Amor sombrio

4 Capitulo - 3 Novo alguém


Notas iniciais
Quero agradecer a Grace pela a recomendação esse capitulo esta dedicado a voce hoje xoxox bjsss amo voces hahaha otima leitura .

I will not make

The same mistakes that you did

I will not let myself

Cause my heart so much misery

I will not break

The way you did, you fell so hard

I've learned the hard way

To never let it get that far

Because of you

I never stray too far from the sidewalk

Because of you

I learned to play on the safe side so I don't get hurt

Because of you

I find it hard to trust not only me

but everyone around me

Because of you I am afraid

KELLY CLARKSON – BECAUSE OF YOU

Pov Oliver

– Meu Deus Oliver era um vaso egípcio — resmunga Tommy incrédulo varrendo os cacos de vidro de um dos vasos que quebrei — o que você fez aqui !?

Olho envolta e vejo tudo virado não sei como, mais acabei fazendo uma bagunça imensa na minha sala tudo foi quebrado e virado parece uma zona de guerra.

– O que você e a Cait fez não tem perdão — rosno.

– Trazer a luz para sua vida ou a luz da sua vida chegar com uma mini luz na barriga ? — questiona sarcástico.

– Idiota não tem graça — digo irritado. Ele revira os olhos e volta a varrer tranquilamente. — eu não quero esse filho Tommy.

– Tarde demais ele será um Queen daqui alguns meses ! — exclama me fitando sério. — pensasse nisso antes de sair transando por ai sem proteção — da de ombros.

– Você fala com tanta naturalidade que me assusta – suspiro sério me erguendo do chão — Tommy nada mudará. Eu não...

– ... Não chega Oliver — interrompe com um aceno — Felicity vai ter o bebê aqui em Star e seremos sua família queira você ou não. Agora se você não quer esse filho a escolha de toda sua, não somos nós que iremos lhe obrigar a isso. — Abro a boca para lhe responder mais ele acena. — tenho que vê-la ainda não a conheci. Sorrir e deixa as coisas perto da bancada, saindo pela porta em passos largos com bastante pressa. Respiro fundo e me sento no sofá fitando o nada.

" Um dia quando eu tiver o nosso primeiro bebê quero que ele tenha seus olhos Oliver "

A lembrança da Helena animada em ter um filho comigo ecoava pela minha mente como uma canção aguda e triste, aos longos dos anos eu me fechei e me prendi a ideia de não recomeçar, a verdade é que eu não quero recomeçar, me desprendi de tudo e de todos seja nas grandes como nas pequenas coisas. Felicity mexe comigo de uma maneira intensa e incondicional, tudo nela é convidativo, seu cheiro, seu sorriso, seu sabor ou gosto da sua pele e o modo de ver as coisas, vê-la assim me desarmou completamente eu a queria só como lembrança, algo que tive mais não podia mais ter novamente. Mais agora ela está na minha vida de todas as maneiras possíveis, seja a dois passos de distância ou nos meus pensamentos mais sombrios e com um filho na barriga, ainda não acredito que ela está grávida, que carrega um pedacinho de mim dentro de si.

– Não posso acreditar nisso — rosno.

Pov Felicity

– Cait — suspiro deixando a última caixa no chão do quarto — não aguento mais carregar.

– Deixa isso Felicity — ordena me puxando para sentar na beirada da cama — não pode pegar em peso.

– Eu sei..

– Não... Não. Sabe — suspira — é mãe de primeira viagem — sorrir — tem que ter repouso, boa alimentação, atividades físicas como uma caminhada ou até mesmo uma ioga.

– Ioga não — solto uma risada — não tenho paciência para isso.

– Mais pelo menos a caminhada fará comigo no parque todas as manhãs — aponta com indicador para mim com animação tomando de conta do seu rosto.

– Tudo bem — aceno com desdém — ainda não senti nenhum desejo estranho — sorrio.

– Você descobriu a sua gravidez agora — estala a língua — logo...logo irá aparecer mais sintomas, como mais enjoos e principalmente desejos — dá de ombros.

– Caitlin — escuto uma voz masculina ecoar pela a sala.

– Estou aqui querido — grita animada. Com alguns segundos entra um homem de cabelos negros e curtos de olhar azul intenso pele pálida como a da Cait estilo despojado com sorriso encantador — amor — disse Cait indo até ele e dando um beijo casto nos lábios.

– Então você é a Srta. Smoak ? — pergunta vindo até mim estendendo a mão, me levanto com pouco de receio e solto um sorriso torto.

– Sim — murmuro apertando sua mão com aperto leve.

– Sou Tommy — sorrir — Merlyn. Marido da Cait. Assinto concordando com a cabeça. — vejo que você possui um Queen na barriga. — pisca animado.

– Na verdade será só Smoak – corrigi-o com uma leve irritação.

– Por enquanto sim — murmura limpando a garganta. Franzo o a cenho e abro a boca para lhe responder, mais Cait se aproxima rapidamente de mim, pairando a minha frente.

– Eu vou fazer compras para você não tem nada na dispensa e nem na geladeira — sorrir segurando nos meus ombros — pode ficar sem mim algumas horas ?

– Claro — concordo mordendo o lábio.

– Ótimo — da pulinhos e pega na mão de Tommy – você vem comigo ?

– Sim — ele sorrir e a acompanha — tenha uma boa tarde Felicity.

– Você também Tommy — aceno para ambos, eles saem cochichando algo. Me jogo na cama e fito o teto, me sinto exausta pela viajem pelo o clima de Star que é diferente e por vê-lo novamente de todas as coisas no mundo vê-lo para mim seria impossível. Suspiro e abro uma caixa, tiro de dentro uma roupa limpa como um vestido rosa com mangas curtas sem decote rodado acima dos joelhos e minhas peças íntimas, vou até o banheiro e agradeço por esta limpo com produtos de banho. Me despido completamente e amarro o cabelo em um rabo de cavalo, ao ligar o chuveiro sinto água quente tocar minha pele como uma leve massagem, ela leva minha tensão e frustração anterior agua abaixo. Depois de minutos de um longo banho me enrolo na toalha e saio do banheiro. — Por Deus — grito em susto pondo a mão no coração com Oliver sentado no chão de cabeça baixa — você não pode me assustar assim — digo nervosa com o coração e a respiração acelerada.

– E você não podia simplesmente jogar na minha cara que vou ter um filho — rosna baixo fitando o nada. Reviro os olhos e bufo.

– Pode sair da minha frente ? — pergunto irritada com ele tomando o corredor com suas longas pernas.

– Por quê não me ligou ?

– Você está bêbado ? — questiono ao oitavos — por que não sei se você se lembra mais você me deixou para trás sem nenhuma palavra. Como eu iria te ligar ? Via telepatia ?!. Ele ergue o olhar e me fita distante e frio.

– Não quero esse filho — resmunga.

– Mais eu quero a escolha é minha e não sua Oliver — digo triste. Eu não vou dar esse gostinho a ele de me machucar de novo, deixar minhas lágrimas escorrerem como uma menina quer colo, isso não. Eu sou uma mulher e em breve uma mãe, seja ela ou ele terá sempre a mim isso é o que importa de verdade. Respiro fundo e tomo coragem, me aproximo dele e passo por cima desviando das suas pernas segurando firme a toalha para ela não cair, ele me acompanha com o olhar e encara com a boca seca partes da minha pele nua e molhada, fico tremula ao chegar até a cama onde está minhas roupas. Ele se levanta e senta na beirada da cama ainda me encarando. — você pode sair — bufo incrédula.

– Não — suspira. Mordo o lábio com força e bato nele com minhas roupas.

– Oliver estou pedindo, te suplicando por favor sai daqui — grito irritada. Ele se levanta e fica a centímetros do meu rosto com sempre faz o que me deixa surpresa e em pânico não consigo controlar meus sentimentos quando ele só está a centímetros de mim, arfo encarando seus lábios, ergo o olhar vagarosamente olhando cada pedacinho da sua face — por favor — sussurro em um suplico sentindo seu hálito de whisky tocar minha pele e me arrepiar, olho dentro daqueles olhos azuis intenso que me estremece, como ele não pode sentir nada !? Nem o pingo que seja de carinho.

– Como você pode mexer tanto comigo ? Em um simples gesto, eu te magoei mais você ainda é você mesma com o mesmo brilho e a mesma doçura — sussurra passando o polegar pelo o meu queixo subindo com as pontas dos dedos e contornando meu rosto com toque leve e quente. Suas palavras me fazem gelar, de tudo, isso era o que eu não esperava que ele iria dizer.

– Deixe seus medos para trás Oliver — sussurro me aproximando mais dele e colocando a mão sobre seu peito — deixe seu coração sentir, eu e ela ou ele cuidaremos de vo... — ele me interrompe selando meus lábios com o polegar.

– Sinto muito Felicity — suspira e fecha os olhos balançando a cabeça em negativo — eu não quero mais ter esses sentimentos ele se forma a muito tempo. Deixo uma lágrima escorrer. Ele se afasta em passos rápidos saindo pela a porta e a fechando com força sem olha para trás. Me sento na cama com aperto no peito, tento controlar as batidas do meu coração e o ardo que se estende e volta a me deixar em mil pedaços.

[....]

Já se passaram horas desde a saída da Cait com Tommy. Ela ainda não voltou já está anoitecendo e nada, liguei várias vezes e só cai na caixa postal. Doou voltas pelo o apartamento com uma fome incessante, a partir de agora como por dois, ligo a TV e vejo uma propaganda de um sanduíche de bacon com várias coisas incluindo a batata frita, o que acaba me deixando de água na boca.

– Cait — bufo — vou morrer de fome — massageio a barriga — tenho que fazer alguma coisa. Voou até o quarto e visto um sobretudo Rosa por cima do meu vestido, coloco uma sapatilha já que estou cansada não vou andar por ai com saltos, falando em andar por ai ! Como vou sair se não conheço nada aqui !?. — não deve ser longe pelo menos uma lanchonete — do de ombros pego minha carteira e saio do apartamento, no fim do corredor vejo a porta do mausoléu do homem de gelo, eu poderia pedir ajuda mais ele seria a última pessoa que eu quero ver no momento. Me encaminho para o elevador. Ao chegar na rua olho para um lado e para outro, um senhor vai passando e eu o chamo sua atenção. — boa noite — aceno com sorriso amigável, ele se aproxima confuso e me fita — o senhor sabe me informar onde tem uma lanchonete mais próxima !?

– Sim — sorrir — ande até o fim dessa rua dobre para a esquerda e encontrara o City Lanches — aponta para o fim da rua.

– Muito obrigado — agradeço tocando seu ombro.

– Não por isso senhorita — dá de ombros e volta a caminhar, respiro fundo e sigo suas instruções, as ruas parecem silenciosas sem movimentação diferente de NY, o que me deixa nervosa. Com uma pequena caminhada consigo ver a lanchonete logo a frente me animo andando mais rápido, mais me assusto com um rapaz de capuz azul, com mãos no bolso de cabeça baixa parando a minha frente.

– Me passe tudo que tem — ordena seco e ameaçador, meu Deus um assalto, gelo e coloco a mão para cima. — só vou pedir mais uma vez — rosna erguendo o rosto, com uma cicatriz sobre sua sobrancelha, de olhar profundo com os lábios ressecados, ele parece está a efeitos de alguma droga. Fico tremula quando ele ergue uma faca e aponta para mim, o pavor faz todo meu corpo estremece, estou a ponto de ter um ataque cardíaco.

– Eu...eu. Só... tenho isso — gaguejo nervosa puxando a carteira. Em movimentos rápidos um cara alto de porte atlético cabelos negros penteados para o lado com um terno alinhado ao corpo, acerta o assaltante com um soco no rosto, o que faz o mesmo cair no chão com gritos estridentes, ele se aproxima e toma a faca.

– Como pode perturbar uma garota sozinha ? — rosna apontando a faca para ele.

– Desculpe senhor eu não faria nada com ela — disse trêmulo se desvinculando e saindo correndo, o homem de terno volta sua atenção para mim, organizando seu terno.

– Você está bem ? — pergunta alarmado se aproximando segurando meu rosto com as mãos.

– Sim — suspiro — só pensei no pior – sorrio assustada. Ele abre um sorriso encantador e aperta de leve minha bochecha e me solta.

– Eu sou o Raymond Palmer — estende a mão. — mais pode me chamar de Ray.

– Olá Ray — pego sua mão com aperto firme — sou Felicity Smoak.

– O que faz sozinha pelas as ruas de Star ? — pergunta curioso.

– Eu sou nova aqui — digo sem jeito soltando sua mão — minha amiga saio para me comprar comida e não voltou mais.

– Nossa — solta uma risada — então para onde vai ?

– A lanchonete — aponto para a mesma do outro lado da rua.

– Eu acompanho você — disse animado pondo as mãos nos bolsos ficando ao meu lado.

– Não seria nenhum incomodo ? — pergunto receosa.

– Não se preocupe — aperta meu ombro e pisca para mim — não vou deixa-la sozinha Felicity.

– Obrigado — sorrio. Ele me acompanha e começa a falar a minha língua aquela de Nerd que ninguém entende nada. Ele me faz sorrir de uma maneira motivadora, me sinto encantada por ele não da maneira que eu gostaria mais de um jeito familiar, com ele vejo que tenho uma amigo. Entramos na City lanches, ele faz pedidos tirando o terno colocando na cadeira com a gravata guardando ela no bolso. Ele conta que é um homem de negócios e um inventor de coisas com nanotecnologia o que me deixa admirada, ele me parece legal, nenhum minuto consigo parar de sorrir com suas histórias. Nosso pedido chega, seguido de um sanduíche enorme com um copo de suco para mim com batatas fritas, para ele um sanduíche do mesmo com um refrigerante. Em minutos devoro tudo, o que me deixa um pouco com vergonha.

– Nossa ! Primeira garota que vejo comer em tempo recorde — solta uma gargalhada e joga uma batatinha frita em mim.

– Ray — resmungo jogando outra de volta — eu tenho que comer por do... — paro abruptamente com que iria dizer, não quero dizer sobre minha gravidez a ninguém agora, principalmente a desconhecidos. Ele franze o a cenho confuso esperando minha resposta — pelo o dia que a Cait me deixou de fome – corrigi-me rapidamente.

– Entendo — acena — pode comer mais não importa — sorrir e chama a garçonete. Pedimos um chocolate quente para a viajem e rosquinhas o que me deixa de água na boca. Saímos da lanchonete em passos lentos olhando o céu que já está negro com algumas estrelas espelhadas sobre ele.

– Você não me disse onde mora — sorrir sem jeito.

– Naquele prédio — aponto para um prédio muito grande e sofisticado, talvez um dos mais lindo e caro de Star a metros de distância, tampo a boca cheia o que me faz corar e virar para o lado desviando a atenção dele — desculpa mais a fome ainda me domina — resmungo.

– Você mora naquele prédio ? — questiona fitando o prédio, seu semblante muda para algo mais distante.

– Sim por que ? — pergunto curiosa.

– Não por nada — acena e para antes de chegarmos ao prédio — foi bom conhecer você Srta. Smoak — sorrir e olha sobre meus ombros.

– O prazer foi meu Sr. Palmer — digo simpática — obrigado por ter salvado minha vida e ter me feito companhia.

– Sempre que precisar sabe onde me encontrar — da de ombros — só pedi para o táxi deixar na empresa Palmer Tech e será bem-vinda — puxa do bolso um cartão – esse é meu número – disse nervoso, pego da sua mão e coloco no bolso, jogo o saco seco de rosquinha e o copo no lixo próximo, ele me fita animado segurando uma mão na outra a sua frente.

– Então melhor eu ir – aponto para trás de mim. Ele concorda com a cabeça. Sorrio e ele se inclina beijando meu rosto, um beijo suave e aquecedor. — você é adorável Felicity — sussurra ao meu ouvido. O que me deixa nervosa. O que me faz dar dois passos para trás e tombar com um corpo familiar grande e musculoso com o impacto e ele me segura ainda de costas, sua mão grande fica sobre minha barriga, engulo em seco e arregalo os olhos alarmada.

– Rondando por aqui Ray — rosna intimidador próximo ao meu ouvido o que me arrepia.

– Não me lembro de nada aqui que seja seu — revida sério, posso ver uma fina formação de fúria nos seus olhos.

– Tem certeza ? — pergunta com aperto leve sobre minha barriga me puxando mais para si, deixando nossos corpos colados um ao outro, as batidas do seu coração são normais diferente do meu que está disparado — fique longe dela Ray — rosna autoritário e frio. Ray ergue uma sobrancelha e me fita indescritível.

– Será ?! É uma escolha dela e não sua Oliver – rosna com maxilar rígido.

– Ray... – começo mais ele me interrompe com aceno.

– Não se preocupe Felicity – sorrir – sabe como me encontrar – assente e se vai ultrapassando arvores pelo o caminho e se perdendo de vista.

– Oliver me solta – esbravejo o acertando com o cotovelo e subindo as escadas em passos objetivos. Ao chegar no elevador aperto o botão várias vezes para que ele se feche rápido, mais antes Oliver entra com as portas fechando em seguida. Reviro os olhos e me encosto na parede fria do elevador, ele encosta do outro lado com uma mão no queixo e a outra para trás, me fitando sério parece me analisar com olhar, hoje ele está mais lindo do que o normal. Com uma camiseta preta colada ao corpo marcando seus bíceps perfeitamente, com uma calça jeans escura caindo sobre os quadris como uma imagem do Paraíso, respiro fundo e fecho os olhos com força não quero ver, não quero me render aos seus encantos frios.

– Não quero você perto do Ray – disse se aproximando e ficando a centímetros de mim, sua respiração toca minha face e me arrepia. Ele aperta o botão para que o elevador pare. – ele não é homem de verdade para você.

– Ele me pareceu um bom homem – digo com sorriso torto me dando por satisfeita.

– Eu também sou – sussurra passando a ponta do nariz pelo o meu rosto o que me deixa tensa e aflita – você não acha ?

– Você. Você não é – gaguejo nervosa – você pelo o que a Cait me contou e pelo o que sei é metade homem de negócios e a outra metade... – paro abruptamente quando ele segura minha cintura com um aperto firme.

– O quê ? – pergunta cínico próximo ao meu ouvido.

– Frio – completo sentindo seus lábios sedosos encontrem os meus, eu quero empurra-lo para longe mantê-lo afastado de mim, mais meu corpo tem vida própria e com segundos sou vencida pelo o desejo de tê-lo aqui e agora. Seguro seu rosto com as mãos e peço passagem com a língua, ele aceita e me ergue do chão cruzo as pernas entorno de seus quadris, nossas línguas se acariciam seu gosto de menta faz minha língua sentir um leve ardo, me seguro firme envolvendo seu pescoço com aperto seguro, nos afastamos só quando o ar é necessário, ele me pressiona mais contra a parede o que me faz soltar um gemido, puxo seus cabelos curtos com leveza sentindo sua excitação próxima a me coxa, aquecer meu corpo como lastro de fogo que vai subindo e queimando por dentro, isso não é certo minha consciência grita para que eu fuja, mais como se estou confinada com ele em cubico sem saída no momento e com meu interior gritando para ser dele novamente. Ele desce beijos molhados pelo o meu rosto ate encontrar meu pescoço inclino para o lado para que ele tenha acesso, ofego e solto um gemido alto sentindo sua mordida no lóbulo da minha orelha, seu corpo quente me amassa contra a parede, coloco minhas mãos por dentro da sua camisa e arranho suas costas, ele rosna baixo no meu ouvido e vai subindo uma das mãos por dentro do vestido acariciando minha coxa pelo caminho, mordo o lábio e me move nele sentindo nossas intimidades se tocarem mesmo com as roupas que nos separa, ele segura no elástico da minha calcinha e para como se pedisse permissão, o que me estremece ainda mais, balanço a cabeça para que ele faça, sinto o elevador se move e parar abruptamente em seguida, ele se matem com o corpo rígido e me fita totalmente excitado.

– Felicity pode está perdida ou em perigo Tommy – disse Cait nervosa ao elevador se abrir e mostrar a cena que nós se encontramos no momento me deixando literalmente constrangida – ou não – finaliza incrédula arregalando os olhos como Tommy.

– Meu deus vão para um quarto – sorrir Tommy malicioso.

Because of you I am afraid...

Notas finais
o que acharam ? o que vai acontecer agora ? hahaha beijos e ate a proxima ..