Amor verdadeiro ou ficção?
4 Capítulo 4
Autora narrando: A peça começou e foi um sucesso. No camarim Sérgio e Gustavo ainda não se entenderam. Até quando vai essa briga dos dois?
Gustavo narrando: Estava no camarim com o elenco, Sérgio se recusava a falar comigo
— Parabéns pessoal vocês estavam ótimos,pena que eu não pude participar agora que consegui um trabalho na TV. Digo olhando pro Sérgio que estava sentado afastado de todos em silêncio
— Obrigado isso é devido também a sua ajuda com tudo aqui hoje a tarde. Diz Paula e todos concordam com ela
— E você Sérgio o que achou? Pergunta Max
— Achei razoável poderia ter sido melhor. Diz arrumando suas coisas e saindo
— Pessoal não liguem pro que ele disse ele só esta chateado comigo vou lá conversar com ele. Digo me retirando
—Espero que eles se acertem. Diz Carol
— É nos também. Diz os outros juntos
Sérgio narrando: Fui andando em meio a neblina com minha mochila nas costas, quando para um carro do meu lado
— Ei cara entra aqui. Diz Gustavo destravando as portas do carro para mim entrar
— Não Gustavo eu não vou entrar
— Larga de ser teimoso e entra está frio e com cara de que vai começar a chover
— Eu não vou entrar. Digo continuando andando.
— Se não entrar no carro por bem vai e entrar por mal. Diz descendo do carro
Gustavo narrando: Sai do teatro,peguei meu carro e fui atrás do Sérgio. Apesar dele ter saído a pouco tempo ele andou bastante demorei pra achar ele. Quando achei parei o carro e disse pra ele entrar, só que ele se recusou a entrar
— Se não entrar por bem entrará por mal. Digo descendo do carro
Pego ele e o levo até o carro e tranco tudo impedindo dele sair e entro pelo outro lado
— Você ficou louco Gustavo? Pergunta gritando
— Eu não você não quis entrar por bem eu tive que usar a força a culpa foi sua
— Minha nada você que não devia vim atrás de mim abre essa porta agora que eu vou descer
— Não vou abrir enquanto não conversamos
— Eu não tenho nada pra conversar com você
— Mas eu tenho faça o favor de ouvir
— Não,abra a porta desse carro pra eu sair,anda logo Gustavo
— Não vou abrir enquanto você não ouvir o que eu tenho pra falar
— Vou ouvir nada do que você tem a me dizer. Digo gritando
— Se você continuar gritando eu vou perder a concentração é isso pode causar um acidente e isso que você quer?
— Não
— Então pare de gritar
Sérgio narrando: Gustavo me colocou a força dentro do carro e não deixou eu sair. Comecei a gritar,mas parei quando ele me alertou do possível acidente que poderia causar. Ele dirige até o apartamento dele, e estaciona o carro na garagem
— Será que agora você pode abrir essa porta?
— Ah claro. Diz destravando as portas
Saio do carro e o portão tava acabando de fechar passo por baixo e saio do prédio
— Até mais Gustavo
— Sérgio volta aqui vamos conversar. Diz apertando o botão pro portão abrir
— Não to afim. Digo acenando pro táxi que tava vindo
— Sérgio. Diz caminhando até mim
— Tchau. Digo entrando no táxi antes dele chegar em mim e o moço segue caminho
— Para onde vamos? Pergunta o moço a mim enquanto dirigia
Abri a minha mochila,peguei uma folha e uma caneta e anotei o endereço no papel
— Para esse lugar aqui. Digo entregando o papel pra ele
Gustavo narrando: Sérgio entrou no táxi e foi embora. Não sei pra onde foi. Pensei en seguir o táxi,mas já o tinha perdido de vista. Então subi e me deitei. Fiquei pensando a onde ele poderia estar e como eu poderia me desculpar com ele,até adormecer
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