Amor sombrio

18 Capitulo - 17 Hello maninho !!!


Notas iniciais
Boa tarde !! demorei mais aqui estou com mais um capitulo prontinho bonitinho e cheirosinho hahhaa.. Essa Capitulo está dedicado a Thay pela a belíssima recomendação, muito obrigado pelo o carinho flor, tudo que foi posto em sua recomendação me deixou bastante emocionada obrigado pelo o carinho espero que você goste do capitulo !!!!!

Were you really surprised when she left all your memories behind

She never said she was hurting but what girl means it when they say they’re fine

And she’s crying and she’s dying for you to take her home

And she doesn’t want space, she just wants to be chased

And for you to show her she’s not alone

So don’t wait and let her go cause I don’t want to be the one

Who has to say, I told you so

I told you so

Kathryn Dean — Told You So

Três meses depois.

Pov Felicity.

Os meses estão se passando tão rápido que às vezes perco a noção do tempo, poucas coisas mudaram nesse período, por algum motivo depois do nosso encontro Helena sumiu, foi para Central City resolver a questão do coveiro e não retornou desde então, também pouco importa o que ela deixa de fazer. Oliver recebe algumas informações do caso pelo detetive, mas nem sempre menciona algo dela o que me deixa aliviada devo admitir, sem a presença dela aqui me sinto livre e calma sem aquela nuvem negra sobre nós. Respiro fundo e fito o quarto do bebê perfeitamente montado, um belíssimo trabalho foi feito aqui. Olha as paredes em branco e azul com papeis de paredes com todos os tipos de desenhos em quadrinhos, Oliver diz que por enquanto precisa ser todos os super-heróis, depois vai depender de quem ele vai ser fã um dia; me aproximo do berço, passo a mão pelo colchãozinho macio e muito fofo, olho para a cômoda próxima com um porta-retratos com a foto minha e do Oliver vestidos com a blusa do seu time. Ele é tão lindo que me faz perder o ar mesmo por uma foto, seu sorriso é tão largo que contagia qualquer pessoa a sua volta.

— Felicity – Cait chama minha atenção.

— Sim – murmuro deixando a foto sobre a cômoda.

— Vocês ainda não escolheram o nome do bebê? – pergunta.

— Não – mordo o lábio me sentando na poltrona cansada – eu queria que fosse Adam, mas Oliver prefere Jonas – resmungo.

— Por que não deixam os dois nomes? – sugere.

— Talvez – reflito.

— Talvez o quê? – Tommy adentra no quarto.

— O nome do bebê, eles ainda não decidiram – responde Cait ficando ao seu lado.

— Se é menino poderia se chamar Thomas, não me importo de compartilhar nomes – revira os olhos animado comendo um sanduiche.

— Thomas deveria ser o nome do seu filho, que aliás os dois ainda não encomendaram nada mesmo com cinco anos de casamento – ergo uma sobrancelha.

— Meu Deus! – Tommy engasga com a mão peito.

— Tommy – repreende Cait nervosa massageando suas costas. – Agora não Felicity, não posso ser médica e tomar conta de duas crianças – pisca para mim com sarcasmo.

— Hey – resmunga Tommy se fazendo de ofendido – vou ser um bom pai.

— Eu tenho certeza disso querido – sorri dando-lhe um beijo casto no canto da boca.

— Onde está Oliver? – pergunto.

— No quarto talvez – Tommy responde. Me levanto com uma careta – quantos meses Felicity? – pergunta curioso.

— Oito meses e algumas semanas – sorrio passando por eles dando uma tapinha no peito do Tommy. – Cada vez mais próximo – balbucio soltando um suspiro longo, a barriga pesa como uma melancia enorme, ainda bem que falta pouco para meu bebê enfim chegar, caminho até o quarto em busca de Oliver.

— Nossa, vou te dever essa pelo resto da vida – Oliver solta uma risada totalmente animada. Entro no quarto e ele encontra meu olhar com animação notável – muito obrigado e tenha uma boa noite – encerra a ligação.

— Posso saber o porquê dessa animação? – questiono com sorriso torto disfarçando minha curiosidade.

— Fechei um negócio muito importante amor – responde com aceno jogando o celular na cama e vindo até mim – como você está? – massageia minha barriga com carinho, aceito seu carinho de bom grado.

— Tirando o peso que me deixa extremamente cansada – suspiro – estou ótima – sorrio. Como não uso mais saltos por esse período estou mais baixinha aos seus olhos, com certo esforço inclino para cima nas pontas dos pés em busca de seus lábios, ele sorri e me beija com carinho.

— Qual o nome do bebê? – questiona entre meus lábios.

— Adam – sorrio ao lembrar do ato famoso, lindo devo admitir em pensamentos.

— Jonas – insiste só porque é seu segundo nome.

— Então vai ser Adam Jonas S. Queen – afirmo seguindo o conselho de Cait.

— Perfeito – concorda sorrindo.

— Desculpe-me atrapalhar o momento dos dois mais estamos indo – informa Cait.

— Tudo bem – assinto – obrigado pelo jantar Cait.

— Não por isso – pisca com sorriso – boa noite.

— Boa noite – respondemos para ela que acena e sai.

— Venha deite-se – Oliver me guia até a cama – seu dia hoje foi muito puxado hoje, por que ainda insiste em ir para a QC?

— Não quero ficar sozinha aqui – resmungo – pelo menos lá tenho sua companhia – argumento me deitando.

— Entendo – sussurra beijando minha testa. – Fique quietinha – ordena.

— Eu quero uma de suas massagens – choramingo em suplico.

— Claro – sorri dando de ombros – qual creme?

— Os dos pés primeiro – me animo ainda mais – depois barriga – pisco. Revira os olhos e segue até o closet para pegar um de meus cremes, volta a se aproximar e senta na beirada da cama, jogando minhas pantufas para o lado começando sua massagem divina fazendo meu corpo relaxar.

[...]

Pov Tommy.

Entro no apartamento com Cait resmungando coisas para si, mas algo me deixou inquieto e preciso compartilhar com ela.

— Amor – chamo sua atenção enquanto ela tira seus sapatos.

— Sim – suspira cansada.

— Por que ainda não tivemos filhos? – pergunto direto. Ela joga os cabelos para trás e arregala os olhos.

— Não sei – admiti gaguejando – sempre fomos ocupados demais que não paramos para pensar sobre o assunto.

— Você acha que não posso ser um bom pai? – pergunto nervoso.

— Tommy – pragueja revirando os olhos – claro que você vai ser um ótimo pai, só não paramos para conversar e isso é diferente agora, já que a primeira vez eu perdi o bebê.

— Por culpa minha – sussurro triste.

— Não foi culpa sua, aconteceu tudo muito rápido e você sabe disso. Todos esses anos nos limitamos a viver como um casal comum, mais sem optar por ter filhos – sorri com carinho.

— Podemos tentar Cait – murmuro pensativo – talvez esteja na hora de fazer nossa família crescer, você será uma ótima mãe e eu te garanto que serei um bom pai para nosso filho ou filha.

— Isso é o que você quer? Ou por que Felicity talvez tenha lhe jogado contra a parede? – questiona com desdém se encaminhando até mim.

— Não. Não é isso – nego nervoso – mas não deixei de pensar na possibilidade.

— Então deseja um filho Tommy? – segura o colarinho da minha camisa abrindo alguns botões.

— Sim – sussurro receoso.

— Eu também – pisca me puxando para um beijo.

— Que tal começar por agora? – sugiro malicioso erguendo-a em meu colo.

— Adoraria – concorda animada. Mas somos interrompidos pela campainha que começa a tocar disparadamente olho para o relógio e já está tarde.

— Merda – esbravejo irritado.

— Deve ser o Oliver, calma temos todo o tempo do mundo – diz descendo do meu colo deixando um beijo sedutor o que me frustra – vou tomar um banho – acena indo para o quarto com um rebolado engulo em seco controlando meu sangue que ferve vou matar quem quer que seja que esteja do outro lado da porta. Vou até a porta em passos largos e abro de imediato. A visão fica turva por um momento.

— Pai? – franzo o a cenho.

— Hey, Tommy – sorri torto vestido com terno preto bem alinhado ao corpo em sua postura de magnata nostálgico – a quanto tempo, filho?

— Anos? – sugiro impaciente. – O que faz aqui a essa hora da noite por que não me ligou antes dizendo que viria? Não pode chegar a essa hora da noite querendo abraço solidário.

— Resolvemos ver a família – diz dando de ombros colocando as mãos no bolso com a postura ereta – diga-me que sentiu saudades. Abro a boca para lhe responder mais ou interrompido.

— O papai tem razão – concorda uma voz doce e familiar entrando no meu campo de visão.

— Thea – pisco incrédulo. Para quem disse que não queria ver a família nem tão cedo, ela realmente foi rápida.

— Irmão – me abraça animada. Envolvo seu corpo magro com os braços. Ela mudou muito pouco, sua única diferença é o corte de cabelo que antes era ondulado sobre os ombros, hoje é curto e quase liso com roupas mais despojadas. – Quanto tempo? – sussurra ao meu ouvido.

— Anos – repito mais uma vez revirando os olhos.

— Aposto que o Oliver deve estar em mais uma de suas noitadas – resmunga se afastando. Agora que lembrei que eles não sabem o que está ocorrendo aqui nesses últimos anos.

— Não. Não está – gaguejo engolindo em seco.

— Sexta-feira Tommy – revira os olhos com sarcasmo no tom da voz – onde ele poderia estar?

— Dormindo – afirmo. O que não é nenhuma mentira – ele mudou – acrescento.

— Mudou? – Papai ergue uma sobrancelha desconfiado. – Como assim mudou?

— Todo mundo muda um dia – resmungo. – Ele está se dedicando a fami... a empresa – corrijo-me rapidamente.

— Mas não o Oliver – Thea estala os dedos na minha cara – Tommy você está bem?

— Estou – respondo afastando seus dedos – só é muita informação para processar no momento. Vocês simplesmente pegaram o jatinho e resolveram ver o restante da família depois de tantos anos – solto frustrado.

— Saudades talvez – sorrir – então preciso vê-lo, já que você afirma essa tal mudança – disse fazendo aspas com os dedos indo para o apartamento de Oliver.

— Espera – a puxo de volta – deixa ele dormir Thea isso não são horas. – tento intervir.

— Tommy – se solta irritada – por que não quer que eu vá vê-lo agora, o que há de errado aqui que ainda não sei?

— Só não acho que seja um bom momento Thea – argumento. Ela tem direito de ver o irmão, não me oponho contra isso, mas a verdade é que ela precisa ir com calma nessa situação. Oliver não está mais sozinho como ela pensa, Helena está viva um dos fatores que vai atingi-la em cheio, prevejo confusão, muita para ser mais realista. Em todo esse tempo não dizemos nada a ela, Oliver sempre empurrou com a barriga e acabei me deixando ser levado, tenho medo de sua reação. – Deixe para vê-lo amanhã – sorrio – ele teve um dia muito exaustivo na QC hoje, quantos mais investidores mais problemas, enfim.

— Tudo bem – por fim assente desconfiada. – Onde está Cait?

— No quarto vou chama-la, entre os dois e se sintam em casa – aceno. Os mesmos entram e se acomodam na sala. Sorrio uma última vez e vou até o quarto, entro e fecho a porta com força. Cait toma um susto e amarra os cabelos apressadamente.

— Tommy – resmunga.

— Cait – ofego nervoso com tremor pelo o corpo – terceira guerra mundial está preste acontecer.

— O quê? Como assim? – pergunta confusa.

— Família Merlyn está na sala como em uma noite de confraternização do Natal, simplesmente pegaram um voo para Star e estão bem na nossa sala – praguejo baixo com nervosismo.

— Não – põe a mão no peito. – Não pode ser – acena nervosa.

— Sim – respiro fundo. – Percebe o que está preste acontecer?

— Estamos ferrados – sussurra vestindo suas roupas comportadas e me arrastando para sala novamente.

— Caitlin – Papai se levanta para cumprimenta-la.

— Sr. Merlyn – murmura pegando nas mãos. Olho envolta, mas não vejo Thea em lugar algum o que me deixa alarmado.

— Onde está Thea? – pergunto nervoso.

— Sabe como sua irmã é, não se conteve e foi até o Oliver – Papai sorri dando de ombros.

— Merda – esbravejo.

Pov Oliver.

Aliso sua barriga enquanto ela solta gargalhas gostosas totalmente despojada sobre a cama. A barriga cresceu tão rápido, o momento da chegada do nosso filhote está tão próximo o que torna tudo mais alegre para nós dois, não posso negar, não aguento mais esperar.

— Amor prometa-me que vai começar a ficar em casa, a partir de amanhã – peço com carinho – não precisa ir mais para a QC.

— Oliver – resmunga.

— Isso é uma ordem Felicity – digo sério.

— Tudo bem – revira os olhos.

— Muito bem – sorrio.

— Já que sua massagem acabou – pisca – traga-me um chocolate quente.

— Não sou seu escravo – murmuro incrédulo.

— É sim – gargalha – sua melhor escravidão é no sexo.

— Não – balanço a cabeça em negativa – no sexo sou seu senhor – pisco malicioso.

— Oliver – resmunga me dando um tapa.

— Você quem começou – gargalho enchendo-a de beijos.

— Eu te amo – sussurra me abraçando – mais quero meu chocolate primeiro. Sorrio e afasto seus cabelos do rosto jogando o creme na cama saindo em direção a cozinha. Lavo as mãos antes de preparar o chocolate quente, mas a campainha toca, franzo o a cenho pelo horário e sigo para sala. Abro a porta e prendo a respiração por um momento, tento não surtar com a visão.

— Olie – Thea sorri e me abraça pela cintura de repente. Fico imóvel por um momento, até que uma das minhas se ergue e afaga seus cabelos curtos enquanto a outra puxa mais seu corpo magro para um abraço acolhedor.

— Thea – minha voz falha sentindo o aroma de seus cabelos invadir minhas narinas por um longo momento.

— Não esqueci de você Olie – sorri se afastando para me fitar – desculpe se demorei tanto tempo para perceber que nossa família é um elo que nunca poderá ser quebrado.

— Thea. Como. Como...

— Mesmas perguntas do Tommy não por favor – interrompe impaciente passando por mim e entrando rapidamente no apartamento – eu sei que só faz dois anos, devo admitir é um tempo razoável.

— Não é um tempo razoável Thea, você simplesmente se foi e nos deixou para trás, seus dois irmãos – rosno fechando a porta. – Não tente agir como uma adolescente agora.

— Não estou tentando agir como uma adolescente Oliver, eu cresci e madureci não sou mais aquela garotinha frágil, hoje eu sou uma mulher – bufa – eu voltei porque percebi que era um erro me manter longe dos meus irmãos.

— As coisas mudaram – urro – eu estava no meu momento mais difícil e você simplesmente ignorou e se foi, e agora você voltou, por que? Está sentindo algum remorso?

— Oliver qual seu problema? – esbraveja – está agindo como se tudo fosse culpa minha agora. Me fuzila com os olhos, o que era para ser um encontro de irmãos com saudades, está sendo o início de uma briga descrente.

— Você sabia como eu me sentia e mesmo assim você foi embora Thea – suspiro triste – a dor maior foi você olhar para frente sem se despedir, partindo o resto do meu coração quebrado.

— Eu fui embora Oliver porque você não queria mudar e só se afundava mais nos seus sentimentos mesmo se passando três anos, você não conseguia seguir em frente e eu já tinha um fardo muito grande para carregar com a morte da Helena. Como acha que eu me sentia ao lembrar que ela se foi para você me salvar, eu sabia muito bem que todos os momentos que você me olhava era a cena trágica daquele maldito rio que você lembrava – confessa triste deixando as lágrimas escorrerem – então Oliver não, eu não sinto muito por ter partido e garanto que doeu mais em mim do que em você acredite.

— Você era tudo que eu tinha da minha família – grito entre dentes – mesmo assim foi fácil para você, eu também não sinto muito Thea, não mais.

— Você continua o mesmo egoísta de sempre, só pensa em você e nos seus sentimentos Oliver, isso nunca mudou e também nunca vai mudar – cospe as palavras como se fosse para tirar o peso dos ombros. Respiro fundo e a fito dentro dos seus olhos.

— Eu mudei – afirmo – por mim e por quem amo.

— Tarde demais para se redimir de algo Oliver e se é do perdão que precisa fique com ele, eu te perdoei no mesmo dia em que fui embora – enxuga as lagrimas.

— Por que voltou? – questiono seco – se foi para me julgar perdeu seu tempo.

— Não estou aqui para julga-lo Oliver, quem sou para ver os pecados dos outros?

— Não sei me diz você que teve três anos para pensar muito bem em como esquecer a família – grunhi sentindo meu sangue ferver nas veias.

— Querido o que está... – Felicity para abruptamente de falar atrás de mim. Thea arregala os olhos por um momento e olha sobre meus ombros com a expressão incrédula.

— Devo estar interrompendo algo – disse sem emoção. Então resolvo sair da frente e mostrar que não é mais um caso de uma noite como ela imagina.

— Essa é Felicity Smoak minha companheira, mãe do meu filho Adam que está para chegar em breve – apresento Felicity puxando para meu lado sobre seus protestos.

— Hey – Felicity acena gentil.

— Então começou uma nova vida sem dizer nada a ninguém? – ergue uma sobrancelha analisando Felicity sem transmitir a mesma gentileza.

— Tommy e Cait foram os únicos com esses privilégios – sorrio sarcástico.

— Oliver – Tommy adentra como um raio seguido por Cait e Malcolm. – Eu tentei....

— Tentou mentir para mim como o Oliver sempre fez – Thea interrompe triste – isso não me assusta em nada Tommy, talvez vocês sejam irmãos de sangue – sorri sarcástica saindo pela porta.

— Oliver sinto muito não era para ser assim – Tommy se desculpa nervoso indo atrás dela que segue rapidamente para o elevador.

— Podem ir também – aceno sem paciência para ambos na sala – chega de espetáculos por hoje. – rosno seguindo para o quarto sem olhar para nenhum dos três, aperto os lábios com força e controlo minha fúria. É minha irmã mais devo admitir tem o gênio pior do que o meu, os anos nos feriram e nos tornaram pessoas indiferentes, não posso esquecer tudo que vivi nesses anos; hoje vejo que não é culpa de ninguém, mas mesmo assim sabemos como exatamente nos ferir.

— Oliver – murmura Felicity atrás de mim – você está bem?

— Sim – solto a respiração mesmo ainda frustrado – sinto muito pela falta de educação da minha irmã.

— Não se culpe – sorri ficando a minha frente – não é culpa sua, ela está só chateada por ter sido a última a saber que você finalmente seguiu em frente.

— Por parte ela tem razão Felicity – suspiro – eu mudei mais o antigo Oliver ainda está aqui, dentro de mim só tento esconde-lo.

— Não está escondendo nada Oliver, esse que está aqui a minha frente não é o de anos atrás e nem aquele que sofreu amargamente – pressiona meu peito com indicador mostrando uma admiração singela – esse Oliver aqui é o homem por quem eu me apaixonei e que não deixa nada e nem ninguém mais destruir o que está construindo.

— Obrigado – acaricio seu rosto – esse Oliver deve a você – sorrio com carinho.

— Vamos lá converse com ela, afinal de contas a família é um bem precioso para todos – insiste me empurrando para a porta – ela está no terraço da nossa cobertura, tente concerta os erros, somos uma família e temos que nos unir e não nos afastar – informa.

— Quero que saiba que só você quem importa de verdade para mim – afirmo segurando sua mão – um dia você será parte de mim como minha esposa.

— Quer mesmo se casar comigo Oliver?

— Sim – afirmo com uma piscadela deixando-a mexida e seguindo para saída do apartamento em passos largos.

[...]

Pov Felicity.

Minutos se passam sinto meus olhos marejar com sua declaração anterior, ele quer casar comigo, como conseguir respirar depois disso? O que posso dizer? Primeiro passo respira e expira, estou aponto de surtar, por Deus, meu coração está tão acelerado que não consigo raciocinar direito, meu sorriso está tão largo que minha face cora mesmo sem querer. Escuto o bipe de uma mensagem em meu celular, pego-o e vejo que é da Cait:

“Felicity desça rapidamente para a saída do prédio, urgente’’

Notas finais
Deixem seus comentários beijos !!! Spolier: a coisa vai esquentar pois AS está se encaminhando para a retal final beijos e até a proxima !!1