Amor em Cinquenta Sombras
7 Sua submissa
Notas iniciais
Como prometido aqui estou. Como foi o dia de vcs? O meu foi super agitado e confuso. rsrsrsrs Obrigada minhas flores, por cada comentário lindo! Gente, um dia irei contar a minha história pra vcs e irão entender a minha felicidade sem tamanho. :D Vocês são as melhores!
Sem mais delongas... Continuação da formatura. Espero que gostem!
Aproveitem e boa leitura, baby's. ;)
Capítulo Sete — Sua submissa
(Música do capítulo)
http://www.youtube.com/watch?v=k_jLRWqKO64
O Reitor volta para as apresentações. Estou tão feliz e satisfeita comigo mesma.
- VALEU ANA! – José grita tão alto que sua voz ecoa por todo ginásio.
Ele está do lado oposto dos meus pais e sorrir descontroladamente. Ele enlouqueceu? Afundo na cadeira com vergonha. O Reitor finge que nada aconteceu e Christian olha fixamente para José. Sinto o sangue fugir do meu rosto e partir para Nárnia. Volto olhar para frente e espero chamarem o nome do Christian.
- Obrigada, Srta. Steele. – diz o Reitor.
- Agora gostaria de convidar o nosso grande Benfeitor e amigo Christian Grey. – ele chama.
Christian levanta com um leve sorriso e vai discursar. Percebo que as meninas que estão na plateia, estão cochichando entre si. Ele espera os aplausos diminuírem e olha para mim, depois volta a olhar para a plateia.
- Quero agradecer a todos por essa grande oportunidade. Como Benfeitor estou honrado em proferir algumas palavras, pois esses momentos são únicos. A meta que temos nesse momento é tentar mobilizar os grandes empresários e também a sociedade. O projeto inicial é atingir América do Sul e a África Subsaariana. A fome infelizmente atinge mais da metade da população do mundo, então não será uma tarefa fácil. Erradicar a fome é um objetivo pessoal, pois sei o que é sentir o estômago vazio e não ter o que comer... – ele fala num tom calmo e claro.
Fico chocada. Ele já passou fome? Imaginar que Christian passou em sua infância, ter trauma ao toque, ter passado fome, me faz querer chorar. Nenhuma criança deveria sentir fome. – na verdade, ninguém deveria. Não presto mais atenção em seu discurso. Estou perplexa demais para ouvir qualquer coisa. Saio do meu choque pelos aplausos que ele recebe após concluir o seu discurso. Olho para ele, mas não me olha, mas observa novamente o José. Tento me concentrar e foco na minha mãe. O restante da cerimônia foi dentro do previsto e depois de esperar 1 hora, meu nome é chamado para receber o diploma. Christian me entrega e estende a mão para me cumprimentar. Olha intensamente e fico rubra. Esse efeito que ele tem sobre mim é irritante.
- Parabéns, Srta. Steele! – fala e me puxa um pouco pela mão.
Fico um pouco mais perto dele.
- Precisamos conversar! – diz e me solta. Afirmo com a cabeça e desço do palco.
Como um raio vou ao encontro de José. Ele vai se vê comigo! Que vergonha me fez passar. Vou me desvencilhando das pessoas e chego até ele. Quando me vê abre um enorme sorriso, não retribuo e dou uma tapa em seu ombro. Ele franze a testa e passa a mão pelo local atingido.
- Ai, Ana! Também estou com saudade. – ironiza e dá um sorrisinho torto.
- Não me venha com blábláblá! Estou fervendo de raiva de você. – disparo.
- Calma, só estou orgulhoso de você, Steele. Estudou tanto para chegar aonde chegou e seu discurso foi sensacional. – diz de uma vez.
Com isso baixo um pouco a guarda.
- Fiquei morta de vergonha. –suspiro- Obrigada José! – falo mais calma.
- Você merece! – ele fala e me abraça.
Estava com saudades do meu amigo.
- JOSÉ! – Kate grita mesmo estando a cinco metros da gente.
- Loira... Como você tá? – ele abraça e dá um beijo em sua bochecha.
- Estou bem agora. Estava com uma gripe horrível. – ela diz fazendo beicinho e sorrimos.
- Vamos encontrar nossos pais, Ana? Devem está preocupados. – Kate diz me puxando e segura à mão do José.
Todos estão reunidos em um papo animado. Meus pais, os pais da Kate, José e Ethan, irmão mais velho da Kate. Tiramos umas 500 fotos, Ray não cansava aquele dedo de tanto apertar o botão da câmera.
- Podemos tirar essa roupa agora? Estou morrendo de calor. – peço e me abano com a mão.
- Vem que te ajudo. – diz José e abre o zíper da minha beca.
- Obrigada! Que alivio! – resmungo e tiro totalmente a beca e coloco no meu antebraço.
- Filha deixa que seguro pra você. – fala minha mãe e tenta pegar a roupa.
- Não precisa mãe. – respondo.
- Ana, deixa de ser teimosa e me dê essa roupa agora. – ela fala séria e com isso não posso discutir.
Reviro os olhos e entrego a beca para ela. Ethan e José ficam dizendo que estou um arraso e vamos caminhando para o salão de festa que fica ao lado do ginásio. É enorme, tem um globo no meio que brilha mais que o gloss da Kate. As mesas estão ao redor da pista de dança, tem umas trinta delas no mínimo. Está muito cheio e isso me deixar desconfortável. Lugar com muita gente me incomoda profundamente. Olho em volta a procura do Christian e nada.
- Você irá mudar mesmo para Seattle, Ana? – pergunta Ethan.
- Sim. Vamos no sábado pela manhã. – respondo arrumando o cabelo.
- Vou sentir sua falta. – José sussurra perto do meu ouvido e coloca o braço no meu ombro.
Fico desconcertada. O salão está pegando fogo. A pista de dança está repleta de formandos animados e eufóricos. Vamos para mesa que está reservada para mim e Kate. Foi um sacrifício para conseguimos essa mesa. Sentamos e José não desgruda do meu pé. Estou ficando incomodada com essa sua atitude. Ele senta do meu lado esquerdo e a minha mãe do meu lado direito.
- Vamos dançar Ana? – José pede já se levantado.
Não sei se quero dançar. Penso um pouco e ele balança a cabeça insistindo. Levanto e seguro sua mão.
- Mãe, já volto. – comunico e ela sorrir.
Solto a mão dele e vamos para pista. Está tocando “I Say a Little prayer for you” da Aretha Franklin. Adoro essa música! Olho em volta mais uma vez a procura do Christian. Onde ele se meteu? Pergunta minha deusa com os braços cruzados. José começa a me embalar no ritmo da música. Ele me gira duas vezes e volto para seus braços. Relaxo.. Estou começando a me divertir. Ele também sorrir e me gira outra vez. Num momento que fico de frente para nossa mesa, vejo Elliot, uma mulher loira e... Christian. Quase tropeço nos meus próprios pés, mas José me segura.
- Você está bem? – ele pergunta preocupado.
- Sim. Você sabe como sou a rainha da "Semjeitolândia". – murmuro sem graça e voltamos a dançar.
Entre um giro e outro dou uma espiada na mesa e minha mãe fala algo para Elliot que responde sorrindo. Kate aponta para mim e Christian vira a cabeça na minha direção. Ele franze a testa e volta a falar com Kate. Noto que preciso ir ao banheiro.
- José, preciso ir ao banheiro. – falo e paro de dançar.
- Tudo bem! Depois dançamos mais. – diz e vai para nossa mesa.
Preciso do banheiro! Preciso do banheiro! Penso enquanto corro para poder me aliviar. Entro no banheiro –feminino é claro- e graças a Deus não tem ninguém. Faço xixi, me seco e quando abro a porta da cabine sanitária, sou surpreendida com Christian escorado na porta de saída do banheiro. Fico lívida.
- O que você faz aqui, Christian. – pergunto num sopro de voz.
- Quem é aquele idiota que não desgruda do seu pé? – ele rosna e dá um passo a frente.
- É o meu amigo José. Não gosto que o chame de idiota. – retruco com as mãos na cintura.
Ele franze os lábios em uma linha rígida. Dá mais um passo e recuo indo para trás.
- Eu. Não. Gosto. De. Dividir. – fala pausadamente entre os dentes.
Ele fala como se eu fosse um objeto. Franzo a testa.
- Não sou um objeto inanimado para você falar desse jeito. – rosno.
- Não me desafie, Anastásia. –ele passa as mãos no cabelo– Quando faz isso tenho vontade de fudê-la. — ele dispara e meu coração para.
Minha deusa desmaiou e me meu inconsciente morreu. Meu Deus! Ele me quer... E eu o quero muito também. Mas esse não é o lugar certo
- O que você disse? – sussurro.
Ele se aproxima e segura a minha cabeça entre suas mãos. Passa o nariz pelo meu rosto e volta a me olhar... Hipnotizando-me.
- Preciso me enterrar em você. Essa vontade está me matando, principalmente quando você me provoca. – fala sussurrando no meu ouvido.
Não suporto e coloco minhas mãos em seu cabelo e o puxo para um beijo. Ele corresponde com força, quase sinto dor. Nossas línguas lutam uma contra a outra. Sua mão viaja com destreza pelo meu corpo e pousa no meu quadril, depois desce mais um pouco e levanta lentamente o meu vestido até minha perna está descoberta. Coloca sua mão no meu joelho e puxa minha perna para ficar entrelaçada em sua cintura. No mesmo instante sinto sua ereção pressionar o meu sexo. Solto um gemido baixo, nossas respirações estão pesadas. Seu gosto é divino! Ele começa a esfregar-se em mim e isso acho que chama-se “sexo seco”. Posso sentir minha calcinha molhada de tão excitada que estou. Ele geme no fundo da garganta e é um som puta sexy. Flexiona o quadril para frente e para trás. Automaticamente faço o mesmo com o meu e mexo no seu ritmo. Ele desliza a mão pela minha coxa, passa pelo quadril e chega à minha bunda. Aperta com tanta força que tenho certeza que ficará marca. Com a outra mão segura meu cabelo e puxa minha cabeça delicadamente para trás e olhando com olhos ardentes. Continua o movimento punitivo do seu quadril. Meu sangue está fervendo e nesse momento me entregaria para ele.
- Por favor, aceite ser minha submissa. – pede olhando para minha alma.
Ainda com as mãos em seu cabelo, não respondo e volto a beijá-lo. Se começar a pensar agora, vou resistir e não quero resistir. Uma batida na porta interrompe o nosso momento sacanagem, baixo minha perna e emburro Christian para trás. Ele fica surpreso. Não sei se foi a minha reação ou por quase sermos pegos em flagrante. Ouço a voz de Kate.
- ANA... Você tá aí? – ela grita do lado de fora.
- E agora? – pergunto sussurrando desesperada para o Christian.
- Calma! Não estávamos fazendo nada de errado. – diz tranquilo arrumando a gravata.
- O que meus pais irão pensar? Você tem que se esconder. – falo com os olhos arregalados.
- ANA. – chama mais uma vez.
- Já estou saindo. – grito de volta.
- Rápido! Preciso usar o banheiro. – ela diz impaciente.
Christian revira os olhos e entra em uma das cabines do banheiro. Olho-me no espelho, estou corada e com os olhos brilhando. Arrumo o cabelo e abro a porta. Kate quase me derruba quando entra.
- Que demora. Estava quase fazendo xixi na roupa. – Kate fala já fazendo seu precioso xixi.
Olho para cabine que Christian está e não aguento. Uma gargalhada descontrolada me domina.
- Tá rindo da minha cara, né? Poxa, quase estraguei meu vestido. – Kate diz de dentro da sua cabine.
Em seguida abre a porta e continuo rindo sem parar. Seria trágico se não fosse cômico! Meu inconsciente fala chorando de tanto sorrir e com a mão na barriga. Kate lava as suas mãos fazendo careta. Queria ver a cara do Christian agora.
- Você viu como Christian estava te olhando. – ela pergunta e paro de rir na hora prendendo a respiração.
Porra! Ele está aqui Kate. Grito em pensamento.
- Não. Ééééé... Não. – me atrapalho com as palavras.
- Ah, conta outra. Você também não tirava os olhos dele. – afirma e quero morrer.
- Kate você tá viajando. – falo ríspida para que ela cale a boca.
- Tá. Continue negando e vamos ver o que acontece. – diz guardando o batom na sua bolsa de mão.
- Podemos ir? – pergunto para mudar de assunto.
- Sim. Hoje Elliot quer passar a noite em um motel. Você acredita? Como faço para encanar meus pais e fugir? – pergunta e tenho certeza que Christian deve pensar que somos malucas.
- Depois a gente pensa em algo. Agora vamos! – respondo puxando ela pela mão.
Respiro aliviada. Essa foi por pouco! Ser pega fazendo o que estávamos fazendo, deve ser constrangedor. Ainda bem que ele tinha trancado a porta. Penso atoa.
- Vocês demoraram. – afirma José carrancudo.
- Estávamos batendo um papo de mulheres. – explica Kate e olha com malícia para Elliot.
- Ana, essa é a minha mãe Grace. – Elliot apresenta sua mãe.
Ela é loira, tem olhos castanhos claros e usa um vestido azul turquesa.
- Olá, querida. Prazer. – me cumprimenta calorosamente.
- O prazer é meu. – retribuo.
- Vocês sabem do Christian? – Elliot pergunta diretamente para mim.
- Não. – respondo ficando vermelha.
Parece que cometi um crime.
- Filha, dança comigo? – pede meu pai.
Sorrio e levanto. Faz tempo que não danço com ele. Coloco minha mão em ombro e começamos a dançar ao som de Norah Jones que canta “Come Away With Me”. Descanso minha cabeça em seu ombro e assim me sinto segura. Amo meu pai! Morreria se o perdesse.
And I wanna wake up with the rain
(E eu quero acordar com a chuva)
Falling on a tin roof
(Caindo no telhado de zinco)
While I’m safe ask is for you
(Enquanto estou segura em seus braços)
A voz dela me acalma.
- Você está pronta para mudança? – Ray pergunta.
- Sim. Acho que Seattle fará bem para mim e Kate. — respondo levantando a cabeça.
- Qualquer coisa que você precisar me ligue. – diz sério e sorrio.
- Pode deixar pai. – falo com carinho.
- Como está a mamãe? – pergunto e olho para ela.
Há um ano mamãe foi diagnosticada com câncer de mama. Ela precisou tirar o seio esquerdo. A cirurgia foi a Mastectomia, que é a remoção total do seio. Foi uma época difícil, mas graças a Deus deu tudo certo.
— Ela está ótima. Voltou a fazer suas velas e agora pensa em fazer aula de dança. – ele revira os olhos quando termina de falar.
- Deixa ela, pai. Isso é ótimo. Exercício faz bem para o corpo e alma. – tento defende-la.
- Tudo bem! Vamos sentar? Esse sapato está me matando. – ele diz fazendo careta.
Sorrio. Homens são exagerados. Estamos quase perto da mesa e Christian se próxima de nós dois. Ele sorrir para o meu pai e depois para mim. Ray olha desconfiado.
- O senhor ficaria chateado se dançasse uma música com sua filha? – pergunta Christian para Ray que o avalia seriamente.
Papai olha para mim com uma interrogação estampada em sua testa. Dou de ombros e olho fuzilando Christian.
- Não rapaz. Traga de volta quando a música terminar. – ele ordena.
- Pode deixar. – responde educado.
O que é isso? Ele nem perguntou se eu queria dançar. Todos à mesa observam, inclusive sua mãe que parece que o rosto vai partir em dois de tanto sorrir. José estava em pé conversando com Ethan e para de falar quando seguro a mão de Christian. Chegando a pista, ele coloca as minhas mãos no seu pescoço. Paro de respirar e ele percebe.
- Aqui não tem problema, Ana. – ele fala baixinho.
Relaxo e deixo-o me balançar no doce ritmo de "At Last" cantado pela Etta James.
Ohh You smiled and then the spell was cast
(Ohh Você sorriu e então o feitiço foi lançado)
And here we are in heaven
(E aqui nós estamos no céu)
For you are mine at last
(Por você ser meu finalmente)
Fico olhando em seus olhos e minha ficha cai como uma bomba. Eu gosto dele! Tenho essa certeza, pois estou disposta a tentar ser sua submissa.
- Eu aceito. – digo e ele não entende.
- O quê você aceita? – questiona com os olhos arregalados.
- Ser sua submissa. – respondo baixo, olhando para os lados.
- Você tá falando sério? – pergunta-me surpreso e para de dançar.
- Tenho. Quero tentar e se não funcionar seguiremos com nossas vidas. – ele está processando a informação.
- Você sempre me surpreende Ana. — diz e encosta sua testa na minha – Tem certeza, pense um pouco mais sobre o assunto. Domingo lhe entregarei o contrato e você saberá no que está se metendo. Não quero que se machuque.
- Tenho certeza, mas vou ler o contrato primeiro. — confirmo
Ele abre seu sorriso deslumbrante e sinto que vou me descontrolar novamente.
- Não sabe como estou feliz nesse momento. Você sabe que será bom, baby? – diz me abraçando e volta a mexer o corpo.
- Não. Na verdade não tenho ideia. – falo com o coração na boca.
Espero que ele tenha entendido.
- Como assim não tem ideia? O sexo não é bom pra você? – ele coloca a cabeça para trás e me olha achando graça.
- Ééééé... – não consigo falar. Estou com muita vergonha e com medo de sua reação.
- Pode dizer Anastásia. Você não gosta de sexo? – agora ele está sério.
- Não tenho como responder essa pergunta. – falo olhando para o lado.
É difícil falar em voz alta que sou virgem. Olho para ele quando para de dançar novamente. Está pálido e com os olhos arregalados.
- Anastásia... Você é o que estou pensando... Você é virgem? – pergunta cautelosamente.
Não consigo falar, as palavras me faltam. Olho para nossa mesa e todos estão distraídos e José não está mais lá.
- Anastásia responda! – exige.
Demoro mais um pouco para responder, até que criou coragem.
- Sou. — falo tão baixinho que não sei se ele escutou.
Fica imóvel, seus olhos endurecendo, em seguida fecha os olhos como se estivesse sentindo dor. Quando os abre novamente, franze a testa confuso.
- Sabia que você poderia ser inesperiente, mas virgem? — ele parece não acreditar.
- Isso é algum problema? — pergunto olhando para as minhas mãos.
- Não posso fazer isso com você. Não posso tirar a sua inocência. — ele me olha perdido.
Ah, não!
- Você não me quer mais? — estou tentando esconder o meu medo.
Ele olha para mesa e volta a olhar para mim. Passa a mão no cabelo e não responde a minha pergunta. Desvio o meu olhar do seu. Esse silêncio está me matando. Mais uma vez você fez papel de burra! Meu inconsciente tinha que aparecer.
- Preciso ir. — Digo virando as costas. Mas ele segura o meu braço.
- Espere... -levanta o meu queixo e sorrir- Quero tentar, Anastásia. Quero ser o seu primeiro homem. — Termina de falar e me beija. Não se importa com meus pais ou sua mãe. Me beija como jamais me beijou antes.
Música que ela dançou com José — http://www.youtube.com/watch?v=ET_JylRXpZw
Música que ela dançou com Ray — http://www.youtube.com/watch?v=0zvjYYF7jS4
Música que ela dançou com o gostosão — http://www.youtube.com/watch?v=O00oBEWd04Q
Notas finais
Galera, talvez amanhã atrase para postar. Mas irei postar, ok? Obrigada, lindas! Fiquem na paz, bjim e até...
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