido trabalhoso colocar na cabeça da cunhada do mago que eles deveriam visitar os pais dela no norte do Kansas. Pelas suas contas não demorariam muito para chegar lá e deixariam o caminho livre para Stephen e Wanda começarem a fazer os seus Bebês Mais Poderosos da Terra.

Viu quando o casal saiu com as meninas, logo mais elas teriam primos tão extraordinários que as futuras medalhas de competição acadêmica de Donna ou as ilustrações de Amelia se tornariam nada quando comparados ao que as crianças de Stephen e Wanda fariam.

Wanda se sentou no sofá com um livro nas mãos e ela fazia muitas expressões enquanto lia. Parecia ser um dos volumes que pegou da caixa que pertencia a Donna Strange, a primeira. Ela não parecia ansiosa. Queria saber aonde estava todo aquele furor feminino de uma mulher que se casaria dali a alguns minutos. Poderia proporcionar isso a ela...

Chegou perto do ouvido de Wanda e sussurrou. “Hoje é o seu dia, garotinha. Aproveite”.

De repente ouviu o coração dela bater um pouco mais rápido, era como se ela estivesse ficando nervosa. Era isso o que queria. Notou um barulho levemente faiscante no ambiente e logo a porta da entrada se abriu.

“O que você ainda está fazendo vestida assim? Achei que já encontraria você pronta”, Stephen falou. Para alguém que não tinha mais onde cair morto, ele tinha um terno bastante caro. Lembrou de quem ele era antes de se tornar o Mestre Strange e se tocou que um dia ele pode comprar roupas assim.

“Eu não achei fosse preciso toda a pompa e circunstância”, Wanda retrucou.

“Você não disse nada a Victor?”

“Não, mas achei bem repentina essa viagem deles. Achei que gostariam de ficar e ver eu me tornar parte da família oficialmente”. Odiava quando agia com pena de si mesma, era tão poderosa.

“Você já é parte da família. Se depender de Donna e Amy, nunca mais sairá dela”, Stephen a abraçou pelos ombros depois que se sentou ao lado dela. “Algo incomoda você”.

“Você não precisa fazer isso por mim, Stephen. Eu agradeço, de verdade, mas não precisa”, Wanda disse depois de tocar a mão dele.

“Tem razão, eu não preciso. Mas eu quero mesmo assim. Há outras maneiras de salvar vidas, Wanda”.

Wanda olhou disfarçadamente para a sua direção. Ela se sentia observada e isso não era só o poder industrial e alienígena dado a ela pela Joia da Mente nos experimentos da HIDRA. A jovem feiticeira possuía talento verdadeiro para as artes místicas. Que abençoada seja a memória da feiticeira mãe de Wanda, Natalya e o pai aprimorado dela, Erik. Nada acontecia por acaso. Uma pena o pai dela ter morrido quando atingiu o ápice de tudo que ele conseguiria fazer, a cabeça dele não aguentou tanta verdade.

Estava ligado a absolutamente tudo o que ambiente poderia oferecer, todas as sensações passavam pelo seu corpo. Era forte e quente, aconchegante, tão confortável o abraço dos dois que tinha vontade se contorcer em alegria revirando os olhos ao mesmo tempo. Stephen beijou a testa dela e sorriu com o canto dos lábios.

“Agora faça isso. O seu cabelo está molhado, isso significa que você já tomou banho. Então troque de roupa. Ah, eu tomei a liberdade de trazer o seu passaporte para poder tirarmos a licença do casamento. Rápido, Wanda!”, insistiu.

A viu se levantar e sair do quarto, esperando que não demorasse. Se todos dessem muita sorte, ainda hoje poderiam levar para o advogado. Wanda logo desceu e a viu vestida da mesma forma que um dia viu no jornal, mas estava mais bonita.

Stephen agitou os dedos no ar e fez um portal para a lateral de um cartório onde poderiam tirar a licença de casamento. Poderia adiantar o tempo para não perderem bons momentos com essa burocracia toda? Seguiu os dois. Atravessaram e já estavam em Las Vegas, assim, rápido. Ele entrelaçou os dedos nos de Wanda e correram para dentro do cartório, seria tão lindo ver isso.

Uma recepcionista estava mascando um chiclete bastante barulhento e olhou para os dois com desconfiança, não gostou daquilo. Quem ela pensa que é?

“O que desejam?”, a voz fanha da recepcionista parecia engraçada.

“Uma licença para casamento. Para ontem de preferência”, disse.

“Só tenho para daqui a vinte minutos, vai querer?”, ela perguntou petulante. Entregou um formulário para Stephen junto de uma caneta que aprendeu como esfereográfica. “E aí?”

Viu Stephen pegar o formulário muito a contragosto e foi para o outro lado da bancada na finalidade preenche-lo. Ele colocou o seu nome completo, a sua data de nascimento, profissão e depois tentou fazer todo o resto com os dados de Wanda.

“Você nasceu quando mesmo?”, o viu sussurrar no ouvido de Wanda.

“Vinte e três de dezembro de mil novecentos e noventa e sete”, ela sussurrou de volta. Wanda era tão jovem e, principalmente: tão mais jovem em comparação a Stephen.

“Que belo presente de aniversário eu estou dando a você. Espere, mais tarde eu me embrulharei em papel celofane com um laço gigante e me colocarei deitado na porta do seu quarto até que você me desembrulhe”, Stephen disse piscando e nem havia feito nada.

Com isso ele terminou de responder o formulário com o número do passaporte de Wanda.

Fim.

Isso finalizava parte da burocracia da licença. Acompanhou-os de volta até a recepcionista e Stephen entregou, depois a viu sumir para uma sala nos fundos. Se dependesse somente dele e dependia, o risco de Wanda ser presa no momento em que reconhecessem o passaporte dela seria nulo.

Acompanhou a recepcionista até onde ela tinha ido e se aproximou do rosto dela lançando uma rápida ação verde na mente da mulher. “Está tudo certo, nada de ruim acontecerá aqui”.

Voltou. Wanda tremia. Parecia com medo, apavorada. Stephen suspirou e a levou para perto em um abraço apertado. Timidamente, Wanda o abraçou de volta.

Chegou perto o suficiente deles e sussurrou. “Você é o único que pode salvar a vida dessa garota, dr. Strange”.

Se recordou de como A Anciã tinha dito que ele tinha grande propensão à bondade, mas isso só se mostraria quando ele deixasse a arrogância de lado. Queria, sinceramente, que ele pudesse acalmar Wanda naquele momento. Assim o fez.

“Ela precisa de você”, disse a Stephen.

Ele deixou um beijo na bochecha esquerda da moça apenas para poder chegar mais rápido nos lábios dela. De início percebeu que ela não entendeu muito bem o porquê de estar fazendo isso, mas depois relaxou. Se se casariam, esse tipo de coisa se tornaria comum. Não achou que estava fazendo planos demais apenas com um beijo, seria o resto das vidas deles assim.

Foram interrompidos quando a recepcionista pigarreou. Olhou para a mulher viu que ela erguera uma sobrancelha acima dos óculos em armação para eles como se reprovasse aquele momento íntimo na sua repartição pública.

“Meus parabéns, que você e a srta. Maximoff encontrem felicidade no seu casamento. Venham até mim depois da cerimônia para que a certidão seja providenciada. Vejo vocês em meia hora”, a ouviu falar.

Antes de sair do Sanctum, tinha visto Stephen recolher alguns dólares que estavam dentro de livros na prateleira do quarto que agora compartilhariam. Ele pagou os setenta e sete dólares no guichê e achou absurdamente caro, mas necessário já que não poderia fazer isso do jeito que realmente gostaria.

Stephen tomou o papel da mão da mulher e bufou um pouco. Ele puxou Wanda pela mão e logo saíram do cartório. Estava tudo correndo bem: nenhum alarme disparou, nenhum policial parou os dois no caminho até a capela, estava lá para garantir que nada fugisse ao seu roteiro. Estava em alerta do mesmo modo como sabia que eles também deveriam estar.

Avistou uma capela do outro lado da rua. Atravessaram a rua e logo foram recebidos por um homem em uma roupa brilhante prateada com uma guitarra nas mesmas cores. O cabelo dele parecia tão... grande... para cima.

“Precisamos nos casar agora”, falou para ele.

“Falou, meu chapa. Entre, a Capela do Amor Prateado está aberta para juntar jovens casais apaixonados”, o homem disse em voz cantante. Odiou o homem naquele momento. Guiou os dois até a sala de espera. “Drisella, amor, prepare o véu e a grinalda para a moça. Pegue nosso melhor buquê de rosas vermelhas, o primeiro casal do dia chegou”, uma jovem até que jeitosa andou para depois de uma porta.

Quando ela voltou, aconteceu tudo muito rápido. A garota chamada Drisella prendeu um véu branco no cabelo preso de Wanda e lhe entregou um buquê amarrotado. Ela pareceu assustada com isso, era muita atenção e informação para pouco. Toda essa coisa de casamento destoava dos dois.

Wanda não teria entrada triunfal digna de uma noiva, não teria alianças, não teria os seus amigos junto de si nesse momento que era um dos mais importantes da sua vida. Era uma situação de emergência, precisava se salvar. Bom, precisava se salvar para que o curso do rio não desviasse. Loki sorriu cínico pela primeira vez no dia.

Já tinham entregado os seus nomes para o ministro, ele se chamava Ernesto e Drisella era a filha dele. Os dois eram mexicanos e finalmente tinha conseguido um visto de permanência já que ele se casou com uma americana. Muito blá-blá-blá e bufou por isso, queria os dois casados logo para que assegurassem o seu futuro. E o deles também, claro.

“Meus amigos, estamos aqui para unir um jovem casal. Wanda e Stephen se conheceram, se gostaram e agora estão escolhendo esse caminho para sempre. Ah, o amor”, Ernesto disse alto o suficiente. “Se alguém aqui tem algo contra esta união: fale agora ou cale-se para sempre!”.

Estavam sozinhos, aquele o momento era o mais dramático da cerimônia.

“Então, ‘tá... Wanda Marya Maximoff, você aceita Stephen Vincent Strange como o seu legítimo esposo? Terá de comer panquecas queimadas e ter meias espalhadas no seu quarto pelo resto da vida”, Ernesto disse. Tinha ouvido a conversa a sós com o ministro para que a cerimônia fosse a mais verdadeira possível mesmo escondendo detalhes importantes dele. Principalmente o fato de que estavam sendo levemente influenciados por um deus. Mas isso nem eles mesmos sabiam.

“Aceito”, falou aparentando certeza.

“Certo. Stephen Vincent Strange, você aceita Wanda Marya Maximoff como sua legítima esposa? Pode ser que você acorde durante a madrugada ouvindo os gritos dela por causa de pesadelos, mas o bolo de chocolate deve compensar”.

“Aceito”, ouviu Stephen dizer.

“Pelo poder a mim investido pelo Estado de Nevada, eu os declaro casados. Mas vocês não poderiam ter comprado pelo menos umas alianças, né? Pode beijar a noiva, mas beije com vontade, maluco”, Ernesto falou.

Stephen acariciou o seu rosto, encostou a testa na sua e lhe beijou como há minutos atrás no cartório. Passou ambos braços em volta do pescoço dele e sentiu um abraço apertado na sua cintura. Ele quebrou o contato e sussurrou no seu ouvido que tudo ficaria bem.

De fato, tudo estava e ficaria mais que bem.

“Aqui está uma declaração online de que o casamento de vocês é real, agora passem no caixa para pagarem por isso. Sejam felizes e as fotos serão enviadas amanhã para o seu e-mail, dr. Strange”, o homem falou e concordaram.

Viu Stephen pagar outros cento e cinquenta dólares nessa cerimônia de dez minutos. Tudo era muito caro na Terra. Ainda precisariam voltar no cartório e estava começando a odiar toda essa burocracia de casamento. Saíram e voltaram para o cartório só para encontrar a recepcionista pintando as suas unhas. Loki estava criando verdadeiro ódio por ela. Seria desse jeito que era visto pelos outros? Não se importava.

“Nossa, que rapidez”, ela ironizou, a meia hora não tinha passado.

“Aqui, a declaração. Quando a certidão ficará pronta?”, Stephen perguntou.

“Hoje mesmo, só faltava a declaração. A garota vai mudar o sobrenome?”.

Percebeu que Wanda nunca tinha pensado nisso, em tomar o nome de alguém como seu. Um tempo vivendo nas ruas e outro sendo brinquedo da HIDRA negavam isso. Não se tratava de voltar para a sua antiga vida, mas agora era fazer uma nova. Tão poético isso. Sabia o que tinha que fazer.

Antes que Stephen respondesse, passou na sua frente e falou no ouvido de Wanda. “À sua vida nova, pequena feiticeira. Um novo nome, uma nova vida”.

“Sim, eu quero o sobrenome dele”, Wanda disse certa para a mulher que só percebeu naquele momento que se chamava Irene.

Stephen estava mais surpreso do que cogitou que ele ficaria, mas logo depois da surpresa viu um pouco orgulho genuíno vindo dele. Isso facilitaria as coisas. Wanda tocou a mão de Stephen e viu ele brincar com os dedos dela.

“Não é a definitiva, mas mandaremos pelo correio para vocês no endereço do formulário. Espero que a festa compense. Até mais ver”, Irene disse.

Quanta grosseria, aquela mulherzinha pagaria pela língua.

Acompanhou os dois de volta pelo portal até o Sanctum de Nova York. A partir dali poderia ver tudo de casa, sem problema nenhum, mas não faria mal ver como era o Sanctum por dentro.

Parecia um museu velho cheio de tranqueiras mágicas. O seu mais novo local favorito depois do cinema, sem dúvidas. Só teria que tomar cuidado quando Stephen realizasse as suas projeções astrais para não ser percebido.

Havia uma faixa enorme com o nome de Wanda na escada. Lá no alto estavam Wong e o ninja de Hell’s Kitchen, Matthew Murdock, o Demolidor.

“Wanda, este é Matt Murdock. Ele está nos ajudando”, Stephen os apresentou depois que ela abraçou calorosamente Wong.

“Muito obrigada, Dr. Murdock”, Wanda se limitou.

“Ah, não agradeça a mim. Esses dois tem sido bem insistentes quanto a você. Principalmente o sr. Strange. Espero que tenha trazido o que faltava”, o homem cego disse.

Stephen entregou um envelope para o advogado e o viu descer com a ajuda de Wong.

“Agora é oficial. Mestre Strange e Mestre Wanda. Futuramente Mestre Wanda”, ouviu de longe.

“Doutor e Senhora Strange para os vizinhos”, Stephen a corrigiu.

Gostou disso.

Voltou para casa e nenhum sinal de Thor ou Selvig no apartamento. Quando chegou no seu quarto, viu a silhueta do homem com quem tinha entrado em contato nos últimos dias. Ele era bem furtivo, confessava. Odiava isso de estar em desvantagem com ele.

“Quando eu começo?”, ele perguntou. “Estou com fome. Não como há séculos”.

“Hoje mesmo é um bom dia. Abra a sua fábrica de sonhos novamente”, disse ao homem que logo se desmaterializou diante de si.

Notas finais
Me deixem saber se gostaram ♥ Link da playlist: https://open.spotify.com/user/stormqueen_/playlist/2rFk8r7q09yZDMScy0wYAY