Amor sombrio
2 Capitulo - 1 A Proposta
Notas iniciais
Shaking your head like it's all wrong
Before you're here you're already gone
And even with the light all around you
You're all alone in the dark.
You're breaking your own heart
Taking it too far down the lonely road
You say it's just one love
But when it's close enough you just let it go
The very thing you've been the most afraid of
You've been doing it from the start, breaking your own heart.
Breaking Your Own Heart — Kelly Clarkson
Pov Oliver
Desembarco do avião com Diggle e Caitlin me seguindo em passo rápidos, ela puxa meu braço com força posso ver fúria nos seus olhos.
– Você é um idiota sabia ? – esbraveja me empurrando com força me fazendo dar dois passos para trás.
– Caitlin por favor..
– Não e não – interrompe irritada. Diggle se aproxima e a segura pelos o ombros me fitando com uma cara de quem sempre diz eu te avisei. Bufo e massageio as têmporas. — ela era a chance de você recomeça e você estragou tudo seu idiota.
– Eu não podia engana-la Caitlin – suspiro.
– Você não a enganou – bufa socando meu peito com força – você a usou e jogou fora como faz com as vagabundas de Star, a dias ela te olhava buscava em você algo novo alguma aventura para tira-la daquela situação, Diggle me contou tudo. Olho para Diggle irritado que desvia o olhar.
– Chega – esbravejo – não quero mais falar sobre esse assunto o que passou? Passou ! Esqueça se acha que vou voltar e traze-la para cá, engana-se – olho no fundo dos seus olhos – você sabe muito bem que eu amo e sempre vou amar a Helena e ninguém mais se não for ela.
– Ela morreu Oliver se foi não vai mais voltar – suspira com os olhos marejados – ela o amava mais do que tudo, e eu sei que ela não iria querer ver você se fechar para o mundo e para todos.
– Meu coração está no fundo do rio com ela – digo me afastando – o que sobrou aqui foi só a casca de um homem que não quer e não deseja mais ser amado.
– Oliver – grita tentando me acompanhar em passos estalados pelo os seus saltos. Entro no meu carro, ela também entra no carro e fica em silencio como Diggle que não deu nenhuma palavra em todos nosso percurso.
Seus olhos azuis a todo instante vem a minha mente como uma música que é gravada e nunca pode ser esquecida. Seus lábios rosados convidativos macios como uma pluma, seu sorriso doce como de um anjo. Todas as noites eu bebia uma taça de vinho tinto a espera dela por que todas as noites depois do seu trabalho ela parava em frente ao restaurante para me observa, eu queria questiona-la. Perguntar o que ela via em um homem sozinho que nunca sorrir, podia ver no jeito que ela me olhava encantamento, eu era algo que ela queria tocar desejava estava nos seus olhos, na noite que o cretino do seu ex-namorado a atacou eu a procurava pelas ruas era a hora chegada de confronta-la. Ver ela machucada mexeu comigo de uma forma estranha que a cinco anos eu não sentia por ninguém. A vontade de proteger alguém. Seu perfume me eleva ao nível de sedução o calor que ela emanava pelo corpo aquecia o meu corpo frio. Tê-la em meus braços me tirou do meu mundo angustiante e sombrio por horas, o gosto de seu beijo me puxava mais para si eu a tornei minha uma noite uma única vez. Eu já dormi com várias mulheres depois da Helena mais nenhuma delas tinha um por cento da doçura da Felicity. Por isso a deixe sem dizer uma palavra. Quero que ela se lembre de mim só como o Oliver que ela desejou e não o homem sombrio e frio que me tornei.
– Oliver – chama Diggle estacionando o carro à frente do nosso prédio. Caitlin desce do carro com passos largos e firmes posso ver que ela não se conforme com minhas atitudes mais ela já deveria ter se acostumado nos conhecemos a anos.
– Sim – suspiro fitando ela entrar no prédio onde vive com Tommy meu melhor amigo assim como Diggle.
– Eu sei que você não gosta de ser questionado pela as coisas que faz – sorrir – mais sabe que errou feio ? não sabe ?
– Eu errei no dia em que deixe a Helena morrer e não pude fazer nada para conserta isso – rosno.
– Mais a culpa não foi sua era ela ou a Thea e sua irmã era só uma menina assustada – aperta meu ombro e me fita sério – Helena deu a vida por ela assim como você.
– Eu não me arrependo de ter salvo a vida da minha irmã – olho dentro dos seus olhos – o que mais dói é não tê-la salvado também.
– Oliver...
– Não Diggle – aceno abrindo a porta do carro e saindo fechando com força me inclino e olho para ele uma última vez – ela carregava um filho meu, quando acordei em um hospital com a confirmação de sua morte, eu lembro muito bem quando o médico disse que ela morreu no local e quando a examinaram ela estava com quatro semanas de gestação – balanço a cabeça em negativa mandando embora a imagem do acidente que se forma na minha cabeça — não a mulher e nem ninguém no mundo que possa ocupar seu lugar, ela se foi e com ela levou meu filho e meu coração. Doou lhe as costas e saio em direção ao saguão.
Chego ao meu apartamento batendo a porta com toda a força que posso ter em punhos, pego o copo e o encho com whisky, eu e a dor chegamos ao um acordo alguns anos ela vai e volta uma ferida que nunca vai se fechar que nunca será curada. Helena me amava assim como eu a amava fomos cúmplices éramos amantes, eu me formei na faculdade em administração e ela em arquitetura iríamos montar nosso próprio negócio, criar uma família única e feliz, mais aquele acidente a tirou de mim, arrancou de uma forma que nunca poderei esquecer. Me jogo no sofá e fecho os olhos afrouxando a gravata com uma lembrança cruel me atormentando.
CINCO ANOS ATRÁS….
– O Que vocês levam nessas malas ? – questiono incrédulo com o peso de ambas bolsas.
– Oliver para de reclamar e traga logo nossas coisas – resmunga Helena com sorriso no rosto vestida com vestido roxo rodado acima dos joelhos cabelos soltos ao vento em tom negros, olhos azuis como o céu, ela se aproxima e me beija suavemente – assim vamos perde o pôr do sol amor.
– Maninho seja menos chato e ande logo – disse Thea colocando a cabeça para fora do carro com uma careta. Reviro os olhos e solto uma risada coloco as malas no porta-malas e me encaminho para o banco do motorista.
– O cinto de segurança as duas – ordeno.
– Sim senhor – disse Thea sarcástica.
– Claro amor – sorrir Helena colocando o cinto e dando tapinhas no meu ombro.
– Então vamos – digo saindo da garagem da mansão, o dia está lindo com o sol totalmente radiante transpassando o vidro e tocando nossas peles com leve queimou. Helena coloca suas músicas favoritas acompanhando a canção e batendo palmas Thea faz o mesmo. Bato no volante acompanhado também o embalo da música chegamos a uma ponta que vai em direção ao sul de Star para a casa de campo.
– Amor diga que tem lareira lá – disse Helena me chamando atenção animada. Olho para ela que sorrir e fica esperando a minha resposta.
– Claro que sim – sorrio – mais não precisa de...
– Oliver cuidado – interrompe Thea com um grito alarmado. Olho para a frente com um alce na frente desvio dele mais perdo o controle do carro batendo na lateral da ponte e caindo dentro da água fria que toma conta do carro em segundos, olho para Helena que já se cobre com agua ela tenta tirar o cinto que emperra e não sai, tiro o meu e começo puxar o seu com força que não sai de maneira alguma. Agua me cobre o que me faz parar de respirar e começar a engolir muita agua, ela segura minha mão com força, vejo nos seus olhos desespero, ela forma nos lábios o no nome de Thea, me viro para trás e vejo ela desacordada soltando bolhas que vai subindo, o carro quanto mais afunda mais se torna escuro minha visão, tento mais uma vez puxar seu cinto que não sai. Ela diz um não sem som mais com expressão e aponta para que eu tire Thea do carro, saio do carro e abro a porta de trás consigo abrir o cinto de Thea e tira-la do carro, meus pulmões queimam a procurar de ar nado rapidamente para a superfície levando Thea comigo ao chegar deixo ela na margens do rio sem folego que acorda e começa a cuspir agua torcido e respirando rápido a procura de ar, respiro fundo e volto para agua novamente descendo o mais rápido que posso até o carro novamente as aguas são totalmente escura o que torna a difícil visão para mim, consigo chegar novamente ao seu lado e abrir a porta do carro, ela já não está mais acordada seus cabelos negros balançam ao nível que a agua se move, tento arranca o cinto com toda a força que posso mais inutilmente. Minha vista começa a ficar turva por não ter mais oxigênio dentro de mim, puxo seu rosto para mim colo nosso lábios passando o resto de oxigênio que ainda tenho para ela, antes que a escuridão possa me engolir, a dor no meu peito me assombra posso sentir que não vou conseguir salva-la mais se for para ser assim prefiro morrer com ela. O último ar se vai olho para ela uma última vez antes de ser engolido pela a escuridão.
Dias atuais.....
– Oliver – saio da lembrança com Tommy me chamando estalando os dedos na minha frente – posso saber o que você fez com a minha mulher – disse irritado.
– Eu não fiz nada – digo me levantando indo até a cozinha com ele me seguindo.
– Ela chegou soltando fogo pelo o nariz – esbraveja – e disse que a culpa era sua.
– Caitlin as vezes é dramática – digo com desdém bebendo um grande gole de agua.
– O que realmente aconteceu ? – pergunta cruzando os braços sobre o peito.
– Nada – murmuro.
– Diga logo antes que eu faça de você picadinho – rosna irritado.
– Tudo bem – suspiro encostando no balcão – eu conheci uma garota esses dias ela me parecia ser legal e adorável – balanço a cabeça e aperto os lábios franzindo o a cenho — Caitlin se animou com a ideia de termos algo como um namoro ou algo do tipo – faço as aspas com os dedos — mais foi só uma transa qualquer eu a deixe, no outro dia voltei para casa sem me despedir – digo.
– Meu Deus parece que é doente – disse incrédulo.
– O que disse ? – rosno chegando a centímetros dele.
– Chega Oliver são cinco anos e não cinco dias ou meses – me fita profundamente – Helena morreu...
– Tommy...
– Não você precisa ouvir nós a sua família cansamos disso, se quer morrer sozinho é problema seu e não nosso, não pode sair usando as mulheres por esporte parti o coração delas como se elas tivesse culpa do que você se tornou – bufa indo para porta – espero que essa garota te casse e encontre você e te pise com salto mais fino que ele tiver, bem no meu do seu coração.
– você sabe que não tenho mais um – bufo – e ela usa tênis – pisco para ele.
– Há você tem sim um coração mais é de pedra – bate na porta e olha para mim – e essa garota ou outra vai fazê-lo bater novamente se não encerro como caso perdido vou morar com Caitlin em Central City e deixamos você sozinho para sempre.
– A respeito disso não posso fazer nada – digo convicto indo para o corredor pego minha pasta da cadeira indo para o quarto.
– Helena teria vergonha de você assim como seus pais – rosna batendo a porta e saindo se olhar para trás.
Aperto os lábios com força e me encaminho para o quarto levando minha pasta de documentos comigo, abro ela e tiro uma caixa preta de madeira pequena de dentro, a fito com um pouco de receio mais resolvo abri-la, tiro de dentro uma mexa do cabelo roxo dela que cortei enquanto ela dormi antes que pudesse parti de volta para Star, ela não tinha outra coisa que pudesse trazer comigo então tirei uma mexa do seu cabelo como lembrança como eu disse ela é diferente posso não vê-la mais, mas terei um pedacinho dela para mim. Algo para recorda, aproximo as mexas próximo ao meu nariz inalo o cheiro suave de seu perfume, lembrando do gosto da sua pele e os gritos de prazeres ecoados por sua boca enquanto se perdia em mim. Coloco a mexa de volta na caixinha e a fecho com força afastando essa lembrança dela da minha mente, me encaminho rápido até o closet puxo a última gaveta e coloco bem no fundo, fecho tudo e saio rapidamente para o tomar uma longa ducha de agua fria.
DIA SEGUINTE....
– Oliver – chama Diggle com aceno formal – você vai hoje ao Dorges ? – pergunta animado.
– Não Diggle – digo terminado de revisar as finanças dos últimos meses da QC. Desligo o computador e me levanto rápido.
– Vamos vai ser divertido – insiste sorrindo segurando no meu ombro.
– Tenho um compromisso hoje – passo por ele indo até elevador – não posso faltar.
– Não lembro de você mencionar nenhuma compromisso ontem para hoje – disse confuso.
– vou jantar com a laurel – digo cético.
– Essa garota não – bufa – sabemos que você não gosta dela desde a infância porque insiste nisso. – disse nervoso.
– Sexo sem compromisso lembra ? – pisco para ele.
– Ela é maluca Oliver – suspira entrando no elevador comigo e se encostando no metal frio – quando vai perceber que precisa de uma mulher de verdade como a Feli..
– Não diga o nome dela – rosno apertando o botão para garagem com força – você não a conheceu para saber quem era de verdade.
– Definitivamente você é um caso perdido – resmunga saindo do elevador.
– Por que se prender a uma mulher se pode ter todas – do de ombros colocando meus óculos de sol indo para o carro, ele bufa e cruza os braços acima do peito esperando eu entrar no carro, pisco para ele mais uma vez acelerando o mais rápido que posso saindo da QC, ultrapassando alguns sinais indo em direção para casa. Eles precisam entender que não sou mais de ninguém que amar não faz mais parte do que sou hoje. O Oliver Queen de cinco anos atrás morreu com ela.
POV FELICITY
Um dia já se passou, mais tudo se passa na minha cabeça com tivesse sido agora nesse exato momento, eu não podia sentir uma grande dor já que não éramos namorados ou tínhamos uma relação de anos, mais o que me dó é que ele me usou como as outras que ele tem prazer de usar e joga fora.
– Felicity – estala os dedos Marlon a minha frente me tirando desse devaneio torturante.
– Sim – respondo gélida.
– Desde ontem você parece – suspira me analisando – perdida.
– Não é nada – forço um sorriso e passo por ele para tirar a mesa próxima a saída a mesma que Oliver estava ontem assistindo o bendito jogo – só estou me sentindo sozinha esses dias – digo evasiva.
– você é uma garota adorável está sozinha por que quer – dá de ombros sorrindo angelical o que me faz sorrir e corar – se você me desse essa chance eu poderia mostrar o quão eu posso ser bom para você – pisca pegando minha mão.
– Você é um cara legal Marlon – sorrio — merece alguém melhor do que essa garota problemática que sou – aponto para mim e aperto sua bochecha com carinho – não consigo ver você como homem.
– E como me ver ? – questiona incrédula.
– Calma ! só estou dizendo que não consigo ver você como namorado ou companheiro mais sim como um irmão mais velho o que eu não tive – sorrimos juntos e ele concordo com a cabeça.
– Tire o resto do dia de folga você precisa – disse gentil – esse lugar hoje está vazio não vai mais lotar.
– Obrigado – digo animada dando um beijo casto na sua face. Vou até meu armário pego minhas coisas e saio do bar animada não posso deixar me abalar com o que aconteceu, afinal a vida continua. – começando a não passar mais por aquele restaurante – murmuro chateada. Passo por outra rua bem longe da que eu estava acostumada é uma maneira de lembrar mesmo que ele esteja na minha cabeça a cada segundo, não posso negar que lembro muito bem da nossa noite, ele me tornou sua uma única vez, algo que mesmo que eu não queria sentir vou sempre lembrar. – adeus Oliver Queen – enxugo uma lágrima que deixei escorrer enquanto minhas memórias me arrastavam para a realidade que me amarga e me pisa sem piedade. Com minutos de uma longa caminhada chego ao meu apartamento, tomo um banho demorado e visto um pijama confortável, tomo um remédio mais forte para me livrar da enxaqueca, me aconchego na minha cama e espero o remédio fazer efeito com alguns minutos de vira-vira chego ao sono sentido meu corpo relaxar e me elevar a escuridão.
DOIS MESES DEPOIS….
POV CAITLIN
– Viu o que ele fez ? não suporto mais essa situação cada dia e ano ela se supera – esbraveja Tommy jogando a jaqueta na poltrona. Isso é verdade Oliver só piora, ele teve coragem de comprar uma agencia de modelos só para colocar uma fileira de modelos para desfilar para ele de lingerie e tomar banho com melhor Champanhe de Star conosco de plateia.
– Acho que não tem mais salvação – cantarolo indo até a cozinha pegando um copo com agua e voltando para sala.
– Acha que consegue encontra-la ? – pergunta Tommy andando de um lado para o outro na minha frente.
– Acho que sim – murmuro pensativa.
– Ainda não acredito que ele fez isso – rosna nervoso batendo com força na mesa.
– É o Oliver lembra – do de ombros pegando meu notebook sentando no sofá – venha vamos ver o que temos aqui.
Ele se aproxima em passos largos e senta ao meu lado passando o braço pelo o encosto do estofado do sofá e encarando minha pesquisa na internet, com alguns conhecimentos em informática consigo encontrar informações dela rapidamente. Logo na tela se abre uma foto dela sorrindo com os cabelos negros longos e algumas mexas roxas entre eles, usa uma jaqueta preta com uma camiseta branca por dentro e calça jeans com alguns rasgos e tênis.
– Como fez isso ? – pergunta boquiaberto.
– Não casou com qualquer mulher Merlyn – sorrio fitando as descrições dela a minha frente – ela é formada na turma de MIT de 2009, trabalha como garçonete em um bar no bairro pobre de NY, tem vinte e dois anos, mora sozinha, sem filhos, sem fichas sujas é parece qualificada – sorrio animada.
– Precisa voltar e busca-la para Star – disse se erguendo e cruzando os braços sobre o peito.
– Tommy não é tão fácil assim – resmungo me erguendo chegando até ele – ela não vai aceitar vim para Star conquistar o Oliver.
– Você mesmo disse que os olhos dele brilhava para ela enquanto você a examinava no hotel – disse com desdém.
– Sim – afirmo – mais isso não prova nada.
– Eles transaram.
– Também não prova nada – reviro os olhos.
– Cait amor ela pode ser a nossa chance dele voltar a ser aquele Oliver em que perdemos a anos atrás, precisamos recuperar a humanidade dele não posso vê-lo morrer sozinho isso dói em mim – suspira triste – e fazer todas essas babaquice.
– Eu sei – seguro seu rosto com as mãos – por que também dói em mim. Ele aperta os lábios e se inclina para me beijar com carinho sorrio e roço o nariz no dele – podemos fazer isso – digo convicta — amanhã mesmo vou atrás dela.
– Faça o que for preciso e traga ela com você – disse sério me envolvendo pela a cintura.
– Não será fácil – suspiro refletindo – mais nada nunca vem fácil não é.
– Ela pelo o que você disse tem uma luz pode tira-lo da escuridão – respira fundo e me solta.
– Espero que ela aceite – digo nervosa.
– Não jogue isso em cima dela assim – sorrir – ofereça um trabalho de T.I na Merlyn com melhor salário tenho certeza que ela não vai recusar, com o tempo nos desenrola o resto. – pisca malicioso.
– Que garoto inteligente – digo orgulhosa.
– Não casou com qualquer um Sra. Merlyn – solto uma risada concordando com a cabeça. Planejamos até no mínimos detalhes sem que ninguém saiba, Tommy dirá que fui para outra convenção em NY. Saímos para o quarto pois já é tarde pegarei o primeiro voo amanhã, missão impossível mais o que não fazemos pelos os amigos em momentos difíceis ? ou em momentos de extremamente urgência com um Queen malvado que vai voltar a amar a ser humano novamente.
[...]
– Amor acabo de chegar no hotel – digo animada para Tommy jogando minhas coisas sobre a cama.
– Me mantenha informado sobre tudo – suspira do outro lado da linha, escuto vozes e outros barulhos imperceptíveis para mim – tenho que desligar tenho uma reunião importante.
– Certo – sorrio – eu te amo.
– Eu também amo você – disse suave. Encerro a ligação e vou até o banheiro tomar um banho rápido e descansar logo em seguida irei até esse bar.
POV FELICITY
Hoje é meu dia de folga pretendia ir até o parque fazer uma caminhada ou até ficar babando nas famílias reunidas. Será que um dia vou ter uma assim também com filhos e alguém que me ame?! As vezes parece até um sonho muito distante ou até algo impossível.
– O que há de errado comigo ? – resmungo com gosto amargo na boca, tudo parece enjoativo o cheiro das coisas o gosto do café e eu amo café. Me levanto da cama com passos preguiçoso indo para o banheiro, me olho no espelho e vejo meu rosto pálido com algumas olheiras, não tive a melhor noite me acordei várias vezes com ânsia de vomito e tonturas. Respiro longamente e faço uma higiene matinal em seguida de um banho quente para aliviar a preguiça que se alastra por mim meu corpo parece pesado. Depois de vários minutos vou até a cozinha comer algo, abro a geladeira e fito meu pote de sorvete de flocos, mais não tenho fome, pego a jarra de suco e encho o copo bebo dois goles mais encosto na pia com o gosto amargo na boca. Preparo torradas com geleia de amendoim e como algumas fatias. Ligo a TV e começo a pular os canais encontrando nada que me agrade. Bufo e passo a mão na nuca a massageando, rapidamente sinto outra tontura com a enorme vontade de colocar para fora o que eu havia terminado de comer meu estomago queimava o que me fez pular do sofá ligeiramente e ir até o banheiro. Me debruço rápido sobre o vaso e me esvazio completamente, meu coração acerela e minhas mãos soam ficando geladas. Escuto a campainha tocar, lavo a boca e saio em passos lentos até a porta, antes de girar a maçaneta um tremor me percorrer o corpo me fazendo ficar tonta a vista fica turva me sinto sendo puxada para o subconsciente abro a porta e vejo uma garota de cabelos castanhos em ondas sobre os ombros com sorriso amigável de corpo magro e pele um pouco pálida com sobretudo azul por cima do vestido negro rodado sobre os joelhos ela parecer ser muito elegante.
– Felicity – sorrir – Felicity Smoak !
Tento responder mais sinto minhas pernas amolecerem fazendo meu corpo cair de encontro com o chão apagando qualquer resquício de imagens a minha frente.
[....]
– Felicity – chama uma voz distante – Felicity – sinto uma sacolejar nos meus ombros e suas mãos frias tocarem meu rosto com pano molhado depois passar um perfume forte sobre minhas narinas. Abro os olhos lentamente com a boca seca.
– Água – peço entre suspiro focando na mesma mulher que vi antes de apagar. Ela concorda e sai rapidamente até a cozinha enchendo o copo e voltando até mim, me ajuda a sentar e me entrega o copo, bebo o liquido e respiro fundo – quem é você ? – questiono.
– Sou Caitlin Merlyn – sorrir – mais pode me chamar de Cait.
– Então Cait – suspiro – o que faz aqui ? – questiono curiosa. Ela aperta os lábios e parece refletir com alguns segundos resolve falar.
– Você é uma garota de T.I seu currículo foi entregue ao meu esposo na nossa empresa – disse suave – pensei que pudesse trabalhar para nós. Olho para ela desconfiada, sim deixei meu currículo em vários lugares mais nenhum deles mencionava empresas Merlyn. A fito ainda em desconfiança.
– Onde essa empresa se encontra ? – pergunto.
– Sobre isso que precisamos falar – sorrir se erguendo e colocando as mãos na cintura em uma postura formal – ela não é daqui.
– E onde seria ?
– Star City – dá de ombros. Me levanto rápido e fico a sua frente incrédula.
– Como meu currículo foi para em outra cidade muito longe daqui ? – pergunto nervosa.
– Um amigo esteve aqui e gostou de suas referências disciplinares da faculdade, melhores notas e ganhou vários prêmios como melhor aluna, então faz de você a melhor pessoa para ocupar um cargo de T.I em nossa empresa – disse sorrindo.
– Desculpa não posso aceitar – aceno com desdém me sentando no sofá.
– É uma grande chance de você crescer na vida Felicity – disse séria – não pode ser uma simples garçonete para sempre.
– Você acha que eu não sei disso – resmungo – mais aqui é meu lar e isso é tudo que tenho não posso simplesmente fazer as malas e ir embora para outra cidade onde não conheço ninguém.
– Esse é meu cartão – disse entregando um cartão para mim – ai esta meu número e onde estou hospedada – disse pegando a bolsa – sei que você vai pesquisar sobre mim não sou nenhuma criminosa serei sua melhor amiga em todos os momentos – sorrir – digamos que convivo com homens demais é muita testosterona quando estão juntos e nenhuma garota para me fazer companhia – acena indo até a porta – vou esperar seu contato Felicity.
– Como tem certeza que vou ligar ? – pergunto curiosa.
– Porque você deseja ser outra pessoa, alguém que não quer viver sozinha que quer mais da vida vejo isso nos seus olhos – sorrir abrindo a porta e parando antes de fecha-la – eu examinei você seu desmaio pode ter sido ocasionado por uma queda de pressão, mais se você sentiu algum tipo de enjoos ou tonturas ao longo desse dias – suspira e pisca para mim – pode esta grávida – finaliza fechando a porta. Me fazendo cair no sofá de costas em pânico.
– Não.. Não pode ser – gaguejo nervosa.
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