Amor sombrio
3 Capitulo - 2 O Encontro
Notas iniciais
I'm building this house, on the moon
Like a lost, astronaut
Lookin at you, like a star
From the place, the world forgot
From the place, the world forgot
And there's nothing, that I can do
Except bury my love for you
The brightness of the sun, will give me just enough
To bury my love, in the Moondust
I long to hear your voice, but still I make the choice
To bury my love, in the moondust
Nothing can breath, in the space
Colder than, the darkest sea
I have dreams about the days, driving through your sunset breeze
But the first thing I will do
Is bury my love for you
JAYMES YOUNG — MOONDUST
POV FELICITY
Não posso estar grávida – digo alarmada pegando minha bolsa e saindo rapidamente do apartamento. Meu coração bate descompensado como se a qualquer momento fosse sair pela a boca. Tento me controlar respiro fundo e saio em uma corrida mortal pelas as ruas até uma farmácia mais próxima, sem notar as pessoas pelo meu percurso acabo tombando em algumas – desculpa – suspiro nervosa fitando um senhor que sorrir e assente. A metros á frente vejo uma farmácia entro no local com pouco de receio e me encaminho direto para pegar um teste de gravidez. Paro de frente a uma prateleira e engulo em seco, vamos Felicity pegue o teste, meu subconsciente grita para mim. Pego duas caixinhas de teste de marcas diferentes, vou até o caixa pago e saio. Já está perto do anoitecer o que faz esfriar um pouco e me faz arrepiar de frio. – meu Deus se for mesmo uma gravidez, o que será de mim ? – questiono perdida em meus pensamentos mais profundos fitando a caixa de teste a minha frente, jogo na bolsa e tento me manter mais calma possível.
– Felicity – chama uma voz familiar atrás de mim me fazendo a arrepiar. Paro abruptamente e fecho os olhos com força. – até quando acha que se esconderia de mim ? – pergunta frio.
– Não vai me machucar de novo Cooper – murmuro nervosa a procura de ajuda a minha volta. Ele me contorna e sorrir friamente, vestido com uma calça jeans escura e uma camisa preta dobrada até os cotovelos.
– Não penso em machuca-la – se aproxima me fazendo dar dois passos para trás. – você é minha lembra ? – questiona se inclinando para sussurra mais ao meu ouvido – o seu namoradinho pode até ter tido a chance de me bater mais vai ter volta – rosna. Meu corpo todo está gelado fico tremula, mais devo ser forte por mim mesma.
– Se você ousar me tocar ou fazer qualquer coisa do tipo comigo vai ser arrepender! Ele é um homem muito poderoso, só não acabou com você naquela noite por que teve pena, mais ele disse “ Felicity se o Cooper voltar a te atormentar estale os dedos e eu apareço “ – minto com sorriso falso no rosto fazendo o sinal de estalo nos dedos. Ele olha envolta como se estiver a procura dele, talvez meu plano funcione por hora. – vai querer apanhar de novo Cooper ? – pergunto cética
– Você vai pagar por isso – rosna puxando meus pulsos para baixo com força e olhando dentro dos meus olhos – eu te doou uma noite Smoak para você fazer sua escolha – sorrir e assopra meus cabelos para o lado – ou você volta a ser minha ou terá consequências minha próxima visita não estarei sozinho – disse em tom ameaçador, ele me solta e começa a se afastar em passos lentos e torturantes – amanhã eu vou ao seu encontro tanto faz ser em seu apartamento ou no barzinho miserável que você trabalha.
– Cooper..
– Não tente ser esperta eu sei como te encontrar – sorrir e sai em passos largos dobrando a esquina. Como estou no momento ?! pensando em uma forma de não morrer. E se eu estiver mesmo grávida? Esse bebê nem nasceu e já está sem pai e ainda com um louco a minha procura.
– Preciso de ajuda – digo aflita. – pensa ! pensa Felicity – começo a dar voltas pelo o parque e passa mil coisas na minha cabeça menos uma solução. A realidade é que estou apavorada.
– Caitlin pare de correr – saio dos devaneios com um homem alto chamando uma garotinha que passa a minha frente correndo. Caitlin esse nome é familiar. Claro a que esteve no meu apartamento me oferecendo um emprego. Abro a bolsa rapidamente a procura do cartão o encontro e vejo seu endereço, é um hotel não muito distante. Ando rápido até um táxi e passo o endereço para o motorista que assente e vai até o local. Vejo um hotel sofisticado de jardim amplo e pessoas saindo e entrando. Entro e vou até a recepção um rapaz de no mínimo vinte anos sorrir amigável vestido de terno preto alinhado ao corpo com cabelos em um corte simples jogado para o lado.
– Boa noite – disse suave – em que posso ajuda-la?
– Boa noite sou Felicity – pisco nervosa – Smoak – completo tentando não suar em desespero – gostaria de falar com a Sra. Caitlin Merlyn.
– Só um instante – acena pegando o telefone e discando um número – boa noite Sra. Merlyn desculpe lhe incomodar mais tem uma garota a sua procura, ela se chama Felicity Smoak – murmura formal. Ele olha para mim e balança a cabeça – sim senhora – encerra a ligação e volta me fitar. – pode subir senhorita ela vos aguarda no quarto duzentos e oitenta e nove.
– Obrigado – assinto e saio para o elevador. Ao entra lembro que na última vez que estive em um elevador ele estava comigo não que eu queria lembrar mais é forte do que eu, mesmo depois desses meses ele vai e voltar na minha cabeça como uma lembrança linda mais triste ao mesmo tempo, só de imaginar que tenho um pedacinho dele dentro de mim isso me desnorteia e me aflige. Chego ao apartamento e mordo o lábio, respiro fundo levanto a mão para bater na porta mais ela é aberta rapidamente, mostrando Caitlin com largo sorriso no rosto vestida de pijamas em seda posso notar assim de cara sem nem tocar.
– Felicity – sorrir mais uma vez e me puxa para um abraço de ursa o que me deixa surpresa – eu sabia que você aceitaria meu convite – disse me soltando e me puxando para dentro.
– Bom tiver novamente – resmungo nervosa.
– Eu sou boa em persuadir e como vai o bebe ? – pergunta animada.
– Eu não sei se estou gravida – digo incrédula.
– Não seja boba – acena com desdém – sabemos como nosso corpo funciona. Ela parece uma boa mulher não vejo maldade no seu olhar sinto que posso confiar.
– A verdade é que não sei o que fazer – suspiro sentindo meus olhos queimarem com as lágrimas que insiste em escorrer – se eu estiver mesmo grávida ele não terá o pai porque nem sei onde ele estar nesse momento e tenho um ex-namorado maluco atrás de mim, estou apavorada.
– Respira – disse suave me fazendo sentar na cama – vamos por partes sim?
– Sim – murmuro respirando com dificuldade.
– O que acha de começarmos pelo o teste de gravidez ? você fez ou não ?
– Não. Ele está na minha bolsa – respondo apertando a bolsa contra mim.
– Tudo bem então – sorrir e me ergue novamente – vá ate aquele banheiro e faça o teste – aponta para uma porta grande a direita de um pequeno closet.
– Certo – assinto e me encaminho até o mesmo. Sigo as instruções da caixinha com o coração nas mãos tudo a minha volta estivesse como a desmoronar. Ao terminar o teste meu coração dispara se antes eu já estava nervosa agora estou em pânico o palitinho indica a gravidez. – como não me cuidei – me repreendo triste – o que será de nós ? – questiono me encostando na parede e deslizando por ela até o chão frio do banheiro. Caitlin entra meio receosa e se senta ao meu lado.
– Quem é o pai ? – pergunta fitando o nada assim como estou.
– Um homem que me abandonou quando eu mais o desejava – sussurro triste – acredita que podemos nos apaixonar a primeira vista ?
– Sim – sorrir e olha para mim – eu me apaixonei pelo o Tommy assim que ele caiu de uma moto machucou o rosto e teve que levar três pontos, ele chorava como uma criança mais olhava para mim como se nada mais pudesse lhe fazer mal – pisca e solta um suspiro – eu fiquei com ele sem nem conhece-lo de verdade e estamos juntos a cinco anos.
– Eu não tive a mesma sorte que você, ele se foi sem dizer adeus – suspiro e fecho os olhos – e agora vamos ter um filho que nunca irá conhece-lo.
– O mundo dar voltas Felicity quem sabe em uma delas vocês se encontra ?.
– Não quero mais vê-lo – digo decidida – ele se foi, fez a escolha dele. Quero enterrar o que senti por ele um dia.
– O que pretender fazer ? – pergunta curiosa.
– Eu vou com você para Star City – sorrio afastando as lágrimas e a dor que tenta me puxar para a mais funda solidão – quero ser outra pessoa e criar meu filho longe dessa vida de garçonete, quero que ele tenha tudo aquilo que foi tirado de mim.
– Saiba escolha – sorrir e se ergue – vou estar com você em todos os momentos.
– Acho que encontrei uma amiga – sorrio.
– Acho que encontrou uma irmã – disse séria com uma leve animação no rosto.
– Quando vamos ? – pergunto animada.
– Amanhã mesmo – dá de ombros – venha sei de algo que irá anima-la ainda mais – da pulinhos e me puxa para fora do banheiro.
– Como o que por exemplo ? – pergunto nervosa.
– Mudar o visual – gargalha pegando o telefone.
– Eu....
– Sim você vai – aponta para mim com o telefone – para recomeçar precisa de algo novo do que uma simples cidade. Reflito e vejo que a ideia não é ruim. Concordo com a cabeça e ela faz uma ligação, como uma mulher de posses ela consegue uma cabeleira em menos de uma hora. De início discuto meu visual e chego a conclusão que desejo me torna loira. Cait se anime com a ideia e concorda, a cabeleira faz seu trabalho, corta meus cabelos sobre os ombros e o pinta completamente de loiro até a raiz, faz uma escova e pinta minhas unhas de vermelho e por fim mostrar maquiagens de tons leves. Cait também consegue um representador de grifes de roupas, os vestidos são uns mais lindo do que os outros em tons vermelhos, rosas e azuis. Todos me caem perfeitamente marcando minha cintura e mostrando minhas curvas, fico com um azul rodado sobre os joelhos com decote meia lua de mangas até os pulsos.
– Você está perfeita – disse Cait atrás de mim fitando-me pelo o espelho a minha frente. Ela tem razão não tenho mais nada daquela velha Felicity com cara de gótica hacker.
– Obrigado – digo sem jeito.
– Você está com seus documentos ? – pergunta.
– Sim sempre ando com eles – do de ombros alisando o vestido no meu corpo.
– O passaporte também ? – pergunta.
– Sim – sussurro voltando atenção para ela – por quê ?
– Nós iremos a manha no primeiro voo, não se preocupe com nada já tenho tudo preparado para nossa volta, não precisa levar nada terá tudo novo – sorrir e pula na cama se aninhando ao travesseiro.
– Cait não tem como eu pagar isso tudo – resmungo nervosa.
– Eu disse não se preocupe está tudo resolvido – disse com desdém. Ela por hora parece enigmática, como se escondesse algo o que me faz ficar nervosa, por que da pressa para voltar para Star comigo ?! – Venha precisamos dormi – suspira batendo na cama – amanhã será um longo dia para nós duas.
– Por que diz isso ? – pergunto tirando o vestido e vestindo um pijamas.
– Por que você irá conhecer pessoas que eu amo e que são importante para mim – boceja – como o... – para abruptamente e arregala os olhos.
– Como ? – incentivo curiosa.
– O Tommy meu. Meu.. marido – gagueja deitando de lado.
– Não parecia que era dele que você iria falar – digo desconfiada deitando na cama.
– Felicity – resmunga – durma você agora tem um bebe crescendo dentro de você precisa evitar estresse, tem que se alimentar bem e dormi por hora dormi muito – disse nervosa desviando do assunto – amanhã eu vou examina-la na minha clínica e passar sua receita medica.
– Você é medica? – pergunto admirada.
– Sim clínica geral – sorrir e fecha os olhos – podemos dormi agora ?
– Cait promete que vai cuidar de nós ? – questiono alisando minha barriga ainda lisa sentindo o cansaço estremecer meu corpo.
– Sempre – aperta a minha mão – não se preocupe não está mais sozinha. Assinto e vejo ela dormi mais não consigo minha cabeça está cheia o que me rouba o sono, não sinto nada de diferente no meu corpo mais alguns meses estarei com um barrigão enorme de uma menina ou menino. O que será que o destino ainda me reserva ? o que irei encontrar nessa nova cidade desconhecida?!. Balanço a cabeça negativamente e tento dormi para o manha que nem chegou e já me assusta. Antes de parti preciso acerta minha saída com Marlon me despedir do meu velho amigo e fugir do Cooper para o mais longe possível principalmente agora que não estou mais sozinha.
DIA SEGUINTE...
– Tommy por que não disse que a Cait foi a NY ? – pergunto cético fitando ele tomar seu café tranquilamente esses dias ele está estranho, menos irritado e mais confiante sobre mim.
– Não precisava, mais se te conforta em algo ela volta hoje – da de ombros e toma mais um gole café. A menção do nome de NY mexe comigo dois meses se passaram mais ainda sinto como tivesse sido ontem, a todo instante evito que cada um deles toque no nome dela, essa hora ela já deve ter seguido enfrente talvez até encontrado um novo alguém.
– Ótimo – digo com desdém. O celular começa a tocar ele sorrir e mostra que é ela que liga de imediato.
– Alô – atende no segundo toque. Espera que ela responda e me fita animado – ótimo como foram as coisas ? – pergunta. Ele bebe mais um gole de café – grávida ! – exclama se engasgando com o liquido.
– Quem está gravida ? – pergunto curioso ajudando ele a se recompor. Ele acena para mim e respira fundo colocando o celular de volta.
– Tem certeza Cait ? – pergunta alarmado. Ele se levanta e vai até um ponto distante parece discutir e depois ficar animado anda de um lado para o outro me fazendo ficar confuso. Caitlin está gravida. Quem diria para eles que dizia que no momento não deseja ter filhos é um grande passo. Ele volta e senta a minha frente.
– Parabéns – digo com aceno.
– Pelo o que ? – pergunta com sorriso.
– Cait não está gravida ? Então você será o mais novo magnata pai do ano – sorrio sarcástico.
– Engana-se meu caro não vou ter um filho – sorrir e olha para as unhas – o novo magnata que vai ser pai não sou eu.
– E quem seria ? – pergunto curioso.
– Vamos descobrir em breve – pisca e se levanta colocando as notas sobre a mesa – preciso ir Cait já está chegando com uma nova amiga.
– Que amiga ? – questiono o acompanhando até o carro.
– Ela irá morar por uns tempos no apartamento da Thea – disse entrando no carro.
– Não..
– Sim o apartamento da Thea está fechado a anos e a garota não conhece nada em nossa cidade não pode ficar sozinha o apartamento é nosso, Thea também é minha irmã – disse acelerando o carro.
– Tommy – grito mais ele já ter partido – desgraçado. – resmungo indo até o meu carro. Quem é esse nova garota que nem chegou e já invadiu meu espaço ! pensando bem vou para casa assim que ambas chegarem quero conhece-la a mais nova inquilina ou seja minha vizinha.
Chego ao meu apartamento, tomo uma banho rápido visto uma camisa azul escura de botões dobradas até os cotovelos, uma calça jeans também escura e os sapatos, passo as mãos pelos os cabelos coloco uma fragrância e vou até a porta, assim que abro ela, vejo Cait animada abrindo a porta do apartamento de Thea, com uma garota de costas para mim, elas entra antes que eu me anuncie para ambas, abro a porta e vejo a garota ainda de costa para mim ela parece encantada com o lugar, ela é loira com cabelos sobre os ombros suas curvas são marcadas com um vestido vermelho sobre os joelhos de mangas até os antebraços com sapatos altos pretos.
– Hey – chamo sua atenção. Ao girar ela arregala os olhos para mim assim como eu faço para ela, não pode ser – Felicity – digo chegando até ela em passos largos ficando a centímetros do seu rosto. Ela mudou de certa forma na aparência não possui mais aqueles cabelos longos em tom negros suas afeições adquiriram um tom mais leve, com lábios rosados e olhos mais em destaque, não posso deixar de olhar cada parte dela, tudo ali eu tive em minha mãos a longos meses atrás.
– Oliver – sussurra surpresa. Fitando meus lábios, a algo nela que também me chama para si. Ela ainda transmite o mesmo calor de tempos atrás ela está para me deixa perturbado em segundos de sua presença, seus lábios me convidam para um beijo ardente, respiro fundo e fecho as mãos em punhos deixando meu maxilar rígido mandando embora seu encantamento.
– O que faz aqui ? – pergunto sério.
– Eu..Eu.. – gagueja mais é interrompida por Cait que puxa ela para trás de si.
– Sai daqui agora Oliver – ordena nervosa.
– Não – rosno – sai da minha frente Cait ou...
– Ou o que ? Vai passar por cima de mim – pergunta – vai embora depois nós nos falamos – aponta com aceno nervosa para a porta.
– Já disse que não – bufo e passo por ela parando a frente da Felicity que parece perdida e aflita posso notar seu olhar como se quisesse fugir – não antes dela me responder o que faz aqui – a fito frio.
– O que quer eu diga ? – pergunta triste – que estou aqui por você – sorrir com olhos a marejar – não.. não estou nem tudo está ao seu redor, não sei como nos encontramos novamente também tanto faz, isso não vai mudar nada, então saia daqui Oliver não volte.
– Desculpe se não lhe informaram nada – sorrio distante – mais esse apartamento é da minha irmã não seu, e eu entro aqui a hora que eu bem entender – esbravejo.
– Você é mesmo assim ? – pergunta
– Assim como ?
– Um tirano – rosna tomando coragem de me enfrentar o que me surpreende.
– E você se tornou uma irritante em dois meses. Cadê a Felicity que gritava meu nome enquanto eu.... – sou interrompido pelo um quase tapa no rosto o que me faz inclinar a cabeça para o lado e segura seu pulso com um aperto firme, aperto os lábios e olho dentro dos seus olhos com a fúria me invadindo nosso espaço.
– Não ouse tocar mais no meu nome – deixa as lágrimas escorrer – de fato você é um sem coração, eu me apaixonei por você a primeira vez que eu o vi sem nem te conhecer, e o que ganhei em troca um coração partido.
– Eu não pedi para você me amar – digo frio.
– Eu também não pedi para te conhecer – suspira com as lágrimas molhando seu rosto. Doou dois passos para trás e solto seu pulso, mais ela continua a me seguir em passos lentos – queira você não queira, eu vou morar aqui acostuma-se isso, se sentir incomodado que se mude, nada que venha de você será bem-vindo. Eu não sou mais a mesma garota que você conheceu – chego a porta e ela segura na maçaneta com força me empurrando para fora – pena que meu filho terá um tirano em vez de um pai ! – grita fechando a porta com força o que me faz colidir com a parede atrás de mim incrédulo.
– Filho – engulo em seco – abre essa maldita porta – esbravejo batendo na porta com força. Como ela pode me jogar na cara que eu vou ter um filho.
POV FELICITY
As lágrimas queimam minha pele até chegar no meu vestido, deslizo pela a porta escutando sua voz grossa do outro lado e suas batidas incessantes gritarem pelo meu nome pelo o corredor atrás de mim. Vê-lo assim me pegou desprevenida, fez meu coração se aquecer, mais senti-lo esmagado pelo o que encontrei então pouco tempo de chegada ao ficar do tamanho de uma ervilha, como posso ter me apaixonado por alguém que não é capaz mais de amar que ver as coisas como alvos como coisas ruins, aliso minha barriga e o meu soluço se expande pelo o cômodo, Cait se aproxima de mim e me abraça dizendo um sinto muito ao meu ouvido, fecho os olhos com força e deixo tudo aquilo que pretendi dentro de mim se esvaziar pelo o completo, ama-lo dói e saber que ele nunca vai me amar de volta me dói mais ainda.
– Ele ainda pode ser o Oliver que amamos a anos atrás – sussurra triste ao meu ouvido. No cartão dizia Dra. Snow claro me lembro quando ele mencionou que sua amiga tinha me examinado na noite em que ele me salvou. Agora entendo o porquê de me trazer para cá. Ela acha que Oliver pode encontrar em mim uma luz para sua vida, onde ele mesmo não se encontra mais.
– Não tenho tanta certeza Cait – suspiro – mais de uma coisa eu tenho toda e plena certeza vou arrancar o que sinto por ele.
– Não pode fazer isso...
– Sinto muito Cait – suspiro me levantando – mais não quero esse amor sombrio.
The brightness of the sun, will give me just enough
To bury my love, in the Moondust
I long to hear your voice, but still I make the choice
To bury my love, in the moondust
I've buried my love, in the Moondust ..........
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