Notas iniciais
Eu prometi postar ontem, mas tive problemas com a internet. Desculpa, galera. (Prometo que a espera valeu a pena.) No mais, obrigada a todas as lindas do grupo, e as mais lindas que vira e mexe estão divulgando, compartilhando, surtando e amando Amores Roubados no twitter. O sucesso vem de vocês. ♥

Robin enfiou a mão na nuca dela e a puxou para um beijo apaixonado. Sua outra mão descansava sobre as costas dela, apenas acariciando-a timidamente. Ela puxou a camiseta dele com força e sussurrou contra os lábios dele.

“Eu sei que você disse que não é isso o que quer de mim hoje, mas, por favor, faça amor comigo. Eu preciso me sentir amada.”

Robin beijou-a novamente. Seus lábios eram macios contra a boca dela, a língua delicada e precisa sobre a dela. Ele acariciava as costas dela com toques suaves e ele respirou contra ela quando Regina afastou-se dele, permanecendo com a testa encostada na dele.

“Não quero estragar esse momento.”

“Nós não vamos estragar nada, Robin.”

Ele deslizou o polegar sobre o rosto dela, puxando uma madeixa para trás.

“Você se abriu para mim, eu não quero que tudo se transforme em outra foda cheia de tesão.”

“Isso é algum tipo de teste, Robin?”

“Não.” Ele beijou-a levemente nos lábios, olhando nos olhos dela de maneira profunda. “Mas podemos fazer um programinha light hoje? Filme, sofá, nós dois agarradinhos?”

Regina revirou os olhos, mas manteve um sorriso absolutamente perfeito nos lábios.

“Como quiser, dear.”



Regina estava completamente sonolenta quando Robin a pegou no colo e levou-a até o quarto. Ela sequer abriu os olhos quando ele delicadamente a deitou na cama. Murmurando alguma coisa, ela se enrolou na manta que Robin colocou sobre ela e voltou a dormir. Robin tirou a camiseta que vestia e deitou-se na cama, ao lado dela.

Regina já respirava pausadamente. Ele sorriu.

Deitado ao lado dela, ele apoiou o cotovelo no travesseiro e a assistiu dormir por alguns minutos. Era tão bela. Tão linda e frágil. Ele pensou em tudo que ela havia lhe contado. Regina era uma mulher tão forte. Tão vencedora. Poucas pessoas travariam tal guerra e sairiam vitoriosa como ela fez.

Ele respirou fundo. Faria tudo por aquela mulher. Ele não conseguia mais imaginar sua vida sem ela.

Robin não quis invadir o espaço pessoal dela, e deitou-se de costas para ela, virado para o outro lado. Mas não adiantou muita coisa. No meio da noite, Regina entrelaçou-se nele. Enfiou sua perna entre as pernas dele e deitou-se sobre o peito dele, fazendo-o dormir com um sorriso genuíno no rosto.

Quando finalmente abriu os olhos, Regina sentiu a força dos raios solares contra as suas íris castanhas.

“Puta merda.” Resmungou ela, olhando em volta e notando que estava completamente agarrada a Robin. Ela tentou se levantar, mas estava mole e um tanto preguiçosa. Ouvindo-o despertar, ela sorriu.

“Bom dia, Locksley.”

Robin coçou os olhos com os nós dos dedos da mão esquerda, e sorriu.

“Bom dia, amor.”

“Dormiu bem?”

“Com certeza, a melhor noite de sono que tive há muito tempo.”

“Sonhou comigo?”

“Não.”

Ela revirou os olhos e deu um tapa no tórax dele. “Devia ter sonhado.”

Ele levantou-se rapidamente, pondo-se acima dela, os cotovelos apoiados nas laterais do corpo dela, aprisionando-a sob ele.

“Não preciso sonhar. Tenho você em carne e osso na minha cama.”

As mãos dela contornaram cada linha de músculo do abdômen dele. Ele era incrivelmente gostoso. E era dela. Só dela. Ele acariciou o rosto dela, afastando alguns fios de cabelo.

“Você é linda.”

“Eu acabei de acordar.”

“E continua tão linda quanto sempre.”

Ela mordeu o lábio inferior.

“Não vai se vestir?”

Ele semicerrou os olhos, entendendo o joguinho dela.

“Acho que vou sim. E vou querer essa camisa que a senhorita está usando.”

Ela mordeu a ponta do dedo indicador, fazendo uma careta brincalhona.

“Tudo bem, eu tiro.”

Robin sentou-se sobre ela, os joelhos apoiados nas laterais do seu quadril mas sem soltar seu peso sobre ela.

“Não, deixa que eu tiro.”

Regina sorriu quando ele se debruçou e a beijou, uma mão segurando seu rosto e a língua dele sugando a sua, a sensação excitante e gostosa de sempre. Robin deslizou pelo pescoço dela, e começou a desabotoar a camisa.

Um botão.

Os dedos deslizaram sobre a pele dela, e ela fechou os olhos.

Outro botão.

O polegar desceu delicado pelo seu decote, explorando a área erógena do seu corpo. Robin debruçou-se e sua boca caiu sobre o pescoço dela, lábios e língua trabalhando para cobrir toda aquela área de beijos e chupões. Regina arqueou-se um pouco e gemeu baixo.

Mais um botão.

E mais outro.

Robin beijou a linha entre seus seios, a boca molhada, roçando os lábios.

Mais um botão.

Os dedos dele traçaram uma linha imaginária desde o pescoço dela até o próximo botão.

Ele mordeu o pescoço dela e roubou-lhe outro beijo quente enquanto desabotoava o último botão. A camisa deslizou alguns centímetros para o lado, e Robin enfiou os dedos por dentro do tecido, afastando-o ainda mais, revelando o corpo escultural por baixo dele. Regina mordeu o lábio inferior quando sentiu as mãos ásperas subindo pela sua barriga, acariciando seu corpo.

As mãos de Robin alcançaram seus seios, que ele começou a massagear. Um toque delicado, sem pressa. O polegar circulava a auréola lentamente enquanto os outros dedos faziam uma pressão maravilhosa ao redor dela.

“Sua pele é tão macia, Regina, tão gostosa de sentir...”

“Você pode senti-la à vontade, dear.”

Ele debruçou-se e beijou-a levemente na boca enquanto apertava seus mamilos entre o polegar e o indicador.

“Eu nunca vou me cansar disso, milady.”

“Eu rezo para que não mesmo.”

Robin debruçou-se sobre ela e tomou um de seus seios na boca. A língua circulou sua auréola e a sugou, fazendo com que ela gemesse baixo e deslizasse a mão pelos cabelos dele, acariciando e mantendo-o ali.

“Oh, Robin... Isso é tão bom.”

Ele apenas gemeu em resposta enquanto a saboreava, a língua circulando, acariciando, os lábios sugando e chupando cada extremidade de um dos seios enquanto ele fazia uma massagem um tanto forte no outro. Ela estava com as duas mãos no cabelo dele agora, e ela suspirou alto quando ele abandonou um seio e se concentrou no outro, com o mesmo processo dedicado da língua. A postura corporal dela já formava um arco e ela gemia baixinho, enquanto sentia outra parte do seu corpo implorando por toque. Ela ia gozar rapidinho.

“Dear.”

“Hmm?” Ele não tirou os lábios dela.

“Eu vou acabar gozando desse jeito.”

“E está segurando por que? Vou fazer você gozar de todos os jeitos hoje, meu amor. Você vai ser mais amada do que pensa ser possível.”

Ela sorriu e ele continuou incansável, chupando a pele sensível de seus seios, a língua brincando com o mamilo, contornando-o, atiçando-o e depois o sugando com força. Ela cravou as unhas nos ombros dele, e ele não se importou, continuando. Vez por outra ele usava os dentes, apertando-os contra os mamilos endurecidos e depois os acalmando com a língua. Ele já havia a mordido e apaziguado o suficiente quando finalmente segurou um dos mamilos na boca e sugou-o com força o suficiente para criar um vinco em seu rosto, sentindo-a gemer alto e estremecer na sua boca. Ela tinha gozado pela primeira vez.

“Uau, Robin!”

Ele debruçou-se sobre ela, que respirava pesadamente e beijou seu colo, subindo para a sua clavícula, para a linha do seu maxilar e então para os seus lábios, tomando-a num beijo apaixonado e quente.

“Tão sensível... Me deixa com mais vontade ainda.”

“Porque você é um safado.”

“É você quem me deixa assim.”

Ele estava sobre ela, o que facilitou que ela abrisse as pernas e o encaixasse entre elas. Regina desceu as mãos até o quadril dele e enfiou-as por dentro do moletom da calça, cravando as unhas nas nádegas dele e puxando-o para si.

“Me pega, garotão.”

Ele segurou o rosto dela, e a beijou novamente, a mão passeando carinhosamente desde sua coxa até sua bunda.

“Tenha calma, love.”

“Robin” Suspira ela com um sorriso. Ele entrelaça seus dedos nos dedos dela, mobilizando-a sobre a cama, voltando a saborear o pescoço dela, lenta, delicadamente. Sua boca desliza um pouco e ele começa a delinear os ossos da sua clavícula com a língua enquanto suas mãos vão acariciando a cintura dela, os dedos deslizando para cima e para baixo com leveza, causando-lhes arrepios. A boca dele desce numa linha central que passa entre seus seios, e vai descendo, chegando à sua barriga. Os dedos dele se afundam na carne ali, enquanto Robin insere a ponta da língua no umbigo dela, movimentando-se para dentro e para fora, imitando o movimento que ele faria um tanto mais abaixo. Regina geme em antecipação, as pernas inquietas e seu sexo pegando fogo.

Robin desliza sobre ela na cama, acariciando suas panturrilhas com as pontas dos dedos enquanto beijava a parte interna das coxas dela. A boca dele roçou a coxa bem próxima à virilha, e ele beijou-a na parte alta da virilha, abrindo as pernas dela delicadamente. Ele deslizou o polegar sobre a carne incrivelmente molhada e beijou a parte baixa do ventre dela.

“Agora eu vou beijar você aqui embaixo. Você vai sentir a minha língua por todos os lados, dentro e profundamente, e eu só vou parar quando você estiver incapaz de continuar.”

“Isso não vale.” Resmungou ele, deslizando a mão para seu clitóris e começando a massageá-lo. O ato elevou o tesão de Robin, o pênis se fazendo muito presente sobre o fino tecido da calça.

“Regina. Comporte-se.”

“Pare de trapacear.”

Ele deu um tapa leve na mão dela, atrapalhando a deliciosa massagem que ela fazia em si mesma. “É você que está trapaceando, milady.”

Regina ia responder mas o ar sumiu de seus brônquios quando ela sentiu a língua dele entre seus grandes lábios. Robin apertou os dedos em suas coxas, mantendo-a sobre o seu controle enquanto deslizava a língua quente e suave entre sua carne. Ela fechou os olhos e suspirou os dedos acariciando os cabelos arrepiados dele e pressionando-o levemente contra a sua pelve. Ele deslizou a mão pela sua barriga e começou a acariciar seus seios enquanto enterrava a língua nela, tocando as paredes internas da sua abertura e fazendo com que princípios de arrepios lhe percorressem o pescoço.

“Oh, Robin... Isso é tão bom...”

Ele deixou que a língua deslizasse entre as junções de seus lábios vaginais, capturando o clitóris com a boca e provocando-o com a ponta da língua.

“Robin...”

A maneira doce e vulnerável com a qual ela gemia seu nome causava estranhas sensações em Robin. Boas sensações, embora estranhas. Ele encaixou a boca sobre toda a vagina dela, como que bebendo dela, cada gole do seu prazer deliberado. Sua língua ondulou contra ela, e ele sentiu quando ela começou a rebolar contra a boca dele, o ventre estremecendo, o suor cobrindo o corpo esbelto. Bastou que ele tocasse o clitóris dela com a boca que ela gritou, apertando-o contra ela, a coluna em arco e os olhos cerrados com força.

“Robin! Meu...” Ela respirou fundo, e ele saiu do meio das pernas dela com um sorriso, vendo a maneira descompassada com a qual o tórax dela subia e descia, denunciando a excitação feroz que tomara conta dela. “... Deus.”

“Você tem o melhor gosto do mundo, baby.”

“Me deixa provar.” Ronronou ela, puxando-o para cima e enlaçando os braços atrás do pescoço dele. Robin a beijou com volúpia e desejo, mantendo-a com as pernas abertas. Seus dedos deslizaram pela carne sensível como a língua dele deslizava pela sua boca, e ela gemeu, afastando-se do beijo dele.

“Robin, eu vou gozar de novo assim. Tô sensível, vai com calma.”

Ele puxou o lábio inferior dela com os dentes, para depois sussurrar contra aqueles lábios apetitosos.

“Sua fraca.” Ela sorriu, mas o sorriso transformou-se em uma expressão de tesão soberbo quando sentiu-o penetrando-a com um dedo. Ela abriu os olhos e o encarou com intensidade. Ele lambeu seu pescoço e com os lábios roçando nos ouvidos dela, sussurrou:

“Contrai meu dedo dentro de você, quantas vezes conseguir. Vou ficar parado. Você vai estar prontinha em minutos.”

Regina concentrou-se nos movimentos de contração, e Robin segurava-se para não deslizar aquele moletom e comê-la sem piedade. Mas ele sabia da importância daquilo para eles. Era a primeira vez que eles se amavam, sem pressa, sem brigas, sem ciúmes, sem raiva. Eram apenas eles e os sentimentos que os preenchiam. Eram apenas Regina e Robin, não havia cargos, não havia passado, não havia contratos.

Ela gemeu novamente, e ele sentiu o prazer que havia retornado ao seu tom. Ele começou a movimentar seu dedo contra ela, retirando e penetrando, ritmicamente, forçando-o contra a musculatura interna dela, enquanto Regina movia-se contra seu dedo, descontrolada e sem foco. Ele adicionou mais um dedo, e debruçou-se sobre seu sexo, chupando suavemente o clitóris enquanto seus dedos entravam e saíam com força.

“Regina!” Gemeu ele, sentindo a excitação dela lambuzando seus dedos e os músculos se contraindo ao redor do dedo dele, que continuava movimentando-se contra ela, invadindo sua carne, socando fundo dentro dela. Ele acelerou o ritmo de seus dedos e em poucos minutos ela se curvou sobre os lençóis de linho e gozou, gemendo audivelmente.

Robin rastejou sobre o corpo dela, beijando cada pedaço de pele que seus lábios encontravam, tomando o caminho de volta para a sua boca. Ele deitou-se sobre ela, sentindo a respiração acelerada e ela aninhando-se contra o seu peito, a boca delicada dando um beijo leve em seu pescoço.

“Te amo.”

Ele sorriu. Ela deveria dizer isso a cada cinco segundos. Ele nunca se acostumaria, mesmo assim.

“Eu te amo mais, senhorita Mills.”

Robin entrelaçou os dedos nos dedos dela, levando-os à boca e beijando-os, delicadamente, a língua deslizando entre os nós dos dedos dela. Robin continuou beijando-a, sem pressa e apaixonadamente. Ele poderia fazer aquilo por horas. A boca dela era macia, suave e adocicada, e o calor de seus beijos queimavam até as entranhas mais profundas dentro dele. Ela era um vulcão de prazer e sensualidade que o arrebatava toda vez que ele tocava nela.

“Querido.” Sussurrou ela, a voz rouca e sexy redundante contra o ouvido dele, enquanto ela deslizava as unhas pelos ombros fortes.

“Sim?”

“Entre em mim. Mostre-me o quanto sou sua. Invada minha alma.”

“É tudo que eu mais quero.”

Ele sorriu e a beijou, as línguas incansáveis uma contra a outra. Regina enfiou as unhas na bunda dele, por dentro do moletom e esfregou-se contra a ereção que latejava contra seu corpo. Ela deslizou a mão pelo cós da calça, puxando-a para longe do seu caminho. Robin ajudou, desvencilhando-se da única peça de roupa que os separava. Assim que ela sentiu o pau dele encostando-se nela, mordeu o lábio inferior com força, revirando os olhos enquanto ele sussurrava quão linda ela era.

Robin segurou a base de seu pau com a mão, roçando-o provocativo contra o clitóris dela, e a sua entrada, apenas friccionando. Ele sentia o corpo dela clamando por ele. Ele posicionou-o contra a entrada dela, e voltou a entrelaçar seus dedos nos dela.

“Olhe nos meus olhos, quero ver seu rosto quando eu penetrar você.”

Ela assentiu, fitando-o intensamente. Ele assistiu cada pequena mudança no rosto dela, desde o escurecimento da íris como o espasmo em seus lábios assim que ele a invadiu, entrando lenta, porém profundamente dentro dela. Robin ficou algum tempo dentro dela, imóvel e Regina contraiu-se ao redor dele, propositalmente.

“Este é o meu lugar preferido no mundo.”

“Nossa cama?”

“Dentro de você.”

“Safado.”

“Seu safado, para sempre seu.”

Ela enfiou os dedos na nuca dele e o puxou para outro beijo; Robin começou a mover-se lentamente contra ela, impulsionando-se para dentro e para fora dela de maneira calma e serena, apenas saboreando cada sensação, cada cheiro, cada som, cada segundo. Os olhares entre eles eram intensos e carregados de sentimentos e significados, deixando claro que nada seria a mesma coisa a partir daquele momento.

Ele ainda movia-se delicadamente para dentro dela, atingindo com suavidade toda a musculatura dela, envolvendo-a numa maré de carinho e de prazerosa abnegação. Regina deslizou o polegar pelo rosto dele, sorrindo.

“Você é o homem da minha vida, dear.”

“Regina.” Gemeu ele, gradativamente aumentando o ritmo em que a penetrava. Ela passou a mão pelas costas dele e puxou-o para si, enquanto a outra mão continuava em seu rosto, acariciando-o, tateando cada centímetro do belíssimo rosto dele, os dedos roçando na barba, o polegar acariciando a maçã de seu rosto, a ponta dos dedos tocando a carne suave na parte inferior das suas pálpebras.

O pau dele era imenso e massageava cada fissura em cada parede interna dela, criando uma espécie de toque regular e incessante, uma massagem cheia de toques e surpresas. Ela deixou que uma das pernas contornasse a dele e ele segurou a outra perna dela um pouco elevada, buscando uma profundidade ainda maior dentro dela. A cada deslizada suave e carregada de desejo, ele podia sentir os pontos erógenos dentro dela gritando por alívio. Robin continuou lento contra ela, provocando-a com a ternura de seus movimentos, entrando e saindo com cuidado e delicadeza, acumulando uma tensão pré-orgasmo arrebatadora em cada centímetro de carne hipersensibilizada.

Ela criou impulso contra o colchão e o girou, deitando-o na cama e subindo em cima dele. Ele segurou-a em seu colo pela nuca, beijando-a; em um movimento suave, Robin sentou-se na cama, e ela sentou-se no seu colo, com as pernas dobradas e os joelhos apoiados em cada lado das nádegas dele. Ela abraçou-o e eles ficaram nessa posição, o peso dela fazendo com que ele entrasse ainda mais fundo dentro dela. Robin moveu-se apenas um pouco, ela respirou fundo, sentindo um orgasmo calmo e assustadoramente intenso nascendo por baixo dos dedos de seus pés, subindo através da sua espinha, e ela apertou-se contra Robin, tentando abafar aquela explosão de sabores e amores que tomava conta de cada átomo presente em seu corpo. Ela fechou os olhos, mas jurava que estava vendo estrelas. Seu corpo todo tencionou por alguns segundos, e ela sentiu exatamente quando seu coração quase parou, tamanho o prazer que fora descarregado sobre o seu sistema nervoso.

Os músculos ao redor de seu pau o estrangularam de um modo que era impossível para que ele continuasse. A pressão desse ato e a maneira desesperada com a qual Regina agarrou-se a ele foram suficientes para que ele enfiasse a cabeça contra o pescoço dela, abafando o gemido gutural proveniente de ter alcançado um orgasmo tão intenso.

Eles continuaram abraçados, com Regina em seu colo. Alguns minutos de respirações ofegantes, risadas maliciosas e olhares apaixonados foram necessários até que eles tivessem condições de falar novamente.

“Achei que você fosse se vestir.” Brincou ela.

As mãos dele deslizaram pelas costas dela, umedecida pelo suor das intensas atividades deles.

“É um desperdício me vestir se eu tenho Regina Mills nua na minha cama.”

“Não está se apaixonando, está?” Brincou ela.

Ele sorriu com a lembrança.

“É tarde demais para negar.”