Notas iniciais
FIC NOVA ESPERO QUE GOSTEM !

POV FELICTY

Observo as mesas lotadas a minha frente, trabalhar em um bar não é o trabalho dos sonhos mais é o que tenho no momento para cobrir meus custos de vida enquanto procuro por outro emprego. Sou formada em T.I e não em garçonete de beira de estrada. Bufo com Sr. Wilson gritando pelo o meu nome sem parar.

– Felicity – chama em um grito agudo e embriagado batendo o copo vazio de cerveja no balcão – pode trazer outra cerveja ou tenho que ir até ai buscar ?. Cretino deveria ter vergonha e pagar as pensões dos filhos que estão em atraso a meses em vez de gastar todo o dinheiro em bebidas e mulheres ou parar de torrar o resto do meu juízo.

– Só um minuto Sr. Wilson – digo forçando um sorriso. Ele assente e começa a gargalha puxando uma morena para sentar em seu colo com seu decote exagerado mostrando boa parte dos seus silicones saltitantes. Reviro os olhos e encho seu copo. Olho para o relógio e já está quase encerrando meu expediente.

– Felicity pode fazer hora extra hoje ? – questiona Marlon meu chefe, ele é alto porte atlético de olhos cor de mel, pele pálida e sorriso encantador.

– Não posso – suspiro longamente – estou com dor de cabeça e muito cansada hoje. A verdade é que estou exausta para ser especifica, andei por horas e mais horas procurando por outro emprego descendo por essa cidade mais nada encontrei, meus pés latejam e meu corpo implora por um banho e uma noite de descanso longa.

– Tudo bem então ! você já fez muito por hoje está liberada pode ir – murmura com sorriso lindo no rosto. Assinto tiro o avental me encaminho para a sala dos funcionários, troco de roupa tirando o uniforme, pego minha bolsa e saio pelos os fundos do bar. Em passos largos fito a rua quase vazia, me apresso mais um pouco não quero encontrar o perigo das noites de NY.

Mais a algo que gosto de admirar quase todas as noites, algo não! Alguém!. Eu o vejo todas as noites em um restaurante sofisticado e mais caro do centro. Ele é um homem muito lindo de olhos azuis cor do oceano como em um dia lindo ensolarado, barba rala queixo rígido e cabelos curtos, corpo esculpidos pelos os Deuses. Sempre está próximo a grande janela de vidro de frente para rua, bebendo vinho tinto fitando o nada. Ele nunca sorrir sempre sério e misterioso. Divagando chego a frente do restaurante e vejo ele sentado na mesma cadeira, me aproximo só um pouco ficando por trás de um carro, hoje ele veste uma camisa preta dobrada até os cotovelos, calça jeans escura e sapatos social. Acho que meus olhos estão brilhando só de olhar para ele. Mais me sinto triste e vazia, ele é o tipo de cara que toda mulher deseja ter, seus relacionamentos devem ser com modelos e mulheres de classe alta, ele nunca olharia para mim como eu desejo ser vista por alguém. Só tenho vinte e três anos de cabelos negros e mexas roxas, roupas escuras e com par de All star surrados e por fim pobre. Uma taça daquele vinho que ele bebe deve ser meses do meu trabalho. Ele nunca olharia para uma garota como eu e isso me dói. Deixo uma lágrima escorrer e saio em direção para meu humilde apartamento em passos curtos. Meu celular começa a tocar ao remexer na minha bolsa para pega-lo sinto um puxão no meu braço com força me empurrando contra a parede me fazendo solta um grito em susto.

– Cooper ! – exclamo nervosa.

– Felicity minha bela e única Felicity – sorrir diabolicamente. Namoramos por dois anos na faculdade mais terminamos por ele se meter em crime cibernético foi preso e julgado, não tive coragem de vê-lo em uma prisão.

– Mais você estava preso e tinha pegado uma sentença de vinte anos – digo nervosa. Ele sorrir perverso e aperta meus pulso me fazendo soltar um gemido tento me desvincular mais ele aperta mais e rosna me fazendo gelar.

– Sim mais consegui fugir e estou de volta – disse me analisando de cima a baixo voltando a olhar dentro dos meus olhos – você precisa me pagar o que deve e com juros por ter me deixado quando eu mais precisava de você – rosna passando o nariz por minha face inalando me cheiro me fazendo arrepiar de medo.

– Não lhe devo nada Cooper – murmuro tentando soca-lo inutilmente.

– Você é minha Felicity – disse sério. Doou um chute nas suas virilhas com força saindo em disparada das suas garras, ele grita por mim e começa a corre tentando me alcançar. Mais uma vez ele me puxa no ato de acertá-lo com o cotovelo ele desvia e me derruba no chão com força, bato com a cabeça na calçada e sinto uma dor forte com o impacto, minha vista começa a ficar turva.

– Cooper por favor me deixe-me paz – digo com a voz fraca. Sinto ele se debruçar sobre mim, o peso do seu corpo me faz estremecer, fecho os olhos com força e meu coração começa com batidas disparadas sinto como se qualquer momento ele fosse parar em uma corrida mortal. Mais como alivio seu peso é tirado de mim brutamente, a única coisas que escuto são xingamentos e pancadas seguidas de gritos exaltados. Tento abrir os olhos mais estou zonza demais para ver o que está acontecendo a minha volta, meu corpo é erguido do chão por braços fortes e firmes seu cheiro amadeirado invade minhas narinas com um aroma viciante, inspiro e encosto meu rosto na curvatura do seu pescoço quente que me aquece em minutos seja quem for não é o Cooper, esse braços são convidativos e sedutores. A escuridão me procura e me engole em um relampejar rápido e frio.

[.....]

Acordo com o sol queimando minha pele levemente abro os olhos com o gosto amargo de todas as manhãs, olho envolta e vejo um quarto luxuoso com quadros abstratos, a cama é macia e muito fofa em lençóis brancos e perfumes florais. Me levanto sonolenta com uma leve pontada na cabeça passo a mãos por meus cabelos e sinto um galo.

– Desgraçado – rosno com a dor de cabeça voltando a todo vapor – maldito seja Cooper. Saio receosa pelo o quarto procurando um banheiro, vejo três portas o que me deixa confusa – isso é um quarto ou apartamento ? – balbico olhando a extensão de todo o cômodo que me deixa totalmente admirada. Entro em uma das portas que dá direto a um banheiro muito bonito e grande, meu queixo vai no chão com o tanto de coisas em cima da pia, toalhas brancas e fofas, me aproximo e vejo escovas de dentes e cabelos, cremes e várias outras coisas de marcas muito cara. Faço uma higiene pessoal e saio do banheiro.

Ao olhar para cama tomo um susto não sai como o grito mais abro a boca e a fecho rapidamente com as mãos para ocultar qual som involuntário dos meus lábios. Meu coração para de bater por longos segundos prendo a respiração e gelo. Não pode ser pode? Penso nervosa engulo em seco, ele me fita com olhar sério e profundo com aqueles olhos azuis penetrantes vestido com um terno todo preto, sentado na cama me analisando de cima a baixo com um olhar descarado e malicioso, acompanhando seu olhar noto que estou vestida com uma camisola de seda negra marcando minhas curvas acima dos joelhos o que me faz corar e desviar o olhar.

– Não tenha medo não vou machuca-la – disse sério se levantando e vindo até mim com passos largos e objetivos. Parando só a centímetros do meu rosto fitando meus lábios que fica entreabertos, ele não precisa me tocar para saber que estou sentindo seu calor sendo passado para mim – minha amiga Dr. Snow examinou você, está bem sem machucados – suspira indo até uma mesa de centro pegando uma pasta de documentos.

– Obrigado por ter me salvado – murmuro sem jeito apertando uma mão contra a outra.

– Não por isso – disse fitando uns papeis com desdém – suas roupas estão naquelas gavetas e suas coisas aqui – disse apontando para a mesinha de centro a sua frente. Sorrio torto me sentando na beirada da cama – tenha um bom dia senhorita – disse indo para porta com olhar distante e frio.

– Bom dia – murmuro querendo soltar mais palavras chamar sua atenção talvez, mais ele continua a andar em passos largos – quem trocou minha roupa ? – questiono nervosa. Ele olha para trás sobre os ombros sem expressão.

– Eu – da de ombros e sai batendo a porta. Como assim eu ? simples assim tirar uma roupa de uma garota e vestir outra. Reviro os olhos e me visto rápido pego minhas coisas para sair desse quarto. Ao chegar no saguão vejo ele entrando em um carro de luxo com um homem alto e negro de cabelos curtos perfil musculoso estilo militar com terno, ele contorna o carro e entra para o banco de motorista. Chamo um táxi e entro passando o meu endereço para o mesmo.

– Que homem meu Deus ! ainda não acredito que estive na sua cama e que ele me salvo – sussurro perdida nos meus pensamentos lembrando daqueles olhos que estavam me devorando e me chamando para si. Chego ao meu minúsculo cúbico apartamento que insisto em chamar de lar. Tomo um banho e visto roupas confortáveis me jogo na cama e pego meu tablet tento buscar informações sobre ele mais nada encontro. Também Felicity você fica babando no homem e não pergunta o nome dele. Reviro os olhos e vou para a cozinha comer algo. Fico o resto do dia pensando nele, simplesmente não tem como pensar em outra coisa ou outra pessoa. Chega a hora de ir para o trabalho o que me assusta a imagem do Cooper a solta me procurando me faz ficar tensa e alarmada por essa fui salva e a próxima vez o que será de mim?. Mais volto a pensar nele o dono do olhar mais lindo que posso já ter visto, ele não me deu importância por motivos extremamente notável não sou o tipo de garota que ele deseja. Me arrumo pego minha bolsa e saio para o bar ao chegar no local vejo tudo tranquilo, Marlon limpa o balcão e Douglas ajunta cacos de vidros com a pá e a vassouro em um ponto distante do bar.

– Boa tarde – digo sorrindo para ambos.

– Boa tarde Felicity – sorrir encantador. Marlon é um cara legal me contratou desde a formatura, sei que ele é apaixonado por mim posso ver nos seus olhos e na forma que ele me trata durante esses anos, ele é lindo mais não é o tipo de cara que me apaixonaria como dizia minha mãe eu só me apaixono por cafajeste, é ela tinha razão.

– Está tranquilo hoje – murmuro contornando o balcão deixando minha bolsa embaixo dele e pegando meu avental.

– Por enquanto sim – sorrir e passa por mim para guarda uma garrafa de whisky na prateleira próxima a geladeira – mais daqui a umas horas isso vai estar cheio e uma loucura pois hoje é dia do jogo do Blue Jays – estala a língua e se apoia no balcão com sorriso torto no rosto.

– Nossa esqueci completamente desse grande jogo – sorrio. Conversamos e como o esperado o acumulo de pessoas começam a se estender pelo o local, acabo me virando em duas para atender e limpar andar para lá e para cá com garrafas e pratos meu nome acaba virando doce na boca de ambos o que me faz bufar irritada.

– Felicity – chama uma voz ao longe entre o barulho e as vozes de outras pessoas olho em busca da voz até encontrar o dono dela em uma mesa distante próximo a saída onde tem poucas pessoas por perto, de alguma forma meu coração se aquece e me faz esboçar um sorriso animado entre as turbulência desse local. Me aproximo rápido dele que veste uma camiseta azul do Blue Jays com boné também do time virado para trás, calça jeans escura e tênis. Ele fica tão lindo com esse lado torcedor e despojado.

– Você de novo – digo sorrindo.

– Não sabia que trabalhava aqui – da de ombros com olhar profundo – é meu time favorito então resolvi checar o local que era o único dessa cidade que estava exibindo o jogo com torcedores.

– Sim – concordo – o dono do local também torce para esse time. Ele olha envolta e entrelaça as mãos apoiando o queixo. – deseja alguma coisa ? uma bebida? – pergunto fitando seus olhos.

– Uma cerveja está de bom tamanho – disse sereno.

– Um minuto então – sorrio e saio até o balcão pego a cerveja e volto para ele que olha para a TV sem expressão, de alguma forma ele parece distante perdido nos seus pensamentos, como se algo o deixasse desconfortável ou lhe faltasse nunca vi ele esboçar um simples sorriso ou algo no lugar qualquer que seja tipo de animação – aqui está – digo com ele saindo dos devaneios.

– obrigado – disse pegando e bebendo um gole.

– Posso perguntar seu nome ? – pergunto direta e curiosa.

– Oliver – suspira colocando a bebida sobre a mesa.

– Bonito nome – balbico. Ele me fita surpreso mais volta para seu olhar habitual de sério e frio.

– Obrigado Felicity – murmura com as letras do meu nome saindo da sua boca perfeitamente. Solto a respiração encantada por ele, abro a boca para falar mais sou interrompida por Marlon que me chama do balcão.

– É..É tenho que ir – gaguejo nervosa – bom ver você e obrigado mais uma vez por ter me salvado do meu ex-namorado psicopata – sorrio – se precisar de mim é só chamar – aceno para ele. Ele concorda com a cabeça. Saio até Marlon que começa a me falar coisas que não escuto perdida naquela visão do paraíso a poucos metros de mim. As horas se alastram e o time vence as pessoas começam uma bagunça o que me leva a loucura em minutos, passo por todos e não o vejo mais em nenhuma parte do bar, pessoas entram e sai do bar e nenhuma delas se parece com ele. Mordo o lábio e fico nas pontas dos pés o procurando inutilmente pois ele não está mais lá. O expediente é encerrado limpamos tudo e Marlon fecha o bar, pego minhas coisas e rejeito sua carona, passo pelo o restaurante mais ele também não está, sua cadeira hoje está ocupado por um jovem que namora segurando a mão de uma linda garota. Mais sinto dentro de mim que preciso vê-lo encontra-lo e dizer as palavras que não foram ditas ainda! ele mexe comigo de forma intensa e diferente me sinto atraída por ele de corpo e alma. Com o coração dando pulos e minhas pernas por contra própria me levam para seu esconderijo, chego ao seu hotel Palace de fato um homem muito rico e poderoso, sou barrada por uma recepcionista loira com terno cinza e cara de enjoada.

– Em que posso ajuda-la? – pergunta

– Eu gostaria de fala com...

– Comigo – interrompe ele atrás de mim, meu coração para me fazendo ficar tremula com seu tom sério e voraz atrás de mim posso sentir seus olhos me perfurando pelas as costas, por que você tinha que aparecer aqui Felicity você já agradeceu a ele duas vezes, não ver que ele não quer ser incomodado. Engulo em seco e balanço a cabeça positivamente para a recepcionista a minha frente que me fita incrédula – venha comigo Felicity. – disse seco passando por mim indo para o elevador. Ele não usa mais as roupas de antes agora é um terno preto com a camisa branca por dentro sem gravata. Sigo ele receosa olhando para os lados menos para ele, meu corpo está todo arrepiado e tenso, gelo e respiro fundo. Ele entra a minha frente passo por ele e fico ao seu lado as portas se fecham me deixando sozinha com ele, não posso negar que não tenho medo dele, ele é um desconhecido para mim de olhar profundo e sombrio.

– Desculpa eu não deveria ter vindo – digo nervosa. Ele olha para frente com o maxilar rígido parece irritado o que me deixa mais nervosa. – eu vou em...

– Silêncio – interrompe friamente. Sua única palavra me deixa quieta.

Chegamos ao seu quarto ele abre a porta e entre em passos largos, fecho a porta e fico encostada nela, foge Felicity minha consciência grita para mim. Ele tira o terno jogando em uma cadeira próxima e a camisa rapidamente, jogando os sapatos para os lados ficando só com a calça que cai perfeitamente em seus quadris, seu abdômen é tira o fôlego de qualquer mulher esculpido pelos os Deuses sem um risco ou imperfeição seu grandes braços me provoca ansiedade e desejo preciso ser tocada por ele, arfo apertando minha bolsa com força. Ele vai até uma bancada pequena e coloca o whisky em um copo pequeno tomando goles grandes enchendo de novo o mesmo – por que veio Felicity ? – questiona cético sem me olhar.

– Não sei – sussurro mais para mim do que para ele – tudo que sei é que não consigo ficar longe a algo em você que me atrai – suspiro com ele vindo em minha direção em passos largos e olhar profundo. Ele chega a mim a centímetros do meu rosto respirando profundamente e fitando meus lábios.

– Não vai encontrar nada comigo Felicity – sussurra – meu coração já teve dona e morreu com ela no dia em que ela foi arrancada de mim e a vontade de amar alguém de novo também. Vá embora e não volte não olhe para trás esqueça que um dia sentiu algo por mim – passa o polegar no meu rosto o que me faz fechar os olhos lentamente – não sou mais capaz de amar, você é diferente delas e se ficar vai se machucar.

– Você pode recomeçar...

– Eu já tentei – interrompe – mais não consegui seguir em frente. Se afasta me fazendo abrir os olhos e encontrar os seus. Me aproximo dele com cuidado e tiro o copo de suas mãos colocando na mesinha de centro, volto o olhar para ele e seguro seu rosto com as mãos puxando-o até mim.

– Não fale nada Oliver não se machuque mais – sussurro em uma convite. Me coloco nas pontas dos pés e encosto nosso lábios com um beijo demorado e suave, ele ergue um braço e envolve minha cintura em um aperto firme, arfo e envolvo meus braços no seu pescoço colando mais nosso corpos, sinto meu corpo se erguido em seus braços cruzo minhas pernas entorno do seu quadril, sentindo nossas intimidades se chocarem fazendo-nos soltar um gemido rouco, peço passa com a língua que é aceito em um beijo intenso com nossas línguas se encontrando e sentindo um o gosto do outro, seu beijo se torna lento e provocador explorando minha boca como uma dança sexual, seu gosto de Whisky me desnorteia fazendo nos afastar só quando o ar é necessário. Ele começa a andar descendo seus beijos pelo meu pescoço o que me arrepia e me puxa mais para o descontrole da sensação de ser possuída por ele, sinto o colchão macio tocar minhas costas levemente, ele sobe as mãos da minha cintura para a blusa tirando-a em um movimento rápido voltando a me beijar com mais fervor, tiro o cinto da sua calça abrindo o botão e acariciando seu membro por cima da cueca, ele rosna largando meu lábios, abrindo minha calça e a puxando para baixo tirando-a de mim com os meus tênis, fico só de calcinha e sutiã posso ver toda sua excitação só no olhar ele ofega e vai subindo as mãos lentamente por minhas coxas o que me faz arrepiar e sentir o queimou se propagando por todo o meu corpo. Arfo com desejo sublime, ele se inclina tirando meu sutiã depois minha calcinha, fico nua ao seus olhos, coro não sou nenhuma das modelos que ele já teve sobre seu domínio na cama, mais uma coisa eu tenho certeza meu corpo é bonito por debaixo desse panos negros que escondem minhas curvas. Ele tira o resto de suas veste se posiciona entre minhas pernas, tocando nossas peles que transmitem uma para a outra todo o calor que já nos queima, ele me penetra com dois dedos me fazendo gemer alto mordendo o lábio, massageando meu clitóris com um ritmo torturante, sugando um dois meus seios que fica rígido, aperto o lençol com força, a cada atitude sua meu corpo grita em prazer, inclino meu quadril mais para cima saboreando seu contato ele para o que me faz solta um resmungo em busca de mais, segurando meus quadris com aperto firme ele me preenche fundo e firme me fazendo gritar em delírio, meu ventre queima entorno dele me puxa para seus braços, me deixando sentada sobre seu membro pulsante, envolvo seu pescoço com braços.

– Você é apertada – ofega encontrando meus lábios – mova-se Felicity – ordena com a voz rouca e excitada. Suas palavras me tomam para si, me segurando firme em seus braços. Me permito cavalga-lo em movimentos rápidos e rígidos indo até nosso limite, meus gemidos são ecoados pelo o quarto totalmente anestesiada pelo prazer que me consome, jogo a cabeça para trás perdida em seus braços ele explora meu corpo com as mãos grandes, sua boca encontra meus seios e toma-os para ele. Em seus braços me sinto preenchida de todas as formas possíveis, começo a sentir os tremores e os espasmo por meu corpo, ofego com coração acelerado, meu ventre se aperta entorno do seu membro, ele me deita novamente se debruçando sobre mim, largando meu seio segurando minhas mãos entrelaçada sobre o topo da minha cabeça sem desprender nosso contato íntimo se movendo mais rápido e duramente me fazendo gritar seu nome cada vez mais. Meu ápice chega me fazendo morde o lábio com força posso sentir meu corpo amolecer, ele morde meu queixo e me preenche uma última vez sem cerimônias com força e profundamente ofegando palavras sujas. Encosta nossas testas sinto seu coração bater acelerado sobre o meu peito seu hálito tocar minha face me fazendo relaxar e tentar acalmar o meu coração que esta disparado, passamos alguns minutos em silencio sem nem nos move. Não consigo abrir meus olhos, mais sei que ele está me encarando com aquele olhar sério e sombrio que me arrepia me dar medo mais que tanto desejo. Ele sai dentro de mim, o que me faz soltar um gemido em desconforto, só fui tocada por Cooper e venhamos a calhar ele não chega ao pés do Oliver. Ser possuída por esse homem faz de você uma mulher de verdade. Sinto-me exausta pelo o dia de trabalho e por esse sexo intenso, ele passa o lençol por nós e me puxa para seus braços, sinto o conforto do seus grandes braços segurando meu pequeno corpo apertando mais contra ele. Aos poucos o sono vai me puxando o que me faz apagar completamente.

[...]

Acordo com o toque incessante do meu celular. Abro os olhos sonolenta tateando a cama a procura dele, mais não o encontro, me sento na cama puxando o lençol para cobrir meu corpo.

– Oliver – chamo ele mais não escuto retorno ou qualquer tipo de barulho meu celular volta a tocar o que faz pular da cama rapidamente indo até a bolsa e tira-lo atendendo em imediato. – alô – suspiro

– Felicity é o Marlon onde você está ? – pergunta.

– O que houve ? – pergunto apreensiva com seu tom evasivo e amargo.

– São duas horas da tarde – disse seco. Afasto o celular e vejo que dormi além da conta. Meu deus como pude dormi tanto assim.

– Meu Deus estou indo – digo nervosa catando minhas roupas.

– Rápida como o Flash – resmunga. Reviro os olhos e encerro a ligação, vou até o banheiro e tomo um banho rápido me visto rápido saindo em disparada para o elevador. Ao chegar no saguão a loira recepcionista enjoada me chama.

– Felicity – disse com sorriso falso.

– Sim – respondo com tom seco e sem paciência. Ela se aproxima e para a minha frente.

– Sr. Queen foi embora então não precisa mais voltar aqui – disse com desdém e com uma leve expressão divertida no rosto, franzo o cenho confusa. – Oliver Queen – completa lendo meus pensamentos. Abro a boca incrédula para responder mais ela acena e me interrompe – ele fechou a conta e saiu com seu segurança e sua amiga Dr. Snow com ambas malas, ele se foi para sua cidade sinto muito. – sorrir maléfica e volta para a recepção atendendo outros clientes. Suas palavras partiram meu coração não acredito que ele foi embora sem dizer adeus mesmo depois da nossa noite como ele pode me usar e me jogar fora tão friamente sem me dar a chance de me defender. Saio para fora do hotel e fito a rua com a tristeza perfuro meu próprio coração com minha decepção, sinto as lágrimas escorrer pelo meu rosto deixando minha vista turva e o gosto amargo na boca.

– Bem feito para você que tem sentimentos – sussurro triste enxugando minhas lágrimas.

Notas finais
Me digam o que acharam deixe seus comentários, se gostou coloco como seu favorito e não deixe de acompanhar sua opinião é de grande importância. bjs amores...