Amor verdadeiro ou ficção?
3 Capítulo 3
Gustavo narrando: Fiquei feliz em saber que voltaria a beijar aqueles lábios sem me sentir culpado
— E ai qual será nosso novo trabalho? Perguntei sorrindo
— Vocês farão o papel de um casal que se conhece des de adolescentes e escondem uma paixão um pelo outro por medo de dizer e o outro não sentir a mesma coisa e estragar a amizade de vcs
—E quando começamos?
—Segunda — Feira podem ir para conhecer o cenário e os colegas de cena
Rosanne narrando: Eu e Gustavo fomos ao studio conhecer tudo e nos enturmamos com os colegas
— Gustavo já que vamos fazer um papel juntos poderíamos nos encontrar amanhã né para ensaiarmos juntos
— E pode ser mais no meu apartamento ou no seu
— Depois resolvermos isso Marcos está me esperando ali fora tchau até amanhã
Gustavo narrando: Depois que me despedi da Ro segui para o teatro para encontrar o Sérgio. Quando cheguei ele estava ensaiando para a peça de hoje a noite. Me sentei na platéia e fiquei assistindo. Quando ele percebeu minha presença veio em minha direção
— E ai Gu como foi lá? Perguntou se sentando do meu lado
— Foi legal achei bem interessante meu papel e diferente nunca fiz nada parecido
— Legal o que VC vai fazer
— Meu papel será o que um caipira sabe aquele estilo cowboy apaixonado por uma amiga de infância da cidade. Digo entregando o papel a ele
Sérgio narrando: Ficamos conversando sobre seu novo emprego durante horas até eu ter que voltar resolver as coisas
— Ei Gu o que VC vai fazer agora? Pergunto subindo no palco
— Eu nada porque ta precisando de alguma coisa
— Sim VC poderia me ajudar aqui né
— Claro ajudo sim vamos lá
Gustavo narrando: Ajudei com ele com tudo que ele precisava. Depois de tudo feito decidimos ir a uma sorveteria com alguns colegas que ali estavam
Na sorveteria
Gustavo narrando: Estávamos na sorveteria Eu, Sérgio, Carol,Max,Paula e Rodrigo
— O que desejam? Pergunta o garçom
— Eu quero um sorvete de baunilha
— Creme.
— Morango
— Chocolate
— Flocos
— Leite condensado
Marcos narrando: Ro chegou feliz em casa falando do seu novo emprego. Conversamos bastante e decidimos ir a sorveteria. Na sorveteria vimos Gustavo e alguns amigos em uma mesa e vamos até lá
Gustavo narrando: Estávamos conversando sobre a peça de hoje a noite quando somos interrompidos por um casal
— Oi podemos nos juntar a vocês? Pergunta Ro acompanhada do Marcos
— Claro que podem eu não vejo um motivo específica para vocês não poder se juntar a amigos. Diz Rodrigo com o consentimento dos outros ocupantes da mesa principalmente o meu
Rosanne narrando: Marcos fez nossos pedidos e ficamos conversando. Depois de tomarmos os sorvetes cada um seguiu pra um canto
Apartamento do Gustavo
Sérgio narrando: Estava no quarto me arrumando para ir a peça e o Gustavo estava deitado vendo TV
— Gustavo você não vai se arrumar para irmos a peça?
— Relaxa Serginho ta cedo ainda calma
— Eu queria muito que você fosse é importante pra mim sua presença
— Eu vou estar lá de preferência na primeira fila eu só não vou me arrumar agora porque ta muito cedo ainda
— Você vai acabar esquecendo e não vai ir
— Ta bom ta bom to indo tomar banho satisfeito? Pergunta irônico tirando a camisa e jogando em cima da cama
— Hahaha que graça melhor assim mesmo vai logo
— Nossa senhora calma ai já to indo. Diz pegando a toalha e entrando no banheiro
Gustavo narrando: Entrei no banheiro e fiquei enrolando só pra irritar ele
— Oh Gustavo será que da pra andar de pressa? Pergunta nervoso
— Me apressa não, foi você quem quis que eu me arrumasse agora eu ainda vou demorar muito. Digo rindo
— Assim vamos nos atrasar anda mais rápido com esse banho
— Ih eu ainda nem lavei meu cabelo e eu também nem vou me apresentar se eu fosse você ia na frente
— E o que vou fazer tchau pra você. Diz batendo a porta do apartamento com força
— Que nervosismo desse jeito vai arrancar a porta do apartamento
Sai do banheiro me arrumei e segui caminho
Sérgio narrando: Já havia se passado quase duas horas e nada do Gustavo aparecer. O teatro estava lotado e a peça já iria começar quando o vejo chegar e me chamar. Vou até ele
— Onde você estava achei que não vinha mais?
— Desculpa a culpa não foi minha teve um acidente na estrada e pra piorar a situação o pneu do carro furou
— Tudo bem a peça já vai começar vai logo pro seu lugar.
— Sérgio desculpa cara a culpa não foi minha eu tentei chegar mais cedo
Não dei ouvidos ao que ele dizia estava chateado demais para isso. Sai de lá e deixei ele falando sozinho.
Gustavo narrando: Ele ficou muito chateado e me deixou falando sozinho. Desci do palco e fui me sentar em qualquer cadeira vazia e esperei a peça começar
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