Amor sombrio

17 Capitulo - 16 Que o passado fique no passado, eu mudei e você também !


Notas iniciais
Olá amores aqui estou eu de volta sinto muito pela demora, de fato foi muito tempo, mais deem o desconto minha beta Juliane divosa estava doente mais agora ela está ótima graças a Deus.. enfim capitulo pronto, vamos começar a nos preparar para o tombo de quarta do episódio 15, eu devo admitir não estou preparada. Curtam o capitulo e boa leitura !!!

Oh, her eyes, her eyes

Make the stars look like they're not shining

Her hair, her hair

Falls perfectly without her trying

She's so beautiful

And I tell her everyday

Yeah, I know, I know

When I compliment her she won't believe me

And it's so, it's so

Sad to think that she don't see what I see

But every time she asks me, do I look okay

I sayWhen I see your face

There is not a thing that I would change

Cause you're amazing

Just the way you are

Bruno Mars — Just The Way You Are

Pov Caitlin.

Observo Tommy parecendo um boneco destroçado de uma criança, essa aparência não combina com ele; respiro fundo tentando conter minhas lágrimas. Vê-lo assim com essa imagem me desconcerta. Parte disso é culpa minha, mas com os efeitos dos seus próprios atos. Ele é adulto e sabe muito bem o que está fazendo. Tiro meu sobretudo e os sapatos jogando-os para o lado, amarro meu cabelo em um coque desajeitado voltando a fita-lo.

— Volte para casa! – ordena sem paciência quebrando o silencio entre nós.

— Não – discordo secamente – vamos lá Tommy – incentivo-o a seguir com suas idiotices, não é assim que ele quer agir? Como um adolescente traído. – Termine o que começou hoje – chamo irritada.

— Não vou lutar com você – sorri irônico passando as mãos por seus bíceps definidos, por um momento prendo a respiração, mas volto a olhar dentro dos seus olhos furiosa.

— Com medo da sua própria mulher? – provoco erguendo uma sobrancelha.

— Claro que não – rosna com aceno – ande Cait, volte para casa ou para seu mais novo amiguinho ou grande amor da sua vida – sobressalta as palavras com acidez marcante, respiro fundo para não soca-lo como tanto desejo – não quero ver você agora ou talvez nunca mais.

— Quer a separação então? – sorrio fazendo engolir em seco – para isso vai ter que arranca-la de mim.

Minhas palavras soam frias, mas por dentro estou apavorada. A verdade é que se ele fizer mesmo isso estou completamente perdida, tudo sempre foi o Tommy, todos esses anos eu só precisei dele, nada me faltaria além do seu amor, sempre tive certeza disso.

— Não me subestime Srta. Snow – bufa se aproximando.

— Sou uma Merlyn – relembro a ele dando um passo em sua direção, tento soca-lo, mas ele desvia e segura meu pulso com força, giro meu braço e o derrubo no chão, está fraco demais para continuar – minha especialidade é salvar vidas Sr. Merlyn. Luta nunca esteve nos meus planos e nunca estará. Ele geme alto e eu o solto com um empurrão – como nos velhos tempos, Tommy – chamo mais uma vez com sarcasmo.

— Não vou revidar – suspira com uma careta voltando a se levantar. – Sabe que nunca fiz isso e que nunca vou fazer.

— Por que sou sua mulher? – questiono com um chute em seu traseiro, segura minha perna com firmeza, ergue uma sobrancelha mais volta a me soltar, se mantém em silencio o que me deixa mais furiosa – solte sua raiva Tommy, coloque-a para fora, eu sei o quanto você está me odiando no momento – grito tentando soca-lo, antes ele desvia segurando meus pulsos e girando meu corpo, prende-me contra seu corpo apertando meu pescoço com uma chave de pescoço firme – como pode me odiar tanto se nunca fiz nada para você, meu único erro foi amar você demais a ponto de esquecer de tudo e de todos.

— Isso não importa mais para mim Caitlin – sussurra frio inalando o cheiro dos meus cabelos e me soltando em seguida. Giro sobre os calcanhares voltando a encara-lo.

— Veja como você está, todo machucado – aceno magoada — por nada.

— A culpa é toda sua – grita entredentes com gemido lastro acariciando suas costelas – só sua. – acusa.

— Seu idiota – deixo as lágrimas que estavam pressa escorrerem – não percebe o quanto amo você – soluço. – A melhor coisa que fiz em todos esses anos foi ter casado com você, diferente do que você pense de mim agora, eu não o perdoei porque ainda sinto algo por ele, eu o perdoei porque a melhor coisa que ele fez foi ter me deixado encontrar você, depois desse anos eu finalmente consegui olhar para o Ronnie e ver que não sinto nada, que talvez eu nunca tenha sentido de verdade – sussurro com meus olhos e meu coração ardendo como brasa é como se um buraco estivesse a se abrir por debaixo dos meus pés e fosse me levar para escuridão. – Eu só segui Tommy e você estava ao meu lado, não percebe isso? O que posso fazer para você entender que não consigo odiar as pessoas, mesmo aquelas que me fizeram mal um dia, eu sou assim e você sabe disso, eu só o vi hoje uma única vez, ele já se foi, porque não tem nada aqui para encontrar.

Digo tudo de coração, afinal é a verdade, Tommy é exagerado e pode ser mais ciumento do que o Oliver, a cincos anos nós vivemos juntos e eu sei exatamente com ele transforma um copo de água em tempestade em segundos.

— Mesmo assim Caitlin Snow você não deixou de me magoar – suspira estendendo a mão para mim o que me deixa confusa – o anel – pediu fitando meu anel de noivado. Aperto os olhos deixando minhas lágrimas queimarem minha pele, como ele é capaz de fazer isso comigo? Giro o anel no meu dedo sentindo o diamante furar minha pele como uma agulha fina. Soluço e tiro do dedo colocando em sua mão que se fecha de imediato — era da minha mãe — lembra secamente.

— Espero que você encontre alguém como ela, que não te magoe – enxugo as lágrimas que insistem em cair com o coração do tamanho de uma ervilha.

— Sim – assente o que me torna vazia e mais triste. Tudo se foi porque eu perdoei alguém que não sinto mais nada? Porque sou uma pessoa boa? Como ele pode pisar no meu coração dessa forma? Eu não o traí, todos esses anos meus olhos sempre foram para ele, entorno dele e agora tudo se foi. Por nada.

— Você vai jogar cinco anos de casamento fora, por que eu não sou como você pensou? Porque eu não odeio ele? – questiono com gosto amargo na boca. – Egoísta, não?

— Você é exatamente como eu acho que é, seu perdão é o de menos para mim, perdoe quem quiser não importa mais – rosna dando as costas para mim.

— Idiota, quero que você vá para os confins do inferno – soluço – eu deveria ter arrancado seu pulmão no dia em que tive que salvar sua vida depois do acidente – fungo tentando me recompor. Ele ergue a cabeça esboçando uma postura despreocupada – mesmo assim eu te amo Thomas Merlyn e isso nunca vai mudar. Viro-me parar pegar minhas coisas do chão, não quero mais chorar diante dos seus olhos. Calço os sapatos segurando meu sobretudo. Fito-o uma última vez ainda de costas para mim, nunca o vi sem nenhum pingo de sentimentos, abaixo o olhar voltando meu corpo em direção à saída.

— Caitlin – chama receoso – acha que ela aceitaria o anel da minha mãe? – questiona me fazendo parar de andar. Aonde ele quer chegar. Se eu fosse ela faria você engolir, minha consciência grita.

— Sim – fecho os olhos com força. – Assim como eu aceitei um dia. Lembro muito bem quando ele pediu minha mão, estávamos na emergência e ele tinha acabado de cair de uma moto com o Oliver; ele tinha tanto medo no olhar que me fazia rir, estava apenas com uma perna quebrada e sentia-se como se estivesse morrendo, puxou a caixinha da jaqueta e fez o pedido.

— Ela me ama de verdade aponto de provar que seu ex não representa mais nada em sua vida? – insiste calmamente. Então resolvo olhar sobre os ombros.

— Ela sempre amou somente um homem e se casaria com ele quantas vezes fosse necessário – sorrio mesmo com os olhos marejados observando ele de joelhos com o anel direcionado a mim e um sorriso animado. Eu deveria mata-lo isso sim por me fazer de tola mais uma vez.

— Caitlin Snow, aceitaria se casar comigo? – sorri com o sorriso que mais amo voltando a ser meu Tommy de sempre, mesmo com a cara roxa de apanhar ele é lindo, Sara fez um belíssimo trabalho devo admitir, ele mereceu.

— Eu sou Caitlin Merlyn, já sou casada com você – resmungo – mais aceito meu anel de volta – murmuro dando passos em sua direção. Estendo a mão para ele que matem o sorriso cínico, desliza o anel de volta para meu dedo anelar deixando com aliança. – Desgraçado, você é péssimo na dramatização está mais para um cachorro sem dono do que para um ator – fungo. Ele pisca e da de ombros deitando no chão cansado.

— Nossa estou velho assim? Sara quase me fez descobrir o submundo hoje – sussurra. Deslizo sobre ele que solta gemidos de dor pelas as pancadas.

— Preciso renovar seus exames – reviro os olhos – mentais – sibilo sarcástica – foi só um corte superficial no rosto não precisa de pontos e....

— ..... Eu te amo – interrompe com beijo casto. Seus lábios secos raspam os meus, mesmo assim aquece e me faz soltar um gemido rouco. – Desculpe querida, fui estupido com você, minha raiva acabou me cegando e deixei que tudo se elevasse a esse nível – sussurra envergonhado.

— Acredite foi horrível – solto uma risada – você está horrível querido, mas ainda sexy – suspiro – que ideia dos infernos Tommy – me faço de irritada ele revira os olhos. – Péssimo marido você é – gargalho sarcástica.

— O melhor – se faz de ofendido.

— Vamos para casa Tommy, chega de teatro por hoje – resmungo.

— Não – sorri girando meu corpo e ficando sobre mim – é muito tempo até chegarmos em casa. Pisca pressionando meus lábios com um beijo único e envolvente.

[....]

Pov Oliver.

Abro a porta e me deparo com uma Felicity nervosa andando de um lado para o outro com uma tigela cheia de pipoca e o seu tablet na outra mão.

— Hey – chamo sua atenção mais ela parece estar em outro planeta – Felicity – chamo mais alto fechando a porta atrás de mim. Ela parece sair do seu transe por alguns segundos me olha com receio, mas volta a fitar o tablet. – Por que não está dormindo?

— Estou sem sono – resmunga sentando no sofá. – Então resolvi escolher a mobília do quarto do bebê pela internet mesmo.

– Por que não deixa para amanhã? – questiono me aproximando.

— Não. Não – nega soltando um suspiro longo – quero fazer isso agora já que não consigo dormi.

— Tem algo a mais acontecendo que eu não sei? – ergo uma sobrancelha desconfiado tirando as coisas de suas mãos mesmo sobre seus protesto. Observo seu nervosismo no modo como aperta as mãos a frente do corpo.

— Oliver não tem nada acontecendo – esbraveja irritada. – Só estou com a cabeça cheia no momento.

— Então fale comigo – argumento sentando na mesinha a sua frente. Seguro suas pequenas mãos em um aperto firme e acolhedor.

— Desculpa – deixa uma lagrima escorrer soltando minhas mãos se levantando e indo em direção ao quarto – não tenho o que dizer no momento.

— Felicity pare – ordeno aos oitavos o que a faz estremecer – exijo que me diga o que há de errado com você nesse meio tempo que estive fora, e não adianta dizer que são as mudanças de humor por causa da gravidez que não é. Já conheço você o tempo suficiente para saber que está mentindo para mim – suspiro frustrado – eu fui verdadeiro com você quando estava no hospital a respeito de não ter mentiras entre nós dois. – ela parece refletir mais não esboça nenhum reação – Olhe para mim e fale a verdade – rosno.

Ela enfim olha para mim sobre os ombros puxando a camisa para baixo, seus olhos voltam a marejar com um semblante cansado e talvez angustiado. Em passos lentos se aproxima e envolve minha cintura com braços em um aperto firme, deitando a cabeça sobre meu peito. Seu corpo pequeno está rígido e completamente tenso o que me deixa inquieto. – O que há de errado com você amor? –murmuro afagando seus cabelos inalando seu cheiro suave de lírios – estou aqui fale comigo.

— Tenho medo de um dia você se cansar de mim – abafa seu choro em silêncio no peito – olhe para mim estou parecendo uma mamãe elefante e só estou com cinco meses de gestação, ainda falta quatros meses para o bebê nascer – se afasta enxugando as lágrimas. Não posso deixar de sorrir com sua argumentação.

— Tudo isso por causa da sua aparência?

— Você é um homem que esteve com muitas modelos, donas de corpos magníficos – sussurra irritada – não estou....

— .... Está preocupada – interrompo afastando seus cabelos do rosto – que eu não a deseje mais como antes – passo o polegar por seus lábios sedosos e perigosamente envolventes – me apaixonei por quem você é e não por sua aparência, a essência do amor e do que eu sinto por você está aqui – indico pressionando o indicador sobre seu peito onde bate um coração sensível – cada parte do seu corpo é perfeito e você está ainda mais linda como uma grávida, acredite nisso.

— Como vai ser quando a barriga crescer? – questiona nervosa. Posso ver a insegurança em seus olhos apreensivos. Acaricio seu rosto com carinho e me inclino para beijar seus lábios.

— Felicity – sussurro.

— Ela disse que você se cansaria do meu corpo... – para abruptamente de falar engolindo em seco. Franzo o a cenho confuso.

— Como assim ela…. Helena esteve aqui? – questiono alarmado a soltando.

— Ela esperou você sair – responde com os lábios trêmulos.

— Quando pretendia me contar? – questiono irritado. Ela suspira e estremece ficando em silencio. – O que ela queria aqui?

— Dizer que não vai desistir de você – responde receosa.

— O que você disse para ela?

— Que eu não tenho medo – acena impaciente – eu disse a verdade Oliver, se ela quer guerra então que comece a guerra, estou grávida e não inválida, enquanto o veneno dela escorre eu a atingi com o simples, você.

— Não quero você enfrentando a Helena – praguejo nervoso – isso pode fazer mal a você. Não se trata de uma guerra, trata-se de provocação, não cair no jogo dela, está usando sua aparência como algo que pode me atingir e cair em seus braços, isso não vai acontecer.

— Eu sei – concorda fechando os olhos – mas não posso vê-la querendo tirar você de mim – sussurra apreensiva – você é tudo para mim, não vou deixa-la conseguir isso.

— Felicity – me aproximo segurando seu rosto entre as mãos – não tem nada que ela possa fazer para me tirar de você, nada.

— Eu sei mais...

— .... Você acredita que eu posso cair nos encantos dela porque sou homem e já a amei.. – interrompo – escute não tem jogo, não precisamos disso. Agora por favor, relaxe – suplico. Olho em seus e ela assente relaxando os ombros. Eu avisei a Helena que ela se afastasse da Felicity. Posso jogar mais sujo do que ela para manter Felicity segura longe dela.

— Eu te amo – morde o lábio encostando sua barriguinha em mim – mesmo você não querendo escutar que estou ficando do tamanho de um elefante. Reviro os olhos e discordo balançando a cabeça em negativa.

— Já ouviu a expressão “Quero fazer amor com você?” – ergo uma sobrancelha.

— Talvez – choraminga em meus lábios.

— Eu mostro para você – solto uma risada e a pego no colo que solta um gritinho rouco segurando firme em meu pescoço.

— Cuidado. Cuidado – acena nervosa olhando para o chão.

— Está me pedindo para ter cuidado? – reviro os olhos seguindo para o nosso quarto, ela não está pesando tanto como imagina e meus braços lidam muito bem com o peso do seu corpo.

— Esse Oliver cuidadoso me assusta às vezes – sorri beijando meu queixo.

— Então você prefere o Oliver mal? – resmungo a colocando na cama.

— Às vezes – sorrir jogando a cabeça para trás e caindo no colchão. Tiro minha jaqueta a jogando sobre a poltrona, assim como os sapatos e o resto das minhas roupas. Engatinho sobre a cama ficando sobre ela apoiando meu corpo sobre as mãos a cada lado do seu corpo.

— Eu vou amar você como eu quero e como sempre desejei fazer – sussurro.

Ela morde o lábio inferior e espera, fico de joelhos e puxo minha camisa larga que está em seu corpo a jogando para o chão, com as pontas dos dedos contorno sua barriga e seus seios rosados que com o tempo cresceram. Tiro o restante das suas roupas e a fito com desejo. Como ela pode dizer que não está bonita!? Suas curvas são as mesmas, pouca coisa mudou, a única diferença é a barriga crescendo e os seios, nada a mais. Beijo cada pedacinho do seu corpo, fazendo ela se arrepiar e soltar risadas gostosas, vou subindo meus beijos entre o vale dos seus seios, sua pele quente e macia me entorpecer de maneira prazerosa, sigo meu caminho com beijos molhados, pelo pescoço até encontrar seus lábios sedosos. Entreabro seus lábios com a ponta da língua, ela aceita soltando um gemido rouco, saboreando o beijo com suavidade, transmito todo o amor que sinto por ela, suas mãos passeiam por meu corpo com leveza deixando lastros de fogo pelo caminho. Me afasto um pouco em busca de ar. – Quantos vezes vou precisar dizer que você é a mulher mais linda do mundo inteiro??

— Um milhão de vezes se for necessário – arfa fechando os olhos voltando a me beijar mais intensamente. Me perco nos seus braços como sempre fiz desde o primeiro dia em que a conheci.

[.....]

— Oliver o que aconteceu com o Tommy? – questiona ao meu lado bebendo seu café.

— Ataque de ciúmes, teatro ou falta de tapa na cara – reviro os olhos sarcástico – Tommy exagera as vezes, mas esse ano ele se superou – admito com suspiro.

— Ele está bem? –questiona preocupada.

— Sim. Eu liguei e Cait disse que Tommy voltou a ser o mesmo de sempre – respondo dando de ombros. Volto meu olhar para ela que sorri torto afastando os cabelos do rosto.

— Hoje à tarde vamos comprar a mobília do quarto bebê, okay? – sorri animada.

— Claro – concordo.

— As duas então? – incentiva como uma garotinha.

— Ótimo – concordo – preciso sair para resolver uma coisa e na volta iremos, okay?

— Tudo bem – assente animada. Me inclino para beija-la enquanto acaricia minha barba rala – meu gatinho malvado.

— Irritadinha – pisco mordendo seu lábio – eu volto logo, esteja pronta e use algo para se manter confortável, para onde vamos não é necessário vestuário importante.

— Oliver – revira os olhos – eu sei me vestir – resmunga irritada.

— Sempre é bom lembrar Srta. Smoak – gargalho a enchendo de beijos indo para porta – eu te amo – grito antes de fechar a porta atrás de mim sem escutar sua resposta – mas antes preciso resolver algo. – rosno para mim.

[..]

Chego ao meu carro e dirijo rapidamente ao meu destino, com alguns minutos chego e sigo direto para seu apartamento. Espero um pouco depois de tocar a campainha várias vezes. A mesma abre a porta vestida apenas com um robe preto de cetim cobrindo seu corpo com decote amostra, por um momento ela parece surpresa ao me ver, mas em seguida esboça um sorriso malicioso; passo por ela como um raio entrando em seu apartamento perfeitamente moderno.

— Vejo que resolveu procurar o que tanto deseja Oliver – Helena provoca com risada fechando a porta e ficando atrás de mim envolvendo meu corpo com seus braços inalando meu cheiro.

— Não achou o que queria na minha casa ontem? – questiono friamente voltando a encontrar seu olhar.

— Olie. Olie não é obvio para você – acena para mim tentando jogar um charme sedutor – eu tenho saudades de você.

— Você ainda tem o mesmo cheiro – sorrio passando a ponta do nariz próximo a sua pele sem toca-la – a pele ainda é macia – passo o polegar por sua face – mesmo sorriso. Vejo ela se derreter e se perder nos meus encantos. – Mas eu não sinto mais nada por você, quando vai perceber isso? – rosno me afastando. Ela se assusta e engole em seco.

— O que...

— ..... Eu disse para você ficar longe da Felicity – interrompo segurando em seu pescoço contra a parede – estou perdendo o resquício de paciência que ainda tenho por você.

— O que quer fazer Oliver? – ofega – me matar.

— Talvez – admito entre dentes sentindo seu corpo estremecer – não vou pedir outra vez Helena, fique longe da Felicity –sobressalto minhas últimas palavras – eu não amo mais você, eu não quero você, siga seu caminho como eu já segui o meu.

— Vejo que ódio ainda vive em seu coração – rosna sem fôlego.

— Desde sempre e foi você quem me fez assim – suspiro a soltando. Ela põe a mão no pescoço e respira com dificuldade

— Desgraçado – gargalha se recompondo. Puxo seu pulso para cima entre seus protestos. – O que diabos você está fazendo, me solta, me solta Oliver.

— Está na hora de recomeçar Helena – sorrio sarcástico tirando o anel que um dia fui muito feliz em lhe entregar – começando pelo o anel de noivado.

— Seu cretino – grita socando meu braço – como pode ter ficado tão cego por ela, aponto de me tratar assim?

— Simples, porque ela roubou meu coração e eu não o quero de volta, é todo dela agora – pisco com desdém saindo de seu apartamento – tenha um bom dia Helena e vá para Central City sozinha.

— Isso não vai ficar assim Oliver – ameaça. – Vai pagar muito caro por isso – grita. Ignoro suas ameaças vazias seguindo para o elevador em passos largos. Saio do prédio e vejo uma senhora revirando a lixeira do outro lado da rua. Me aproximo a ela que se assusta no ato.

— Senhor eu não fiz nada – disse assustada tentando se afastar.

— Não fez, por isso merece uma recompensa – sorrio – me dê sua mão. – estico a minha para ela.

— O quê? – pergunta incrédula se encolhendo.

— Sua mão – a puxo com leveza sentindo os calos da palma da sua mão, com simplicidade deslizo o anel em seu dedo anelar com a luminosidade do sol fazendo-o brilhar e refletir a beleza da esmeralda.

— Ele é lindo – engole em seco admirando a joia, é uma peça muito bonita de fato com a esmeralda no centro banhado em ouro branco. – Meu Deus ele deve valer muito dinheiro senhor, não posso aceitar isso.

— Meio milhão de dólares – acrescento sorrindo e me afastando. – Vai ficar melhor em você do que no fundo de um rio.

— Você deveria dar a sua amada – grita ela.

— O dela não possui preço, é único – grito de volta contornando meu carro e seguindo de volta para casa. Para a vida que escolhi seguir ao lado da mulher que me faz feliz.

Notas finais
Então o que achou do capitulo ??? digam não escondam nada cada comentário é importante para mim hahahha.. Não quero ser chata muito menos pidona maisssssssss não deixo de pedir!!! Cadê meus favoritos ou recomendações?!!!! Beijão e até a próxima !!!!