Amor sombrio
6 Capitulo - 5 Medos e Escolhas
Notas iniciais
Little do you know how I'm breaking
While you fall asleep
Little do you know
I'm still haunted by the memories
Little do you know
I'm trying to pick myself up
Piece by piece
Little do you know I need a little more time
Underneath it all, I'm held captive
By the hallowed sight
I've been holding back by the feeling
You might change your mind
I'm ready to forgive you
But forgetting is a harder fight
Little do you know I need a little more time
Alex and Sierra — Little do You Know
Pov Felicity
A claridade de uma luz fura meus olhos como agulhas espetando minhas pupilas, respiro longamente e pisco algumas vezes com o corpo colorido e o coração apertado.
– Felicity – disse Cait ao me ver acordar. Seus olhos parece um pouco assustados mais ela sorrir.
– O que aconteceu ? – pergunto com a voz baixa e fraca. Olho envolta e vejo que estou em um quarto de hospital com paredes brancas, uma poltrona ao lado e os aparelhos próximo a maca. – meu bebê Cait – murmuro assustada tocando minha barriga, lembrando do carro que estava aponto de me atingir até eu apagar e não lembrar mais de nada.
– Calma você e ele estão bem – aperta minha mão confiante, sinto meu corpo relaxar e as batidas do meu coração serem amenizadas, ela veste um vestido verde escuro de mangas com saltos quinze nude e o jaleco por cima da roupa com cabelos amarrados. – Não se lembra do que aconteceu ?
– Não – suspiro e aperto o lençol mais contra mim – foi tudo tão rápido.
– Enquanto você estava inconsciente fiz todos seus exames, sem anemia, peso ideal.. Vocês estão muito bem, mesmo com todo o estresse vivido você e o bebê são mais fortes do que pensa – sorrir e senta na beirada da cama – continue assim isso é um ordem Smoak, preciso que tenha uma ótima alimentação e repouso por esses dias, nada de esforço por favor e por Deus evite o máximo o perigo.
– Pode deixar – afirmo com sorriso torto.
– Hora.. hora quem acordou, se não a bela adormecida – disse Tommy adentrando o quarto com um terno preto bem alinhado ao corpo e um sorriso encantador não parece estar de ressaca pelo o feito de ontem.
– Engraçadinho – resmungo sarcástica – você me aparece muito bem para quem bebeu todas ontem.
– Sou um homem de negócios tenho que ganhar meu sustento – sorrir e segura nos ombros da Cait – e não bebi tanto assim para estar com essa ressaca. Solto uma risada e sinto um desconforto nas costas o que me faz soltar um gemido involuntário. Mais não sinto os machucados pelo o corpo só o corpo cansado.
– Estranho não sinto os machucados ? – questiono. Cait parece mais alarmada e Tommy olha para os lados como se os dois escondessem algo. – vocês estão com aquela cara.
– Que cara ? – perguntam ao mesmo tempo.
– A cara de que estão escondendo algo – murmuro irritada.
– Não é nada – sorrir Cait – imaginação sua.
– Eu também não sei de nada – acena em defesa Tommy colocando às mãos no bolso e forçando um sorriso.
– Digam de uma vez ! – exclamo aos oitavos. Um olha para o outro e chegam ao um tipo de concordância visual. Cait volta atenção para mim mordendo o lábio inferior.
– Oliver salvou você antes que o carro pudesse pega-la, ele o Tommy estava saindo do prédio no mesmo momento que você atravessava a rua – disse séria. Arregalo os olhos e engulo em seco – ele correu mais rápido do que o flash pegou você que caiu com ele para o lado, o carro também desvio de vocês, só não entendi seu desmaio na hora. – disse confusa.
– Deve ter sido o nervosismo do momento – completa Tommy dando de ombros.
– E..E ele como esta ? – gaguejo nervosa.
– Fisicamente bem. Ele trouxe você comigo até aqui mais não deu uma palavra o caminho todo, ele aparecia assustado...
– .... O que me faz lembrar o velho Oliver quando a Helena morreu – suspira Tommy.
– Ele voltou para o mundo secreto dele, onde não sabemos, o que sei é que ele queria mudar ele mesmo disse ao Tommy isso ontem, mais vê-la nessa situação de perigo ele se fechou de novo – disse triste. Meu coração pode sentir o que ele está, sentindo agora é como se de algum modo tivéssemos uma conexão mesmo longe um do outro. – você estava perdida podia ver em seus olhos Felicity quando saiu do prédio parecia chorar.
– Não foi nada – sussurro triste.
– Sua vez de nos contar o que aconteceu – disse Cait preocupada.
– Uma loira de olhos azuis, quase a mesma altura que a minha saia do apartamento do Oliver – suspiro – eu sei que não deveria sentir nada, mais eu senti uma onda de emoções....
– .... Ciúmes e decepção – interrompe Tommy se aproximando e me fitando com uma fina animação.
– Isso – resmungo.
– Ela viu a sara – gargalha os dois juntos o que me deixa confusa.
– Qual o motivo da graça ? – pergunto irritada me sentando na cama.
– Sara é nossa amiga de infância e sósia do Oliver em uma academia de artes macias, ela foi vê-lo porque ele nunca mais apareceu para ver como andar os negócios por lá – sorrir torto Tommy.
– Mais ela saia do apartamento dele com uma camisa dele o que me faz pensar em...
– .... Em que transaram – sorri – isso qualquer pessoa pensaria, mais não se preocupe eu estava no apartamento com ele quando ela chegou começamos a conversar e eu derramei café na blusa dela então Oliver emprestou uma camisa pequena que nem entrava mais nele, os dois nunca tiveram nada e sara é lésbica noiva de outra sósia da academia a Nyssa. Suas palavras me deixam surpresa, pelo o histórico do Oliver você acaba pensando no pior mesmo. Sorrio torto sei que me rosto está corado no momento. – Depois do episódio do elevador acho que as relações sexuais do Oliver tem sido só com vo... au.. Cait – resmunga com o chute da Cait.
– Vamos parando com as piadas Tommy isso não é o momento – bufa irritada – melhor você ir – aponta para a porta o empurrando – sua reunião é praticamente agora e você ainda está aqui de conversa fiada – resmunga.
– Melhoras Felicity – disse com aceno enquanto ela a empurra para fora do quarto.
– Até mais Merlyn – aceno sorrindo com a cena, ele resmunga mais coisas e a beija indo embora com passos largos.
– Oliver pode estar mudando – disse me tirando dos devaneios – mais lembre-se é um caminho difícil, tenha só um pouco mais de paciência com ele, isso é tudo novo e como para você, para ele também caiu como uma bomba.
– Eu sei – sorrio – só estou preocupada com ele agora.
– Vamos encontra-lo – suspira com sorriso torto – tenho que ir agora, volte a descansar, durma um pouco quando eu terminar meu expediente vamos para casa.
– Tudo bem – concordo relaxando o corpo por que a mente está a mil, não sei como agir no momento, o que dizer ou que fazer, ele salvou minha vida e a do bebê e não foi cafajeste como pensei antes disso tudo acontecer, me sinto aliviada por saber a verdade e totalmente angustiada por não saber o que ele pode estar fazendo agora e onde está. Mais sinto que a dor voltou a consumi-lo.
[...]
Horas se alastram Cait sempre veem ao quarto ver como estou, mais me sinto sufocada quero sair daqui respirar e principalmente encontra-lo quero ver ele, estou aflita, o que me deixa com uma longa ansiedade. Enquanto ela não volta, eu me arrumo e pego minhas coisas para sair do quarto, desvio de enfermeiros e sigo uma família que se dirige para fora da clínica ao chegar na rua, estremeço em ver carros indo e vindo, melhor ficar só na calçada que no momento é mais segura. Pego um táxi e peço ao motorista que me deixe na QC, quem sabe ele foi para lá! Ao chegar noto um prédio com várias vidraças espelhando o céu azul em si com muitos andares bem sofisticado, entro e vejo uma grande movimentação de pessoas indo e vindo em passos objetivos com papeis e roupas formais, antes de chegar a segurança para pedir informações esbarro em um homem alto de porte militar, pele negra e sorriso amigável vestido de terno com papeis em mãos.
– Desculpa – digo rapidamente.
– Tudo bem Srta. Smoak – sorrir franzo o a cenho e encaro ele em desconfiança, com ele sabe meu sobrenome?! Não me lembro de ter encontrado com ele desde a minha chegada a Star City.
– Como sabe meu sobrenome? – pergunto nervosa.
– Sou John Diggle segurança pessoal e amigo do Sr. Queen e do casal Merlyn – dá de ombros – nada passa despercebido por aqueles dois. Eu sei de tudo – sussurra divertido. Engulo em seco, e engasgo apertando as mãos a minha frente.
– Nossa – sorrio – então Sr.Diggle...
– Só Diggle – acena com desdém.
– Então Diggle o seu chefe se encontra ? – pergunto.
– Não, ele não compareceu a QC hoje – suspira – fui até sua residência mais ele também não se encontra e não atende o telefone.
– É mais grave do que posso imaginar – resmungo para mim.
– O que disse ? – questiona confuso.
– Não nada – aceno com coisa banal que não é para mim.
– Você parece nervosa – disse me encarando com uma leve desconfiança. Mordo o lábio inferior e fecho os olhos com força tomando coragem para dizer tudo aquilo que me aflige.
– Eu preciso encontra-lo, eu não sei se você entenderia mais preciso dizer – suspiro – então como você já sabe, ele salvou minha vida uma vez do meu ex-namorado tivemos algo e desse algo estou gravida, ele não quis aceitar de início o que me abalou muito, mais agora ele parece está mudando de ideia e aceitando a situação, só que ele foi me salvar de novo hoje de uma carro que iria me atropelar e se viu na cena com a namorada falecida e agora está não se sabe onde sofrendo e se fechando para o mundo o que me deixa louca – solto tudo de uma vez com os olhos marejados.
– Calma Felicity – disse assustado e segurando minhas mãos – de fato é mais grave do que podemos imaginar.
– Não sei o que fazer, só sinto que preciso encontrar ele. Mesmo que ele não queria – suspiro cansada – não posso vê-lo assim.
– Você tem razão, Oliver precisa de ajuda – disse nervoso. Pensa Felicity pensa! Minha consciência sussurra, aperto os lábios com força e tento raciocinar em algo. Claro por que não pensei nisso antes.
– Ele deve estar com o celular onde quer que seja ignorando nossas ligações então podemos ativar o GPS do celular e encontra-lo só preciso de um computador agora – murmuro olhando envolta.
– Venha eu sei onde posso encontrar muitos – sorrir me puxando pelo o pulso até o elevador. Ele parece um cara legal e acaba me contando a mesma história que a Cait e o Tommy me contaram sobre o Oliver. Chegamos a um setor que eu reconheceria a quilômetros de distância, o setor de T.I mesmo com isso tudo me sinto em casa aqui, é lindo todos os brinquedinhos eletrônicos me deixam em um parquinho de diversões.
– Diggle – sorrio animada me aproximando de um computador de última geração – eu queria um desses – resmungo empurrando um cara que está sentado à frente dele que sorri com minha admiração. – posso ? – pergunto para ele, apontando para o computador, ele dá de ombros e faz um vai em frente com sorriso. Me aproximo e em segundos entro no servidor da QC. – está cheio de falhas o sistema não está atualizado corretamente e ainda desprotegido, precisa de reconhecimento facial para a segurança e defesa maior no...
– .... Felicity – interrompe Diggle limpado a garganta mais continuo admirar a máquina a minha frente – devemos encontrar primeiro o Oliver, depois você faz o que quiser com o sistema da QC.
– Tudo bem – resmungo – mais eu vou voltar para instalar outro sistema de segurança. Desculpa amigo mais essa rede está uma porcaria. O cara parece insatisfeito e bufa massageando as têmporas.
– Como quiser – sorrir Diggle. Ele tem razão temos que ver onde o homem de gelo se esconde de nós.
– Vamos só triangular as informações do seu GPS com a rede via satélite e.... pronto achei ele – digo dando pulinhos com a tela do computador indicando sua localização.
– É a ponte Crost Brooklin ao sul de Star – disse Diggle nervoso alisando o queixo.
– O que ele iria fazer em uma ponte ? – pergunto confusa.
– Venha temos que ir – chama me puxando de volta para o elevador – é onde a Helena morreu – suspira com as portas se fechando.
POV OLIVER
A anos eu tento fugir disso, sentir algo por alguém de novo, mais ela chegou de repente, sem pedir licença, me rodando com sua presa, mesmo com olhar doce e frágil, ela pode conseguir o que quiser de mim em segundos, ela causa um efeito sutil sobre algo que nunca consegui sentir depois que Helena se foi. Eu tentei me abrir, ela acha que eu estava bêbado, mais eu estava lúcido o suficiente para dizer o que eu sentia no momento. Mais como um destino cruel, ela quase foi tirada de mim como você foi Helena, e isso me devastou novamente, eu não quero sentir isso, está me assombrando, está voltando a me destruir inteiramente.
– Por que não me levou com você ? – questiono fitando a agua fria que se balança em um ritmo intenso abaixo da ponte. Escuto um carro se aproximar e vejo Diggle sair dele e se encostar na porta cruzando os braços sobre o peito. Vejo ela sair pela a outra porta e contorna o carro rapidamente parando só a metros de mim, ela é linda como um anjo feito para te proteger e para te amar. Seus olhos mostram aflição e nervosismo banhado naquele azul sereno. Volto a olhar para o rio. Em minutos ela se aproxima com passos receosos. Senta-se ao meu lado com um pouco de dificuldade com meu ombro de apoio, em seguida balançando as pernas como uma menina.
– Não é um lugar tão difícil de se rastrear Oliver – murmura.
– Não deveria ter vindo – rosno olhando para frente admirando o horizonte.
– Você não manda em mim – resmunga irritada. Respiro fundo e me mantenho sério, ela não pode e nem deve ser controlada de muitas, essa é uma das qualidades que mais gosto nela. Fazer o que lhe bem entender.
– Se sou um homem sombrio – suspiro – por que não tem medo de mim Felicity ? – pergunto distante.
– Talvez seja seus olhos – dá de ombros puxando uma sacola com pãezinhos de queijo – não tenho medo de você. Disfarço um sorriso com ela balbicando coisas para si e comendo – malditos desejos – bufa amassando o saco.
– Deveria ter ficado no hospital – digo sério. O que me estremece entrar naquele lugar depois de anos.
– Estamos bem Oliver – sorrir e deita a cabeça no meu ombro – eu e nosso filho. Aperto os lábios soltando um longo suspiro mais me sinto mais tranquilo. Ficamos em silencio ela boceja olhando para o horizonte. – eu sei como isso pode soar ruim para você ou difícil – suspira – mais precisa deixa-la parti Oliver e seguir em frente.
Ela tem razão continuar com a dor não vai traze-la de volta. Me mantenho olhando para o longe o sol já está se pondo formando uma brisa fina e fria, sinto seu corpo estremecer ao meu lado de frio.
– Diggle – o chamo. Ele se aproxima rapidamente de nós.
– Sim – sussurra.
– Leve Felicity para o carro – ordeno seco.
– Não – discorda ela – não quero deixar você sozinho.
– Eu estou bem Felicity – suspiro – Diggle faça o que eu mandei – insisto sério e autoritário. Ela resmunga e em protesto ele a leva para o carro. Ela tem um gênio difícil o que a torna mais encantadora. Puxo do bolso um cordão fino da Helena uma das coisas que guardo a anos.
– Adeus Helena – deixo uma lágrima escorrer e solto a corrente no rio, vejo ela descer até se perder de vista pelas aguas escuras, respiro fundo e me ergo do chão a beirada da ponte. Entro no carro e Diggle olha pelo o retrovisor sem expressão – leve-nos para casa. Ele assente e começa a dirigir. Olho para ela que esta emburrando fitando o nada fora da janela. – Cait sabe que saiu ? – pergunto. Ela se mantém em silencio, apertando os braços mais envolta de si. Reviro os olhos e bufo.
– Eu fugi – sussurra com sorriso torto quebrando o silencio.
– Não me surpreende em nada – resmungo.
– Não mesmo – da de ombros – mais obrigado. Ergo uma sobrancelha e a fito sem entender. Ele me olha nos olhos e sorrir tímida – por ter me salvado.
– Não por isso – pisco e desvio o olhar rapidamente. Vejo ela me encara de canto de olho. Sei que está se segurando para dizer algo, mais não faz. Seguimos o caminho sem dizer nada um ao outro. Diggle se despede e volta para resolver algo na QC. Ao chegar na porta do apartamento ela para e volta sua atenção para mim.
– Não quero que se sinta obrigado a nada em relação a nós – sorrir – eu não sei o que é perde alguém que ama, mais sei que isso pode te destruir e te consumir por dentro. Só não deixe a dor mudar você isso não vai te fazer mais forte ou é uma solução – suspira e gira a maçante para entrar – é apenas uma escolha para esconder seus piores medos. Assinto gravando suas palavras. – então melhor eu ir, você sabe tenho que ligar para Cait antes que ela enlouqueça.
– Claro – digo com aceno.
Ela parece pensar em algo mais entra, sinto uma necessidade enorme de toca-la o que me deixa inquieto, tento me arrastar até o meu apartamento mais não consigo sair do lugar, um músculo não move a não ser para ela. Aperto os lábios um contra o outro e tomo coragem entrando em seu apartamento como um raio em passos largos e objetivos. Ela ainda está de costas com o telefone ao seu ouvido, ao girar e me ver ela parece surpresa, me aproximo lentamente olhando dentro dos seus olhos – e se minhas escolhas levar até você ? você aceitaria? – questiono apreensivo. Fito seus lábios entreabertos com desejo me consumindo a ser tomados por eles – diga a verdade – sussurro me aproximando mais a ela.
– Eu aceitaria Oliver – sussurra em modo hipnotizada me encarando posso ver o desejo crescente em seus olhos, ela solta o telefone que cai ao chão com um som ruidoso, seguro seu rosto com as mãos a beijando como se não houve mais nada ao nosso redor. Ela solta um gemido e abre minha camisa de botões, solto seus cabelos que cai perfeitamente sobre os ombros, e a tomo para mim erguendo no colo e a levando para o quarto, nos conectamos em um silêncio torturante quebrados apenas pelo o som de nossas línguas lidando uma com a outra, a coloco sobre a cama macia com delicadeza.
– Não vou fazer nada que você não queira – sussurro de encontro com seus lábios.
– Tarde demais para nos arrepender – ofega fechando os olhos. Sorrio e volto a beija-la, me afasto um pouco e tiro todas nossas roupas deixando pele sobre pele. Posso me perde mil vezes nas suas curvas que seria diferente todas as vezes, ela sabe como satisfazer o desejo de um homem como eu. Enquanto beijo seu pescoço ela estremece e segura meu rosto com as mãos me fazendo olhar dentro dos olhos. – Faça amor comigo Oliver – sussurra me olhando com olhar terno. Posso sentir e ver o que ela deseja, não um sexo casual e rápido onde ambos se arrependam depois, ela que amor os seus olhos suplicam isso. Nossa primeira vez foi intenso mais só carnal por que par mim era só sexo, mais para ela era amor.
– Olhe para mim e encontre suas respostas – sussurro a penetrando fundo. Ela arqueja e morde o lábio para abafar seus gritos. Me movo com uma lentidão interna, fazendo um sentir ao outro por inteiro, nossas peles queimam uma sobre a outra, seu corpo tremulo busca mais de mim movendo os quadris com o desejo crescente. Rosno com suas unhas rasgando minha carne. Coloco meus cotovelos um de cada lado do seu corpo, a beijando com delicadeza e sentindo o gosto do queijo que ainda ficou, nos continuamos ali um conectado ao outro com movimentos circulares sentindo o sublime êxtase se aproximar para nós, a sua voz suplica por mais em meu ouvido, aumento as estocadas sentindo nosso ápice chegar entres gemidos altos e ruidosos pelo o quarto, a camada de suor que nos cola um ao outro, ela arfa e me abraça beijando meu ombro e ficando ali. Saio de dentro dela e a puxo para meu lado que se enrosca a mim, passo o coberto por nós. Seu corpo fica tenso vejo ela olhar para mim nervosa e em expectativa. – Durma ainda estarei aqui quando acorda eu prometo – sussurro beijando seus cabelos. Ela fecha os olhos e relaxa o corpo chegando ao sono exausto. Aperto mais contra mim e fico a encarando por longos minutos. Talvez ela me mostre esse homem que enterrei a anos atrás.
– Oliver – estala os dedos a minha frente me tirando do pensamento mais eróticos que posso ter tido em segundos por uma mulher. Principalmente por ser por ela. Engulo em seco.
– Sim – solto o ar dos pulmões, encarando seus olhos que me fita curiosa.
– Você parecia em outra dimensão – sussurra me analisando – algo intenso.
– Não foi nada – aceno com desdém escondendo meu nervosismo – melhor entra eu também já estou indo boa noite – murmuro nervoso me encaminhando em passos rápidos a até entrar no meu apartamento.
– Boa noite – grita, fecho a porta rapidamente atrás de mim. Franzo o a cenho com o ser a minha frente, sentado na poltrona da minha sala com olhar distante mais divertido girando uma caneta nos dedos com terno azul escuro alinhado ao corpo, e os cabelos escovado para o lado. Ele ergue o olhar para mim e sorrir se levantando do sofá.
– O que faz dentro da minha casa ? – rosno chegando a centímetros dele.
– Calma Oliver – murmura nostálgico.
– Não me provoque Ray – rosno o segurando pelo o colarinho – e fala de uma vez o que você quer aqui.
– Me solta seu homem das cavernas – bufa me empurrando de leve e colocando as mãos no bolso – eu liguei para sua empresa mais ninguém sabia de você então eu resolvi fazer uma visitinha surpresa – sorrir sarcástico – só quero lhe dar um recado Oliver, como você interrompeu nosso momento a dias atrás eu tive que me deslocar até essa espelunca – passa por mim com um aceno banal — eu quero a mesma coisa que você – sorrir com animação nos olhos. Encaro como o maxilar rígido e os olhos semicerrados deixando minhas mãos em punhos, ele revira os olhos indo em direção para porta.
– Que seria ? – questiono seco e com ardo de raiva na voz.
– Felicity Smoak – pisca e sai pela a porta me deixando com a fúria mortal correndo pelas as veias.
Fale com o autor