Amores Quebrados
2 Eu amo você.
Notas iniciais
Amores Quebrados – Nephilim13
Capítulo Dois – Eu amo você
Ao descerem do carro, Naruto e Boruto dirigiram-se até o interior da grande casa. Havia um belo jardim na entrada e uma varanda.
Naruto alisou a camisa que usava, após tocar a campainha, enquanto esperava a porta ser aberta. Um instante depois uma mulher de estatura baixa abrira a porta. Ela era morena e tinha uma feição um tanto carrancuda e corpo esguio. Demorou até reconhecê-la.
– Oi Hanabi. – cumprimentou de forma simples.
Hanabi ao menos o olhara direito, o Uzumaki sabia que ela nunca fora com sua cara. Porém seus olhos brilharam ao ver o garoto que o acompanhava.
– Boruto! – disse animada, abrindo os braços para recebê-lo com um abraço. – Minha Nossa! Como você cresceu! – comentou admirada.
Boruto apenas riu como resposta, separando-se do abraço.
Hanabi voltou a fitar Naruto, seu sorriso havia sido substituído por um semblante irritadiço.
– Está atrasado, idiota! – disse com os braços cruzados em frente ao corpo.
Naruto coçou a nuca, constrangido. Decidiu ignorar o xingamento.
– Eu sei, desculpe. – pediu.
Hanabi então saiu do caminho, deixando que os dois entrassem.
A casa era realmente grande, o loiro reparou. Chegaram à sala de jantar e todas as luzes estavam apagadas. Boruto estranhou, ainda não tinha visto sua mãe e nem Toneri. Quando ia virar-se para perguntar a Hanabi onde estava Hinata, todas as luzes se acenderam e um coro começou a cantar o tão conhecido Parabéns.
Os olhos de Boruto se arregalaram, ainda sem entender. Olhou para seu pai, a fim de conseguir alguma explicação, no entanto assim que encontrara olhos azuis como os seus ele pode entender.
Seu rosto ganhou uma coloração avermelhada quando sua mãe viera lhe abraçar e lhe desejar um feliz aniversário.
Hinata olhou para Naruto com irritação enquanto abraçava o filho. O loiro entendeu que seu atraso não seria facilmente perdoado, então ele apenas sorriu e piscou um dos olhos.
Logo Boruto fora atrás de seus amigos, os quais Naruto não conhecia.
Hinata posicionara-se frente à Naruto, com os braços cruzados.
– Por que chegaram tão tarde? Não combinamos às sete e meia, Naruto? – perguntou irritadiça – Já são quase nove horas!
Naruto sorriu e pousou a mão na cabeça de Hinata e afagou.
– Não seja chata! Tive que arrumar algumas coisas no apartamento. – justificou-se, ainda afagando o topo da cabeça dela.
A morena mesmo corada deu-lhe um tapa na mão que lhe acariciava e afastou-se. Naruto apenas suspirou.
– Parece que ela não te suporta.
O Uzumaki assustara-se com a chegada repentina de Sasuke, que estava acompanhado de sua esposa, Sakura. Seus melhores amigos.
– É, parece. – concordou – Mas não vai durar. – afirmou confiante.
– Ela te odeia. – disse Sakura.
Naruto a olhou feio. Hinata não o odiava, só estava magoada.
– Ela não me odeia! – afirmou.
Sakura apenas revirou os olhos, Naruto era teimoso. Além disso, o loiro não dava ponto sem nó, se ele dissera com tanta confiança que não duraria, então algo aconteceria, com certeza.
Conversaram por um tempo. Até que em algum momento Naruto avistou Hinata ao longe. Ela estava esquivando-se das pessoas, seguindo por um corredor.
O homem não conhecia a casa, porém viu-se a seguindo mesmo assim.
Quando chegou perto de uma porta pode ouvir a voz da mulher. Ela parecia irritada. Não era de seu feitio ouvir atrás da porta, no entanto sua curiosidade falou mais alto.
– Você só pode estar brincando. – dizia ela a alguém por telefone. – Ficou esse tempo todo longe e quando finalmente podemos ficar próximos você simplesmente me descarta. – o choro era evidente em sua voz – Por que está fazendo isso? Eu... Não entendo. –a última parte não passou de um sussurro, porém Naruto conseguiu ouvir.
Ela havia desligado o telefone, Naruto concluíra, pois não ouvia mais falas.
Seu coração se apertou ao escutar soluços vindos do outro lado da porta. Hinata estava chorando, e aquilo lhe doía.
Devagar, Naruto abriu a porta. Olhou o interior do cômodo, parecia algo como um escritório. Não avistou Hinata de inicio, entretanto encontrou-a agachada em um canto, com as mãos no rosto, chorando.
Sabia que ela tinha consciência de sua presença, mas a morena ao menos o olhou. Hesitou em chama-la.
– Hinata? – chamou. Ela não esboçara qualquer reação.
Naruto resolveu aproximar-se. Agachou-se frente à mulher. Não sabia o que fazer e nem o que tinha ocorrido, mas vê-la daquela forma lhe partia o coração. Sendo assim fez a única coisa que poderia no momento: a abraçou.
Foi então que Hinata desatou a chorar. Não queria o abraço de Naruto, porém ao mesmo tempo desejava o conforto de seus braços. Seu coração estaria fadado a ser decepcionado.
– Hinata? – chamou-a novamente, sem solta-la. – Você quer sair daqui? Ir pra algum outro lugar? – sentiu-a afirmar um pouco hesitante.
Ele levantou-se, levando-a junto. Passou seu braço ao redor do corpo pequeno da mulher, saindo do escritório.
Seguindo as instruções de Hinata, seguiram para a saída sem serem notados. Antes de dar partida no carro, Naruto mandou uma mensagem a Sakura, para que ela avisasse ao filho e a família da ex-Uzumaki que estavam saindo da festa.
[...]
Naruto acendera a luz assim que adentraram o pequeno apartamento. Hinata estava parada em pé no meio da sala. Parecia observar o local.
– Por que me trouxe ao seu apartamento? – perguntou a mulher desconfiada.
Naruto coçou a nuca, não imaginara lugar melhor. E também queria um tempo a sós com a ex-mulher.
– Eu estou te devendo algo, não é? – desviou do assunto.
Hinata o olhou confusa, para um instante depois entender do que se tratava.
– Ah, isso. Eu não quero nada de você, estava apenas entrando na sua onda. – disse ríspida.
Ouvir que Hinata não queria nada de si doera mais do que imaginaria. Mas não se deixaria abater.
– Hinata, quero conversar em paz com você, por favor. – pediu sentando-se no sofá, indicando que ela deveria fazer o mesmo.
Ela o olhou, ainda de pé. Naruto não entendeu quando ela passou a caminhar, compreendeu sua intenção ao vê-la seguir para a porta. Naruto rapidamente a impedira de abrir a mesma.
– Me solta, Naruto! – exigiu – E pensar que eu realmente achei que estava me ajudando. Você só quer brincar comigo! – exclamou com os olhos fechados fortemente.
– Não... – sussurrou ele – Está errada. Eu não quero mais te magoar ou machucar. – disse – Porque eu ainda te a–
– Pare! – gritou desesperada. – Por favor, não diga. Pare... Por favor... – sibilou. Seus olhos ardiam, ela os mantinha fechados. Não quero ouvir, era o que pensava.
Com a mão em seu pulso, Naruto se pusera atrás de Hinata, encostando seu corpo ao dela. Curvou-se até sua cabeça pousar no ombro da mulher.
Conseguia sentir a fragrância suave da pele de Hinata, aspirou discretamente, suspirando em seguida.
– Me desculpe. – pediu. – Estou sendo egoísta, como sempre. Eu não quero mais te causar dor, mas... Vamos conversar, por favor. Não precisa dizer nada se não quiser, apenas me ouça. Deixarei você ir depois, se assim desejar. – disse.
Senti-lo tão próximo após quatro anos deixava Hinata desnorteada. Sabia que deveria ir embora, sabia que não deveria ouvi-lo, mas ainda assim não moveu um musculo sequer. Naruto tomou isso como uma permissão para falar.
Respirou fundo, preparando-se para começar, porém nada vinha à sua mente naquele momento.
– Porque me deixou ficar com Boruto todo esse tempo? – perguntou Hinata de repente. – Você sabia que eu poderia não deixa-lo vê-lo mais. – confessou, sem virar-se.
Naruto sorriu diante àquilo.
– Por que eu sempre soube que você voltaria e que me deixaria vê-lo quando eu quisesse. – respondeu sincero, surpreendendo Hinata – Somos pais acima de qualquer coisa.
Tal declaração fez o coração da mulher bater mais rápido e fez lembrar-se de quando Boruto nascera. Naruto ficara tão emocionado que não conseguira dizer nada, ele apenas chorara e quando finalmente disse algo fora: Você me fez ser pai, obrigado por isso, Hinata.
Hinata queria chorar ainda mais. Naruto estragara tudo.
– Eu estraguei tudo, não foi? – disse ele. Parecia ler a sua mente. – Se não fosse tão estúpido, ainda seriamos uma família. – comentou.
– Seriamos. – concordou Hinata.
O Uzumaki soltou o pulso de Hinata, para em seguida abraça-la.
Ainda podemos tentar, foi o que pensara, mas sabia que ela estava com Toneri, não a faria trai-lo. Seus pensamentos foram cortados ao sentir o toque suave das mãos da morena em e seus braços, não com a intenção de soltar-se e sim o afagando.
– Toneri terminou comigo. – confessou. Doía saber que a pessoa que gostava a havia deixado. – Disse que se apaixonou por outra pessoa, e que não daríamos certo de qualquer forma. – Naruto ouvia aquilo com pesar. Mais uma vez alguém pisara no coração de Hinata, jamais perdoaria Toneri.
Ela riu.
– Eu sou patética. – disse a morena.
– Não! – retrucou Naruto a apertando ainda mais ao seu abraço – Ele... Nós dois é que somos. Tratar uma mulher como você dessa forma é patético. Toneri e eu somos dois idiotas. – disse – Mas eu o agradeço por ser um idiota, por que só assim eu posso tentar... Ser seu amigo. – não era o que queria, porém se aquilo significaria tê-la por perto então não se importava.
Naruto sentiu Hinata se mexer, não queria solta-la ainda, no entanto não a impediria de sair. O que Hinata fez em seguida foi virar-se e fita-lo intensamente, de uma forma que ela só o fazia quando queria algo, que no caso ele lembrava-se bem o que seria.
Ela se aproximou um passo dele, o que foi suficiente para que ficasse a centímetros de seu corpo. Sentia o perfume de Naruto, era o mesmo de quatro anos atrás.
Ele não ousou se mover. Não faria nada, deixaria que Hinata fizesse o que desejasse.
A ex-Uzumaki posicionou sua mãos no peito de Naruto, subindo devagar até seus ombros. O olhou nos olhos, o desejo queimava no azul profundo de seu olhar. As mãos de Hinata passaram a acariciar os ombros de Naruto. Ela não deveria fazer aquilo, mas não podia negar que ainda desejava-o, como se nunca tivessem se separado.
– Hinata. – chamou-a – Se quiser ir embora, essa é a hora. – avisou. Não aguentaria ficar sem toca-la, a faria sua se ela não partisse.
A resposta de Hinata foi colar seus corpos e ficar na ponta dos pés, de olhos fechados. Sua boca estava entreaberta e seus seios prensados contra seu peito. Aquela visão, aquela sensação era demais para o pobre homem. A beijou sem demora.
Abraçou a cintura de Hinata com força, mas sem machuca-la. E a outra mão fora posicionada na nuca da mulher, agarrando os fios negros em seguida. Prensou-a contra a porta, enquanto a beijava com volúpia. Estava praticamente devorando a boca de Hinata. A cada instante apertava a mulher contra si, querendo mais e mais senti-la perto. Sentir o calor de seu corpo.
Aquilo era intenso demais, quente demais e um tanto insano. Hinata sabia que se arrependeria depois, mas ainda assim queria continuar. Seu coração ainda pesava com a dor de ser traída pela segunda vez, porém sabia que Naruto era o único que poderia acalmar seu coração e espírito. Não o estava usando, longe disso, só queria entregar-se mais uma vez, e diminuir a cota de peso em suas costas. Ainda o desejava tanto quanto ele a desejava.
Quando sentiu que não aguentaria mais segurar o fôlego, Naruto passou a beijar e morder o pescoço de Hinata. Ela ofegava, as mãos postas nos ombros do loiro o apertavam fortemente.
A diferença de altura dos dois o estava incomodando, Hinata era muito baixinha. Foi então que sem pensar duas vezes ele a ergueu, fazendo-a cruzar as pernas em sua cintura, diminuído assim a distancia entre eles.
Hinata fora surpreendida, no entanto não desaprovara a ação do Uzumaki. Ainda sentindo os beijos molhados de Naruto, ela passou a acariciar sua nuca, emaranhando seus dedos nos belos fios dourados do homem.
Naruto passou a língua pelo pescoço de Hinata, em seguida fazendo uma trilha de beijos até a boca da mesma, lhe roubando mais um beijo carregado de luxuria. Mas diferente do outro, esse era mais calmo. Naruto a beijava devagar. Um beijo molhado e sensual. De vez em quando ele mordia seu lábio inferior, fazendo Hinata perder os sentidos.
Ela sentia-se molhada, sem perceber rebolava no mesmo ritmo do beijo. Devagar e sensualmente, o que fez com que suas intimidades se tocassem. Mesmo que por cima da calça e por estar de vestido, Hinata pode sentir o quão excitado Naruto estava. Aquilo fez a mulher gemer em meio ao beijo.
Ao ouvir o belo som da voz de Hinata gemendo, o loiro viu-se ainda mais excitado. Queira ouvi-la gemer mais.
Ele então a desencostou da porta, passando a caminhar com Hinata em seu colo, sem parar de beija-la. Andou até encontrar uma mesa, colocou Hinata sentada ali. Desviou os beijos da boca para o colo dela, a ouvindo respirar com dificuldade. Sua mão direita que se alojava em sua coxa, seguiu em direção ao meio das pernas da mulher. Sem perder mais tempo, ele posicionou sua mão no sexo de Hinata e passou a acariciar a região ainda por cima da calcinha.
Hinata não pode conter o gemido, deliciando Naruto.
O Uzumaki empurrou o tecido fino para o lado, mergulhando o dedo médio na intimidade de Hinata, constatando o quão molhada ela estava. Começou a penetra-la devagar, observando as reações da mulher. Adorava vê-la daquela forma, completamente entregue. Sua expressão era de puro prazer. Adicionou mais um dedo a brincadeira, e sentiu-a apertar seus dedos. Mais um glorioso gemido. A outra mão de Naruto passeava suavemente pelo tronco ainda coberto da morena. Parou a mão sobre o seio de Hinata, passando a massageá-lo.
Hinata tinha os olhos cerrados, de seus lábios molhados e entreabertos saiam lindos gemidos. Naruto a comida com os olhos e os dedos. Queria acrescentar mais um, no entanto talvez fosse demais pra ela. Arriscou e a viu fechar os olhos com força, então ele hesitou.
– Não... Não pare... – disse entre ofegos.
Naruto sorriu sacana. Sua Hinata era uma mulher incrivelmente safada.
Sim, sua. Apenas sua. Por um instante a imagem de sua mulher com Toneri lhe veio à mente, e sentiu a raiva e ciúmes lhe invadir. Pensar que os dois já tiveram momentos íntimos como aquele que estavam tendo lhe fazia perder a razão.
Meteu sem dó os três dedos na cavidade de Hinata, fazendo-a gemer seu nome. Ela havia gozado gloriosamente em seus dedos. Vê-la chamando-o daquela forma tão sensual o fez desejar estar dentro dela mais do que nunca.
Retirou os dedos do sexo de Hinata levando-os a própria boca em seguida. Chupo-os sensualmente, enquanto fitava profundamente os olhos da mulher a sua frente.
– Deliciosa. – elogiou, vendo a mulher corar.
Hinata sabia que ele a estava provocando, e não ficaria pra trás. Apossou-se das mãos de Naruto, a mesma que lhe dera prazer a instantes atrás, e levou o dedo médio dele a boca, chupando-o avidamente, passou a língua pelo dedo em seguida o introduzindo na boca.
Vendo Hinata chupar seu dedo daquela forma o deixou desejoso. Ela estava tão erótica, tão linda e tão safada. Imaginou aquela boca gostosa lambendo e chupando seu pau. Só de imaginar, seu membro pulsou dolorosamente. Precisava aliviar-se. Precisava dela.
Não deixando que Hinata continua-se com a brincadeira, ele livrou-se dos lábios dela.
– Você está vestida demais. – observou já se aproximando dela a fim de tirar seu vestido.
Naruto desceu uma das alças vagarosamente, sentindo a pele de Hinata sob seus dedos. Depositou um beijo molhado em seu ombro, mordendo logo após.
Não se demorou muito naquilo. Resolveu despi-la de uma vez por todas. Para ajudar, Hinata levantou os quadris para que Naruto passasse o vestido por suas pernas e finalmente o tirasse.
Vestia um conjunto de lingerie preto de renda. Aquilo intrigou Naruto.
– Estava pensando em alguém no momento em que escolheu seu lingerie? – perguntou, com a voz rouca, passeando a mão novamente pelo corpo de Hinata – Talvez estivesse esperando que fosse Toneri aqui, e não eu. – provocou. Não fazia por mal, porém quando se tratava de Hinata com outro homem, Naruto simplesmente perdia a razão, dizendo coisas sem pensar.
Tal comentário fez Hinata sair do topor de prazer em que estava. Ele estava realmente lhe perguntando aquilo? Fechou as pernas na mesma hora, o olhando com irritação.
– Você é mesmo um idiota, Uzumaki! – vociferou.
Estava prestes a se levantar da mesa, quando ele lhe agarrou o pescoço – sem machuca-la, claro –, a olhou nos olhos intensamente e a beijou voraz.
Ele estava sendo selvagem, porém não menos sensual. Tudo aquilo deixava Hinata cada vez mais excitada.
– Você não vai fugir dessa vez. – disse ao parar o beijo – Você é minha, Hinata. – afirmou.
A mulher sentia sua intimidade ficar úmida e quente. O agarre em seu pescoço não a incomodava, sabia que ele nunca a machucaria, que só estava sendo dominador.
– Vesti isso pensando em você. – falou a morena o olhando profundamente – Você sempre dizia que gostava do preto na minha pele.
Por aquilo Naruto não esperava. Hinata vestia suas roupas intimas com o pensamento nele. A observou novamente. Ele encontrava-se entre suas pernas, uma mão em seu pescoço e a outra em seu pulso. Aquela cena, de Hinata sendo dominada, fez seu pau latejar em desejo. Não queria prolongar mais nada. A faria sua ali mesmo, encima daquela mesa.
Livrou Hinata de suas mãos, para retirar a camisa, os sapatos e a calça, sem tirar os olhos da mulher nem por um instante. E ela o observava, seguindo cada movimento, com os lindos olhos claros em chamas.
Aproximou-se de Hinata apenas de cueca, dirigindo as mãos até a calcinha delicada que ela usava, a retirando. Enquanto a morena removia o sutiã deixando os fartos seios à mostra.
Naruto se posicionou no meio das longas pernas da mulher, abaixando a cueca somente o suficiente para que seu membro ficasse a mostra. Segurou-o com a mão, colocando-o na entrada de Hinata. Olhou-a intensamente nos olhos, antes de meter seu pau completamente dentro da mulher, ouvindo-a gemer manhosa.
Estar dentro dela era algo incrível sentia-se insanamente bem. Não se moveu por um tempo, apenas apreciando a sensação de ser engolido pela cavidade molhada e quente.
Já Hinata sentia-se completa, somente aquele homem lhe fazia perder a cabeça daquela forma. Olhou-o suplicante, queria senti-lo entrando e saindo de si. Queria que ele a violasse com força.
Naruto vendo o olhar dela, não pode recusar o pedido silencioso, passou a se mover devagar. Entrava e saía lentamente, em uma tortura gostosa.
– Naruto... Mais rápido. – pediu, passando a língua pelos lábios ressecados.
Atendendo a seu pedido. Naruto começou a estoca-la mais rápido e com mais força. Levou as mãos aos seios que tanto gostava, acariciando-os. Não satisfeito o Uzumaki curvou-se sobre o corpo de Hinata, abocanhando um dos seios, fazendo a mulher gemer ainda mais. Gostava do sabor da pele de Hinata, se lhe perguntassem qual seria sua comida favorita, pensaria nela com certeza.
Seu quadril movimentava-se quase que sozinho. Simplesmente não conseguia manter o controle perto da morena.
Hinata sentou-se na mesa, abraçando o corpo de Naruto e cravando suas unhas em suas costas. Ele metia rápido e forte, cada vez mais perto do clímax. Sentiu que gozaria a qualquer momento.
– Hinata, vou gozar! – avisou.
– Vamos juntos, Naruto. – disse Hinata, beijando-o em seguida.
Com mais duas estocadas Naruto despejou todo seu sêmen dentro de Hinata, fazendo-a gozar.
Ficou um tempo sem se mexer, sentindo os efeitos do orgasmo. Hinata tremia em seus braços, respirando com dificuldades.
Ainda abraçados, ambos perguntavam-se como aquilo chegara a tal ponto, e principalmente o que fariam dali em diante. Porém diferente do que haviam pensado não se sentiam arrependidos, muito pelo contrário fariam tudo novamente se possível.
Hinata sentia o membro de Naruto ainda dentro de si e contraiu-se automaticamente, ouvindo Naruto gemer em seu ouvido. Ele beijou seu ombro, enquanto colocava uma mecha do cabelo de Hinata atrás de sua orelha. Endireitou-se passando a olhar os olhos dela, acariciando sua bochecha.
– Eu amo você. – declarou Naruto à morena, logo após passando a estoca-la vagarosamente.
Hinata não respondeu, fechando os olhos sentindo um arrepio de puro prazer passar por seu corpo, gemendo. Naruto não se importou pela falta de resposta, aquilo não lhe incomodava no momento. Eram apenas ela e ele ali, e trataria de aproveitar ao máximo.
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